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Vannces

Steve Park - da Escócia para a eternidade...

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Vannces

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

 

Após o almoço e alguns assuntos extra campo, Jhonny e Steve retomaram a conversa.

Jhonny Kodansk: Steve, temos poucos registros, em nossas pesquisas, sobre sua passagem pelo...

Steve Park: Matlock!

Jhonny Kodansk: Exato! Por quê?

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Arena/Estádio: Auroworld Arena (Causeway Lane)

Campeonato:  Vanarama National League North Division

Localização: Matlock - Inglaterra

Fundação: 1878

Capacidade: 2.757 lugares

Steve Park: Foi uma passagem relâmpago. Tenho algumas fotos daquela época e até algumas boas lembranças.

Jhonny Kodansk: O que realmente aconteceu?

Steve Park: A verdade é que eu tinha ido para o Matlock desanimado. Apesar de novos ares e até bons amigos que fiz, eu não queria estar ali.

O estressante, logo de início, é que eu queria melhorar o Staff do clube e eis que tive uma grande decepção. Foi um balde de água fria, ou melhor, de gelo.

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É claro que peguei a equipe no início da temporada, o que me dava esperanças de fazer um trabalho melhor. Inverno rigoroso, mas o treinamento rendia bem.

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Jhonny Kodansk: Por que estava sendo tão difícil esse início de carreira, Steve?

Steve Park: No início, eu não tinha muita paciência para estudar os detalhes que envolvem esse esporte, eu queria resultado.

Não havia profissionais capacitados ao meu lado para me ajudar no gerenciamento da equipe. E aí, meu caro, o preço a se pagar é altíssimo.

Para se ter uma ideia, no período de outubro a dezembro, metade da equipe que já não me apoiava, ficou, a exceção do jovem Doug, todos descontentes, o que dificultou ainda mais o meu trabalho.

Doug era um rapaz promissor dentro do Matlock, meia-atacante esquerdo, rápido, mas precisava melhorar ainda sua técnica. Ele disse uma vez para mim: “É, professor, não tá fácil, né?”

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Jhonny Kodansk: Difícil reverter essa situação?

Steve Park: Veja bem, Jhonny... Houve momentos em que tentamos e até tínhamos esperança. Não posso dizer que foi um desastre total como anteriormente no Truro.

Eu usava a tática 4-1-2-3 e até gostava do resultado quanto à questão dos números, o problema era que ao final das partidas, em sua maioria, a derrota era certa.

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Às vezes oscilava para um 4-2-3-1, jogando no contra-ataque, mas sempre voltava à primeira tática que, para mim, funcionava melhor.

Jhonny Kodansk: Não entendi! A tática funcionava, mas era quase sempre derrota?

Steve Park: Sim, o time cumpria com o que eu designava dentro de campo, mas, o moral bem baixo, a direção cobrando resultados e adversários bem mais preparados dentro de campo, nós não conseguíamos sair do marasmo.

Jhonny Kodansk: Com essa situação você sofreu demissão novamente?

Steve Park: Não, dessa vez eu decidi sair no meio da temporada e deixar que o clube encontrasse alguém que pudesse trabalhar com a cabeça mais tranquila.

Eu teria saído antes mesmo se não fosse o pedido para ficar de um amigo que fiz lá dentro, o Sr. Sheik Holmes. Aquele homem era um faz de tudo e um verdadeiro amigo. Ele faleceu três anos depois. O senhor Holmes me apresentou às pessoas que, aos poucos, foram se tornando bons amigos naquela cidade fria.

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Mas quando eu deixei o Matlock, o time estava no limite fora da zona de rebaixamento, mas quem entrasse lá precisaria colocar as barbas de molho.

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Jhonny Kodansk: Arrepende-se de ter treinado o Matlock, Steve?

