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Vannces

Steve Park - da Escócia para a eternidade...

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Vannces

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Amigos do FManager Brasil, sou  novo no site (entrei em 2016), mas venho aprendendo e me divertindo com os saves postados aqui. Após algumas pesquisas e a ajuda dos responsáveis pelo site (o que agradeço imensamente), resolvi postar meu primeiro save.

Trago uma proposta um pouco diferente das apresentadas pelos amigos que são experientes no site e que postam de forma muito profissional e cativante, diga-se de passagem.

Para quem tiver a oportunidade de acompanhar, espero que possam tirar algo de positivo dessa minha abordagem. De qualquer forma, fica aqui o agradecimento a todos que, se tiverem a oportunidade de acompanhar, possam, sempre que quiserem, fazer livremente críticas no sentido de me ajudar a levar o melhor dessa minha primeira experiência.

Bem, a ideia nesse save não é dar prioridade a nenhum clube especificamente, mas contar a história de um treinador. Sei que isso não é tão diferente do que já foi postado por muitos, mas a forma como escolhi contar essa história é que difere um pouco.

Haverá um repórter que trabalha para um veículo esportivo de comunicação e que foi incumbido de fazer uma entrevista a fim de lançar uma revista especial com a carreira do treinador, ou seja: sua caminhada desde o início até sua aposentadoria, passando por momentos tristes e alegres, conquistas e fracassos, erros e aprendizagens, curiosidades engraçadas, decepções e a glória (?).

Conheçam Steve Park (Treinador escocês) e Jhonny Kodansk (repórter inglês, sobrenome Kodansk vem da mãe polonesa)

Se sentirem vontade e a curiosidade se encaixar no contexto da história, mande perguntas para o treinador, a pergunta será feita pelo repórter.

Qualquer outra dúvida, tentarei explicar da melhor forma possível. 

________________________________________________________________________________________________________________________

DADOS DO SAVE:

Treinador: Sem qualquer experiência e desempregado.

Ligas carregadas: Primeira e segunda divisão (Escócia – Espanha – Brasil) e todas as divisões da Inglaterra. (explicação dessas escolhas na própria história).

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OBJETIVOS:

  • ·         Começar desempregado e chegar a clubes de primeira divisão ou seleção sem candidatura ao cargo, só com convites dos clubes ou seleções.
  • ·         Ganhar pelo menos um título de nível nacional por cada clube que passar.
  • ·         Ganhar um título continental com um clube que não o tenha em sua história.
  • ·         Ganhar um título continental ou mundial com alguma das seleções do Reino Unido.
  • ·         Transformar-se no personagem escocês mais famoso no mundo.

OBS1: Sei que os objetivos são pequenos se comparados com os que os amigos aqui do site normalmente escolhem e cumprem em suas postagens, mas como primeiro save, gostaria de poder tentar cumprir apenas esses. Talvez seja feito mais que isso, talvez menos, não sei. Mas o que sei é que pretendo me divertir e se possível, passar essa diversão a todos que tiverem a oportunidade de acompanhar.

OBS2: Reservo-me ao direito de usar prioritariamente o idioma português em algumas notícias e capas de revistas como forma de liberdade artística (já que o treinador é escocês.

________________________________________________________________________________________________________________________

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

A campainha toca, Steve Park abre a porta alguns segundos depois. Ele ainda estava de terno após ter chegado de um encontro organizado pela federação de futebol escocesa.

Jhonny Kodansk: Bom dia, Sr. Park! Eu sou o jornalista indicado pela BBC Sports para fazer a entrevista com o intuito de lançar uma revista especial contando toda a carreira do senhor.

Steve Park: Por favor, entre! Eu acabei de chegar. Venha à minha biblioteca, lá poderemos começar.

Alguns minutos depois.

Jhonny Kodansk: Senhor Park...

Steve Park: Meu rapaz, antes de tudo, quero que fique a vontade. A BBC não escolheu quem viria me entrevistar, eu pedi a eles que fosse você.

Jhonny Kodansk: Eu não sabia disso! Fico muito feliz e agradecido por ter esta honra.

Steve Park: Lembro-me que respondi muitas perguntas ao longo de minha carreira à sua revista e você sempre foi um repórter que me tratou com respeito e nunca interpretou de maneira falsa as minhas respostas. 

