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Steve Park - da Escócia para a eternidade... (Aguardando Avaliação)

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Vannces

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

 

Após o almoço e alguns assuntos extra campo, Jhonny e Steve retomaram a conversa.

Jhonny Kodansk: Steve, temos poucos registros, em nossas pesquisas, sobre sua passagem pelo...

Steve Park: Matlock!

Jhonny Kodansk: Exato! Por quê?

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Arena/Estádio: Auroworld Arena (Causeway Lane)

Campeonato:  Vanarama National League North Division

Localização: Matlock - Inglaterra

Fundação: 1878

Capacidade: 2.757 lugares

Steve Park: Foi uma passagem relâmpago. Tenho algumas fotos daquela época e até algumas boas lembranças.

Jhonny Kodansk: O que realmente aconteceu?

Steve Park: A verdade é que eu tinha ido para o Matlock desanimado. Apesar de novos ares e até bons amigos que fiz, eu não queria estar ali.

O estressante, logo de início, é que eu queria melhorar o Staff do clube e eis que tive uma grande decepção. Foi um balde de água fria, ou melhor, de gelo.

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É claro que peguei a equipe no início da temporada, o que me dava esperanças de fazer um trabalho melhor. Inverno rigoroso, mas o treinamento rendia bem.

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Jhonny Kodansk: Por que estava sendo tão difícil esse início de carreira, Steve?

Steve Park: No início, eu não tinha muita paciência para estudar os detalhes que envolvem esse esporte, eu queria resultado.

Não havia profissionais capacitados ao meu lado para me ajudar no gerenciamento da equipe. E aí, meu caro, o preço a se pagar é altíssimo.

Para se ter uma ideia, no período de outubro a dezembro, metade da equipe que já não me apoiava, ficou, a exceção do jovem Doug, todos descontentes, o que dificultou ainda mais o meu trabalho.

Doug era um rapaz promissor dentro do Matlock, meia-atacante esquerdo, rápido, mas precisava melhorar ainda sua técnica. Ele disse uma vez para mim: “É, professor, não tá fácil, né?”

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Jhonny Kodansk: Difícil reverter essa situação?

Steve Park: Veja bem, Jhonny... Houve momentos em que tentamos e até tínhamos esperança. Não posso dizer que foi um desastre total como anteriormente no Truro.

Eu usava a tática 4-1-2-3 e até gostava do resultado quanto à questão dos números, o problema era que ao final das partidas, em sua maioria, a derrota era certa.

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Às vezes oscilava para um 4-2-3-1, jogando no contra-ataque, mas sempre voltava à primeira tática que, para mim, funcionava melhor.

Jhonny Kodansk: Não entendi! A tática funcionava, mas era quase sempre derrota?

Steve Park: Sim, o time cumpria com o que eu designava dentro de campo, mas, o moral bem baixo, a direção cobrando resultados e adversários bem mais preparados dentro de campo, nós não conseguíamos sair do marasmo.

Jhonny Kodansk: Com essa situação você sofreu demissão novamente?

Steve Park: Não, dessa vez eu decidi sair no meio da temporada e deixar que o clube encontrasse alguém que pudesse trabalhar com a cabeça mais tranquila.

Eu teria saído antes mesmo se não fosse o pedido para ficar de um amigo que fiz lá dentro, o Sr. Sheik Holmes. Aquele homem era um faz de tudo e um verdadeiro amigo. Ele faleceu três anos depois. O senhor Holmes me apresentou às pessoas que, aos poucos, foram se tornando bons amigos naquela cidade fria.

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Mas quando eu deixei o Matlock, o time estava no limite fora da zona de rebaixamento, mas quem entrasse lá precisaria colocar as barbas de molho.

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Jhonny Kodansk: Arrepende-se de ter treinado o Matlock, Steve?

Steve Park: Não! De forma alguma! Lá eu fiz muitos amigos e aprendi algumas coisas que precisavam ser postas em prática, mas que, infelizmente, eu só conseguiria em alguma equipe com um pouco mais de estrutura.

Jhonny Kodansk: O que te faria ficar até o fim da temporada?

Steve Park: Eu queria mais apoio da direção para trabalhar, teria ficado muito mais tempo se tivesse conseguido isso, ou seja, direção e jogadores, apoio zero.

Sei que nessas divisões a gente não pode querer muito isso, mas eu sentia que poderia melhorar o meu trabalho. Queria um clube que me apoiasse em certas decisões e que me ajudasse a melhorar meu nível como treinador.