Steve Park: Não! De forma alguma! Lá eu fiz muitos amigos e aprendi algumas coisas que precisavam ser postas em prática, mas que, infelizmente, eu só conseguiria em alguma equipe com um pouco mais de estrutura.

Jhonny Kodansk: O que te faria ficar até o fim da temporada?

Steve Park: Eu queria mais apoio da direção para trabalhar, teria ficado muito mais tempo se tivesse conseguido isso, ou seja, direção e jogadores, apoio zero.

Sei que nessas divisões a gente não pode querer muito isso, mas eu sentia que poderia melhorar o meu trabalho. Queria um clube que me apoiasse em certas decisões e que me ajudasse a melhorar meu nível como treinador.

Jhonny Kodansk: E os resultados daquele período frente ao Matlock?

Steve Park: Bem desanimador. Quase igual ao que aconteceu no Truro.

Aliás, pouco tempo depois eu comecei a enxergar claramente onde falhei, tanto num como no outro clube, e isso foi o que me motivou a dar continuidade na carreira.

Mas mesmo assim, no Matlock, eu também não tinha motivo para ter orgulho do meu trabalho desenvolvido.

Foram 28 jogos.

5 vitórias – 6 empates – 17 derrotas / 24 gols feitos – 46 gols sofridos

Era difícil, muito difícil encontrar forças para continuar fazendo parte daquilo. Eu precisava de uma guinada na carreira, precisava pensar, avaliar cada atitude minha e ponderar outras e não estragar todo o carinho que eu ainda tinha dentro do Matlock.

Jhonny Kodansk: Há alguma coisa a destacar? Algum jogo que mereça alguma lembrança desse período?

Steve Park: Talvez a pré-temporada e os jogos na Taça FA. Fizemos 3 amistosos com 2 empates e uma vitória no terceiro jogo por 5 a 0 contra o Stapenhill, era um time de várzea basicamente, eu sei, mas eu pensei em trabalhar exatamente o moral do meu time no início.

Na Taça, fizemos belíssimos jogos durante a fase de qualificação. Uma bela vitória de 3 a 0 contra o Bedworth pela 2ª fase de classificação, depois um 2 a 0 contra o Chorley pela 3ª fase, na sequência um empate em 0 a 0 e uma vitória de 1 a 0 contra o Enfield town pela 4ª fase e classificação para a primeira eliminatória.

Jhonny Kodansk: O time parecia jogar bem então, Steve?

Steve Park: Parecia, mas logo na primeira partida eliminatória, único jogo daquele ano televisionado, nós levamos um 3 a 0 do Rotherham, fora o baile, e fomos desclassificados. Depois perdemos pelo Troféu FA por 3 a 2 para o Curzon Ashton, 3ª fase de qualificação, jogo até bem equilibrado, mas outra eliminação.

E para você saber, essas duas derrotas pelas taças estão entre as 8 derrotas seguidas que tivemos, até eu sair, desde a vitória contra o Enfield town.

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As vitórias funcionaram para os torcedores aparecerem, mas já nas partidas oficiais pela Vanarama eu sentia que decepcionava aqueles que gostavam de frequentar o Causeway Lane.

A imprensa dizia que éramos candidatos a ficar entre os últimos, mas a luta era constante para tentar contrariar essa previsão.

Jhonny Kodansk: Mas, Steve, vocês conseguiram pelo menos 5 vitórias e 6 empates! Não era indício de uma possível reação, de potencial ainda a ser desenvolvido?

Steve Park: Até poderia ser, mas somente uma vitória no Vanarama me fez repensar na continuidade. Aliás, essa vitória foi num jogo com pouca emoção, mais erros do que acertos contra o FC United. Acho até que foi uma vitória desmerecida.

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Fomos massacrados com 22 finalizações deles e somente 5 nossa, em uma das nossas, e com erro do zagueiro adversário, conseguimos de cabeça o único gol que nos deu a vitória.

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Os três empates pela Vanarama a gente conseguiu com muita dificuldade.

