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Vannces

Steve Park - da Escócia para a eternidade...

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2sakakibara

Um clube de maior porte vem com maior pressão e visibilidade.
Steve Park vai poder agora por seu talento como estrategista à prova, devido a melhor qualidade do elenco.

Boa sorte no próximo desafio.

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LC

Tem como colocar a screen do seu perfil com Licença Nacional A e outra screen atualizada com seu perfil com Licença Continental C?

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Vannces
22 horas atrás, 2sakakibara disse:

Um clube de maior porte vem com maior pressão e visibilidade.
Steve Park vai poder agora por seu talento como estrategista à prova, devido a melhor qualidade do elenco.

Boa sorte no próximo desafio.

Sem dúvida que a qualidade do elenco melhora nessa divisão, embora os adversários também mostram mais potencial. O desafio está sempre presente. Obrigado por comentar.

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Vannces
5 horas atrás, LC disse:

Tem como colocar a screen do seu perfil com Licença Nacional A e outra screen atualizada com seu perfil com Licença Continental C?

Tem sim, LC. O perfil de início de temporada eu postei no primeiro capítulo. É exatamente esse aqui.

k9ux8EO.jpg

O perfil com Licença C Continental é esse abaixo.

Y4GbD01.jpg

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LC

Entre o perfil inicial teve uma pouca evolução e espero que consiga continuar evoluindo no Oldham.

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Vannces
11 minutos atrás, LC disse:

Entre o perfil inicial teve uma pouca evolução e espero que consiga continuar evoluindo no Oldham.

Realmente, LC. Em três anos mais ou menos, a evolução do treinador não chegou a ser um diferencial e a busca para evolução terá que ser contínua mesmo, pois o sonho de Steve ainda está longe de se concretizar. Obrigado por comentar.

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thyagocda

Mt show os jornais e as montagens com a foto do treinador kkkkkk #acompanhando

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Vannces
13 minutos atrás, thyagocda disse:

Mt show os jornais e as montagens com a foto do treinador kkkkkk #acompanhando

Obrigado por acompanhar, Thiago. As montagens suprem a falta de prints que eu deixava de fazer no início do save.

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Henrique M.
Em 15/03/2018 at 18:59, Vannces disse:

E, 

É, Henrique, se me pedir uma justificativa para esse convite do Oldham (da terceira divisão inglesa), eu não saberia dizer. O que imagino, e disse nas respostas acima, é que com uma ótima campanha com o Brackley (livrando o time do descenso na temporada anterior e com chances de buscar o título no primeiro semestre da temporada seguinte) mais o complemento do curso de Licença Continental C, o status do treinador parece ter ficado mais em evidência, pelo menos é o que pode servir como justificativa. De qualquer forma se esse é um pulo inédito para o conhecimento de todos, imagina para mim que não jogo há tanto tempo como a maioria.

A reputação do treinador no início do save era Licença Nacional A.

Isso aí não é reputação, é licença. Reputação é a outra opção que tem do lado: Amador, semi-profissional, etc.

As licenças servem mais para aumentar seus atributos do que para arrumar clubes, nesse caso, quem manda é a reputação.

Como você postou ali em cima na imagem, começando com reputação amadora, não faz muito sentido esse salto mesmo não.

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Vannces
8 horas atrás, Henrique M. disse:

Isso aí não é reputação, é licença. Reputação é a outra opção que tem do lado: Amador, semi-profissional, etc.

As licenças servem mais para aumentar seus atributos do que para arrumar clubes, nesse caso, quem manda é a reputação.

Como você postou ali em cima na imagem, começando com reputação amadora, não faz muito sentido esse salto mesmo não.

Isso tá gerando uma polêmica que me fez ficar curioso em tentar entender tanto quanto você. O Oldham é um time da terceira divisão inglesa, ele estaria (na "visão" do jogo) no nível dos times da terceira divisão brasileira? Esse treinador com o currículo e reputação que tem agora, receberia um convite de uma equipe da Série C brasileira? Se recebesse, será que poderia ser meio absurdo também?