Outra coisa, eu o considero um grande profissional e, não por acaso, gostaria que me chamasse apenas de Steve, quero que se sinta a vontade.

Jhonny Kodansk: Agradeço Sr. Park...

Steve Park: O que foi que eu disse?

Após risos de descontração, Jhonny se mostra mais a vontade para iniciar sua longa e dedicada tarefa.

Alguns blocos, canetas, gravador, celular, notebook e outros utensílios de trabalho acompanham o jornalista na intenção de desvendar da forma mais detalhada e honesta a vida profissional e um pouco pessoal do escocês Steve Park.

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Jhonny Kodansk: Steve, sabemos que você é natural daqui de Montrose, sudeste da Escócia, é casado com Lia Forbes Park desde os 19 anos, tem dois filhos, Henderson Forbes Park e Scott Forbes Park, mas sempre fiquei curioso em saber porque no início você enviou currículo de treinador, além da Escócia, para ligas do Brasil, Espanha e Inglaterra. Como foi esse início?

Steve Park: Bem, em abril de 2017 eu assistia a uma vitória do Celtic por 2 a 0 sobre o Rangers pela copa escocesa e decidi, por paixão pelo esporte, me tornar treinador.

Jhonny Kodansk: Você era torcedor do Celtic ou Rangers?

Steve Park: Nenhum dos dois, mas via muita emoção naquele confronto, a rivalidade era altíssima e apaixonante.

Jhonny Kodansk: Qual o seu time de coração, Steve?

Steve ParkDeixemos isso para um momento futuro. (risos)

Jhonny Kodansk: Voltando à sua candidatura então, você tinha alguma formação para o cargo de técnico?

Steve Park: Nenhuma! Zero! Formação nacional A apenas.  Eu era um saudosista, nada mais, sempre fui um apaixonado por esse esporte que encanta milhões. Minha família tinha uma boa reserva financeira vinda do comércio de produtos agrícolas desde meu bisavô.

Não foi uma decisão tomada de uma hora para outra, foram alguns anos avaliando, imaginando e, principalmente, sonhando com isso. Nesse dia do clássico que citei, eu falei com minha esposa para tomar conta dos negócios com os garotos que eu ia atrás do meu sonho, ia ser treinador de futebol.

Jhonny Kodansk: E ficar longe da família?

Steve Park: Só até eu me ajeitar, o Reino Unido não é tão grande, e nos veríamos sempre que possível.

Jhonny Kodansk: E se o convite viesse do Brasil?

Steve Park: Muito difícil isso acontecer naquele momento.

Jhonny Kodansk: Sua esposa aceitou de que forma?

Steve Park: Tivemos umas discussões, conversas longas, mas não parecia um absurdo levando-se em conta nossa situação financeira. No fundo, ela queria um pouco de emoção em nossas vidas também (risos). O caso é que ela sempre me apoiou, por mais que num momento inicial tudo isso parecesse loucura, não posso negar que foi um pouco louco, mas inevitável.

Jhonny Kodansk: Steve, e as ligas! O currículo para o Brasil, Espanha...

Steve Park: Olha, meu filho Henderson que me ajudava nisso, com 16 anos ele era uma espécie de agente. Eu queria aprender com os melhores e ele, sabendo disso, organizava os envios do currículo para esses países. Eu tenho aqui uma cópia de um portfólio que mostrava um pouco do meu perfil, vê-se que não é nada demais, mas  fazia com que eu me sentisse treinador.

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Jhonny Kodansk: É, não dá para negar que você precisaria caminhar muito ainda no mundo do futebol, interessante que nessa época você usava óculos. Mas, e as Ligas de outros países, Steve!

Steve Park: É, logo depois eu coloquei lentes, era mais confortável para trabalhar, pelo menos para mim.

Jhonny Kodansk: Mas, e as Ligas de outros países, Steve!

Steve Park: Bem, as ligas. O irmão do meu bisavô foi imigrante que constituiu família no Brasil, visitei o país várias vezes antes mesmo de trabalhar como treinador. Não via problema em enviar currículo para lá, é o país do futebol, é claro que ninguém nem olhou, quem contrataria um ninguém da Escócia para ser treinador naquele país?

A Espanha é um caso particular, pois tinha o melhor futebol de clube do mundo em 2017/2018. Por que não enviar um currículo? Inútil também, eu sei.