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O torcedor não quer saber, seja ele de time grande ou pequeno, o que ele quer mesmo é ver nas páginas do jornal o seu orgulho estampado, e isso eu não estava conseguindo fazer. Eu não queria mais rebaixamento em meu currículo e nem ver a cara de tristeza do torcedor que comparecia para acompanhar seu time de coração.

Jhonny Kodansk: Você não parece mesmo muito empolgado ao falar dessa passagem, Steve.

Steve Park: Nenhum pouco! Depois da última vitória contra o Enfield Town por 1 a 0 pela Taça FA, como eu disse, vieram essas 8 derrotas consecutivas.

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E o reflexo disso eram as arquibancadas vazias no mês de dezembro. Os Gladiadores, como eram chamados, não podiam continuar naquela situação, era necessário uma guinada.

Mas sabe, Jhonny, minha carreira começou a tomar rumos mais animadores e pender para melhoras exatamente no momento em que eu saí do Matlock.

Jhonny Kodansk: Steve, sinto falta de mais detalhes em relação às partidas disputadas, o clima existente na competição, envolvimento maior naquele mundo escondido do futebol inglês.

Steve Park: Você terá esses detalhes, amigo! Em histórias futuras. Mas naquela competição e, com tudo que acontecia, eu parecia paralisado.

De qualquer forma eu deixei o clube no meio de uma temporada que, para mim, era uma incógnita. Não vejo muitas razões para detalhar partidas ou outros acontecimentos.

Jhonny Kodansk: Por quê?

Steve Park: Porque eu não guardei quase nada além do que já te falei. Eu não vivia um momento psicológico bom naquele período.

Foi exatamente nesse ponto da carreira que senti a responsabilidade dos meus atos. Saudades reais da minha família. Certo arrependimento de tê-los deixado por essa busca, que não passava de uma aventura até então. Sentia-me arrasado, culpado.

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Sentei-me em um banco próximo ao estádio. Com as mãos na cabeça abaixada, e fiquei por alguns minutos, desolado, querendo entender o que se passava. “O que fazer? Como fazer? O que está errado? Por que não enxergo as coisas com a clareza que preciso?” Pensei.

Jhonny Kodansk: O que tirou desse momento de reflexão, Steve?

Steve Park: Infinitos e importantes detalhes, Jhonny.

Concentração maior a partir dali. Trabalho mais minucioso. Avaliação de cada jogador, posição em que jogava, rendimento em cada posição, encaixe de jogadores a cada tática treinada, função exercida, encaixe de jogador com jogador, como seus atributos ajudariam a equipe e se encaixariam na tática e na sua função frente ao adversário, condições de um e desenvolvimento do outro, e principalmente, percepção quanto ao apoio do elenco. Eu precisava mostrar serviço profissional, mesmo antes de ter o conhecimento que tenho hoje.

Jhonny Kodansk: E como esse momento refletiu em sua carreira dali para frente?

Steve Park: Diríamos que as peças começaram a se encaixar, novo clube, novas políticas, desafios também, é claro, mas principalmente, uma cabeça mais voltada para os mínimos e importantes detalhes. Cada passo, cada atitude, levava em conta erros, acertos, estatísticas, números e inúmeras conclusões que antes não eram observados.

 Não estou dizendo que foi uma maravilha, eu sofri bastante nessa caminhada, não foi nada fácil, mas também não foi o desastre como no Truro e no Matlock, e o crescimento da minha carreira começaria a partir dali.

Jhonny Kodansk: Vamos falar disso então!

Steve Park: Com prazer, Jhonny! Com muito prazer... Mas antes quero te mostrar uma coisa.

A amizade e o carinho que consegui naquele clube é a prova de que nem tudo era espinho. Um torcedor chegou até mim, no dia de minha despedida, e disse:

“Sr. Park, o senhor é uma ótima pessoa, trouxe esperança para os gladiadores dessa pequena cidade, e embora os resultados não tenham sido o que nós queríamos, víamos e comentávamos sua dedicação, seu empenho e o quanto você também sofria com as derrotas.