Uma coisa que eu estava fazendo durante a passagem pelo Brackley (mas não contei na postagem, talvez seja um erro de postagem por falta de experiência), era negar alguns convites de clubes da mesma divisão e da 5º divisão.

No jogo quando muda de um dia para o outro, aparece aquelas frases de dicas para o jogador e em uma delas, eu lembro, fala que negar convites de outros clubes, costuma melhorar a reputação do treinador, pelo menos com a diretoria do clube que está treinado. Vou tentar ver se tem mais algum print ou informação que possa ajudar nessa subida do treinador. O problema é que salvei poucas coisas dos três primeiros clubes.

Tô com ideia de começar um novo save, em paralelo a esse, para ver se consigo pôr em prática uma carreira que possa cair numa mudança desse tipo ou pelo menos próxima a isso Obrigado por trazer e dividir conosco seus questionamentos! Me ajudar a entender melhor o jogo e as minhas postagens.

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Henrique M.
11 horas atrás, Vannces disse:

Isso tá gerando uma polêmica que me fez ficar curioso em tentar entender tanto quanto você. O Oldham é um time da terceira divisão inglesa, ele estaria (na "visão" do jogo) no nível dos times da terceira divisão brasileira? Esse treinador com o currículo e reputação que tem agora, receberia um convite de uma equipe da Série C brasileira? Se recebesse, será que poderia ser meio absurdo também?

Uma coisa que eu estava fazendo durante a passagem pelo Brackley (mas não contei na postagem, talvez seja um erro de postagem por falta de experiência), era negar alguns convites de clubes da mesma divisão e da 5º divisão.

No jogo quando muda de um dia para o outro, aparece aquelas frases de dicas para o jogador e em uma delas, eu lembro, fala que negar convites de outros clubes, costuma melhorar a reputação do treinador, pelo menos com a diretoria do clube que está treinado. Vou tentar ver se tem mais algum print ou informação que possa ajudar nessa subida do treinador. O problema é que salvei poucas coisas dos três primeiros clubes.

Tô com ideia de começar um novo save, em paralelo a esse, para ver se consigo pôr em prática uma carreira que possa cair numa mudança desse tipo ou pelo menos próxima a isso Obrigado por trazer e dividir conosco seus questionamentos! Me ajudar a entender melhor o jogo e as minhas postagens.

Não tem como comparar reputações de países diferentes no FM. A única coisa que dá para comparar é se o treinador tem reputação compatível com o clube. Se não me engano, a sua deve ser a pior ou a última pior, por mais que o Oldham tenha acabado de subir da 4ª para a 3º, existe uma grande diferença de reputação nisso.

Recusar propostas não aumenta sua reputação para outros clubes, aumenta o seu relacionamento com a sua diretoria e clube somente, não interfere em nada na carreira do treinador.

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Herr Jones

A reputação é dividida entre "home" e "world", também tendo a "current" (que se refere ao local onde se está jogando). No caso, normalmente a reputação local é sempre maior do que o reconhecimento mundial (ainda mais quando se começa como futebolista amador e com uma licença que permita a capacitação do treinador. A transição entre empregos é comum quando a reputação local do treinador seja maior ou igual à reputação corrente do clube que ele tem interesse de trabalhar; no caso, a reputação corrente do clube (e do próprio treinador) sofre modificações de acordo com os resultados alcançados e a própria sequência. Quando o clube é constantemente favorito para um confronto e segue em uma má fase, não alcançando os resultados esperados, a reputação pode decair ou permanecer intacta. O mesmo acontece com o treinador.

