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Herr Jones

Luz, câmera e... Futebol: l'histoire de Devereaux [12/08]

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baltazar

Parabéns pela taça, ainda mais da maneira que foi, sensacional.

O time tá muito bom, espero que essa conquista possibilite sonhar com algo ainda maior a partir da próxima temporada.

Boa sorte.

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thyagocda
Em 11/08/2018 at 22:13, Herr Jones disse:

Já ia elogiar a vitória sobre o Monaco, aí vi que era o Mano Menezes... Perdeu a credibilidade... Acho ele fraco no FM e na vida real kkkkkk No mais, foi um grande jogo. Meus Parabéns kkkk

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zk01

Li tudo,muito legal a ficção!!Parabéns por ganhar a copa da liga,vai entrar uma boa grana logo na 1a temporada na ligue 1,acha que vai complicar um pouco jogar a europa league junto com a liga logo na primeira temporada?Eu sei que ainda não subiu,mas "são favas contadas" hehehe.Boa sorte na continuação!!

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MitoMitológico

Parabéns pelo titulo da Copa da Liga da França! Fez uma campanha histórica, desbancando times grandes como Monaco, Saint Etienne e Caen. Agora você não terá vida fácil numa competição europeia como um clube recém-promovido. Foi um grande feito conseguir essa vaga mesmo não sendo um clube de elite.

Já na Copa da França, eliminou meu Le Havre, mas o mundo deu voltas e a eliminação chegou até o Cannes kkk brincadeiras a parte, foi uma campanha boa também.

E aposte nessa base aí. Tenho aqui um jovem revelado no Cannes chamado Valera e parece que o clube tem muito potencial para gerar jogadores como ele e como esses aí na fornada. 

Boa Sorte.

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LuisSilveira

Na cruzada pra conseguir conhecer todos os saves da área, vi ali a indicação do @vinny_dp, no tópico de Recomendações da Área.

Não sabia o que eu estava perdendo. Eu já gosto de um save ficcional e o seu é muito bem escrito e organizado. Parabéns pela obra como um todo.

No mais, vou continuar acompanhando a história de Devereaux e a ascensão do Cannes. Já está batendo no Mônaco, não vai levar muito tempo pra desbancar o poderoso PSG.

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Andreh68

Mon cher soteropolitano,

parabéns pelo save, muito bom. A premiação de melhor do mês muito merecida.

Quanto ao estilo de postagem, ficção, escrever muito(? também sou bem prolixo), essas coisas dependem de gosto pessoal.  Uma coisa me parece clara, que vc ta curtindo o save e a contação. Isso é o mais importante, tanto que te fez voltar depois da quebra do pc.

Eu pessoalmente acredito que uma variedade de estilos faz muito bem ao fórum, se todas as histórias fossem iguais, so mudassem os times e os treinadores ia ficar bem sem graça né?

Eu estranhei o pessoal de Cannes, egressos da Sorbonne falando como os mano da Gaviões né, mas entendo o recurso da narrativa.

Ja frequentei a Croisette, e é um lugar bem aprazível, apesar de uma certa luxuosidade e chiqueza, você se sente bem lá (ao contrário de Mônaco, super opressor). Nas ruas até encontrei uma baianada jogando capoeira na rua ganhando uns euros.

O Damien ta indo bem, achando soluções táticas conforme o material humano que tem na mão, conseguiu uma grande taça(só espero que não faça feio na Euro), e caminha a passos largos para conseguir uma outra na liga.

Agora acho que o Damien ta fazendo muito biquinho. As moças caindo em cima e o cara desconversando? Sei não.

Por falar nisso, concordo com o @marciof89 , tem que por o Fodé de atacante rompedor se quiser ganhar algo pra valer nessa bagaça! ?

Parabéns pelo save. Deu trabalho para ler tudo, mas mereceu.

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Herr Jones

Opa, galera. Peço desculpas por ter meio que abandonado esse save durante o ano passado, mas tive vários problemas com o computador à época por conta de uns problemas na instalação elétrica aqui de casa (o resultado foi ter que trocar toda a fiação interna e montar um PC praticamente novo). Pra situar melhor, eu não sabia que o problema era na fiação até abril (quando foi uma das últimas atualizações em sequência desde o início do save) e aí, numa chuva, acabei perdendo placa mãe e processador. Só fui conseguir comprá-las em agosto, quando acabei retomando e aí depois em um desses picos de energia acabou queimando uma outra placa mãe e meu ar condicionado (hahahaha) até que eu decidi que ia olhar a fiação.

Acabei arrumando as coisas e brincando um pouco com o save no final do ano passado, quando pretendia retomar a saga, mas fiz uma "besteira" e tinha perdido as modificações que havia feito na database alternativa que usei pra facilitar a criação do enredo (as eleições, por exemplo, foram uma adição que eu quis trazer para o save) e, sem essa base, não tava conseguindo retomar o jogo.

Felizmente, hoje eu tava fuçando uma gaveta aqui em casa e achei um pendrive. Quando fui olhar, estavam todos os arquivos que eu precisava para retomar o save e é o que pretendo fazer.

Quanto ao reinício, eu tinha já no PC a versão mais adiantada desse save (se não me engano, está duas/três temporadas à frente do que foi contado até aqui no tópico) e, neste pendrive que eu achei, está uma versão que está uns meses atrasada em relação ao que contei aqui no tópico. Como eu não tenho lá muitas recordações dos apuros que eu passei no save que está a frente e, por isso, não conseguiria fazer um relato lá muito fidedigno à narrativa da história, optarei por prosseguir com o save anterior, que se não me engano estaria na parte de abril pelo tópico, e aí eu só editaria as atualizações posteriores que já haviam sido postadas para não atrapalhar quem quiser começar (ou recomeçar também) a ler.

Eu vou fazer uma breve retrospectiva dos acontecimentos que se passaram até aqui para, enfim, dar prosseguimento ao save. Espero que vocês gostem. ?

 

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marciof89

Grata surpresa Herr, vamos ver como se sai agora tendo que readaptar uma parte da história. Boa sorte!

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Vannces

Que bom que voltou para dar sequência ao save. Bela saga você estava fazendo e é realmente boa notícia que conseguiu resolver o problema da sua casa. Aliás esse é o tipo de problema que pode colocar fogo em tudo. O prejuízo foi bem menor e agora poderá voltar a ativa. Aguardando.

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Herr Jones

sljlaq9.jpg
TEASER s01-s04 - partes I-IV, tomada IX

DUBOIS: Damien, cola aqui. Terminei de editar esse trailer aqui pro negócio lá da TV local.
DEVEREAUX: Eles aceitaram mesmo, cara?!
DUBOIS: Foi, velho. Você tava sabendo disso, não?
DEVEREAUX: Poxa... Tava nada... Hahahaha! Tô concentrado no time, o Neves tava lá no treino xingando que a gente tem que treinar 24 horas por dia pra não tomar gol, porque a gente é muito ruim e os cara são muito bom. Hahahahaha! Sacanagem é que o cara diz isso e tá lá o goleirão assando uma carne no treino. Ainda bem que não deixei nenhum mau caráter da imprensa entrar pra falar mal da minha gestão de elenco.
DUBOIS: Hahahahahaha! Relaxa, velho. Uma hora os caras saem do teu pé... Mas olha só... <aponta para o televisor enquanto dá play no vídeo>

<A primeira imagem é um jornal do dia 25 de junho de 2016, estampa a notícia Protestos param a Champs-Élysees e uma voz afirma "em Cannes, a mentalidade da comuna de Paris acaba chegando ao posto de treinador. Um desconhecido Robespierre se consagra treinador>

DEVEREAUX: Velho, você tá falando que vão me decapitar também? HAHAHAHAHAHA
DUBOIS: Pega a visão, cara. A imprensa não fica te enchendo a paciência que você quebra tudo quando perde? É um bom link....

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<A câmera, agora, foca em Johan Micoud>

Johan Micoud - ex-jogador e presidente do AS Cannes:
- Parece que foi ontem que o Lambourde, meu querido amigo e único guerreiro que topou a empreitada de reestruturar o time lá em 2016, me disse que apareceu um "maluco" lá na boate dele pra falar mal do que tava acontecendo com o time e disse que o rapaz tinha até boas ideias e até um curso de treinador, mas nenhuma experiência em campo. Eu tava na Itália, trocando uma ideia com o pessoal lá do Parma pra ver o planejamento deles no pós-falência e me lembro que alguém me disse que apostar nessa gestão engessada é difícil porque fica difícil buscar as coisas. Mas o que acabou fazendo a gente fazer todo esse rodopio foi que o nosso treinador pediu pra sair, e a gente tava sem saída. Eu precisava montar um time inteiro e ainda achar um treinador, achei que era melhor apostar logo de uma vez nesse rapaz que "tinha boas ideias", como dizia o Lambourde.

Lembro que ele chegou já botando banca, disse que tinha um plano para profissionalizar a equipe em seis temporadas e que, mais do que isso, queria oportunizar o clube como um espaço social pra criançada da cidade. Bom, na época, eu achei engraçado... Hoje, o que ele disse já é realidade. O garoto era perseverante, mesmo com umas metodologias meio estranhas que o levou a ser multado algumas vezes pela Federação por fumar em campo, chutar garrafas nos outros e várias outras coisas. Ele tem paixão, o que já me servia.

O que ele fez na primeira temporada me deixou sem entender nada, o garoto foi campeão do National 3 de forma invicta com o time que eu montei ali às vésperas do campeonato. Com a subida ao quarto escalão francês, demos prosseguimento ao primeiro motor para profissionalizar o clube. Mudamos nosso estatuto para semi-profissional e, com isso, podíamos segurar melhor alguns jogadores que eram importantes. Já na segunda temporada, melhorando um pouco o time o grupo começou a se encaixar e parecia que abocanharíamos outro acesso, mas a irregularidade na reta final acabou nos deixando para frente o sonho de retornar às ligas profissionais francesas. [...] Aí já próximo do planejamento para a próxima temporada, decidi me candidatar para um segundo mandato à frente do clube para encaminhar o time à profissionalização enquanto buscávamos melhorar qualificar todos os setores do time - desde o staff até o time juvenil. [...] mas teve uma hora, no meio dessa terceira temporada de Devereaux, que ele foi bater na porta da minha casa umas 2 da manhã com um bafo de uísque e ficou falando que não era possível que o time ia subir do jeito que tava indo, que não tava jogando nada e um monte de coisa. E no final das contas, o time acabou conseguindo o acesso pro National como o 6º colocado do National 2, aí ele veio, já no final da temporada, dizer que as coisas pareciam estar conspirando a favor mesmo, porque era pra ter subido na temporada anterior e que naquela não merecíamos o acesso, o que não deixa de ser verdade.