Aceite essa lembrança como agradecimento. Para a gente, o Senhor é também um gladiador.”

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Naquele momento veio as lágrimas, eu agradeci, queria ter retribuído dentro de campo com os jogadores, mas para o meu bem-estar e para o bem do clube eu precisava mesmo ir embora.

 

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2sakakibara

Um início complicado para o Steve Park...
Talvez ele devesse ter seguido por um caminho mais simples em sua estratégia de jogo. Um 4-4-2 clássico, bola longa para os atacantes, bem estilo inglês tradicional, poderia funcionar.
Abraço.

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Vannces
4 minutos atrás, 2sakakibara disse:

Um início complicado para o Steve Park...
Talvez ele devesse ter seguido por um caminho mais simples em sua estratégia de jogo. Um 4-4-2 clássico, bola longa para os atacantes, bem estilo inglês tradicional, poderia funcionar.
Abraço.

Interessante dizer isso, parece que você fez uma leitura do próximo trabalho, (em andamento), de Steve. Algo precisava ser feito para mudar o panorama. Abraços.

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Herr Jones

Mais um trabalho que o Steve não conseguiu se destacar e, desta vez, prevendo a liberação decidiu pedir para sair. Ainda aposto em uma volta por cima, com um trabalho melhor aproveitado. Vamos ver se no próximo as coisas serão melhores para o treinador. Boa sorte!

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Vannces
12 horas atrás, Herr Jones disse:

Mais um trabalho que o Steve não conseguiu se destacar e, desta vez, prevendo a liberação decidiu pedir para sair. Ainda aposto em uma volta por cima, com um trabalho melhor aproveitado. Vamos ver se no próximo as coisas serão melhores para o treinador. Boa sorte!

É, Jones, passou da hora de isso acontecer. Pelo andar da carruagem, o futuro não será tão sofrido. Obrigado pelo comentário!

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Henrique M.

Péssimo começo, mas serve de experiência para que o treinador possa evoluir.

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Vannces
2 horas atrás, Henrique M. disse:

Péssimo começo, mas serve de experiência para que o treinador possa evoluir.

Isso mesmo Henrique, tá passando da hora de melhorar os resultados em sua carreira. Obrigado pelo comentário.

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PedroJr14

Rapaz, foi só eu passar um tempo fora e a galerinha aqui chegou com tudo. Seja bem-vindo, Vannces.

É uma proposta de história bem interessante, com um começo ruim, mas que deve ter um futuro promissor. Boa sorte!

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CCSantos

Legal essa história. A forma como vem descrevendo é muito boa.

Parabéns pelas duas histórias, e continue assim, que o ritmo da história (li que está preocupado com isso, pra não ficar uma coisa maçante) está excelente. Maçante está o do CCC, confere lá pra ver o tanto de texto que tem lá. hahahahaha

Abraço e melhor sorte.

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Vannces
2 horas atrás, PedroJr14 disse:

Rapaz, foi só eu passar um tempo fora e a galerinha aqui chegou com tudo. Seja bem-vindo, Vannces.

É uma proposta de história bem interessante, com um começo ruim, mas que deve ter um futuro promissor. Boa sorte!

Acho q Steve fez muitas experiências no início, mas a partir de agora será mais c pé no chão. Obrigado, Pedro!

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Vannces
23 minutos atrás, CCSantos disse:

Legal essa história. A forma como vem descrevendo é muito boa.

Parabéns pelas duas histórias, e continue assim, que o ritmo da história (li que está preocupado com isso, pra não ficar uma coisa maçante) está excelente. Maçante está o do CCC, confere lá pra ver o tanto de texto que tem lá. hahahahaha

Abraço e melhor sorte.