No caso, se avaliarmos a trajetória no Matlock (que era favorito ao descenso) e o treinador seguiu perdendo, mas sem muitas goleadas claras, a reputação permanece praticamente intacta - ou com poucos decréscimos; quando ele foi para o Brackley, que estava em má fase beirando o rebaixamento, e alcançou o 8º lugar na tabela - sendo constantemente o menos favorito nos confrontos - estabelece um aumento tanto na reputação do clube quanto do próprio treinador. Levando isso em consideração, existe a probabilidade do Oldham aceitar um treinador que venha muito de baixo por conta de: 1) o crescimento da reputação como treinador e 2) a má fase do clube, que impacta negativamente na reputação corrente. Essas duas variáveis, quando combinadas, podem parear a reputação do treinador com a reputação corrente do clube e, assim, facilitar o alcance da vaga no time.

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Vannces
32 minutos atrás, Herr Jones disse:

A reputação é dividida entre "home" e "world", também tendo a "current" (que se refere ao local onde se está jogando). No caso, normalmente a reputação local é sempre maior do que o reconhecimento mundial (ainda mais quando se começa como futebolista amador e com uma licença que permita a capacitação do treinador. A transição entre empregos é comum quando a reputação local do treinador seja maior ou igual à reputação corrente do clube que ele tem interesse de trabalhar; no caso, a reputação corrente do clube (e do próprio treinador) sofre modificações de acordo com os resultados alcançados e a própria sequência. Quando o clube é constantemente favorito para um confronto e segue em uma má fase, não alcançando os resultados esperados, a reputação pode decair ou permanecer intacta. O mesmo acontece com o treinador.

No caso, se avaliarmos a trajetória no Matlock (que era favorito ao descenso) e o treinador seguiu perdendo, mas sem muitas goleadas claras, a reputação permanece praticamente intacta - ou com poucos decréscimos; quando ele foi para o Brackley, que estava em má fase beirando o rebaixamento, e alcançou o 8º lugar na tabela - sendo constantemente o menos favorito nos confrontos - estabelece um aumento tanto na reputação do clube quanto do próprio treinador. Levando isso em consideração, existe a probabilidade do Oldham aceitar um treinador que venha muito de baixo por conta de: 1) o crescimento da reputação como treinador e 2) a má fase do clube, que impacta negativamente na reputação corrente. Essas duas variáveis, quando combinadas, podem parear a reputação do treinador com a reputação corrente do clube e, assim, facilitar o alcance da vaga no time.

Jones, sua análise parece trazer uma visão possível do ocorrido. Na última passagem pelo Brackley, quando o treinador saiu, o time estava em 3º na colocação da competição com 48 pontos, a apenas 2 pontos do vice líder Boston United como dito na postagem, em um time que estava, na temporada anterior, fadado ao descenso.

Difícil mesmo entender o ocorrido, mas como você disse também, o Oldham não estava com a moral que o credenciasse a convidar treinadores com alto gabarito. De qualquer forma, nunca imaginei que uma situação dessa fosse causar tamanha polêmica. Estou muito curioso em entender o que pode realmente ter levado a essa mudança. Obrigado por comentar.

43 minutos atrás, Henrique M. disse:

Não tem como comparar reputações de países diferentes no FM. A única coisa que dá para comparar é se o treinador tem reputação compatível com o clube. Se não me engano, a sua deve ser a pior ou a última pior, por mais que o Oldham tenha acabado de subir da 4ª para a 3º, existe uma grande diferença de reputação nisso.

Recusar propostas não aumenta sua reputação para outros clubes, aumenta o seu relacionamento com a sua diretoria e clube somente, não interfere em nada na carreira do treinador.

Henrique, posso usar suas dúvidas como pergunta do repórter à Steve Park?

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Henrique M.
4 minutos atrás, Vannces disse:

Jones, sua análise parece trazer uma visão possível do ocorrido. Na última passagem pelo Brackley, quando o treinador saiu, o time estava em 3º na colocação da competição com 48 pontos, a apenas 2 pontos do vice líder Boston United como dito na postagem, em um time que estava, na temporada anterior, fadado ao descenso.

Difícil mesmo entender o ocorrido, mas como você disse também, o Oldham não estava com a moral que o credenciasse a convidar treinadores com alto gabarito. De qualquer forma, nunca imaginei que uma situação dessa fosse causar tamanha polêmica. Estou muito curioso em entender o que pode realmente ter levado a essa mudança. Obrigado por comentar.