Bernard Lambourde - ex-diretor do AS Cannes
- Devereaux é uma figura peculiar mesmo, eu lembro de uma vez que fui descer no campo de treinamento pra conversar com ele para avisar dos preparativos pro National e ele tava lá debatendo consigo mesmo sobre o esquema tático do time enquanto uns jogadores riam e outros davam pitacos nos argumentos, escolhendo o lado de uma das várias personalidades que ele parecia ter ali no momento. Ele dizia que aquilo faz parte da metodologia dele de buscar um esquema que tornasse o time mais sólido. Eu lembro que eu ri quando ele quase soltou um "eureca!" na hora que ele desenhou num papel em cima da grama um esquema tático que parecia um 3-5-2. Mas em vez de eureca, ele exclamou "isso aqui vai ser o cão chupando manga!" e, rapaz... Foi mesmo, viu? O time não deixava absolutamente ninguém jogar e aproveitava todos os contra-ataques de maneira muito perigosa. Era um time perigosíssimo. Tanto que o acesso via play-offs para a Ligue 2 foi um ponto alto, mas não superou um jogaço que fizemos contra o Saint-Étienne pela Coupe de France, em que vencemos por 3x1. Pela que acabamos eliminados nas oitavas da Coupe, mas foi uma campanha e tanto!

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<histórico de Devereaux a frente do AS Cannes>

Melvin Neves - jogador e ícone do AS Cannes
- Sem sombra de dúvidas, o Devereaux é o melhor treinador que eu tive a oportunidade de trabalhar. Cheguei no clube praticamente junto com ele e fiquei meio com o pé atrás de trabalhar com um cara inexperiente, só que a forma como ele trabalha com a gente é diferenciada. Se você chegar meio chateado no treinamento ele vem logo de cara pra trocar uma ideia e saber o que tá rolando, às vezes, dependendo do caso, até libera da tarefa pra limpar a cabeça porque quer ver a galera aqui dentro jogando com tranquilidade. [...] o que é meio complicado é a forma como tentam pintar ele, como uma pessoa que tá nem aí pra nada; que não tem o time na mão, porque todo mundo faz o que quer... Velho, a galera aqui tem um respeito por ele que é absurdo. Ele deixa as regras claras desde o começo; que todo mundo aqui é liberado pra fazer o que quiser na vida particular fora do campo, mas que tem que ter comprometimento com as coisas, e isso ele é o primeiro a demonstrar! [...]

Reclamam também que ele se exalta para além da conta e isso eu até concordo, hahaha! Mas ele nunca faltou com o respeito com nenhum jogador. E olha que ele já deu uns esporros cabulosíssimos na galera. Tem um dele que especularam milhões de coisas, que foi num lance triste do Clementia. Ele foi tentar sair jogando e fez uma lambança que acabou entregando um gol pro adversário, aí o Damien, lá no banco deu uma bicuda em alguma coisa, acho que numa garrafa d'água, enquanto xingava horrores. A imprensa disse que ele tinha xingado até a quadragésima geração do Clementia, mas ele não xingou ninguém. Vocês sabem o que ele tava xingando? Ele pode querer me matar, mas vou dizer... "P%* QUE PA%#$!! A GENTE TAVA JOGANDO BEM PRA CAR%$@#! NÃO PRECISAVA TOMAR ESSA M%#$@ DESSE GOL, CAR@%$#!". O Bangoura, que tava no banco, tava rindo. A televisão até mostrou o cara rindo! Se ele tivesse xingando o Clementia ia ter um clima mó constrangedor, né? <risos>

<a tela vai esmaecendo até ficar escura e aparecer a seguinte frase: "a busca pelas glórias passa por um herói controverso">

DUBOIS: E ai, mano, o que tu achou? Esse é um dos teasers que vão ao ar, te mostrei esse porque fala de você e faz uma síntese das paradas que rolaram no time nas tuas quatro primeiras temporadas.
DEVEREAUX: Bacaninha, hein? Só tenho uma dúvida: o que diabos você perguntou pro Melvin que ele soltou aquela pérola explicando o que eu tava xingando?
DUBOIS: Hahahahaha! Pergunta pra ele....
DEVEREAUX: Pode crer, traíra. Hahahaha! E isso vai ao ar quando? Porque essa confusão maior com a imprensa foi esse ano (2021/2022).
DUBOIS: Diz a emissora que isso entrará no ar a partir de 2022, Acho que ainda cedo, em janeiro.

*** ** * ** ***

Espero que esse post tenha conseguido sintetizar um pouco do que aconteceu na história até o momento. No spoiler eu vou deixar a mesma atualização linkada anteriormente, que é justamente o ponto de retomada do save.

Spoiler

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DÉBUT D'ESPOIR - s05e01: nos adequando à nova realidade

Sinópse: o primeiro episódio desta temporada mostra um pouco da montagem do plantel e desempenho do clube na pré-temporada e no começo da reestreia na Ligue 2.

Pierre Dagba - diretor do AS Cannes:
- É sempre difícil para um time que frequenta as divisões inferiores de qualquer lugar manter um balanço positivo e a gente foi igual. Só conseguimos melhorar a situação com o acesso para a Ligue 2, já que recebemos a bolada de quase €4 milhões em cotas de televisão. Finalmente, depois de alguns anos, passamos a operar dentro do azul; mas algumas decisões de Johan pra ajudar o trabalho de Damien podem nos colocar operando de forma neutra, sem registrar lucros ou prejuízos exorbitantes, o que, pra mim que atuo na área financeira do clube, serve bem. O investimento de maior destaque é no recrutamento para jovens jogadores que, de alguma forma, pode ampliar nosso horizonte de jovens atletas a integrarem nosso time juvenil.

Além disso, por problemas na renovação, acabamos deixando nossos outros dois diretores responsáveis pelo futebol seguirem caminhos diferentes. Alain Cantareil pediu um aumento de quase 500% após a profissionalização do clube e julguei irrealista este aumento, decidindo que não renovaríamos seu contrato. Já o Jean-Jacques Asso acabou saindo por uma divergência com Damien e Johan tomou partido pelo treinador, o que me deixou de mãos atadas em sua renovação. Desta forma, tivemos uma pequena reformulação em nosso staff. Para ocupar o espaço deixado por Jean, o presidente trouxe Anthony Martin, com vasta experiência na direção esportiva do Angers e que se encontrava na diretoria esportiva juvenil do Beaucouzé. Já para a diretoria de futebol, Micoud trouxe o martinicano Grégory para ter sua primeira experiência após aposentar como jogador de futebol.

Grégory - diretor de futebol do AS Cannes:
- Que legal esse projeto, não imaginei que, além de buscar jogadores, teria que falar para uma câmera! Bom, eu cheguei aqui no dia que a janela de transferências se abriu e tive uma longa reunião com Micoud e Devereaux pra definir quais seriam meus alvos e a linha de atuação. O que eu entendi daquela reunião é que precisaríamos de muitos reforços pra qualificar o time, já que o time acabou de subir.

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Quando cheguei, dois jogadores já haviam sido apresentados: o meia Abdou Aziz Thiam, de 24 anos, me parece que foi repatriado do Avranches por €46,5 mil. Pelo que eu entendi, ele havia saído por cerca de €99 mil, então sua volta acaba sendo bastante positiva. Além dele, o zagueiro Lucas Perrin, de 22 anos, que chegou ao final do seu contrato com o Fréjus Saint-Raphaël. Durante aquela reunião, tanto Micoud quando Devereaux explicaram que seria importante contratar jogadores experientes, mas também jovens ansiosos para mostrar suas habilidades e ajudar o time na briga pela manutenção. Com isso em mente, e conversando com alguns preparadores e olheiros para saber das carências, dei início às minhas primeiras movimentações no mercado.

Minha primeira contratação para o clube foi o atacante Charly Dutournier, de 27 anos, contratado junto ao Villefranche por €47,5 mil com cláusulas que, ao final de 50 jogos, podem levar o valor até €60 mil. É um jogador que, pelas características, se aproxima do que Damien espera de um centroavante; bom porte físico e capacidade de definir a jogada pelo alto quando necessário.

Para o setor defensivo, que me disseram ser o mais carente, trouxe quatro jogadores: o goleiro Maxime Juanole, de 23 anos, em transferência livre, o experiente zagueiro argelino Nordine Assami, de 34 anos, que trará boa capacidade mental para o setor e chegou sem custos, além do forte zagueiro Cédric Hountondji, de 27 anos, que chegou por empréstimo do Gazélec Ajaccio e pagaremos integralmente seus salários. Além deles, notei que o time estava em falta de um lateral esquerdo tendo que recorrer a um jovem inexperiente da base; então, conversei com o Châteauroux para assegurar Fodé Ballo-Touré, de 24 anos, que certamente será uma boa peça para o setor. E, para fechar o plantel, fui buscar o meia-atacante Said Arab, de 21 anos, por empréstimo junto ao Metz.

Damien Devereaux - treinador do AS Cannes:
- Tivemos alguns entraves no processo de profissionalização e, com isso, dois diretores que trabalharam bastante para colocar o time no patamar que se encontra atualmente acabaram saindo do clube. Conversei com o Johan pra saber se eles seriam repostos. Pouco tempo depois nosso departamento de futebol estava em pleno funcionamento e, ao final da janela, estávamos com um bom plantel montado que se alinhava muito bem com a nossa proposta de jogo.

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Novamente, nosso principal setor é o meio-campo e, evidentemente, a melhor contratação foi logo na reabertura da janela quando Alain Cantareil foi repatriar o Abdou Aziz Thiam para nosso time depois de uma experiência frustrante do jogador na Ligue 2, sendo rebaixado com o lanterna Avranches, ele viu seu valor de mercado cair bastante e aproveitamos essa oportunidade para recolocar nossos caminhos em contato. Além disso, a defesa teve um salto de qualidade com as contratações realizadas; principalmente com o empréstimo de Cédric Hountondji, mas também pela chegada de Lucas Perrin.

No setor ofensivo, Dutournier vem pra agregar muito na equipe e colocará pressão sobre Diawara pela titularidade. Além disso, decidi dar oportunidades para os jovens Timothée Vallette treinar com o time principal, já que vários jovens acabaram sendo emprestados para ganharem experiência em campo; então julgo que seria justo também oferecer essa experiência a ele por aqui.

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Encontramos algumas dificuldades para realizar uma boa pré-temporada e acredito que nossa preparação para essa época não foi a melhor possível, mas foi o que pudemos fazer entre todo o processo de profissionalização e os focos mais voltados ao aprimoramento do nosso plantel. Nosso primeiro ponto na Ligue 2 veio dentro de casa na segunda rodada contra o Nancy, em um jogo que a defesa adversária criou todas as dificuldades possíveis para nossa equipe, mas conseguimos, nos acréscimos, o gol de empate com o zagueiro Lucas Perrin, de cabeça, após um escanteio bem batido pelo capitão Melvin Neves. Logo na sequência recebemos o Chamois Niortais pela Coupe de la Ligue e conseguimos passar de fase após grande jogo de Dutournier que marcou os dois gols, definindo a virada.

O jogo contra o Lavallois foi curioso porque, pela segunda temporada seguida, tomamos um 5x2 por falhas defensivas. Deste jogo, destacaria a boa prestação do menino Vallette que entrou com a coisa pegando fogo, não se intimidou e deu o passe para o segundo gol de Diawara, aos 44 minutos do segundo tempo. Mais adiante, em novo jogo pela Coupe de la Ligue, visitamos o Valenciennes e, com pênaltis, conseguimos o empate e a classificação. Thiam, o salvador, empatou aos 47 do segundo tempo, de pênalti, e, nas cobranças de penalidades que decidiram quem avançaria, Clementia salvou e nos garantiu a permanência na competição.