Vou conferir sim, Santos, sempre aprendo um pouco c cada postagem.

De qualquer forma farei postagens mais curtas já q terei sempre mais dados p apresentar e não quero encher c muitas informações numa única postagem. Abraços e obrigado pelo comentário.

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DanieLLVip

Inicio difícil, mas daqui pra frente vai melhorar!!

Editado por DanieLLVip

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Vannces
2 horas atrás, DanieLLVip disse:

Inicio difícil, mas daqui pra frente vai melhorar!!

Vai sim, Daniel, é o que espero. A nova postagem acho que já teremos menos sofrimento, rs. Obrigado pelo comentário.

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LC

Complicado permanecer no clube, ainda mais com esses resultados. Vamos ver para onde o treinador irá. Acompanhando.

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Vannces
2 horas atrás, LC disse:

Complicado permanecer no clube, ainda mais com esses resultados. Vamos ver para onde o treinador irá. Acompanhando.

Complicado mesmo, mas que acho que as coisas vão melhorar, pelo menos é o que o treinador deixou claro. Obrigado, LC!

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marciof89

Início complicado, mas acredito que bons ventos soprarão para Steve Park.

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Vannces
19 minutos atrás, marciof89 disse:

Início complicado, mas acredito que bons ventos soprarão para Steve Park.

É o que espero também, Marcio. Quem muito cai, uma hora tem que aprender com os tombos. Obrigado pelo comentário.

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Vannces

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

O Matlock era assunto encerrado na entrevista.

Jhonny Kodansk: Steve, vamos falar do terceiro clube pelo qual você passou. O que de diferente havia nele que o ajudou na carreira? Se é que assim podemos dizer.

Steve Park: Eu chamaria de nova era, de trampolim para os voos mais altos!

Jhonny Kodansk: Então nos conte sobre o Brackley.

 

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Vannces

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Arena/Estádio: St. James Park

Campeonato:  Vanarama National League South Division

Localização: Brackley - Inglaterra

Fundação: 1890

Capacidade: 3.500 lugares

Steve Park: Eu estava de volta à divisão sul da Vanarama. O convite não tardou logo que eu saí do Matlock.

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Jhonny Kodansk: Espera! Você saiu do Matlock, fora da zona de rebaixamento, e pegou o Brackley em 22º. Fale-me disso, por favor!

Steve Park: O desafio em si nunca foi um problema para mim, mas se sentir capaz e com apoio da direção, isso sim faz diferença.

Jhonny Kodansk: Vejo que você fala sobre esse momento com mais prazer.

Steve Park: E não é para menos.

Os dados da minha carreira até aquele momento não eram prazerosos. 73% de derrotas e 12 % de vitórias e 15 % de empates.

Mas mudar tudo isso começou a ser possível, principalmente dentro de campo, a começar pela escalação.

O time que vou te mostrar era o que jogava do jeito que eu queria. Era muito consistente, e não estou falando da tática, mas do rendimento.

Eu sempre gostei do 4-1-2-3 ou 4-2-3-1, mas as peças se encaixavam melhor nesse esquema 4-4-2. Parei de teimar com o esquema que eu gostava e comecei a pensar no rendimento das peças que eu tinha. Deu certo.

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Jhonny Kodansk: Parece falar com mais propriedade?

Steve Park: Lembra do que falei antes?

Kmarak e tringer pelas pontas subiam no apoio e voltavam para ajudar na marcação, o Flood no meio era o maestro, pouca velocidade, mas certa experiência e técnica, e o Hayger tanto defendia como atacava, era o pulmão do time.

A zaga e o goleiro eram medianos, eu precisava melhorar aquele setor, mas grana para isso não tinha.

Flons no ataque era muito bom e Schwars fazia uma ligação entre meio e ataque sem dificuldades.

Não estou dizendo que o time era infalível, mas rendia aquilo que se esperava para aquela divisão.