Henrique, posso usar suas dúvidas como pergunta do repórter à Steve Park?

Fique à vontade.

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Vannces

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

Jhonny Kodansk: Steve, quando anunciamos que faríamos uma revista especial com você, nosso site recebeu muitas perguntas de torcedores das quais lhe repassaremos algumas ao longo de nossa conversa.

O Henrique do Brasil queria saber como foi a sua transição de um clube da sexta divisão para outro da terceira. Você já tinha uma reputação para subir tanto assim na carreira?

Steve Park: Olha, não vejo dessa forma, Jhonny. Reputação boa ou não, o que posso dizer é que minha capacidade como treinador melhorava em relação ao início de carreira, pouco, eu sei, mas melhorava.

Sei também que os últimos seis meses no Brackley foram de sucesso, tanto no comando do elenco quanto na montagem do Staff, estávamos com grandes chances de subir um time que no momento de minha chegada, lutava dentro da zona de rebaixamento.  

O Oldham, embora fosse um time da terceira divisão, lutava desesperadamente para não cair naquele momento, ou seja, não sei se apostar nos meus serviços após uma avaliação dessa seria muito absurdo.

De qualquer forma, acho que para o nosso amigo brasileiro Henrique, essa pergunta, só os deuses do futebol poderão responder.

Mas não pense que essa aposta do Oldham foi fácil para mim, não foi.

 Jhonny Kodansk: Então nos conte sobre essa nova casa.

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Arena/Estádio: Boundary Park

Campeonato: Sky Bet League 1

Localização: Oldham, Grande Manchester - Inglaterra.

Fundação: 1885

Capacidade: 10.638

O Oldham tem uma torcida apaixonada e que cobra muito. Era uma equipe com mais estrutura, bom centro de treinamento, mas precisava melhorar o Staff e as acomodações das categorias de base.

ACLB6I6.jpg

O time estava a um passo da zona de rebaixamento, meu trabalho, naquele semestre seria evitar que caísse, nada mais.

 Jhonny Kodansk: Como era o time?

Steve Park: Mediano para bom, mas limitado em quantidade de peças para as posições. O time precisava melhorar em algumas posições quando se tratava de reservas.

Nas temporadas seguintes eu passei a guardar mais detalhes dos jogadores que eu treinei e contratei e por isso mostrarei no futuro.

 Jhonny Kodansk: Como foi o primeiro jogo?

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Steve Park: Olha, eu comecei no Oldham com uma derrota contra o Bury pela CheckatradeTrophy Norte - 3ª Eliminatória e aí, amigo, a pressão começou.

A mídia já lembrava sobre essa reputação que o Henrique citou na pergunta.

 No jogo seguinte pela Sky Bet League 1 o time se comportou bem com uma vitória importantíssima por 2 a 0 contra o Plymouth, mas a pressão dos torcedores já procurava mexer no meu passado doloroso pelo Truro.

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Ou seja, eu já entrava no clube sob muita pressão. Das 8 derrotas anteriores, uma já era sob meu comando logo no primeiro jogo. O time lá em baixo não podia perder mais.

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Jhonny Kodansk: E foi fácil?

Steve Park: Nenhum um pouco. Mas o diferencial é que eu estava consciente de tudo isso e animado a reverter a situação, ainda que levasse algum tempo.

 Jhonny Kodansk: E a campanha?

Steve Park: Depois da derrota no primeiro jogo, com esquema tático sugerido por um integrante do Staff num 4-2-3-1 sem pontas, eu resolvi mudar e usar um esquema 4-3-2-1, esses 3 juntos no meio, os 2 pelo extremo do campo, entendendo ser melhor para encaixar as peças existentes. Conseguimos 4 vitórias seguidas levando apenas um gol.

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Aí vieram 2 contusões dos meias jovens Tristan Nydam e Willem Tomlinson no final do jogo contra Charlton.