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A inesperada vitória chegou a render uma manchete numa mídia local, destacando o espírito guerreiro do nosso time que não abaixa a cabeça para nada nem ninguém. Continuaremos buscando, jogo a jogo, o melhor que nós podemos oferecer, deixando a alma em campo para conseguir o resultado! Para fechar os destaques, em meio aos 7 jogos de invencibilidade na Ligue 2, fomos o líder Lille e conseguimos sair com um empate saboroso para manter nossas aspirações de manutenção em alta.

Ao final das primeiras dez rodadas da Ligue 2, seguimos no meio da tabela com 14 pontos e donos de uma das melhores defesas do campeonato, com apenas oito gols sofridos - sendo que cinco deles foram na trágica derrota para o Lavallois. Em contrapartida, temos o terceiro pior ataque do campeonato com apenas oito gols marcados. Teremos que suar bastante para alcançar o objetivo de 40 pontos nesta temporada e, com eles, evitar o rebaixamento.

Johan Micoud - ex-jogador e presidente do AS Cannes:
- Ainda durante a nossa pré-temporada nós tivemos diversas conversas com o nosso patrocinador esportivo para que pudéssemos lançar nossos uniformes mais padronizados agora, no momento que retornamos às competições profissionais, e, em contato com alguns estilistas consultores do festival de Cannes, chegamos ao padrão ideal que tem sido utilizado por nosso time desde a estreia na Ligue 2.

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Buscamos inovar um pouco em relação aos padrões listrados que costumávamos usar, já que estamos marcados por uma época nova e, nada mais justo, do que darmos aos nossos uniformes uma cara nova para combinar com nosso momento. Dessa forma, o primeiro padrão é predominantemente branco, com os detalhes nas mangas e laterais em vermelho que, para os estilistas, ficou classificado como "minimalista". Não sei se isso é bom ou ruim, mas os jogadores gostaram bastante. Nosso segundo uniforme, para os jogos em que não pudemos usar o primeiro, é, como de costume, mostarda mas, desta vez, com um detalhe branco para estamparmos o patrocínio, porque os nossos consultores afirmaram que, além de dar uma elevada no estilo, deixava a estampa com um "ar mais limpo". Novamente, não faço a menor ideia do que seja isso... Por fim, nosso terceiro padrão é simétrico: metade vermelho, metade branco e, em cada uma das metades, as listras em detalhe na manga são da cor oposta.

Como já antecipado no balanço final da última temporada, nosso patrocinador principal é a prefeitura de Cannes, que estampa sua logomarca para situar a cidade, como a mais bonita da côte d'azur na França. Cada jogador do plantel terá uma camisa personalizada com sua numeração atribuída por Damien, tendo a distribuição dos uniformes a cada jogo como combinado com nossa fornecedora de material esportivo.

E, como já falei demais, acho que vale deixar o registro de que, finalmente, nossas finanças estão em um patamar mais saudável. No global temos um déficit mínimo de €3 mil e, esperamos, ao final da temporada poderemos estar com as finanças mais saudáveis.

 

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Herr Jones
13 horas atrás, marciof89 disse:

Grata surpresa Herr, vamos ver como se sai agora tendo que readaptar uma parte da história. Boa sorte!

Dale, Marcio! Acho que a readaptação vai ser um pouco complicada, porque essa síntese que eu fiz acabou que vai precisar de uma parte que estava mais à frente de onde eu retomei, mas vamo tentar encaixar as coisas direitinho já no próximo post. Acho que vou manter a mesma atualização da época, espero que fique bom. Hahaha! Valeu!

3 horas atrás, Vannces disse:

Que bom que voltou para dar sequência ao save. Bela saga você estava fazendo e é realmente boa notícia que conseguiu resolver o problema da sua casa. Aliás esse é o tipo de problema que pode colocar fogo em tudo. O prejuízo foi bem menor e agora poderá voltar a ativa. Aguardando.

Opa, Vannces! Esse save tava muito empolgante enquanto eu jogava e foi uma pena ter acabando por se perder no meio do caminho, mas são coisas da vida. E como você bem disse, o prejuízo foi menor do que poderia ter sido mesmo. Tamo junto!

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Herr Jones

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CONFUSION DANS LA PRESSE - s05e02: confrontando a imprensa e a federação

Sinópse: após ter um início de temporada na Ligue 2 bastante promissor, o time começou a cair de rendimento e a imprensa esportiva começou a questionar as capacidades de Damien no comando do Cannes.
* repostando de forma adaptada a mesma atualização que foi a sequência da quinta temporada, pra encaixar com o contexto do ponto de retomada

<a câmera foca em uma coluna de opinião extraída de um jornal esportivo de circulação local em côte d'azur>

Citar

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QU'EST-CE QUI SE PASSE AU AS CANNES?

pour Pierre Ponteau

O crescimento exponencial do time de Cannes sob o comando de Damien Devereaux, saindo do National 3 para chegar à Ligue 2 é algo realmente impressionante. Digno de nota. Porém, percebo que o jovem treinador não possui a expertise adequada para triunfar entre os profissionais; é um garoto, como aqueles que se deslumbram com a vida profissional dentro das quatro linhas. O problema dele é que, ao contrário dos jogadores, ele não tem rendimentos astronômicos e uma reputação distinta que o faça se destacar para além de suas influências ruins no vestiário do clube.

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<sequência de jogos do Cannes nessa primeira metade de Ligue 2>

Nessa reta final de ano passamos a acompanhar mais de perto, para redigir uma matéria sobre o crescimento do clube no cenário francês, mas ao longo desses três meses só consigo pensar em questionamentos. Por que o time só consegue jogar nos jogos das Coupes de France e de La Ligue? Por que o time não consegue se encaixar no campeonato? A decadência do futebol apresentado nessa temporada, ao que tudo indica, perpassa muito pelos maus hábitos do treinador do clube; sua queda pelos vícios mundanos que acabam impactando negativamente no desenvolvimento físico do time.

Não vou ficar aqui falando sobre o desequilíbrio do time sem, antes, mostrar os problemas que envolvem toda a gestão do senhor Damien Devereaux a frente do comando técnico do AS Cannes. Ao longo destes três meses de acompanhamento, o treinador realizou nada menos do que sete festas regadas a comida e álcool. Algumas, inclusive, na noite anterior dos treinamentos. Era notável o baixo rendimento dos jogadores, completamente de ressaca, que mal conseguiam correr atrás de uma bola. O treinador, além disso, é bastante conhecido na noite da cidade por sempre estar junto de seus amigos frequentando bares e boates, varando noite a fora na bebedeira.

O auge disso tudo, no entanto, ocorreu após a goleada sofrida contra o Gazélec Ajaccio, por 4x1, em que o treinador, visivelmente alterado, ao longo do jogo discutia duramente com o quarto árbitro porque estava querendo fumar um cigarro à beira do gramado. Além disso, após um pênalti marcado contra sua equipe, o treinador invadiu o campo para reclamar com o árbitro da decisão e foi levemente punido, apenas com um aviso elegante pela arbitragem; o circo veio depois: o treinador esbravejou na frente da imprensa contra a comissão de arbitragem e acabou sendo advertido pela Fédération Française de Football, em uma decisão sensata do órgão máximo de administração futebolística do país.

Ao final do ano, o time briga contra o rebaixamento, ocupando a 14ª colocação com 24 pontos em 20 jogos. Eu diria que se o clube cair ao final da temporada, todo o demérito cabe ao treinador que demonstra atitudes não profissionais à frente do clube e, claro, à diretoria, que se mostra conivente com o comportamento de Damien. Os jogadores, coitados, serão o bode expiatório de um inevitável rebaixamento.

<na sequência, a câmera corta para uma roda de conversa em um canal desportivo em que Damien e Johan conversam com alguns membros da imprensa, incluindo o autor do artigo, Pierre Ponteau>

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O presidente Johan Micoud se revolta com a publicação da imprensa

DEVEREAUX: Pierre, não sei qual o seu problema para passar três meses observando o time e fazer um artigo completamente absurdo sobre nosso ambiente esportivo. Você vem falar da minha capacidade profissional, mas você esqueceu que seu artigo não é uma afronta apenas a mim; ele é direcionado, também, aos meus atletas que têm dado sangue dentro de campo para conseguir os resultados. Você é um inconsequente, que acha que ter passado três meses acompanhando o dia a dia do clube te dá a autoridade para escrever qualquer besteira sobre mim, os dirigentes e os atletas.
PONTEAU: Senhor Devereaux, por gentileza, peço mais decoro pois estamos ao vivo em rede local e, acredito, os nossos telespectadores não têm interesse em ouvir suas profanações. Mas já que o senhor se coloca como grande profissional, por que não nos explica o motivo pelo qual seu time está caindo pelas tabelas, beirando a zona de rebaixamento?
DEVEREAUX: Você é mesmo um descarado. Escreve um artigo me difamando, falando que meu comportamento não é profissional e espera que eu não venha me defender contra suas artimanhas? Me respeite, rapaz. O time está caindo pelas tabelas pelo motivo mais óbvio do mundo: eu sei, os jogadores sabem e os senhores, da imprensa, mostraram que sabiam muito mais do que todos. Nosso time é, em vários aspectos, o mais fraco da divisão. Nós sempre comemoramos nossas vitórias, conquistas e tudo mais com festa porque sabemos todo o trabalho que passamos para conseguir chegar onde estamos e é a minha forma de retribuir o orgulho que sinto por tudo que alcançamos àqueles que fazem o trabalho duro, que são criticados cada vez que atuam abaixo da média e que se matam diariamente nos treinamentos para fazer seu melhor, como tentam fazer nas partidas. Você vem criticar o nosso desempenho na Ligue 2, mas esquece que o time "horroroso, candidato à lanterna" como vocês pintavam se mantém vivo nas duas taças e, ainda por cima, não é sequer o lanterna! Isso é trabalho, cara. Não é a sua inconsequência de ficar sentadinho lá olhando eles se matarem em campo enquanto escreve num pedaço de papel todas as suas críticas que depois você, do conforto da sua poltrona, escreve um artigo difamando o clube, a mim, aos dirigentes e, principalmente, aos jogadores.
PONTEAU: Mas eu estive lá, eu acompanhei. Eu vi as festas até as madrugadas, eu conversei com as pessoas que me informaram sobre sua queda por festas.
DEVEREAUX: Não, cara. Você não esteve conosco. Você era um observador externo. Você não conversou com os jogadores para saber se eles se sentem acolhidos, você não conversou com a comissão técnica para saber qual o trabalho que realizamos, você não conversou com a diretoria para saber dos planejamentos para o clube. Você era uma mosca espionando o nosso trabalho e colocou tudo a perder com sua coluna inconsequente! Se me dão licença, eu não estou interessado em permanecer aqui enquanto vocês ficam criticando o esforço dos meus atletas, não me sinto confortável próximo desse jornalista de meia-tigela que não entende de porcaria nenhuma e só sabe criticar... Aliás, o Paris Saint-Germain, que todo ano você pinta como campeão vai bem na liga, né? Finalmente. Quem diria que você seria capaz de, depois de cinco anos, acertar alguma coisa? <tira o microfone da lapela, joga no chão e se retira>
PONTEAU: Pois é, senhor Micoud. O senhor está vendo o tipo de profissional que está no seu time, não é mesmo?
MICOUD: Na verdade, eu conheço muito bem o tipo de profissional que está no meu time. Ele que deu todas as diretrizes possíveis para reestruturar o clube, ele que esteve no comando técnico desde o começo e jamais se mostrou disposto a sair, mesmo com vocês da imprensa especulando ele em diversos times. Ele, que topou largar um emprego remunerado em Paris para voltar a sua cidade natal para treinar o time sem receber nada por isso... Ele que, inclusive, vocês não noticiaram, me trouxe a proposta recebida pra treinar o Guingamp na Ligue 1 e não quis conversa. É um profissional comprometido com seu trabalho, que dá todo o suporte aos nossos atletas e se envolve dentro do clube em tudo que lhe for possível, porque ele não está interessado em dinheiro e nem se deslumbrou com a fama, como você disse no seu artigo. Ele era assim quando eu conheci ele e fez um grande trabalho até aqui, segue se qualificando como treinador... Ele tem toda a minha confiança no cargo e, honestamente, eu não tenho o que discordar do que ele falou. Só vim até aqui mesmo para lhe entregar, aqui e ao vivo, um processo do clube contra você por difamação. Agradeça que é só um, porque aquele seu artigo sobre ele caberia, muito bem, um processo só dele. Agora, se me dá licença, vou seguir a deixa e me retirar também já que não tenho a menor intenção de continuar ouvindo você difamar o meu clube.