A Inglaterra é como um lar natural para mim, é onde nasceu o futebol, queria mesmo começar lá, qualquer divisão que me quisesse eu toparia. Claro que só a mais baixa poderia me aceitar.

A Escócia é minha pátria, mas começar aqui seria um pouco estranho, a pressão da minha família poderia me atrapalhar, por isso enviei currículo apenas para a primeira e segunda divisão.

Jhonny Kodansk: E o primeiro clube, Steve!

Steve Park: Após uns 6 meses... Desde o início da temporada 2017/18, fui à 3 entrevistas, Bognor Regis, Poole Town e Truro City, todos jogando a Vanarama National League South, última divisão inglesa. Somente na terceira entrevista fui aceito. Fui contratado para comandar o Truro City.

 

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Arena/EstádioTreyew Road

Campeonato Vanarama National League South Division

LocalizaçãoTruro, Reino Unido

Fundação1889

Capacidade3.800 lugares

Jhonny Kodansk: E como se saiu nesse início de carreira?

Steve Park: Daquela passagem tenho poucos registros salvos em meus arquivos. A cada clube que eu comandava, guardava mais e mais documentos relacionados ao meu trabalho, estatísticas e tudo mais que envolve o gerenciamento de uma equipe. Nos três  primeiros clubes  que treinei, não tive muitos registros. No Truro guardei pouquíssimas recordações e anotações.

Quanto ao desempenho, eu parecia perdido numa jaula de leões. Primeiro, resolvi assistir a uma partida deles.

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Jhonny Kodansk: Como era o time?

Steve Park: Muito fraco, havia jogadores que sabiam menos do que eu dentro de campo, mas como eu não podia jogar (risos)... Era canelada e chutão e eu perdido como cego em tiroteio, como se diz no Brasil. É fato que eu não soube lidar com nada disso naquele momento.

Acho até que tenho uma amostra aqui de uma avaliação comparativa entre  as competências do no nosso melhor jogador, o Todd, zagueiro muito aplicado e a média de competências de jogadores daquela liga para a mesma posição em campo.

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Steve ParkO time se encontrava na 20ª posição quando eu cheguei.

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Jhonny Kodansk: Mas como vc se sentia?

Steve Park: Eu estava motivado, Henderson me acompanhava o tempo todo, mas apesar disso eu não sabia absolutamente como reverter àquela situação. Era uma derrota após a outra. O que era motivação, começava a se transformar em frustração e em alguns momentos até em desespero.

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Eu não tinha moral com os jogadores, não sabia como treiná-los para enfrentar os desafios, não conseguia manter a disciplina. Havia um garoto da base, o Denver, que batia de frente comigo querendo jogar. Eu não o coloquei em nenhuma partida, por isso ele criava um problema no elenco. Não consegui nem emprestá-lo de tão ruim que ele era.

Jhonny Kodansk: Não houve nem um momento de alento na direção do Truro?

Steve Park: Uma esperança apenas. Eu usava a tática 4-1-2-3 com pontas e o time levava gols com gosto.

Depois passei a usar o 4-3-3, mas também não teve efeito, os jogadores não correspondiam a qualquer tática estabelecida, o moral deles já tinha ido para de baixo do tapete.

Por último, passei a ser mais covarde ainda, usei o 5-3-2 e, por incrível que pareça, me deu esperança.

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Vencemos o jogo contra o Concord pelo placar mínimo com gol do meia Harding. Eu fiquei louco.

Jhonny Kodansk: Por quê?

Steve Park: Você não entendeu, Jhonny. Era o quinto jogo da minha carreira como treinador, o adversário era direto na luta pelo descenso. Uma jogada em que Harding lançou a bola pela direita e correu para a área, Yetton foi o jogador que conseguiu um drible, não sei como, mas conseguiu, e cruzou a bola rasteira e, então, o meia de primeira conseguiu colocar a bola no canto esquerdo do goleiro.

Eu pulava como um louco na beira do gramado, berrava com os jogadores para terem atenção, mandei todo mundo para contenção para segurar o resultado e, ainda assim, quase levamos o gol de empate nos acréscimos. Foi minha primeira vitória na carreira, não tem como esquecer aquela partida.

O presidente estava próximo de mim e ria tanto que eu não entendia. O time estava ladeira a baixo e o chefão rindo de quase rolar no chão. Sem perceber, eu acho que fui um espetáculo a parte naquele dia.