5HoIAGh.jpg

Nos jogos seguintes os reservas imediatos M. Bostwick e J. Reeves não ajudavam muito dentro desse esquema tático. M. Bostwick era bom marcador, aguerrido, mas pela idade, era lento como tartaruga.

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O esquema tático e as instruções eram esses. É claro que eu mexia alguns detalhes durantes as partidas, dependendo do adversário eu saia da covardia do contra-ataque e partia para cima, mas infelizmente, o que funcionou no início, acabou em 6 derrotas que nos fizeram visitar a zona da degola.

Contra o Barnsley então foi uma sacola de gols, não por acaso aquele foi o time vencedor da competição.

lM3ursh.jpg

Após a volta desses importantes jogadores, um mês e pouco depois, a equipe não rendeu mais o que estava rendendo anteriormente. Os desempenhos ruins e medianos foram a tona do final da temporada, mas o que fizemos dentro de campo, acabou sendo suficiente para nos mantermos na Sky Bet League 1.

wT6oziS.jpg

Nessa seqüência, não jogamos mais nos contra-ataques, foram 2 vitórias, 2 derrotas e 6 empates que nos fizeram respirar aliviados ao ponto de podermos pensar com calma no planejamento para a próxima temporada.

2VeTjFN.jpg

Jhonny Kodansk: Isso te desanimou, Steve? Pensou em abandonar o barco?

Steve Park: De forma alguma. Quando cheguei, o time estava perto da zona de rebaixamento, ao terminar a temporada, estávamos exatamente na mesma posição, mas com o sentimento de dever cumprido.

Eu queria ir longe com esse clube, foi uma grande chance que caiu no meu colo, não podia desperdiçar.

EephyOC.jpg

zgb2Sf2.jpg

Jhonny Kodansk: Steve, há algo mais dessa temporada que precise comentar?

Steve Park: Bem, há alguns acontecimentos importantes que fizeram parte do Oldham na virada dessa temporada para outra, e algumas contratações que fiz e que serviram para qualificar o elenco que quero te mostrar.

 Jhonny Kodansk: Certo, mas deixemos essas novas histórias para amanhã.

Steve Park: É, podemos descansar um pouco.

Falamos do início difícil no Truro, passagem pelo Matlock, Brackley e agora,

Mx53MPz.jpg

com o oldham, há mais coisas a serem mostradas e com isso vamos poder dividir e detalhar mais essas histórias...

 

oESAP7O.png

Editado por Vannces
A imagem dos jogadores estavam com problemas no site Ingur

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thyagocda
14 horas atrás, Herr Jones disse:

A reputação é dividida entre "home" e "world", também tendo a "current" (que se refere ao local onde se está jogando). No caso, normalmente a reputação local é sempre maior do que o reconhecimento mundial (ainda mais quando se começa como futebolista amador e com uma licença que permita a capacitação do treinador. A transição entre empregos é comum quando a reputação local do treinador seja maior ou igual à reputação corrente do clube que ele tem interesse de trabalhar; no caso, a reputação corrente do clube (e do próprio treinador) sofre modificações de acordo com os resultados alcançados e a própria sequência. Quando o clube é constantemente favorito para um confronto e segue em uma má fase, não alcançando os resultados esperados, a reputação pode decair ou permanecer intacta. O mesmo acontece com o treinador.

No caso, se avaliarmos a trajetória no Matlock (que era favorito ao descenso) e o treinador seguiu perdendo, mas sem muitas goleadas claras, a reputação permanece praticamente intacta - ou com poucos decréscimos; quando ele foi para o Brackley, que estava em má fase beirando o rebaixamento, e alcançou o 8º lugar na tabela - sendo constantemente o menos favorito nos confrontos - estabelece um aumento tanto na reputação do clube quanto do próprio treinador. Levando isso em consideração, existe a probabilidade do Oldham aceitar um treinador que venha muito de baixo por conta de: 1) o crescimento da reputação como treinador e 2) a má fase do clube, que impacta negativamente na reputação corrente. Essas duas variáveis, quando combinadas, podem parear a reputação do treinador com a reputação corrente do clube e, assim, facilitar o alcance da vaga no time.