Spoiler

Mantive praticamente o mesmo post sobre a atualização outubro-dezembro de 2021 porque o desempenho foi mais ou menos o mesmo. No post original tínhamos feito 23 pontos e estávamos em 16º, neste fizemos 24 pontos e estamos em 14º. Curiosamente, a única coisa que mudou foi o fato de que no mesmo período da outra atualização, em que estávamos em pior situação, eu tinha conseguido aplicar pra uma nova qualificação (continental C) e desta vez não foi. Mas é isso aí, acontece...

Vou dar uma organizada nos posts e criar um índice básico lá na primeira página pra facilitar as coisas.

 

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Herr Jones

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OSSO DURO DE ROER - s05e03e04: desbravando as copas e conhecendo novas caras

Sinópse: neste episódio duplo o presidente Micoud conta como foi o desempenho do clube nas copas francesas e o diretor Martin conta como foi o processo de captação juvenil.

Johan Micoud - ex-jogador e presidente do AS Cannes
- Eu sei que esse período de virada de ano deve ter sido um dos mais complicados para Damien à frente do clube. O time vinha fazendo uma campanha bastante frágil no campeonato, o que acabou tornando ele o centro das críticas que vinham da imprensa. O fato da gente ter pegado pesado com aquele jornalista também pode ser levado em consideração, mas eu sei que ele parecia ser várias pessoas ao mesmo tempo do tanto que ele andava pra cima e pra baixo no CT, tentava organizar as coisas no gramado e conversava com o Martin sobre a peneira que estaria por vir. Mais de uma vez eu disse a ele pra segurar a onda um pouco, que tava tudo tranquilo... Não precisava se desesperar com a situação se complicando na tabela, porque ele tinha minha confiança plena no cargo. Confesso que fiquei com pena dos jogadores... Ou eles ficavam horas debatendo com o Damien sobre como melhorar a organização do time em campo ou eles ficavam horas aplicando tudo aquilo que eles conversavam. Nas vésperas dos jogos das copas, então, era pior porque os próprios jogadores pediam uma rotina dobrada....

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Era evidente que esforço e vontade não faltavam por aqui. Todos sabíamos que nosso time era, de fato, bastante inferior aos demais adversários na Ligue 2 até porque nosso orçamento não permitia reforçar consideravelmente a equipe. Mas todos compensavam com muita garra e, pra mim, se eu pudesse resumir o que foi essa temporada inteira de tanto desgaste mental pra todos aqui, seria com as campanhas que fizemos nas Copas.

Nós abrimos o ano de 2022, depois daquela confusão com jornalista e tudo mais, numa partida importante contra o Monaco pela Coupe de France. O Damien tava tão revoltado com o que tinha acontecido que na hora da tradicional conferência antes desses jogos importantes, ele chegou lá atrás e deixou claro que não iria, mas mais do que isso: queria que o clube não mandasse ninguém. Eu concordei com o pedido, mas depois ele voltou e pediu para que alguém fosse lá só pra explicar o motivo pelo qual não haveria a coletiva. Eu fui e expliquei, depois saí da sala para os vestiários, onde estavam Damien e os selecionados pro jogo. Ele repassou por diversas vezes o que queria que o time fizesse e mandou o time pro campo. Todos sabíamos que seria um jogo extremamente complicado até pra perder por poucos gols, já que o Monaco vinha a campo com um time cheio de titulares, mas o que fizemos em campo resume toda a vontade do time. Infelizmente nós perdemos por conta de dois erros individuais: um de Arab, que entregou uma bola sem querer na entrada da área, dando o gol de empate e um pênalti inocente de Hountondji. O Arab, depois do erro, pediu pra sair e encheu Damien de desculpas pela falha, mas não tinha o que perdoar: era um lance que estávamos acostumados a fazer quando jogávamos, há pouco, nos escalões amadores e semiprofissionais. Aquele erro que um jogador já rodado, com malícia, se aproveita. O mesmo vale pro pênalti de Hountondji; ele não esperava que o Lozano fosse valorizar tanto a dividida. Fomos eliminados de cabeça erguida. [...]

Na Coupe de la Ligue tivemos um jogo bastante tranquilo contra o Lorient num jogo que foi bastante equilibrado, já que Devereaux, depois do gol, optou por uma postura mais defensiva para manter o resultado. O jogo seguinte que foi fenomenal, digno de encher os jornais de cornetas... Durante a preparação para a partida contra o Olympique Marseille o time tava meio desanimado pela campanha no campeonato que vinha começando a flertar de vez com o rebaixamento e o Damien solta um "cara, eu acho que tá chato demais ficar jogando nessa retranca. Eu não gosto, vocês não gostam. Vamos ter uma oportunidade massa contra um time interessante fora de casa, eles devem ver que a gente só joga pra trás e vão trabalhar nisso. Vamos 'meter o loco' e entrar jogando pra frente". Confesso que eu fiquei meio reticente quando me contaram essa, mas os jogadores entraram um estado de animação que tava difícil encontrar, então achei justa a ideia. Ele comandou um rachão e de noite juntou com os jogadores para mudar algumas funções e tarefas dos jogadores e treinaram por alguns dias.

No dia do jogo foi a surpresa: os donos da casa esperavam que ficássemos retrancados, mas o time entrou num ânimo frenético que com 30 minutos do primeiro tempo já estávamos ganhando por 3x0. Era visível um semblante mais leve ali no campo, todo mundo jogando tranquilo e desfrutando do jogo. Acho que esse foi um dos momentos mais satisfatórios que pude ter como presidente, tava todo mundo em êxtase. Vencer um Olympique Marseille por 4x2 lá no Vélodrome é algo pra poucos, e nós conseguimos! Mas você quer saber o que foi melhor? Foi o fato do menino Valette ter estampado as capas dos jornais pela magnífica atuação que teve em campo.

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[...] chegamos na final. Um jogo difícil. Eram os reservas do Paris Saint-Germain, tudo bem, mas eles têm um time reserva que dá banho em muito time bom aqui na França. Aliás, o único jogo que eles usaram o time titular na Coupe de la Ligue foi uma senhora goleada por 9x1, então demos graças que vieram de reservas. Eles tavam muito ocupados brigando pelo título da Ligue 1, coisa que não vinha já há cinco temporadas. Eles começaram o jogo pressionando bastante e arrancaram o primeiro gol aos 13 minutos e depois o Vermeersch fez um pênalti sem querer, que Barco converteu. Depois disso, Damien reorganizou as coisas e nós entramos no jogo. Começamos a tomar as ações, mas enfrentávamos muita dificuldade para vencer a defesa dos parisienses. Pelo menos conseguimos um golzinho já no apagar das luzes com o Diawara, que tinha pedido mais tempo como titular. Numa análise mais profunda, acho que podemos dizer que, dentro das nossas limitações, nós fomos o melhor time dessa competição. O goal.com concordaria.

Anthony Martin - diretor de futebol juvenil do AS Cannes
- Eu me lembro que no começo desse ano o Damien tinha convocado uma reunião comigo e com o Grégory (diretor de futebol) para avisar que estaria aguardando alguns reforços para o time, sobretudo para a defesa. Eu indiquei pro Grégory um garoto belga que me parecia bom de bola, o Sander Vermeersch. Não estaria 100% pronto pra encarar um tranco desses que nos encontrávamos no campeonato, mas era um jovem que demonstra um potencial bem interessante. Ele viajou até Waregen e fechou um contrato por empréstimo até o final da temporada; o menino chegou e surpreendeu bastante, tanto que hoje é um dos zagueiros titulares por aqui. Depois ele viajou até Châteauroux e fechou contrato com o Quentin Martin, meu xará, pra compor elenco na lateral direita. A nossa janela de transferências de janeiro seria só isso mesmo, mas eu fiquei tão empolgado com o desempenho do Sander por aqui que decidi trazer um garoto pra compor nossa base. Eu tinha visto o Mohamed Daoudi num jogo do National 3, entre o Châteaubriant e Rennes. O menino jogou muito bem e arrisquei sua contratação, tava de graça e ele parecia realizado com a proposta.

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[...] essa temporada, infelizmente, não foi muito boa na captação juvenil. Normalmente contrataríamos todos os jovens, como parte do nosso projeto de dar oportunidades à juventude local, mas como nosso time de base estava ficando muito inchado e consumindo bastante recursos, decidimos que por ora só vamos integrar na base aqueles jovens promissores para que nossos recursos possam ser melhor alocados. Ainda mais depois do pesadelo que está sendo essa temporada, não é mesmo? Enfim, eu e o Damien conversamos bastante e começamos a esboçar um projeto que contemplaria a possibilidade de realocarmos esses recursos que serão economizados de forma a dar retorno para o clube. Ele me expôs que tinha interesse em pedir à diretoria para que expandissem o orçamento do time juvenil, para que o time pudesse investir efetivamente nos jogadores certos - que serão definidos ao final da temporada - e que estabelecêssemos uma parceria com um time satélite, para que a garotada pudesse participar de jogos competitivos e não mais os amistosos quando atuam pelo nosso time reserva. Achei as ideias interessantes e na reunião seguinte que fizemos com a diretoria, Damien expôs e antes que alguém pudesse intervir falando que precisávamos mexer no time de cima, eu já me meti logo pra dar o apoio. Conseguimos emplacar as duas propostas! E o nosso novo parceiro é o Villefranche Saint-Jean, do National 3. Um time aqui já conhecido, acho que competiu com o Cannes quando estávamos lá no N3. Me parece uma boa aposta.