Jhonny Kodansk: E os resultados daquele período frente ao Matlock?

Steve Park: Bem desanimador. Quase igual ao que aconteceu no Truro.

Aliás, pouco tempo depois eu comecei a enxergar claramente onde falhei, tanto num como no outro clube, e isso foi o que me motivou a dar continuidade na carreira.

Mas mesmo assim, no Matlock, eu também não tinha motivo para ter orgulho do meu trabalho desenvolvido.

Foram 28 jogos.

5 vitórias – 6 empates – 17 derrotas / 24 gols feitos – 46 gols sofridos

Era difícil, muito difícil encontrar forças para continuar fazendo parte daquilo. Eu precisava de uma guinada na carreira, precisava pensar, avaliar cada atitude minha e ponderar outras e não estragar todo o carinho que eu ainda tinha dentro do Matlock.

Jhonny Kodansk: Há alguma coisa a destacar? Algum jogo que mereça alguma lembrança desse período?

Steve Park: Talvez a pré-temporada e os jogos na Taça FA. Fizemos 3 amistosos com 2 empates e uma vitória no terceiro jogo por 5 a 0 contra o Stapenhill, era um time de várzea basicamente, eu sei, mas eu pensei em trabalhar exatamente o moral do meu time no início.

Na Taça, fizemos belíssimos jogos durante a fase de qualificação. Uma bela vitória de 3 a 0 contra o Bedworth pela 2ª fase de classificação, depois um 2 a 0 contra o Chorley pela 3ª fase, na sequência um empate em 0 a 0 e uma vitória de 1 a 0 contra o Enfield town pela 4ª fase e classificação para a primeira eliminatória.

Jhonny Kodansk: O time parecia jogar bem então, Steve?

Steve Park: Parecia, mas logo na primeira partida eliminatória, único jogo daquele ano televisionado, nós levamos um 3 a 0 do Rotherham, fora o baile, e fomos desclassificados. Depois perdemos pelo Troféu FA por 3 a 2 para o Curzon Ashton, 3ª fase de qualificação, jogo até bem equilibrado, mas outra eliminação.

E para você saber, essas duas derrotas pelas taças estão entre as 8 derrotas seguidas que tivemos, até eu sair, desde a vitória contra o Enfield town.

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As vitórias funcionaram para os torcedores aparecerem, mas já nas partidas oficiais pela Vanarama eu sentia que decepcionava aqueles que gostavam de frequentar o Causeway Lane.

A imprensa dizia que éramos candidatos a ficar entre os últimos, mas a luta era constante para tentar contrariar essa previsão.

Jhonny Kodansk: Mas, Steve, vocês conseguiram pelo menos 5 vitórias e 6 empates! Não era indício de uma possível reação, de potencial ainda a ser desenvolvido?

Steve Park: Até poderia ser, mas somente uma vitória no Vanarama me fez repensar na continuidade. Aliás, essa vitória foi num jogo com pouca emoção, mais erros do que acertos contra o FC United. Acho até que foi uma vitória desmerecida.

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Fomos massacrados com 22 finalizações deles e somente 5 nossa, em uma das nossas, e com erro do zagueiro adversário, conseguimos de cabeça o único gol que nos deu a vitória.

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Os três empates pela Vanarama a gente conseguiu com muita dificuldade.

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O torcedor não quer saber, seja ele de time grande ou pequeno, o que ele quer mesmo é ver nas páginas do jornal o seu orgulho estampado, e isso eu não estava conseguindo fazer. Eu não queria mais rebaixamento em meu currículo e nem ver a cara de tristeza do torcedor que comparecia para acompanhar seu time de coração.

Jhonny Kodansk: Você não parece mesmo muito empolgado ao falar dessa passagem, Steve.

Steve Park: Nenhum pouco! Depois da última vitória contra o Enfield Town por 1 a 0 pela Taça FA, como eu disse, vieram essas 8 derrotas consecutivas.

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E o reflexo disso eram as arquibancadas vazias no mês de dezembro. Os Gladiadores, como eram chamados, não podiam continuar naquela situação, era necessário uma guinada.

Mas sabe, Jhonny, minha carreira começou a tomar rumos mais animadores e pender para melhoras exatamente no momento em que eu saí do Matlock.

Jhonny Kodansk: Steve, sinto falta de mais detalhes em relação às partidas disputadas, o clima existente na competição, envolvimento maior naquele mundo escondido do futebol inglês.