Os reservas não estavam no nível da equipe, pareciam jogadores do Truro, muito abaixo do que a competição exigia, mas tínhamos que saber lidar com isso.

Jhonny Kodansk: O que pedia aos jogadores?

Steve Park: Bem, acima de tudo disciplina. Não dava muita liberdade, eu não queria ritmo forte, marcação alta ou qualquer outra coisa que os fizessem sair do plano de jogo como aconteceu muitas vezes no Truro e no Matlock.

 Mesmo com posse de bola, cobrava do time bolas longas e trocas de passes nas laterais, o que rendia bem já que os laterais e os meias-atacantes extremos revezavam na construção das jogadas. Eu deixava que os laterais decidissem a hora de defender e de atacar, como uma autorização automática, funcionava muito bem dessa forma.

É claro que a cada jogador, individualmente, eu pedia marcação forte, era minha principal exigência.

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Jhonny Kodansk: O apoio que você disse anteriormente, tinha no Brackley?

Steve Park: Sim, tanto que foi ali que comecei meu primeiro curso de treinador. Minha animação e moral estavam lá em cima, tive a oportunidade e apoio de mudar o Staff do clube.

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Ao final daquela temporada nós tínhamos o melhor Staff da Vanarama Sul. Isso fez enorme diferença, Jhonny.

Jhonny Kodansk: Já que você tinha esse apoio da direção e o time rendia dentro de campo, como foi o rendimento do Brackley na competição?

Steve Park: Olha, eu comecei no meio da temporada, início de fevereiro, com uma derrota contra o Oxford City, mas nesse jogo, amigo, tivemos 18 finalizações contra apenas 4 deles. Quis o destino que eles fizessem 2 gols e nós nenhum.

Já fiquei animado ali, mesmo com a derrota, pois a estatística mostrava o que eu poderia conseguir com aquela equipe.

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Depois 5 vitórias seguidas com destaque para o 4 a 1 contra o Havant & W, foi um massacre, poderíamos ter ganho de muito mais.

Outro destaque foi o 5 a 2 contra o Gloucester, time forte na divisão. Jogo emocionante, saímos ganhando, eles empataram, viraram e no segundo tempo, após um puxão de orelha, a equipe voltou com gás e fizemos 4 gols. Jogo lindo, foi emocionante.

Jhonny Kodansk: Saldo positivo então, né?

Steve Park: Está brincando! Foram 15 jogos, 10 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. Os empates foram por relaxamento mesmo já no final da competição e sem perigo algum de rebaixamento.

Jhonny Kodansk: O que mudou no seu trabalho que fez essa diferença, Steve?

Steve Park: Minha atitude, comprometimento e estudos, amigo. Procurei conhecer mais a fundo os detalhes, sempre os detalhes que ficavam despercebidos.

Jhonny Kodansk: Terminou animada a temporada então?

Steve Park: Sim, exemplo disso foi que, após o último jogo, os jogadores estavam eufóricos no vestiário, parecia que tínhamos ganhado o título.

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De certa forma, tínhamos mesmo. Sair de um 22º lugar e terminar em 9º ao final de 15 partidas, era tudo que precisávamos para terminar a temporada e já pensar grande para a próxima.

Jhonny Kodansk: Pensar grande?

Steve Park: Pensar em subir de divisão, ser campeão, eu estava realmente animadíssimo.

A partir desse momento eu estava me sentindo O treinador Steve Park e com muita vontade de trabalhar cada vez mais.

 

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Editado por Vannces

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2sakakibara

Disciplina é essencial para ter sucesso em um clube de pequeno porte. Finalmente Steve Park encontrou seu caminho!
Abraço.

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DanieLLVip

Agora sim, eu disse que ia melhorar haha!! Agora é lutar para subir

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Herr Jones

Fico feliz que tenha encontrado o caminho dos bons resultados em um time que parecia destinado ao rebaixamento. O básico acabou dando certo e o time teve uma ascensão grotesca, tem tudo para repetir o bom momento na próxima temporada. No aguardo para ver o que espera Steve em sua próxima temporada.