Jhonny Kodansk: Há alguma situação engraçada ou interessante que mereça ser contada que você se lembra dessa época?

Steve Park: Hum... Engraçada para o presidente foi esse jogo no final das contas, mas tirando isso... Não! Só derrotas e mais derrotas. A cada 3 jogos eu reunia a equipe, dizia umas palavras de apoio e via cumplicidade nos jogadores, pareciam entender o que eu dizia, mas era só entrar em campo e a coisa desandava.

Na regra do campeonato eu só podia ter 5 reservas. Imagina, você pensa em reestruturar uma equipe dentro da partida, mas não tem as peças que precisa. Desanimador!

Jhonny Kodansk: E os jogadores, como você os avaliou?

Steve Park: Como disse, não tenho muitos dados do time. Acabei perdendo muita coisa daquela época, até porque foi uma época muito difícil .

Do goleiro ao atacante não havia ninguém que se salvasse. Lembro que quando eu via uns bons atributos num determinado jogador, percebia que faltavam outros de essenciais importâncias.

Havia alguns que jogavam com a gente e eram emprestados de outros clubes a custo zero, mas só atrapalhavam. Queria devolvê-los, mas o contrato de empréstimo deles me impedia de fazer isso, motivo pelo qual comecei a perceber essa cláusula dali para frente. O fato é que cheguei a pensar em terminar a carreira antes mesmo de chegar ao fim daquela temporada.

Jhonny Kodansk: Nossa! Chegou e pensar em desistir?

Steve Park: Sim, o Time não rendia, meu trabalho era em vão. Em março de 2018 a direção me encostou na parede e disse: “Steve, foi lhe dada uma chance para treinar esse clube e você o está arruinando”.

Eu arregalei os olhos e disse que o time já estava na zona de rebaixamento quando cheguei. Não adiantava argumentar, o presidente disse que eu tinha sido contratado para reverter isso e não para dar continuidade ao inferno.

Jhonny Kodansk: Nossa! Quanta cobrança!

Steve Park: É, meu sonho se encontrava em pedaços.

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No campo, eu usava a instrução o máximo equilibrada possível. Tempos depois, pensei no ritmo que queria que a equipe imprimisse nos jogos e acho que deveria ter sido mais leve.

Não havia técnica para jogar com tanta rapidez, com pressão alta, o time acabava se desestruturando e, como não era veloz, não recompunha a tempo para conseguir se manter firme para defender. Mas só com o tempo é que eu vi esses detalhes que no final fez grande diferença, negativamente falando.

Quanto ao pedido para ser mais disciplinado, eu acho que era o correto, um time com pouca técnica e pouca imprevisibilidade, finta e todos os atributos que os levassem a pensar por si próprios, precisavam mesmo jogar sob certas rédeas. De qualquer forma, hoje tudo não passa de história porque não tem mais a importância que tinha naquele exato momento.

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Jhonny Kodansk: Steve, como lidou com isso? Conte-nos mais.

Depois de pensar um pouco e de cabeça baixa, Steve desabafa:

Steve Park: Não há muito o que dizer, amigo. Eu tinha em minhas mãos um time fraco, não tinha dinheiro, não tinha Staff e minha experiência era zero. Peguei um time já com o moral lá em baixo e com tantos resultados ruins.

No dia 7 de abril de 2018, depois de um empate em casa pelo placar de 1 a 1 contra o East Thurrock, e o time já sem chances de se manter na divisão, o presidente Pete Masters veio até mim, também cabisbaixo, e disse que não tinha condições de  me manter no cargo.

Foram 18 jogos com:

1 vitória - 3 empates - 14 derrotas / 38 gols sofridos  - 10 gols feitos

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Jhonny Kodansk: É, Steve, início de carreira realmente difícil.

Steve Park: Muito difícil. Só para lembrar, em nenhuma partida que fizemos gol, conseguimos fazer mais que um.

 Na soma de tudo isso eu pensei em minha família, horas mais tarde após a demissão, eu liguei para minha esposa e disse que estava voltando para casa. Ela disse: “Amor, porque desistir agora? Você nunca foi de desistir fácil assim. Continue! As coisas aqui estão bem e você não tem com o que se preocupar.” Levantei a cabeça, lembrei-me daquele primeiro jogo que venci e fiquei maluco na beira do campo e, por um instante, senti a vontade de viver aquilo de novo. Não podia parar ainda, não sem tentar mais uma vez.