Steve Park: Você terá esses detalhes, amigo! Em histórias futuras. Mas naquela competição e, com tudo que acontecia, eu parecia paralisado.

De qualquer forma eu deixei o clube no meio de uma temporada que, para mim, era uma incógnita. Não vejo muitas razões para detalhar partidas ou outros acontecimentos.

Jhonny Kodansk: Por quê?

Steve Park: Porque eu não guardei quase nada além do que já te falei. Eu não vivia um momento psicológico bom naquele período.

Foi exatamente nesse ponto da carreira que senti a responsabilidade dos meus atos. Saudades reais da minha família. Certo arrependimento de tê-los deixado por essa busca, que não passava de uma aventura até então. Sentia-me arrasado, culpado.

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Sentei-me em um banco próximo ao estádio. Com as mãos na cabeça abaixada, e fiquei por alguns minutos, desolado, querendo entender o que se passava. “O que fazer? Como fazer? O que está errado? Por que não enxergo as coisas com a clareza que preciso?” Pensei.

Jhonny Kodansk: O que tirou desse momento de reflexão, Steve?

Steve Park: Infinitos e importantes detalhes, Jhonny.

Concentração maior a partir dali. Trabalho mais minucioso. Avaliação de cada jogador, posição em que jogava, rendimento em cada posição, encaixe de jogadores a cada tática treinada, função exercida, encaixe de jogador com jogador, como seus atributos ajudariam a equipe e se encaixariam na tática e na sua função frente ao adversário, condições de um e desenvolvimento do outro, e principalmente, percepção quanto ao apoio do elenco. Eu precisava mostrar serviço profissional, mesmo antes de ter o conhecimento que tenho hoje.

Jhonny Kodansk: E como esse momento refletiu em sua carreira dali para frente?

Steve Park: Diríamos que as peças começaram a se encaixar, novo clube, novas políticas, desafios também, é claro, mas principalmente, uma cabeça mais voltada para os mínimos e importantes detalhes. Cada passo, cada atitude, levava em conta erros, acertos, estatísticas, números e inúmeras conclusões que antes não eram observados.

 Não estou dizendo que foi uma maravilha, eu sofri bastante nessa caminhada, não foi nada fácil, mas também não foi o desastre como no Truro e no Matlock, e o crescimento da minha carreira começaria a partir dali.

Jhonny Kodansk: Vamos falar disso então!

Steve Park: Com prazer, Jhonny! Com muito prazer... Mas antes quero te mostrar uma coisa.

A amizade e o carinho que consegui naquele clube é a prova de que nem tudo era espinho. Um torcedor chegou até mim, no dia de minha despedida, e disse:

“Sr. Park, o senhor é uma ótima pessoa, trouxe esperança para os gladiadores dessa pequena cidade, e embora os resultados não tenham sido o que nós queríamos, víamos e comentávamos sua dedicação, seu empenho e o quanto você também sofria com as derrotas.

Aceite essa lembrança como agradecimento. Para a gente, o Senhor é também um gladiador.”

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Naquele momento veio as lágrimas, eu agradeci, queria ter retribuído dentro de campo com os jogadores, mas para o meu bem-estar e para o bem do clube eu precisava mesmo ir embora.

 

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2sakakibara

Um início complicado para o Steve Park...
Talvez ele devesse ter seguido por um caminho mais simples em sua estratégia de jogo. Um 4-4-2 clássico, bola longa para os atacantes, bem estilo inglês tradicional, poderia funcionar.
Abraço.

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Vannces
4 minutos atrás, 2sakakibara disse:

Um início complicado para o Steve Park...
Talvez ele devesse ter seguido por um caminho mais simples em sua estratégia de jogo. Um 4-4-2 clássico, bola longa para os atacantes, bem estilo inglês tradicional, poderia funcionar.
Abraço.

Interessante dizer isso, parece que você fez uma leitura do próximo trabalho, (em andamento), de Steve. Algo precisava ser feito para mudar o panorama. Abraços.

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Herr Jones

Mais um trabalho que o Steve não conseguiu se destacar e, desta vez, prevendo a liberação decidiu pedir para sair. Ainda aposto em uma volta por cima, com um trabalho melhor aproveitado. Vamos ver se no próximo as coisas serão melhores para o treinador. Boa sorte!

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Vannces
12 horas atrás, Herr Jones disse:

Mais um trabalho que o Steve não conseguiu se destacar e, desta vez, prevendo a liberação decidiu pedir para sair. Ainda aposto em uma volta por cima, com um trabalho melhor aproveitado. Vamos ver se no próximo as coisas serão melhores para o treinador. Boa sorte!