 

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Tsuru

Estava acompanhando o save e tinha sido uma pena ver ele parar, muito legal ter conseguido recuperar e poder seguir adiante.

Fez uma grande campanha nas copas e foi até onde dava. E por mais um pouco não fez história contra os reservas do PSG.

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Vannces

Como disse antes, muito bom ter esse save de volta. Além da ótima campanha, o que me chamou a atenção também foi o fato de a diretoria investir nas categorias de base com o aumento do orçamento para as categorias de base, isso é pensar no futuro e se firmar como um grande formador de jovens que certamente ajudará o clube, seja dentro de campo, seja na questão financeira. A parceria é uma boa também, pois poderá colocar jovens em movimentação, ou seja, jogando para ganhar rodagem em prol do clube. Bom trabalho na sequência.

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PedroJr14

Um time forte se faz forte desde a base. A diretoria está tratando de dar o melhor possível para os garotos poderem chegar no seu potencial máximo e ajudar o clube no futuro. Excelente campanha na Copa da Liga, deu trabalho na final, mas não foi o suficiente, não era o seu dia.

Boa sorte na continuação.

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marciof89

Ninguém liga que são os reservas do PSG. Se tivesse vencido, seria "Cannes vence o PSG". E foi por muito, muito pouco. Isso é um ótimo sinal.

O investimento da diretoria na base também é interessante, apesar de ter tido poucos nomes realmente bons na fornada, é legal ver a diretoria se empenhando em te ajudar. Isso vai colocar o time numa rota mais bacana a partir de agora.

Boa sorte!

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Herr Jones
16 horas atrás, Tsuru disse:

Estava acompanhando o save e tinha sido uma pena ver ele parar, muito legal ter conseguido recuperar e poder seguir adiante.

Fez uma grande campanha nas copas e foi até onde dava. E por mais um pouco não fez história contra os reservas do PSG.

Pois é, Tsuru. Fiquei muito feliz quando consegui recuperar de vez o save.

O desempenho nas copas foi excelente mesmo, caímos só para adversários que são muito melhores que nosso humilde time e ainda caímos dando trabalho.

15 horas atrás, Vannces disse:

Como disse antes, muito bom ter esse save de volta. Além da ótima campanha, o que me chamou a atenção também foi o fato de a diretoria investir nas categorias de base com o aumento do orçamento para as categorias de base, isso é pensar no futuro e se firmar como um grande formador de jovens que certamente ajudará o clube, seja dentro de campo, seja na questão financeira. A parceria é uma boa também, pois poderá colocar jovens em movimentação, ou seja, jogando para ganhar rodagem em prol do clube. Bom trabalho na sequência.

É bem por aí o objetivo mesmo, Vannces. Investir na base é o melhor caminho pra moldar os jogadores da forma como o time joga; nessa temporada temos dois guris da base começando a ganhar tempo de jogo no time principal - e pretendo fazer um post comentando um pouco melhor sobre eles. Valeu!

14 horas atrás, PedroJr14 disse:

Um time forte se faz forte desde a base. A diretoria está tratando de dar o melhor possível para os garotos poderem chegar no seu potencial máximo e ajudar o clube no futuro. Excelente campanha na Copa da Liga, deu trabalho na final, mas não foi o suficiente, não era o seu dia.

Boa sorte na continuação.

Pois é, Pedro. Acho que é sempre bom olhar pela estrada que nós passamos até chegar à final, ainda que nenhum time dê atenção à Coupe de la Ligue (risos), do que pelo fato de termos perdido a final por alguns detalhes. Enquanto isso, seguiremos qualificando nossas estruturas juvenis pra retomar às épocas grandes do Cannes, quem sabe não revelamos outro Zidane? ?

Valeu!

4 horas atrás, marciof89 disse:

Ninguém liga que são os reservas do PSG. Se tivesse vencido, seria "Cannes vence o PSG". E foi por muito, muito pouco. Isso é um ótimo sinal.

O investimento da diretoria na base também é interessante, apesar de ter tido poucos nomes realmente bons na fornada, é legal ver a diretoria se empenhando em te ajudar. Isso vai colocar o time numa rota mais bacana a partir de agora.

Boa sorte!

É isso! Foi um jogo muito bom, conseguimos dar trabalho pra um time fortíssimo com o nosso plantel que enfrenta dificuldades extremas enfrentando os adversários mais fracos da Ligue 2 e isso agrada bastante.

Quanto à base, acho até razoável que tenhamos uma fornada ruim nessa temporada porque nas outras tivemos alguns jogadores interessantes. Tudo bem que vários deles, pelo que estive revisitando, não parecem mais ser tão promissores quanto eu pensava, mas outros, sem dúvida, têm chance de aparecer de forma regular no time principal num futuro próximo. Principalmente o Valette, que acabou o jogo contra o Marseille. ?

Valeu!

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Herr Jones

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FIM DA LIGUE 2
s05e05: os passos finais do Cannes no campeonato

Sinópse:Apesar de todas as esperadas dificuldades que o time teve para disputar a Ligue 2, o processo de luta contra o rebaixamento foi árduo e bastante frustrante em alguns momentos.

Damien Devereaux - treinador do AS Cannes
- Acho que essa foi a temporada mais desgastante que tive à frente do clube. Todos aqui sabíamos que o time era bem fraco pra competir na Ligue 2, até porque nossa folha salarial era, del longe, a menor do campeonato e nossos melhores jogadores eram bem adequados para o National. Além disso tudo, ainda teve a confusão lá com aquele jornalista descarado que fez tudo desandar dentro do vestiário... Eu só conseguia manter uma motivação legal nos jogos das copas, mas o que importava mesmo era o campeonato e a gente vinha despencando pela tabela, tomando gols extremamente infantis. Era visível pra quem assistia nossos jogos que o time estava fora de sintonia nessa reta final, porque o que fizemos durante a primeira metade do campeonato foi jogar um futebol mais concentrado, esperto e explorando os erros dos adversários; nessa metade final foi outra coisa, mas não tenho o que reclamar de nossos atletas. Eles deram seu melhor e isso, pra mim, está de bom tamanho.

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Nesse período entre janeiro e abril nós vencemos 4 partidas, sendo duas contra times que conseguiam estar ainda muito piores que a gente. Era um sofrimento que não tinha fim! As vitórias contra o Bourg en Bresse e contra o Rouen foram, de longe, as mais importantes neste período inteiro - incluindo as copas que disputamos, pois eram equipes que apareciam na briga contra o rebaixamento, então acabou que foram pontos importantíssimos. Contra o Rouen quase que tudo desandou, porque no segundo tempo, apesar de estarmos vencendo por 3x0, acabamos parando de jogar e eles quase conseguiram empatar. A goleada que sofremos pro Lille matou o pouco de confiança que tínhamos conseguido depois do esforço homérico que fizemos pra vencer do Valenciennes, tanto que nas partidas seguintes o time não conseguia criar absolutamente nada.

Antes do jogo contra o Auxerre eu decidi chamar o time pra uma conversa franca. Disse a eles que tudo bem estarmos tão mal no campeonato, que todos nós já esperávamos algo do tipo, mas que buscássemos a confiança que esbanjamos na primeira metade da temporada. Eram 11 contra 11 ali em campo! Eles responderam bem e senti que a confiança aumentou um pouco. Na verdade, aumentou demais... Fizemos um jogo marcado por excessos de confiança contra o Auxerre que culminou num empate maluco por 4x4, com cinco erros defensivos de nossa parte; em vez de dizer que quase perdemos, é melhor dizer que conseguimos o empate. Parece mais justo.

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Chegamos ali na reta final do campeonato. Quatro jogos decidiriam nosso destino no campeonato. Eu devo admitir que quando vi as tabelas de nossos adversários contra o rebaixamento eu me senti um pouco aliviado, de todos a nossa era, de longe, a mais fácil. O problema era um confronto direto que poderia colocar tudo a perder... Ou a ganhar. Seis pontos em jogo, era uma final de campeonato. [...] Enfim, recebemos o Tours e até fizemos um bom jogo, mas não conseguimos escapar da derrota por 2x1*. A sorte é que nossos adversários também não conseguiram vencer seus jogos, então a tabela se mantinha idêntica. Na sequência fomos visitar o Ajaccio, lá na Córsega. Eu imaginei que eles entrariam com o freio de mão puxado, afinal de contas entregando o jogo eles poderiam decretar a seus rivais locais a impossibilidade de se manter automaticamente na Ligue 2, mas me enganei. Vieram pra cima e abertos, tanto que aos 7 minutos conseguiram abrir o placar, mas na sequência nós conseguimos o empate com Enjoiras. Daí em diante foi um jogo franco, só complicou um pouco quando Thiam acabou expulso, mas não tivemos novas movimentações no placar. Um empate por 1x1... Seria o bastante a depender das combinações dos resultados nos outros jogos e foi! Nossos adversários, que enfrentavam equipes disputando o acesso direto ou os play-offs de acesso não conseguiram suportar a pressão e nós conseguimos escapar do rebaixamento!

O próximo oponente era o Gazélec Ajaccio que já não tinha hipóteses de alcançar a manutenção direta. Entramos em campo depois de abandonar todo aquele peso que nos acompanhava por essa segunda metade do campeonato e eu decidi que usaria esses próximos dois jogos para estudar eventuais variações no estilo de jogo novo da equipe**. Enfim, deixa eu parar de divagar que vocês querem saber do campeonato... Recebemos o Gazélec Ajaccio e jogamos, enfim, com a tranquilidade que nos faltou nessa reta final inteira e o empate em 0x0 não ofuscou uma boa atuação coletiva da equipe, tanto que o treinador adversário deu muitos créditos ao meu trabalho na coletiva que fez antes de nosso jogo. Acabou que o resultado foi bom para as duas equipes; pra nós porque conseguimos espantar o fantasma das más atuações e para eles porque conseguiram se posicionar na zona dos play-offs de rebaixamento, o que evitaria a queda automática.

Para encerrar a temporada nós recebemos o Stade Reims, que costuma ser um adversário complicado. Acabamos perdendo o jogo por 2x0 com uma atuação ruim, mas não liguei muito porque já conseguimos superar o nosso objetivo ao assegurar a manutenção direta na Ligue 2. Teremos um longo trabalho pela frente ainda.

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Na próxima temporada nós vamos buscar uma melhor qualificação de nosso plantel, embora eu acredite que possa levar algumas temporadas antes que estejamos prontos para competir de forma vigorosa por um retorno à Ligue 1. A única coisa que me deixa um pouco chateado é que o Micoud deixou a presidência do clube após essas eleições, pois não poderia ser reconduzido ao mandato. Ele poderia ter ficado, pelo menos, até reencontrarmos o caminho da elite francesa [...] O seu sucessor, Christophe Fauvel, fez campanha dizendo que manteria as mesmas ações que vinham sendo expostas pelo Johan e, para dizer que estava comprometido com o mesmo projeto, manteve o Dagba como diretor, além de indicar outros dois nomes para a diretoria do clube. [...] A última ação de Micoud como presidente foi me oferecer o pagamento do curso de treinador para que eu pudesse obter a licença Continental C, que fora rejeitada por duas oportunidades pelo Dagba.