Jhonny Kodansk: Acha que outro treinador teria salvado o Truro do descenso?

Steve Park: Não sei, mas acho que seria difícil para qualquer um. É claro que alguém mais experiente no cargo poderia tentar algo de diferente, mas não acredito que conseguisse.

Alguns anos depois, o presidente Pete me enviou um e-mail dizendo que o time não rendia sob o comando de nenhum treinador até que fizeram mudanças radicais no elenco.

Jhonny Kodansk: Por que acha que ele se dispôs a te mandar esse e-mail?

Steve Park: Ficamos amigos depois disso. A verdade, é que o próximo clube que eu treinaria me mandou convite após consultar o Pete e ele falou bem de mim apesar do trabalho péssimo que fiz lá. Eu só fiquei sabendo disso nesse e-mail.

Enfim, o que posso dizer é que fiquei muito agradecido pelo acolhimento naquela linda cidade durante minha estadia. Mas minha carreira precisava continuar e, apesar dos péssimos momentos dentro de campo, eu decidi, com a companhia do meu filho e apoio da família, continuar em busca do meu sonho.

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Cidade de Truno - Inglaterra

Jhonny Kodansk: Steve, você sabe que ficarei na cidade por alguns dias, né? Sabe que levaremos alguns dias para detalhar sua carreira.

Steve Park: Sim, eu sei. Só por isso vamos almoçar então.

Jhonny Kodansk: Não precisa, Steve, já me programei para almoçar no restaurante perto da ponte.

Steve Park: Não, eu insisto, há muitos documentos, lembranças e fotos que quero te mostrar após o almoço.

Jhonny Kodansk: Ok então! Agradeço imensamente pela consideração, continuaremos depois.

 

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LC

Apesar do texto longo eu gostei do que li e a parte gráfica ficou muito boa. Já fiz saves de diário e de escritores ( escrevendo a trajetória de um treinador) e devo dizer que o tema é excelente. Terás aqui um bom leitor.

 

PS: Depois coloca a TAG do jogo, tipo  FM 2016, 2017 ou 2018.  :-)

 

 

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Vannces
9 minutos atrás, LC disse:

Apesar do texto longo eu gostei do que li e a parte gráfica ficou muito boa. Já fiz saves de diário e de escritores ( escrevendo a trajetória de um treinador) e devo dizer que o tema é excelente. Terás aqui um bom leitor.

 

PS: Depois coloca a TAG do jogo, tipo  FM 2016, 2017 ou 2018.  :-)

 

 

Depois que confirmei a postagem, vi que ficou um pouco longo mesmo, mas acredito que tenha sido pela necessidade de detalhar e explicar o início de tudo. Quanto à TAG, eu até coloquei, aparece embaixo do título, mas não em vermelho como nos saves que outros postam. Como sou novo nessa área, acho que não fiz da forma correta ainda.

Obrigado pelas dicas, LC!

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vinny_dp
46 minutos atrás, Vannces disse:

Depois que confirmei a postagem, vi que ficou um pouco longo mesmo, mas acredito que tenha sido pela necessidade de detalhar e explicar o início de tudo. Quanto à TAG, eu até coloquei, aparece embaixo do título, mas não em vermelho como nos saves que outros postam. Como sou novo nessa área, acho que não fiz da forma correta ainda.

Obrigado pelas dicas, LC!

Vannces, clique em Editar Post e abaixo da tag terá a opção "prefixo". Selecione a tag que você deseja deixar como prefixo e aí ela aparecerá vermelha. 

Não deixe de ler nossa Central de Informações, ela é o roteiro para os marinheiros de primeira viagem aqui do PM (;

Boa sorte.

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Vannces
18 minutos atrás, vinny_dp disse:

Vannces, clique em Editar Post e abaixo da tag terá a opção "prefixo". Selecione a tag que você deseja deixar como prefixo e aí ela aparecerá vermelha. 

Não deixe de ler nossa Central de Informações, ela é o roteiro para os marinheiros de primeira viagem aqui do PM (;

Boa sorte.

Nossa, tão simples e eu não tinha entendido, rs. Obrigado, Vinny!

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ggpofm

Bem-vindo, Vannces.

Boa sorte no save. Espero que consiga levar seu adiante e realizar o pretende. 