É, Jones, passou da hora de isso acontecer. Pelo andar da carruagem, o futuro não será tão sofrido. Obrigado pelo comentário!

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Henrique M.

Péssimo começo, mas serve de experiência para que o treinador possa evoluir.

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Vannces
2 horas atrás, Henrique M. disse:

Péssimo começo, mas serve de experiência para que o treinador possa evoluir.

Isso mesmo Henrique, tá passando da hora de melhorar os resultados em sua carreira. Obrigado pelo comentário.

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PedroJr14

Rapaz, foi só eu passar um tempo fora e a galerinha aqui chegou com tudo. Seja bem-vindo, Vannces.

É uma proposta de história bem interessante, com um começo ruim, mas que deve ter um futuro promissor. Boa sorte!

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CCSantos

Legal essa história. A forma como vem descrevendo é muito boa.

Parabéns pelas duas histórias, e continue assim, que o ritmo da história (li que está preocupado com isso, pra não ficar uma coisa maçante) está excelente. Maçante está o do CCC, confere lá pra ver o tanto de texto que tem lá. hahahahaha

Abraço e melhor sorte.

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Vannces
2 horas atrás, PedroJr14 disse:

Rapaz, foi só eu passar um tempo fora e a galerinha aqui chegou com tudo. Seja bem-vindo, Vannces.

É uma proposta de história bem interessante, com um começo ruim, mas que deve ter um futuro promissor. Boa sorte!

Acho q Steve fez muitas experiências no início, mas a partir de agora será mais c pé no chão. Obrigado, Pedro!

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Vannces
23 minutos atrás, CCSantos disse:

Legal essa história. A forma como vem descrevendo é muito boa.

Parabéns pelas duas histórias, e continue assim, que o ritmo da história (li que está preocupado com isso, pra não ficar uma coisa maçante) está excelente. Maçante está o do CCC, confere lá pra ver o tanto de texto que tem lá. hahahahaha

Abraço e melhor sorte.

Vou conferir sim, Santos, sempre aprendo um pouco c cada postagem.

De qualquer forma farei postagens mais curtas já q terei sempre mais dados p apresentar e não quero encher c muitas informações numa única postagem. Abraços e obrigado pelo comentário.

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DanieLLVip

Inicio difícil, mas daqui pra frente vai melhorar!!

Editado por DanieLLVip

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Vannces
2 horas atrás, DanieLLVip disse:

Inicio difícil, mas daqui pra frente vai melhorar!!

Vai sim, Daniel, é o que espero. A nova postagem acho que já teremos menos sofrimento, rs. Obrigado pelo comentário.

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LC

Complicado permanecer no clube, ainda mais com esses resultados. Vamos ver para onde o treinador irá. Acompanhando.

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Vannces
2 horas atrás, LC disse:

Complicado permanecer no clube, ainda mais com esses resultados. Vamos ver para onde o treinador irá. Acompanhando.

Complicado mesmo, mas que acho que as coisas vão melhorar, pelo menos é o que o treinador deixou claro. Obrigado, LC!

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marciof89

Início complicado, mas acredito que bons ventos soprarão para Steve Park.

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Vannces
19 minutos atrás, marciof89 disse:

Início complicado, mas acredito que bons ventos soprarão para Steve Park.

É o que espero também, Marcio. Quem muito cai, uma hora tem que aprender com os tombos. Obrigado pelo comentário.

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Vannces

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EM UMA DATA NO FUTURO:

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DOIS ANOS ANTES:

O Matlock era assunto encerrado na entrevista.

Jhonny Kodansk: Steve, vamos falar do terceiro clube pelo qual você passou. O que de diferente havia nele que o ajudou na carreira? Se é que assim podemos dizer.

Steve Park: Eu chamaria de nova era, de trampolim para os voos mais altos!

Jhonny Kodansk: Então nos conte sobre o Brackley.

 

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Vannces

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Arena/Estádio: St. James Park

Campeonato:  Vanarama National League South Division

Localização: Brackley - Inglaterra

Fundação: 1890

Capacidade: 3.500 lugares

Steve Park: Eu estava de volta à divisão sul da Vanarama. O convite não tardou logo que eu saí do Matlock.

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Jhonny Kodansk: Espera! Você saiu do Matlock, fora da zona de rebaixamento, e pegou o Brackley em 22º. Fale-me disso, por favor!