Concordo com essa análise.

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thyagocda

Depois daquela sequência de 6 derrotas foi um milagre ter escapado do rebaixamento... Parabéns

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Vannces
2 minutos atrás, thyagocda disse:

Concordo com essa análise.

Com a autorização de @Henrique M., e também com o texto inspirado nessa análise do @Herr Jones, eu comecei essa postagem.

Eu como iniciante, (praticamente dois anos e pouco apenas de FM), não imaginei que essas coisas parecessem estranhas, para não dizer absurdas, é claro que o FM procura ser o máximo fiel à realidade, então tornou-se uma incógnita até o momento.

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Vannces
1 minuto atrás, thyagocda disse:

Depois daquela sequência de 6 derrotas foi um milagre ter escapado do rebaixamento... Parabéns

É, eu estranhei uma boa sequência depois do primeiro jogo e logo em seguida um desastre com as 6 derrotas. No final, mudando o ditado: "Entre mortos e feridos, todos saímos aliviados." Obrigado por comentar.

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DanieLLVip

Cara que sorte ter escapado do rebaixamento, foi um milagre, agora é reforçar e fazer uma boa temporada!

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Vannces
10 minutos atrás, DanieLLVip disse:

Cara que sorte ter escapado do rebaixamento, foi um milagre, agora é reforçar e fazer uma boa temporada!

Sem dúvida, Daniel, o último jogo então foi tenso, a derrota significaria o rebaixamento. "Steve" estava uma pilha naquele momento. Alívio total no final de tudo. Obrigado por comentar.

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LC
Em 16/03/2018 at 23:40, Henrique M. disse:

Isso aí não é reputação, é licença. Reputação é a outra opção que tem do lado: Amador, semi-profissional, etc.

As licenças servem mais para aumentar seus atributos do que para arrumar clubes, nesse caso, quem manda é a reputação.

Como você postou ali em cima na imagem, começando com reputação amadora, não faz muito sentido esse salto mesmo não.

Henrique pela imagem do perfil do Steve Park a reputação dele é de apenas uma estrela, mesmo com a Licença nacional C Correto?

 

Yy66axl.jpg

 

Se entendi bem das postagens sua e do Herr Jones os títulos conquistados no decorrer da carreira aumentam essas estrelas, correto? Por exemplo no meu perfil eu estou com Licença Pro Continental e com 3,5 estrelas devido as licenças e os títulos conquistados com União da Madeira, Standard Liége e Roma, Certo?

 

Ogn72YA.png

 

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MitoMitológico

Realmente, esse final de temporada foi um alívio e por pouco você não caiu. Só não caiu porque os rebaixados conseguiram ir pior.. De um time que brigava pelo acesso, para um que brigava para não cair. Mas pela subida na carreira que você deu, tudo valeu a pena. Agora é se concentrar para a próxima temporada. Boa Sorte.

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Vannces
7 minutos atrás, LC disse:

Henrique pela imagem do perfil do Steve Park a reputação dele é de apenas uma estrela, mesmo com a Licença nacional C Correto?

 

Yy66axl.jpg

 

Se entendi bem das postagens sua e do Herr Jones os títulos conquistados no decorrer da carreira aumentam essas estrelas, correto? Por exemplo no meu perfil eu estou com Licença Pro Continental e com 3,5 estrelas devido as licenças e os títulos conquistados com União da Madeira, Standard Liége e Roma, Certo?

 

Ogn72YA.png

 

Bem lembrado, LC. O que nos faz avaliar, se é que pode ser possível dessa forma, é que o Oldham não se baseou na reputação para fazer a contratação do treinador, mas em resultados recentes dele e na campanha pífia do próprio Oldham, eu acho.