Spoiler

* - eu esqueci de tirar o print do jogo contra o Tours e só notei isso quando tava escrevendo a postagem
** - eu me dei conta que tava jogando de forma completamente errada no que diz respeito às escolhas táticas que fiz só lá pra reta final, então fiz algumas mudanças e acabei esquecendo de printar.

Confesso que essa parte eu joguei bem rápido porque notei um monte de besteira que eu tava fazendo no jogo e queria corrigir tudo na temporada seguinte, como se fosse um novo começo. Curiosamente até casou bem com o período de renovação da diretoria auhauhhauuhauha

 

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marciof89

Fez uma sequência bem desastrosa, mas conseguiu permanecer na divisão, o que era mais importante, e agora é planejar a próxima temporada. Vai ter trabalho.

 

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Herr Jones
Spoiler
3 horas atrás, marciof89 disse:

Fez uma sequência bem desastrosa, mas conseguiu permanecer na divisão, o que era mais importante, e agora é planejar a próxima temporada. Vai ter trabalho.

Pois é, Marcio. Foi terrível mesmo, mas confesso que acabei confiando no que o meu "eu de abril de 2018" tinha pensado em fazer durante a campanha e não refleti sobre a tremenda falta de bom senso do ponto de vista tático. O time não atacava nem defendia porque não tinha ninguém fazendo isso direito na tática, só um monte de gente plantada na frente do gol UAHUAHUAUHA

Deveria ter ponderado melhor, como fiz pra essa nova temporada, sobre explorar o melhor dos jogadores e partir daí

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IMPASSE ENTRE DEVEREAUX E CANNES
s06e01: diretoria nova, conflitos antigos

Sinópse: Retirado de gravações cedidas pelo portal L'Équipe sobre um programa esportivo de sua grade, neste episódio da saga vamos conhecer o primeiro - e grande - conflito entre Damien e a nova diretoria do Cannes que tomou parte às vésperas do natal de 2022.

<o episódio inicia mostrando um programa de auditório esportivo e, de pronto, enfoca o monitor que amplia a seguinte notícia para a tela inteira>

Citar

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Aulas propõe entrevista a Devereaux para cargo no Olympique Lyonnais (atualizado em 23.12.2022)

Após salvar o clube do rebaixamento na Ligue 2 da última temporada, Damien solicitou à nova diretoria, ainda em outubro deste ano, uma renovação de contrato que foi rejeitada pelo diretor Pierre Dagba sob a alegação de que o clube não fazia uma campanha que fosse "boa o suficiente para justificar uma renovação de contrato", mesmo com o clube tendo um desempenho surpreendente nesta temporada pelo campeonato. Acabou que as conversas sobre a renovação de contrato de Devereaux com o Cannes acabaram esfriando, porém nos últimos dias têm ganhado contorno de dramaticidade quando o treinador do Lyon, Bruno Genésio, fora demitido de seu cargo e a imprensa especulou fortemente o treinador do Cannes para assumir a posição no clube da Ligue 1, sobretudo em virtude da magnífica campanha que o Cannes faz nessa temporada brigando com força pelo título do campeonato, se desvencilhando das possibilidades de rebaixamento.

Questionado sobre a possibilidade de comandar o Olympique Lyonnais, Devereaux afirmou que se sentia "lisonjeado pelo interesse" e disse ainda que lá "poderia fazer um trabalho muito melhor, acredito que as condições fornecidas pelo Lyon sejam muito mais favoráveis do que aqui", embora tenha destacado que tudo não passava de rumores na imprensa e que, talvez, sequer fosse cogitado para ocupar o cargo no gigante francês. Mas poucos dias depois veio a notícia que inundou a imprensa esportiva francesa de que o presidente do Olympique Lyonnais, Jean-Michel Aulas, propôs uma entrevista ao jovem treinador e ambos foram fotografados juntos em um restaurante em Cannes.

Questionado sobre a possibilidade do treinador deixar o clube, o recém-eleito presidente do Cannes, Christophe Fauvel, disse esperar que Damien permaneça no cargo e que tentará conversar com ele para deixar toda essa situação para trás.

<na sequência, volta para o enfoque do apresentador e seus dois convidados, Christophe Dugarry, ex-atacante da seleção, e Fabien Barthez, ex-goleiro da seleção>

JOVINEL: E aí, o que vocês acham dessa confusão toda?
BARTHEZ:  Rapaz, eu acho complicado. Lembro que uma vez eu tava conversando com o Johan (Micoud) pelo WhatsApp e ele me contou que no momento em que passou a presidência do clube adiante se lembrou que não tinha renovado com o Damien. Disse que os dois nem pensaram na questão do contrato, porque um tava preparando o processo das eleições e o outro tava muito preocupado com o time pra fugir do rebaixamento. Eu acho que essa situação nem seria tão complicada se não fosse o contexto do Damien ter tido seu pedido de renovação negado com uma justificativa tão ruim... O cara com um time parecido do que quase foi rebaixado na última temporada tá lá brigando com o Bordeaux pelo título da Ligue 2. Eles acertaram a mão em duas contratações, numa renovação tática e o time mudou da água pro vinho...
DUGARRY: Também acho, Fabien. O garoto mostrou que entende de futebol, tirou o time do limbo que estava e agora tá competindo num campeonato bem difícil com uma campanha fenomenal. Dava pra dizer tudo, menos que o time não tá correspondendo ao esperado pra justificar uma renovação.

JOVINEL: Vamos falar um pouco desse contexto aí, olha ali no telão as movimentações do Cannes na temporada.

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DUGARRY: Daí já dá pra ver o trabalho de Damien lá no time, a maior venda do clube nessa história recente foi os €4,1 milhões pelo Saintini, que surgiu na base. Ainda abocanharam, pelo que soube, uns 50% da próxima transferência e conseguiram manter o jogador no clube até o final da temporada por empréstimo. Mas sem dúvida as chegadas desse Sylla e do Busin foram fundamentais nessa virada de chave que o clube deu nessa temporada! O que esse Sylla tá jogando na ponta esquerda é uma barbaridade, o cara é uma máquina de fazer gol e assistências. O Busin também tá acabando o jogo, o cara é um garçom de mão cheia.
BARTHEZ: Isso é verdade mesmo, cara. Eles tem um guri também que parece promissor, aquele Benard, zagueiro... Diz que tem time grande atrás já, capaz que seja difícil segurar o menino.

Demais contratados:

JOVINEL: E quem vocês acham que é o grande nome desse time?

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DUGARRY: Sem sombra de dúvidas, é aquele garoto lá... O Valette. O menino é inteligente com a bola no pé, tem muita noção de jogo e distribui a bola que é uma beleza. Sem contar que pelas características, eu acho que é o único que se encaixa perfeitamente ali naquela função de armador avançado. Começou a ganhar oportunidade na última temporada e agora tá conquistando cada vez mais tempo de cancha, acho que vai longe.
BARTHEZ: Eu também acho ele bom jogador, mas pra mim "o cara" do time é o Melvin Neves. Eu vejo ele como o espírito encarnado desse time, não é à toa que é o capitão. Ele vinha jogando ali como o armador mais adiantado, mas o Damien já vinha demonstrando interesse em deixar ele mais recuado, como volante, e temos visto ele aparecer mais por ali. Não é o melhor jogador, mas é uma personalidade de grande influência em campo, sem dúvidas.
JOVINEL: Opa, nosso produtor disse que conseguiu entrar em contato com o Micoud aqui pra comentar um pouco da situação do clube, vamos ver... E aí, Johan, tudo bem? Diz aí pra gente o que você tá percebendo dessa situação no Cannes!
MICOUD: Opa, gente. Boa tarde! Bom, circulou por aí que tavam dando várias coisas que o Damien tinha pedido como uma alternativa pra justificar de outra forma a negativa do contrato dele. Acho um desrespeito usar isso porque quando deixei a presidência já tínhamos no papel alguns projetos prontos e detalhados que o Damien tinha conhecimento, pois ele ajudou a traçar o planejamento e calcular o impacto orçamentário para realizar as coisas. O primeiro projeto era um investimento de €1,1 milhão na melhoria do nosso de Centro de Treinamentos que já teve seu prosseguimento dado no mesmo dia em que o clube recebeu o pagamento pela venda do Saintini. O segundo era um investimento praticamente ínfimo de €400 mil que não dei prosseguimento quando ainda era presidente para não deixar o clube operando muito no vermelho, mas era coisa de sair do papel em um ou dois meses. Esse aí que começou toda a confusão, porque o próprio Damien apareceu na minha casa indignado com a situação e a quebra do planejamento, além de ter até comentado na imprensa, acredito, num momento de desilusão com o contexto. E dou razão a ele, viu? O valor que seria investido ali era exatos 10% do que conseguimos receber com a venda de um atleta formado em nosso clube! As finanças permitiam isso com muita folga, com certeza.
JOVINEL: E vocês, antes de deixar a presidência, chegaram a estabelecer alguma meta pra essa temporada ou você está por fora das expectativas do clube nesse ano?
MICOUD: Ah, sim! Conversamos, sim. Tínhamos mantido as mesmas expectativas da última temporada: Tentar evitar o rebaixamento na liga, chegar aos 32-avos de final da Coupe de France e à primeira eliminatória da Coupe de la Ligue, que é exatamente o primeiro jogo dela. E eu tenho minhas dúvidas de que o Damien fosse doido o suficiente pra aumentar elas assim no começo da temporada, ainda mais depois de termos penado tanto pela permanência e com o pouco dinheiro que tínhamos para investir à época.
BARTHEZ: Então é ainda pior do que a gente tava imaginando, né? A campanha que o time faz no campeonato é invejável mesmo pra quem brigaria pelo título, olha o exemplo do Bordeaux... Não tem porquê dizer que não vai renovar porque tá mal na competição.
JOVINEL: Roda aí no telão a campanha do Cannes nessa Ligue 2, produção!