Steve Park: O desafio em si nunca foi um problema para mim, mas se sentir capaz e com apoio da direção, isso sim faz diferença.

Jhonny Kodansk: Vejo que você fala sobre esse momento com mais prazer.

Steve Park: E não é para menos.

Os dados da minha carreira até aquele momento não eram prazerosos. 73% de derrotas e 12 % de vitórias e 15 % de empates.

Mas mudar tudo isso começou a ser possível, principalmente dentro de campo, a começar pela escalação.

O time que vou te mostrar era o que jogava do jeito que eu queria. Era muito consistente, e não estou falando da tática, mas do rendimento.

Eu sempre gostei do 4-1-2-3 ou 4-2-3-1, mas as peças se encaixavam melhor nesse esquema 4-4-2. Parei de teimar com o esquema que eu gostava e comecei a pensar no rendimento das peças que eu tinha. Deu certo.

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Jhonny Kodansk: Parece falar com mais propriedade?

Steve Park: Lembra do que falei antes?

Kmarak e tringer pelas pontas subiam no apoio e voltavam para ajudar na marcação, o Flood no meio era o maestro, pouca velocidade, mas certa experiência e técnica, e o Hayger tanto defendia como atacava, era o pulmão do time.

A zaga e o goleiro eram medianos, eu precisava melhorar aquele setor, mas grana para isso não tinha.

Flons no ataque era muito bom e Schwars fazia uma ligação entre meio e ataque sem dificuldades.

Não estou dizendo que o time era infalível, mas rendia aquilo que se esperava para aquela divisão.

Os reservas não estavam no nível da equipe, pareciam jogadores do Truro, muito abaixo do que a competição exigia, mas tínhamos que saber lidar com isso.

Jhonny Kodansk: O que pedia aos jogadores?

Steve Park: Bem, acima de tudo disciplina. Não dava muita liberdade, eu não queria ritmo forte, marcação alta ou qualquer outra coisa que os fizessem sair do plano de jogo como aconteceu muitas vezes no Truro e no Matlock.

 Mesmo com posse de bola, cobrava do time bolas longas e trocas de passes nas laterais, o que rendia bem já que os laterais e os meias-atacantes extremos revezavam na construção das jogadas. Eu deixava que os laterais decidissem a hora de defender e de atacar, como uma autorização automática, funcionava muito bem dessa forma.

É claro que a cada jogador, individualmente, eu pedia marcação forte, era minha principal exigência.

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Jhonny Kodansk: O apoio que você disse anteriormente, tinha no Brackley?

Steve Park: Sim, tanto que foi ali que comecei meu primeiro curso de treinador. Minha animação e moral estavam lá em cima, tive a oportunidade e apoio de mudar o Staff do clube.

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Ao final daquela temporada nós tínhamos o melhor Staff da Vanarama Sul. Isso fez enorme diferença, Jhonny.

Jhonny Kodansk: Já que você tinha esse apoio da direção e o time rendia dentro de campo, como foi o rendimento do Brackley na competição?

Steve Park: Olha, eu comecei no meio da temporada, início de fevereiro, com uma derrota contra o Oxford City, mas nesse jogo, amigo, tivemos 18 finalizações contra apenas 4 deles. Quis o destino que eles fizessem 2 gols e nós nenhum.

Já fiquei animado ali, mesmo com a derrota, pois a estatística mostrava o que eu poderia conseguir com aquela equipe.

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Depois 5 vitórias seguidas com destaque para o 4 a 1 contra o Havant & W, foi um massacre, poderíamos ter ganho de muito mais.

Outro destaque foi o 5 a 2 contra o Gloucester, time forte na divisão. Jogo emocionante, saímos ganhando, eles empataram, viraram e no segundo tempo, após um puxão de orelha, a equipe voltou com gás e fizemos 4 gols. Jogo lindo, foi emocionante.

Jhonny Kodansk: Saldo positivo então, né?

Steve Park: Está brincando! Foram 15 jogos, 10 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. Os empates foram por relaxamento mesmo já no final da competição e sem perigo algum de rebaixamento.

Jhonny Kodansk: O que mudou no seu trabalho que fez essa diferença, Steve?

Steve Park: Minha atitude, comprometimento e estudos, amigo. Procurei conhecer mais a fundo os detalhes, sempre os detalhes que ficavam despercebidos.

Jhonny Kodansk: Terminou animada a temporada então?

Steve Park: Sim, exemplo disso foi que, após o último jogo, os jogadores estavam eufóricos no vestiário, parecia que tínhamos ganhado o título.