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Herr Jones

Seja bem vindo! Gostei bastante dessa primeira postagem, tanto na forma de contar a história quanto na dificuldade encontrada para encaixar o time. A demissão, certamente, era o caminho mais apropriado para ambos. Boa sorte na sequência!

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marciof89

Acho que é de praxe todos os iniciantes errarem a tag quando começam a contar histórias aqui hahaha

Seja bem vindo Vannces! Gostei da sua história, gosto de histórias longas então nem reparei o texto longo. E admiro muito que já tenha começado na ralação e sendo demitido. Curioso para ver a sequência desse save. Abraços e boa sorte!

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Vannces
59 minutos atrás, Herr Jones disse:

Seja bem vindo! Gostei bastante dessa primeira postagem, tanto na forma de contar a história quanto na dificuldade encontrada para encaixar o time. A demissão, certamente, era o caminho mais apropriado para ambos. Boa sorte na sequência!

Obrigado, Herr Jones! Cada passo, por mais difícil que seja, mesmo com demissão, serve como aprendizado sempre. Há muito caminho a trilhar ainda.

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Vannces
20 minutos atrás, marciofujarra89 disse:

Acho que é de praxe todos os iniciantes errarem a tag quando começam a contar histórias aqui hahaha

Seja bem vindo Vannces! Gostei da sua história, gosto de histórias longas então nem reparei o texto longo. E admiro muito que já tenha começado na ralação e sendo demitido. Curioso para ver a sequência desse save. Abraços e boa sorte!

Obrigado, Marcio! Se eu soubesse disso antes de começar o save, teria colocado como objetivo tentar não ser demitido, rs. Mas é assim mesmo, a emoção está em tentar superar esses obstáculos e as enormes dificuldades. Abraços!

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EduardoSofiate

Boa sorte no Save Vannces, a ideia é bem legal de criar praticamente uma biografia.
Vou acompanhar!

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Vannces
2 horas atrás, ggpofm disse:

Bem-vindo, Vannces.

Boa sorte no save. Espero que consiga levar seu adiante e realizar o pretende. 

Obrigado, amigo! O caminho é longo e vamos tentar, só espero que demissões não sejam corriqueiras, rs.

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Vannces
Agora, EduardoSofiate disse:

Boa sorte no Save Vannces, a ideia é bem legal de criar praticamente uma biografia.
Vou acompanhar!

Obrigado, Eduardo! Minha única preocupação é em não criar algo demasiadamente chato exatamente por nunca ter feito isso, mas sempre uma dica ou outra servirá como puxão de orelha caso isso comece a acontecer, rs. Abraços!

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EduardoSofiate
Agora, Vannces disse:

Obrigado, Eduardo! Minha única preocupação é em não criar algo demasiadamente chato exatamente por nunca ter feito isso, mas sempre uma dica ou outra servirá como puxão de orelha caso isso comece a acontecer, rs. Abraços!

Eu ando lendo muitos saves aqui, apesar de não comentar em todos para melhorar o que eu to fazendo com Del Piero.
Mas o primeiro post já impressionou, a parte gráfica tá mt legal.

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2sakakibara

Bem vindo Vannces! Essa história começou com tudo, emoção, drama, suspense! Vou acompanhar.
Desejo sorte nas próximas equipes.
Abraços.

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Vannces
5 horas atrás, 2sakakibara disse:

Bem vindo Vannces! Essa história começou com tudo, emoção, drama, suspense! Vou acompanhar.
Desejo sorte nas próximas equipes.
Abraços.

Obrigado, amigo! Também espero ter mais sorte, rs. De qualquer forma com o tempo, o treinador poderá conseguir melhores capacitações, o que certamente ajudará a lidar com as dificuldades. Abraços.

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Henrique M.

Boa sorte.

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Vannces
8 horas atrás, Henrique M. disse:

Boa sorte.

Valeu, amigo! O treinador tá precisando mesmo, rs

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Vannces
Em 01/03/2018 at 11:55, EduardoSofiate disse:

Eu ando lendo muitos saves aqui, apesar de não comentar em todos para melhorar o que eu to fazendo com Del Piero.
Mas o primeiro post já impressionou, a parte gráfica tá mt legal.

Tenho me inspirado exatamente no que o pessoal faz em seus saves. Obrigado!

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DanieLLVip

Acompanhando, parece que vai ser um save interessante, boa sorte!!