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JOVINEL: Olhando aí, não foi o "timing" do pedido, será? Ele pediu em outubro, depois de uma sequência que, realmente, não foi muito boa...
BARTHEZ: Mas ainda assim, cara. Mesmo com aquela sequência de 5 pontos em 6 jogos o time tava em 5º, na zona dos play-offs de acesso. Um time que espera brigar contra o rebaixamento faz campanha com sequências muito piores, não faz sentido.
MICOUD: Sem contar que o time jogava bem, né?
DUGARRY: Rapaz, isso é verdade. Aquela vitória contra o Bordeaux por 2x0 fora de casa foi fantástica. O time jogou o fino da bola ali e olha o timaço do Bordeaux, não era pra jogar uma Ligue 2.
MICOUD: Ah, depois desse jogo eu recebi uma ligação do Damien. Hahahaha! Ele disse que parou de se preocupar com a defesa, porque ele achou que faltou reforçar na janela de transferências... Mas alguns meses depois ele me ligou de novo e disse que tava preocupado outra vez. Hahahaha!
BARTHEZ: Realmente, ele tinha que se preocupar mesmo. Aquele jogo fenomenal contra o Brest com uma chuva de gols deixou bem evidente isso... Eu, se tivesse naquele jogo, já dava um esporro logo na defesa pra ficarem espertos porque é um absurdo aquela quantidade de falha. O goleiro deles, que era reserva, fez uma belíssima partida, mesmo sofrendo os 4 gols.
JOVINEL: E o jogo contra o Châteauroux? Três gols nos últimos dez minutos de jogo...
MICOUD: Ah, mas esse aí foi bem morno. Teve nada demais, só os dois times que acordaram pro jogo aos 30 minutos do segundo tempo mesmo. Um jogo que define o estilo do Damien, pra mim, foi aquele contra o Lille, pela Coupe de la Ligue. O time tomou um gol no começo do jogo, ele deixa cozinhar um pouco pra ver o que vai rolar, depois começa a gritar freneticamente do campo pra reorganizar as coisas. O time tava eliminado até os acréscimos do segundo tempo quando, em 2 minutos, conseguiu empatar e virar o jogo. [...]
JOVINEL: Solta aí a classificação da Ligue 2!

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JOVINEL: E aí, Micoud, tá rebaixado?
MICOUD: Rebaixadíssimo, né? Melhor ataque do campeonato. Uma máquina de fazer gols que o Damien montou como esquema nessa temporada, acho que os cursos que investimos nele tão dando fruto, viu?
BARTHEZ: É uma belíssima campanha mesmo, o único problema é esse monte de gol sofrido. Como ex-goleiro, eu imagino o sofrimento dos meus colegas de função lá no Cannes. Devem chegar pra treinar, olhar pro grupo de defesa e querer ir embora.
DUGARRY: Ah, mas saiu já o negócio lá de melhor jogador do ano no campeonato, não foi? Quem ganhou?
MICOUD: Saiu, sim! O nosso garoto Moussa Sylla, que o Damien trouxe nessa temporada, faturou o prêmio. O guri tá voando, 11 gols em 16 jogos sem contar as várias assistências. Quem competiu também foi o Alexis Busin, que também chegou nessa temporada. Esse aí também tá acabando com o jogo ali na meia direita, dá assistência que nem água. Cada cruzamento açucarado que até lembra o Djorkaeff. Fala que você não gostava dos passes dele, Duga?
DUGARRY: Hahahaha! O cara era craque mesmo...
JOVINEL: Mas pra encerrar o bloco que a produção tá pedindo, diga aí, Micoud, você acha que o Damien fica no Cannes ou vai embora?
MICOUD: Se fosse eu o presidente, afirmaria com convicção que ele ficaria e essa situação aqui nem existiria. Até porque ele sempre foi muito transparente comigo quando surgiam essas possibilidades, mesmo quando pareciam bem remotas. Eu tenho certeza que ele está muito descontente com a forma que foi tratado e pela situação como um todo. Pelo que sei, eles devem chamar o Damien pra uma conversa em breve.
JOVINEL: Suponhamos que o Lyon ofereça um contrato pro Damien e ele aceite, como você se sentiria vendo um dos pilares na reestruturação do clube indo embora?
MICOUD: Honestamente, me sentiria profundamente orgulhoso. Ele é um excelente profissional e que ainda tem muito a se desenvolver, com certeza ele cresceria muito se fosse para o Lyon. Mas, claro, eu preferiria que ele ficasse.
DUGARRY <interrompendo antes de Micoud falar a última frase>: O LOCO, O EX PRESIDENTE DO CLUBE DANDO IDEIA PRO TREINADOR IR EMBORA AO VIVO EM REDE NACIONAL!
JOVINEL <em meio aos risos dos convidados>: Estamos começando uma enquete no nosso portal: se o Damien receber a proposta do Lyon, torcedor, acha que ele deve ir ou permanece em Cannes? E fiquem ligados que na sequência vamos ver o que a torcida do Lyon tem comentado nas redes sociais sobre a possível ida de Devereaux para o clube.

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Vannces

Belíssima campanha até o momento. Tem chances de conseguir o título ao final da competição se o rendimento se mantiver. Tem que aceitar a continuidade no clube. Uma curiosidade. Eu costumo criar notas para os jogadores novos da equipe que treino como forma de controle quando a equipe tem muitos jogadores e não guardei ainda quem são os da base ou os já antigos no time titular. Essa notas que você criou no elenco são para que propósito? Bom trabalho na sequência.

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marciof89

Mas que beleza ein? Mudou da água para o vinho, parece que a entrevista no Lyon deu um gás no técnico hahahaha. Com esse rendimento aí, acesso é uma realidade, e pensar em título também não seria exagero, mesmo que o seu concorrente seja o Bordeaux. Curioso pra ver o andar dessa saga. Boa sorte!

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Henrique M.

Até assustei quando vi essa história na lista de novo, achei que tinha começado de novo. Vai fazendo uma boa ligue 2 e quem sabe ano que vem não está sofrendo na elite?

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Herr Jones
Em 09/05/2019 at 18:59, Vannces disse:

Belíssima campanha até o momento. Tem chances de conseguir o título ao final da competição se o rendimento se mantiver. Tem que aceitar a continuidade no clube. Uma curiosidade. Eu costumo criar notas para os jogadores novos da equipe que treino como forma de controle quando a equipe tem muitos jogadores e não guardei ainda quem são os da base ou os já antigos no time titular. Essa notas que você criou no elenco são para que propósito? Bom trabalho na sequência.

Pois é, Vannces. Também acho que a campanha é fantástica, mas o título talvez seja mais difícil. O Bordeaux tem um timaço e eu não faço ideia do que aconteceu pra eles estarem na Ligue 2 e com uma campanha até que inconsistente para o que se esperava deles; mas vamos ver, né? ?

Quanto às notas, eu coloco elas pra ter uma noção do que eu tô trabalhando individualmente nos jogadores e avaliar a melhoria dos atributos treinados especificamente no tempo. Assim eu decido se após um determinado período a possibilidade de manter o foco individual, se ele tiver subindo de forma constante, ou se modifico/tiro, se ele tiver estagnado. Também uso pra marcar o que eu tinha planejado de função pro jogador e saber os MPJ pra indicar. Valeu!

Em 09/05/2019 at 19:30, marciof89 disse:

Mas que beleza ein? Mudou da água para o vinho, parece que a entrevista no Lyon deu um gás no técnico hahahaha. Com esse rendimento aí, acesso é uma realidade, e pensar em título também não seria exagero, mesmo que o seu concorrente seja o Bordeaux. Curioso pra ver o andar dessa saga. Boa sorte!

Nem fala, Marcio. Hahahahaha! O time tá jogando o fino da bola e surpreende muito, o único problema é a defesa. O setor tá muito ruim, mas acho também porque o setor era bem fraco e as modificações que eu fiz na tática acabaram deixando ele mais desguarnecido (a tática anterior era um 3-5-2, com dois volantes e um meia central e agora o time tá num 4-5-1 com um volante apenas sem muita ênfase na marcação), além de que não reforçamos praticamente nada por lá. De qualquer forma pelo desempenho muito acima do esperado eu acho que é mais prudente manter o esquema do que mudar pra uma incógnita e arriscar uma queda brusca de rendimento e moral.

Título eu acho difícil pelos motivos que expliquei ao Vannces, mas não descarto, pelo rendimento, que o time será capaz de brigar pelo acesso... Mesmo sabendo que a expectativa mesmo é evitar o rebaixamento, o que na minha opinião já está praticamente cumprido. Acho improvável uma queda tão absurda de rendimento que possibilite sermos rebaixados, acho que teria que conseguir audaciosamente perder todos os próximos jogos, hahahaha! Valeu, man!

4 horas atrás, Henrique M. disse:

Até assustei quando vi essa história na lista de novo, achei que tinha começado de novo. Vai fazendo uma boa ligue 2 e quem sabe ano que vem não está sofrendo na elite?

Estamos muito bem mesmo no campeonato e se subirmos, com certeza o sofrimento vai ser pesado. Mas de qualquer forma, já superado o objetivo inicial de evitar o rebaixamento, e pela posição que estamos numa disputa inesperada pelo título, nada mais válido do que perseguir, ainda que no campo das ideias, um acesso.

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    • Jirimias
      By Jirimias
      Fala aí, povo!   Depois de muito tempo, eis que decidi retornar ao ofício de jogar e contar saves. Apesar do tempo está ainda mais curto do que antes, a saudade era maior, e depois de ensaiar vários retornos, enfim tomei coragem. A versão do jogo escolhida é o FM 2018, pois comprei e não havia jogado. Como já estamos quase no meio do ano, achei conveniente esperar para comprar o 20, e não o 19. 
      Como vocês podem ver eu escolhi a Hungria tema deste save, e isso deve-se muito à admiração adquirida por ter conhecido um pouco do futebol mágico do país na década de 50. Soma-se a isso o imenso desafio que é jogar e desenvolver um trabalho num país que hoje vive uma realidade no futebol muito diferente daquela do passado. Estes dois fatores foram fundamentais para minha escolha.   Peço apenas a compreensão se não houver postagens regulares, mas farei o possível para tentar duas por semana, exceto por este início que há capítulos introdutórios que já estão prontos.   
      Conhecer o passado nos ajuda a compreender suas consequências no presente, seja ele este atual que estamos vivendo agora, ou aquele que virá a ser presente, a qual chamamos de futuro. Só que na maioria das vezes mexer no passado é abrir feridas , e é isso que veremos em  "O sonho proibido" . Se esta aventura de voltar ao passado sem máquina do tempo pode ser perigoso, por outro lado, também é somente através desta visita ao passado que tanto o personagem  como o próprio futebol húngaro encontrarão respostas que poderão mudar suas histórias.
      A trama passa pelo encontro entre dois personagens que viveram em épocas diferentes, mas que tem em comum um sonho: trazer de volta a glória do futebol húngaro. Átila é um jovem recém-formado em Educação Física que tem como sonho treinar um time de futebol profissional. A inspiração para sua carreira é um ex-treinador que não teve uma carreira brilhante, mas que tinha a mesma determinação em fazer de sua carreira um combate pelo resgate da grandeza do futebol da Hungria. Tal dedicação  pela Causa Húngara, como ele mesmo denominou sua busca, fez o velho treinador ser tido como lunático. Sem familiares e esquecido, o velho treinador interna-se voluntariamente num asilo onde inicia a carreira de escritor.  Quando estas duas gerações se encontrarem, nem a vida dos dois, e nem o futebol húngaro serão mais os mesmos.  
      O "Sonho proibido" tem como objetivo principal levar a Hungria ao centro das atenções do futebol mundial, e para isso, a pretensão não é fazer o save de uma única liga, mas  de uma nação. Desta forma, terei a liberdade de mudar de liga, treinar mais de um clube da Hungria, treinar seleções, trabalhar com a revelação de talentos húngaros, enfim, buscar em todos horizontes resgatar as glórias do passado do futebol do país. Em síntese, são estes os objetivos:
      Ser campeão treinando um time brasileiro, remontando a ligação do passado entre húngaros e brasileiros no futebol; Revelar um novo Puskás; Levar a Seleção Húngara à disputa de uma Copa do Mundo, que desde 1986 não acontece; Vencer uma competição europeia com um clube húngaro; Ser o melhor treinador húngaro no quadro de Honra; Colocar a Primeira Divisão Húngara entre as dez primeiras do mundo:

      (atualmente atrás das ligas de Catar, segunda divisão da Turquia, segunda divisão da Áustria, Moldávia, Egito, entre outras)        
       
    • Lanko
      By Lanko
      Próxima>>>                 
       
      ATUALIZAÇÃO MAIS RECENTE!
       