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De certa forma, tínhamos mesmo. Sair de um 22º lugar e terminar em 9º ao final de 15 partidas, era tudo que precisávamos para terminar a temporada e já pensar grande para a próxima.

Jhonny Kodansk: Pensar grande?

Steve Park: Pensar em subir de divisão, ser campeão, eu estava realmente animadíssimo.

A partir desse momento eu estava me sentindo O treinador Steve Park e com muita vontade de trabalhar cada vez mais.

 

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Editado por Vannces

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2sakakibara

Disciplina é essencial para ter sucesso em um clube de pequeno porte. Finalmente Steve Park encontrou seu caminho!
Abraço.

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DanieLLVip

Agora sim, eu disse que ia melhorar haha!! Agora é lutar para subir

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Herr Jones

Fico feliz que tenha encontrado o caminho dos bons resultados em um time que parecia destinado ao rebaixamento. O básico acabou dando certo e o time teve uma ascensão grotesca, tem tudo para repetir o bom momento na próxima temporada. No aguardo para ver o que espera Steve em sua próxima temporada.

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marciof89

Agora sim, encontrou um bom caminho, justamente num time que lutava pra não cair. Bom saber que conseguiu montar uma equipe técnica a seu gosto. Será que Steve consegue levar o Brackley para a próxima divisão? Boa sorte!

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Vannces
18 horas atrás, 2sakakibara disse:

Disciplina é essencial para ter sucesso em um clube de pequeno porte. Finalmente Steve Park encontrou seu caminho!
Abraço.

É, acho que passou a exigir menos de jogadores com pouco a oferecer e cobrar apenas disciplina nas atitudes necessárias dentro de campo. Espero que is isso dure. Obrigado por comentar.

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Vannces
17 horas atrás, DanieLLVip disse:

Agora sim, eu disse que ia melhorar haha!! Agora é lutar para subir

Exatamente, Daniel! Se nada de diferente acontecer,  a subida é o próximo desafio. Obrigado por comentar.

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    • Danut
      Por Danut
      Olá a todos. Sejam bem-vindos à segunda versão do save Brazylijska magia. Como a maioria já deve estar sabendo, esse foi um save que eu iniciei no final de dezembro do ano passado, mas que acabou tendo uma vida muito curta. Depois de um tempo pensando, decidi que queria mesmo jogar o save outra vez. Como a versão original mal passou da primeira temporada, acredito que haja espaço para jogar a mesma proposta sem que acabe sendo apenas uma repetição do que já passou.
      A proposta para essa segunda versão é a mesma da versão anterior: conquistar títulos com uma equipe que jogo futebol ofensivo com ênfase na qualidade individual e que consiga incorporar um bom número de brasileiros ao elenco.
      Fiz, contudo, duas mudanças importantes para essa nova versão. A primeira delas é que decidi jogar com orçamentos para transferência já na primeira temporada. Normalmente, não gosto de usar essa opção. Mas acho que nessa situação específica ela pode ser uma boa arma para aumentar as possibilidades de mudança de elenco logo de saída, trazendo uma dinâmica diferente para a primeira temporada do que aquela do save anterior.
      A segunda mudança é que resolvi jogar as duas primeiras temporadas do save (quase) por inteiro antes de trazer ele para cá. Isso tem a óbvia desvantagem de fazer as interações com os leitores ficarem um pouco prejudicadas nesse momento inicial, pois vou estar trazendo a vocês algo que já sei o desfecho. Mas considerando o que ocorreu no save anterior, eu queria ter certeza de que conseguiria me envolver emocionalmente com a história antes de trazer ela para os leitores. Sinto que falhei no compromisso com os leitores na história passada, quando fiz bastante gente começar a acompanhar apenas para encerrar logo em seguida. Por isso agora preferi esperar até garantir que o save está me dando vontade de jogar.
       
      Encerrado o prefácio à segunda edição, voltamos com a programação normal. Abaixo segue a introdução da proposta do save em si. Ela é igual à introdução da versão anterior, então quem já leu por lá pode pular o resto do post.
       