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marciof89

Agora sim, encontrou um bom caminho, justamente num time que lutava pra não cair. Bom saber que conseguiu montar uma equipe técnica a seu gosto. Será que Steve consegue levar o Brackley para a próxima divisão? Boa sorte!

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Vannces
18 horas atrás, 2sakakibara disse:

Disciplina é essencial para ter sucesso em um clube de pequeno porte. Finalmente Steve Park encontrou seu caminho!
Abraço.

É, acho que passou a exigir menos de jogadores com pouco a oferecer e cobrar apenas disciplina nas atitudes necessárias dentro de campo. Espero que is isso dure. Obrigado por comentar.

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Vannces
17 horas atrás, DanieLLVip disse:

Agora sim, eu disse que ia melhorar haha!! Agora é lutar para subir

Exatamente, Daniel! Se nada de diferente acontecer,  a subida é o próximo desafio. Obrigado por comentar.

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      Para a tabela completa com mais informações (idade, clube, nacionalidade, valor) podem consultar o site FMTalks.pt bem como as listas do mercado Sérvio e Norueguês.
      Mercado Sérvio
      Mercado Norueguês

      Estes jogadores estão todos no mercado colombiano.
      GR
      Carlos Bejarano Joel Silva Fernando Monetti Robinson Zapata
      DR
      Daniel Bocanegra Juan Camilo Angulo Gilberto García Iván Vélez Juan Roa
      DC
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      DE
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      MDC
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      MC
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      MOE
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      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
       
      Então pessoal, sejam bem-vindos ao meu novo save na Profissão: Manager. A primeira vez que ouvi falar do Pogon Szczecin e do presidente que trocou todo time por brasileiros foi em 2015. Desde então, eu tinha a ideia de que precisava fazer um save com eles. A história é boa demais para deixar passar. No fim, a ideia acabou ficando sempre em segundo plano. Mas sinto que agora finalmente chegou a hora de olhar para terras polonesas.
      O tema do save já é apresentado no título – em português, "a mágica brasileira". Em 2005, o presidente do Pogon sonhou em transformar seu time em tudo aquilo que o futebol brasileiro representava: um futebol bonito, ofensivo, de lances de brilho individual. A execução foi a pior possível. Mas a ideia permaneceu – se não na vida real, ao menos no mundo alternativo que criei para esta história. E é esta ideia que eu quero levar adiante, agora de uma maneira mais responsável e realista.
      Diferentemente de meus outros saves, não vou listar aqui objetivos a serem cumpridos. Isto não significa que não os tenha. Quero ganhar o título polonês, e, idealmente, também alguma competição continental. Mas não quero que essa seja uma história sobre a busca destes títulos especificamente. Também gostaria de ver uma série de outras coisas acontecerem: ter um brasileiro como ídolo do clube, ter um jogador convocado para a seleção brasileira, ver um brasileiro do Pogon levar a artilharia do campeonato, coisas desse tipo. Mas também não gosto da ideia de listar elas como objetivos formais, já que muitas vezes a margem de manobra do treinador para atingir essas coisas é relativamente limitada – posso trazer um bom jogador brasileiro para o clube, mas nada garante que a torcida vai realmente gostar dele.
      Por tudo isso, optei por manter as coisas mais soltas dessa vez. É claro que vou comentar quando conseguir atingir alguma marca significativa, mas não quero trabalhar com uma lista daquelas onde parece que o save precisa atingir aquele ponto específico. Vamos buscar integrar brasileiros ao elenco sempre que possível. Vamos buscar jogar de forma ofensiva, valorizando a qualidade individual. A partir disso, é ver o que acontece.
       

      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, sem orçamentos na primeira janela, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo.
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
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