Fico contente com o envolvimento de todos (principalmente porque são experientes no jogo), uma vez que ajuda a me organizar e a postar mais detalhes (sem que fique exageradamente chato) para que não fique com informações incompletas. Tenho pouca experiência no jogo e menos ainda quanto a questão das postagens.

Obrigado por comentar e expor as opiniões de forma abalizada no sentido de ajudar a melhorar as postagens do save.

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Vannces
15 minutos atrás, MitoMitológico disse:

Realmente, esse final de temporada foi um alívio e por pouco você não caiu. Só não caiu porque os rebaixados conseguiram ir pior.. De um time que brigava pelo acesso, para um que brigava para não cair. Mas pela subida na carreira que você deu, tudo valeu a pena. Agora é se concentrar para a próxima temporada. Boa Sorte.

Olha, você lembrou de um fator importante que eu não tinha comentado na postagem. Os clubes que estavam abaixo, se esforçaram para cair e com suas campanhas piores do que a do Oldham, acabaram servindo para salvar o time de Steve que na reta final fez jogos bem ruins. Obrigado por comentar.

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      Mercado Sérvio
      Mercado Norueguês

      Estes jogadores estão todos no mercado colombiano.
      GR
      Carlos Bejarano Joel Silva Fernando Monetti Robinson Zapata
      DR
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      DC
      William Tesillo Diego Herner Carlos Henao Diego Braghieri Rafael Pérez Hernán Pertuz
      DE
      Felipe Banguero Juan Dominguéz Juan David Valencia
      MDC
      Andrés Pérez Diego Arias
      MC
      Jesús Marimón Jhon Duque Gonzalo Castellani Abel Aguilar
      MOE
      Matías Mier Yohandry Orozco Vladimir Hernández Leyvin Balanta
      MOD
      John Edison Hernández
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      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
       
      Então pessoal, sejam bem-vindos ao meu novo save na Profissão: Manager. A primeira vez que ouvi falar do Pogon Szczecin e do presidente que trocou todo time por brasileiros foi em 2015. Desde então, eu tinha a ideia de que precisava fazer um save com eles. A história é boa demais para deixar passar. No fim, a ideia acabou ficando sempre em segundo plano. Mas sinto que agora finalmente chegou a hora de olhar para terras polonesas.
      O tema do save já é apresentado no título – em português, "a mágica brasileira". Em 2005, o presidente do Pogon sonhou em transformar seu time em tudo aquilo que o futebol brasileiro representava: um futebol bonito, ofensivo, de lances de brilho individual. A execução foi a pior possível. Mas a ideia permaneceu – se não na vida real, ao menos no mundo alternativo que criei para esta história. E é esta ideia que eu quero levar adiante, agora de uma maneira mais responsável e realista.
      Diferentemente de meus outros saves, não vou listar aqui objetivos a serem cumpridos. Isto não significa que não os tenha. Quero ganhar o título polonês, e, idealmente, também alguma competição continental. Mas não quero que essa seja uma história sobre a busca destes títulos especificamente. Também gostaria de ver uma série de outras coisas acontecerem: ter um brasileiro como ídolo do clube, ter um jogador convocado para a seleção brasileira, ver um brasileiro do Pogon levar a artilharia do campeonato, coisas desse tipo. Mas também não gosto da ideia de listar elas como objetivos formais, já que muitas vezes a margem de manobra do treinador para atingir essas coisas é relativamente limitada – posso trazer um bom jogador brasileiro para o clube, mas nada garante que a torcida vai realmente gostar dele.
      Por tudo isso, optei por manter as coisas mais soltas dessa vez. É claro que vou comentar quando conseguir atingir alguma marca significativa, mas não quero trabalhar com uma lista daquelas onde parece que o save precisa atingir aquele ponto específico. Vamos buscar integrar brasileiros ao elenco sempre que possível. Vamos buscar jogar de forma ofensiva, valorizando a qualidade individual. A partir disso, é ver o que acontece.
       

      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, sem orçamentos na primeira janela, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo.
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
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