      Introdução
      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo, ativar orçamentos na primeira janela
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
    • marciof89
      Por marciof89
      Eis que, enfim, criei coragem para postar uma história aqui no Profissão Manager. Frequento o fórum a muitos anos mas sou um completo bicho do mato, portanto interajo muito pouco, motivo pelo qual demorei a adentrar aqui. Agradeço desde já quem tiver interesse em seguir, e ouvirei todas as dicas que quiserem sugerir, sejam sobre organização, táticas, etc. Li as regras e as recomendações antes de começar, mas deslizes podem acontecer. Os gráficos foi eu mesmo quem fiz, não reparem! hahaha
      Sem mais delongas, vamos ao que interessa.
      Eu tenho um carinho muito grande pelo Tupi, apesar de não ser mineiro. A torcida do Tupi, apesar de pequena como de praxe entre os times pequenos, é muito apaixonada. Não são muitos os times brasileiros sem muita relevância no cenário nacional que mantenham uma torcida apaixonada assim. E como sou da época do Elifoot 2 e 98, então sempre achei graça em pegar um time lá das divisões de baixo e levar até a glória.
       

      O Tupi Futebol Clube é um clube da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e foi fundado no dia 26 de maio de 1912 por moradores ilustres da cidade. Durante os primeiros anos, era chamado de Tupy, já que muitos de seus fundadores eram dissidentes do Tupynambás (atualmente seu maior rival). É o maior clube da cidade, e tem como maior glória a conquista da Série D em 2011. A equipe manda seus jogos no estádio Radialista Mário Heleno (estádio da cidade), com capacidade para mais de 30 mil pessoas.
      Seu maior rival, como dito anteriormente, é o Tupynambás, time também de Juiz de Fora, com quem faz o clássico Tu-Tu. Durante um curto período de tempo na década de 90, ele se fundiu com o Tupynambás e o Sport (outro time da cidade) e formaram a Cooperativa Manchester de Futebol, inspirados no sucesso da fusão do Paraná Clube. Porém, resultados pífios e crises de ego fizeram com que a fusão não aguentasse, tendo disputado apenas 3 estaduais com o novo nome.
      O time carece de ídolos, e não revelou grandes jogadores para o futebol mundial. Apesar disso, dois nomes notáveis passaram pela equipe. Muller, campeão mundial pelo São Paulo, e Romário, que apesar de ter sido proibido pela FIFA de atuar pelo time por ter jogado por 2 equipes num período de um ano, chegou a treinar com o elenco e atraiu a atenção da mídia para o time.
      O mascote do time é o Galo-Carijó, em homenagem ao principal fundador da equipe, que tinha o apelido de carijó, e que inspira o nome da história.

      Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
       

      Vou jogar esse save com o Brasil Mundi Up, pois apesar de muita gente falar que ele pode dar uns crashs, eu sempre usei ele (com uma quantidade bacana de ligas ativadas) sem ter problema algum, inclusive passando de 2030. Gosto da organização dele, além do acréscimo de outros níveis do brasileirão e disputas de taças que costumam ajudar até mesmo no teste de táticas e jogadores.
      • Início: 18/12/17
      • Ligas adicionais ativadas: Todas as sulamericanas, China, Alemanha, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia e Ucrânia. (todas elas apenas as primeiras divisões, apenas para deixar a Libertadores mais realística e as transferências também).
       

      O save vai se basear no meu nome pessoal, mas com uma idade mais elevada que a minha, até para condizer com uma experiência razoável futebolística pré-vida de treinador.
       

      Escolhi sugestões baseadas no nível do Tupi, pra não ficar roubado nem absurdamente difícil também pois não sou o Mourinho do FM haha.
      Gosto de fazer técnicos que são mais voltados para o conhecimento do elenco em si, deixando o grosso do desenvolvimento e contratação de jovens jogadores a cargo do auxiliar e diretor desportivo. Claro que estou sempre acompanhando e impedindo algumas burradas que eles costumam cometer, mas meu foco, ao menos inicial, é me dedicar ao elenco principal.
      E aqui um panorama inicial do time:

       

      • Subir a Série B
      • Subir a Série A
      • Ganhar a Copa do Brasil
      • Ganhar o Campeonato Brasileiro
      • Ganhar a Copa Libertadores da América
      • Ser o time do interior de Minas Gerais com o maior número de títulos do Campeonato Mineiro (Villa Nova detém 5 títulos)
      • Desenvolver a infraestrutura de treinos do time para, ao menos, 4 estrelas
      • Ser um dos times mais bem reputados do Brasil (Top 5)
      • Melhorar as finanças do clube
      Objetivos complementares:
      • Ganhar o Mundial de Clubes
       
       

       
    • thyagocda
      Por thyagocda
      SUMÁRIO

      Apresentação
      Sou mais um daqueles apaixonados por FM, mas por conta dos compromissos pessoais, o tempo gasto com o jogo deve ser bem equilibrado. Ano passado criei uma história aqui na PM com o Porto mas acabei interrompendo depois que descobri que eu seria pai, a gravidez passou, meu filho (Thayler) já nasceu com saúde graças a Deus. E agora que as coisas acalmaram vinha planejando o retorno a área.
       