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Vannces

 

36 minutos atrás, DanieLLVip disse:

Acompanhando, parece que vai ser um save interessante, boa sorte!!

Obrigado, Daniel! Espero que Steve não nos decepcione, rs.

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Fkcavas

Ideia interessante Vannces. aguardando os próximos capítulos.

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Tsuru

Tem tudo para ser uma trajetória muito interessante. Acompanhando.

Boa sorte!

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Vannces
2 horas atrás, Fkcavas disse:

Ideia interessante Vannces. aguardando os próximos capítulos.

Obrigado, amigo! Espero que Steve não decepcione. Abraços.

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Vannces
49 minutos atrás, Tsuru disse:

Tem tudo para ser uma trajetória muito interessante. Acompanhando.

Boa sorte!

Obrigado Tsuru! Os comentários daqueles que podem acompanhar são o termômetro para melhorar cada vez mais, Valeu mesmo!

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      Para a tabela completa com mais informações (idade, clube, nacionalidade, valor) podem consultar o site FMTalks.pt bem como as listas do mercado Sérvio e Norueguês.
      Mercado Sérvio
      Mercado Norueguês

      Estes jogadores estão todos no mercado colombiano.
      GR
      Carlos Bejarano Joel Silva Fernando Monetti Robinson Zapata
      DR
      Daniel Bocanegra Juan Camilo Angulo Gilberto García Iván Vélez Juan Roa
      DC
      William Tesillo Diego Herner Carlos Henao Diego Braghieri Rafael Pérez Hernán Pertuz
      DE
      Felipe Banguero Juan Dominguéz Juan David Valencia
      MDC
      Andrés Pérez Diego Arias
      MC
      Jesús Marimón Jhon Duque Gonzalo Castellani Abel Aguilar
      MOE
      Matías Mier Yohandry Orozco Vladimir Hernández Leyvin Balanta
      MOD
      John Edison Hernández
      MOC
      Omar Pérez Santiago Montoya Andrés Ricaurte Andrés Roa Daniel Hernández Macnelly Torres Fabián Sambueza
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    • Danut
      Por Danut
      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
       
      Então pessoal, sejam bem-vindos ao meu novo save na Profissão: Manager. A primeira vez que ouvi falar do Pogon Szczecin e do presidente que trocou todo time por brasileiros foi em 2015. Desde então, eu tinha a ideia de que precisava fazer um save com eles. A história é boa demais para deixar passar. No fim, a ideia acabou ficando sempre em segundo plano. Mas sinto que agora finalmente chegou a hora de olhar para terras polonesas.
      O tema do save já é apresentado no título – em português, "a mágica brasileira". Em 2005, o presidente do Pogon sonhou em transformar seu time em tudo aquilo que o futebol brasileiro representava: um futebol bonito, ofensivo, de lances de brilho individual. A execução foi a pior possível. Mas a ideia permaneceu – se não na vida real, ao menos no mundo alternativo que criei para esta história. E é esta ideia que eu quero levar adiante, agora de uma maneira mais responsável e realista.
      Diferentemente de meus outros saves, não vou listar aqui objetivos a serem cumpridos. Isto não significa que não os tenha. Quero ganhar o título polonês, e, idealmente, também alguma competição continental. Mas não quero que essa seja uma história sobre a busca destes títulos especificamente. Também gostaria de ver uma série de outras coisas acontecerem: ter um brasileiro como ídolo do clube, ter um jogador convocado para a seleção brasileira, ver um brasileiro do Pogon levar a artilharia do campeonato, coisas desse tipo. Mas também não gosto da ideia de listar elas como objetivos formais, já que muitas vezes a margem de manobra do treinador para atingir essas coisas é relativamente limitada – posso trazer um bom jogador brasileiro para o clube, mas nada garante que a torcida vai realmente gostar dele.
      Por tudo isso, optei por manter as coisas mais soltas dessa vez. É claro que vou comentar quando conseguir atingir alguma marca significativa, mas não quero trabalhar com uma lista daquelas onde parece que o save precisa atingir aquele ponto específico. Vamos buscar integrar brasileiros ao elenco sempre que possível. Vamos buscar jogar de forma ofensiva, valorizando a qualidade individual. A partir disso, é ver o que acontece.
       

      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, sem orçamentos na primeira janela, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo.
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
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