      E aê galera, tudo bom? Descobri o fórum recentemente há uns dias atrás, especificamente a área de histórias. Li algumas e adorei o formato e o fato que a galera resolveu postar suas jornadas e challenges interesantíssimos. 
      Enquanto jogava o FM18 fiquei pensando nas várias coisas que aconteceram e que dificilmente conseguiria guardar pra lembrar depois, especialmente as coisas memoráveis.
      Deixei quieto e segui em frente, mas como disse, encontrei essa área aqui e me arrependo de não ter pesquisado e encontrado antes. Mas antes tarde do que nunca, né! O save não tem tanto tempo e muitas dos principais eventos estão frescas na memória.
      Esse save não tem objetivos específicos a serem alcançados, simplesmente criei um perfil de treinador (sem escolher clube, comecei desempregado) e saí pro mundo pra ver no que vai dar. 
      PERFIL DO TREINADOR:
       
      Lanko Askarian sempre teve interesse por futebol, principalmente na parte tática, já que jogando ele é um grande perna de pau. Decidiu ir adiante com esse pensamento e resolveu estudar para ser técnico e dirigir uma equipe.
      Diante dos vários fracassos do Brasil na área, decidiu, corretamente ou não, ir estudar e fazer cursos na Europa. Escolheu a Inglaterra já que sabia inglês e nada dos outros idiomas. Depois de algum tempo, adquiriu profundo conhecimento tático, de treinamentos, de filosofias de jogo.
        
       
      Agora só faltava botar tudo isso em prática, e é aí que morava o problema. Lanko entrou determinado a começar 2018 como técnico, mas passou o primeiro semestre desempregado. Nem clubes brasileiros da 3a divisão quiseram sequer conceder uma entrevista.
      No fim da temporada europeia, Lanko voltou a Inglaterra, disposto a aceitar propostas da 5a ou 6a divisão inglesas só pra começar a trabalhar, mas mesmo dessa vez conseguindo entrevistas, não foi o escolhido em nenhum dos oito clubes em que bateu a porta.
       

       
      Jovem (30 anos, muito menos que muitos jogadores em atividade), sem ter comandado vestiário antes e ainda por cima estrangeiro, esses foram os principais motivos das recusas.
      Até que viu um anúncio de um clube de Portugal (o único), a Mondinense, da terceira divisão portuguesa, e decidiu entrar em contato com eles.
      O presidente foi surpreendido pelo contato. Ele acabou gostando do perfil. Avisou que o clube era pequeno, mas gostaria de ver o clube crescer e talvez tentar algo inusitado seria o primeiro passo ideal. O presidente convidou Lanko para a cidade de Mondim de Basto para assinarem o contrato.
       

       
      Lanko aceitou, muito feliz. Portugal não estava nos planos iniciais, mas quem sabe, caindo do céu, seria o melhor lugar para começar a carreira. O idioma não seria problema e Portugal era um bom país, além de ter certa história no futebol e um cenário respeitável.

      Ele sabia que o começo ia ser difícil, mas até chegar em Portugal e ver a sede da Mondinense de perto, ele não fazia ideia do quão difícil…
       
      Próxima>>>
    • Danut
      By Danut
      Olá a todos. Sejam bem-vindos à segunda versão do save Brazylijska magia. Como a maioria já deve estar sabendo, esse foi um save que eu iniciei no final de dezembro do ano passado, mas que acabou tendo uma vida muito curta. Depois de um tempo pensando, decidi que queria mesmo jogar o save outra vez. Como a versão original mal passou da primeira temporada, acredito que haja espaço para jogar a mesma proposta sem que acabe sendo apenas uma repetição do que já passou.
      A proposta para essa segunda versão é a mesma da versão anterior: conquistar títulos com uma equipe que jogo futebol ofensivo com ênfase na qualidade individual e que consiga incorporar um bom número de brasileiros ao elenco.
      Fiz, contudo, duas mudanças importantes para essa nova versão. A primeira delas é que decidi jogar com orçamentos para transferência já na primeira temporada. Normalmente, não gosto de usar essa opção. Mas acho que nessa situação específica ela pode ser uma boa arma para aumentar as possibilidades de mudança de elenco logo de saída, trazendo uma dinâmica diferente para a primeira temporada do que aquela do save anterior.
      A segunda mudança é que resolvi jogar as duas primeiras temporadas do save (quase) por inteiro antes de trazer ele para cá. Isso tem a óbvia desvantagem de fazer as interações com os leitores ficarem um pouco prejudicadas nesse momento inicial, pois vou estar trazendo a vocês algo que já sei o desfecho. Mas considerando o que ocorreu no save anterior, eu queria ter certeza de que conseguiria me envolver emocionalmente com a história antes de trazer ela para os leitores. Sinto que falhei no compromisso com os leitores na história passada, quando fiz bastante gente começar a acompanhar apenas para encerrar logo em seguida. Por isso agora preferi esperar até garantir que o save está me dando vontade de jogar.
       
      Encerrado o prefácio à segunda edição, voltamos com a programação normal. Abaixo segue a introdução da proposta do save em si. Ela é igual à introdução da versão anterior, então quem já leu por lá pode pular o resto do post.
       
      Introdução
      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo, ativar orçamentos na primeira janela
    • Ari Cesar
      By Ari Cesar
      Olá a todos.
      Comprei o FM 18 e resolvi iniciar um save no Brasil de formação e base. Já estava realizando em off no FM 17 com o Milan RS e ai com a nova versão resolvi jogar da mesma forma e compartilhar. A ideia é bem similar aos demais saves de base: levar o clube a glória usando apenas a base.
      Escolha do clube
      Para escolher o clube resolvi pesquisar na base do brasil up qual seria o clube profissional com menor estádio no Brasil. Inicialmente havia encontrado um clube do RS com um estádio de 200 lugares, mas procurando um pouco mais encontrei o SC Jaraguá que possui um estádio com apenas 100 lugares. Após isso resolvi pesquisar um pouco da história e descobri que SC Jaraguá foi criado graças ao desenvolvimento da base. Dessa forma resolvi escolher o Leão do Vale para iniciar minha empreitada.
      Objetivos do save
      Resolvi colocar algumas metas que em sua maioria serão atingidos a longo prazo. Coloquei asterisco naqueles que acho ser quase impossíveis mas que gosta de ver como o FM se comporta.
      Equipe
      Utilizar a base Aplicar o modelo de jogo ofensivo visando a posse de bola e passes rápidos.  Reter o máximo de jogadores na equipe impedindo que saiam para a Europa. * Ter eleito o melhor jogador jovem do mundo. * Ter eleito o melhor jogador do mundo. *  
      Clube
      Possuir a melhor estrutura de Santa Catarina Possuir a melhor estrutura do Brasil Possuir a melhor estrutura de clube Sul Americano Se tornar o principal clube formador de Santa Catarina Se tornar o principal clube formador do Brasileiros Se tornar o principal clube formador Sul Americano Se tornar o principal clube Catarinense Se tornar o principal clube Brasileiro Se tornar o principal clube da América do Sul Ficar entre os 5 melhores clubes do mundo * Títulos
      Ganhar a campeonato catarinense [alcançado em 2040] Ganhar o Brasileiro série A Ganhar a copa do Brasil Ganhar a Sul Americana Ganhar a libertadores Ganhar o mundial de clubes Técnico
      Me tornar o melhor técnico brasileiro de todos os tempos História do clube
      O Sport Club Jaraguá nasceu inicialmente com o nome de: Associação Catarinense de Futebol Arte, quando foi fundado em 15 de abril de 2008, e no dia 25 de março de 2011, passou a ser chamado pelo nome atual. O clube iniciou suas atividades com o intuito de trabalhar com atletas da região, com idade de categorias de base. Com o passar do tempo a base foi se estruturando, parcerias foram sendo firmadas com outros clubes e empresários e, no ano de 2011, um novo clube de futebol profissional foi lançado no futebol catarinense.
      O Sport Club Jaraguá possui as cores preto, vermelho e amarelo, devido a forte imigração alemã da região.Sua estreia em competições oficiais, ocorreu na disputa da Divisão de acesso do Campeonato Catarinense de 2011 quando terminou a competição como vice-campeão.
       
      Historia do manager
      Lucas Castro é morador de Jaraguá e em sua infância/adolescência atuou na Associação Catarinense de Futebol Arte. No período de transição dos nomes Lucas abandonou a equipe por perceber que não possuía qualidade suficiente para atuar como jogador. Apesar de sua paixão pelo clube e pelo futebol Lucas decidiu cursar Educação física para no futuro ajudar a equipe fora das 4 linhas. Agora chegou esse dia e Lucas foi escolhido como técnico do Sport Clube Jaraguá. Ele não possui licença e seu passado esta como futebol amador.
       
      Em breve coloco informações sobre a equipe, formação, competições e início da aplicação da filosofia na equipe.
       
    • Lohan
      By Lohan
      Pessoal, como o formato do template dos kits 3D mudou a partir FM18, vamos ficar atualizando aqui os Kits que forem sendo lançados nas proximas paginas
      Pra facilitar os kits 3D agora estão divididos por estados, isso facilita muito na hora de atualizar algum kit manualmente a medida que forem sendo atualizados
       
      DOWNLOAD:  https://www.4shared.com/rar/jKMO42RZee/Brasil_Kits_3D__Serie_ABC_e_D_.html?   (atualizado 14\08\2019)
      Instalação: antes de mais nada, crie a pasta 3d, dentro da pasta kits, o caminho é (documentos\ sports interactive\ football manager xxxx\ graphics\ kits \3d)
      Extraia o arquivo dentro da pasta 3d, depois vai em preferencias e recarrega a skin
       
      Kits feitos por @tonybr @HippieZen @Lohan
      Para quem quiser se juntar ao projeto e contribuir na criação dos Kits 3D, esse é o novo formato do layout (clique na imagem para ampliar)

      Esse é um exemplo de Kit 3D do Palmeiras

      Como fica o Kit 3D do Pameiras ingame

       
      Para termos uma imersão maiors nas partidas 3D, adicionei detalhes nos kits genericos, isso vai fazer com que todos os times que não tenham kits criados pareçam ter escudo, patrocinios na camisa e etc
      DOWNLOAD : https://www.4shared.com/file/JpKaiFk_ca/Generics_Kits_3D_FM2018.html?
      A esquerda temos um exemplo de como vem no jogo e a direita com os detalhes 

      INGAME

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