      Estilo de Postagem
      Tentarei seguir um padrão de postagens bimestrais sobre os acontecimentos no jogo. Mas pretendo utilizar as probabilidades de apostas do jogo para gerar interatividade com os leitores entre as postagens. Pelo menos a introdução do save contará com uma "pequena ficção" e ao longo do save tentarei dar prosseguimento.
       
       

      O Desafio Real #1 | A Dany - MAI/17
      Valência - ESP

      Clique aqui para a próxima postagem
    • Ari Cesar
      Por Ari Cesar
      Olá a todos.
      Comprei o FM 18 e resolvi iniciar um save no Brasil de formação e base. Já estava realizando em off no FM 17 com o Milan RS e ai com a nova versão resolvi jogar da mesma forma e compartilhar. A ideia é bem similar aos demais saves de base: levar o clube a glória usando apenas a base.
      Escolha do clube
      Para escolher o clube resolvi pesquisar na base do brasil up qual seria o clube profissional com menor estádio no Brasil. Inicialmente havia encontrado um clube do RS com um estádio de 200 lugares, mas procurando um pouco mais encontrei o SC Jaraguá que possui um estádio com apenas 100 lugares. Após isso resolvi pesquisar um pouco da história e descobri que SC Jaraguá foi criado graças ao desenvolvimento da base. Dessa forma resolvi escolher o Leão do Vale para iniciar minha empreitada.
      Objetivos do save
      Resolvi colocar algumas metas que em sua maioria serão atingidos a longo prazo. Coloquei asterisco naqueles que acho ser quase impossíveis mas que gosta de ver como o FM se comporta.
      Equipe
      Utilizar a base Aplicar o modelo de jogo ofensivo visando a posse de bola e passes rápidos.  Reter o máximo de jogadores na equipe impedindo que saiam para a Europa. * Ter eleito o melhor jogador jovem do mundo. * Ter eleito o melhor jogador do mundo. *  
      Clube
      Possuir a melhor estrutura de Santa Catarina Possuir a melhor estrutura do Brasil Possuir a melhor estrutura de clube Sul Americano Se tornar o principal clube formador de Santa Catarina Se tornar o principal clube formador do Brasileiros Se tornar o principal clube formador Sul Americano Se tornar o principal clube Catarinense Se tornar o principal clube Brasileiro Se tornar o principal clube da América do Sul Ficar entre os 5 melhores clubes do mundo * Títulos
      Ganhar a campeonato catarinense Ganhar o Brasileiro série A Ganhar a copa do Brasil Ganhar a Sul Americana Ganhar a libertadores Ganhar o mundial de clubes Técnico
      Me tornar o melhor técnico brasileiro de todos os tempos História do clube
      O Sport Club Jaraguá nasceu inicialmente com o nome de: Associação Catarinense de Futebol Arte, quando foi fundado em 15 de abril de 2008, e no dia 25 de março de 2011, passou a ser chamado pelo nome atual. O clube iniciou suas atividades com o intuito de trabalhar com atletas da região, com idade de categorias de base. Com o passar do tempo a base foi se estruturando, parcerias foram sendo firmadas com outros clubes e empresários e, no ano de 2011, um novo clube de futebol profissional foi lançado no futebol catarinense.
      O Sport Club Jaraguá possui as cores preto, vermelho e amarelo, devido a forte imigração alemã da região.Sua estreia em competições oficiais, ocorreu na disputa da Divisão de acesso do Campeonato Catarinense de 2011 quando terminou a competição como vice-campeão.
       
      Historia do manager
      Lucas Castro é morador de Jaraguá e em sua infância/adolescência atuou na Associação Catarinense de Futebol Arte. No período de transição dos nomes Lucas abandonou a equipe por perceber que não possuía qualidade suficiente para atuar como jogador. Apesar de sua paixão pelo clube e pelo futebol Lucas decidiu cursar Educação física para no futuro ajudar a equipe fora das 4 linhas. Agora chegou esse dia e Lucas foi escolhido como técnico do Sport Clube Jaraguá. Ele não possui licença e seu passado esta como futebol amador.
       
      Em breve coloco informações sobre a equipe, formação, competições e início da aplicação da filosofia na equipe.
       
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