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Choque de Cultura // Falha de Cobertura

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Bruna'

é porque ele não é técnico de futebol daniel, ele é técnico profissional DE GRÊMIO DANIEL

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Bruna'

ele tem que dosar muito bem a energia dele muito bem SE NÃO ELE MORRE

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Cadu França

Quando aparece o De Bruyne em matéria ou na TV impossível esquecer da alcunha De Bruninho hahaha...

Encerraram ontem com chave de ouro e mais uma vez fizeram um baita trabalho. Sou fã confesso e já indiquei pra muito amigo hahaha...

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    • Bruna'
      Por Bruna'
      Achei engraçadinho. Nada assim "NOOOSSA, QUE REVOLUCIONÁRIO", mas os caras tem umas ideias legais. 
    • P.S.Y.
      Por P.S.Y.
      SOBRE O COPA90

      O canal é uma iniciativa de vários fãs ao redor do mundo, mostrando sua perspectiva sobre o futebol. São youtubers e filmmakers que procuram captar as peculiaridades da bola em cada continente/país.

      DERBY DAYS
       

      Eli Mengem é um australiano que percorre o mundo inteiro para presenciar in loco os maiores derbies de futebol no planeta. De forma imparcial, busca reunir relatos de torcedores para mostrar que às vezes, um derby é muito mais do que dois times em campo.
       
    • SilveiraGOD.
      Por SilveiraGOD.
      Mano, esse louco é MUIIIIIIIIIIIITO MITO. Tu ri com ele do início ao fim do bagulho.
      Pra mim, atualmente é o melhor no que faz no Brasil.
    • 17octavius
      Por 17octavius
      Alguns acreditam que essa é uma moda passageira, mas na opinião do doutor em comunicação Dado Schneider é uma tendência irreversível de um canal de comunicação que já disputa com a TV a audiência do público. "É um novo canal que veio para ficar, é o concorrente direto da televisão para jovens abaixo dos 20 anos. Alguns adolescentes não sabem o que é novela das 8, Jornal Nacional, horário nobre", explica. Para o especialista, é um novo meio que se instalou na geração mais nova, mas que já tem conquistado os mais velhos também. "Os canais de YouTube estão para a TV, como os shoppings estão para o comércio do centro da cidade. Deslocou-se o público", explica.
      Hoje, já há milhões de canais no país, mas alguns dos mais populares do Brasil no YouTube são: Porta dos Fundos (com mais de 10 milhões de inscritos), Parafernalha (que teve o vídeo mais visto em 2014, com o título Dilma - Copa do Mundo), Programa Galo Frito, 5inco Minutos, Não Faz Sentido (Felipe Neto), Manual do Mundo, Canal Nostalgia e Galinha Pintadinha, a grande maioria, com temáticas de humor. Esses dez estão entre os que possuem mais inscritos nas páginas, de acordo com o VidStatsX, que ranqueia os canais brasileiros. Muitos são humorísticos, mas outros formatos como os de gameplay, por exemplo o VenomExtreme, também fazem muito sucesso.
      Para o diretor de conteúdo do YouTube Brasil, Alvaro Paes de Barros, o sucesso dos canais brasileiros se deve aos espectadores brasileiros, que são engajados em plataformas sociais. Barros também ressalta que os próprios telespectadores de TV já procuram novas opções. "Hoje, o telespectador tem uma posição muito diferente daquele telespectador de alguns anos atrás, muito mais proativa. Ele não se contenta em ficar sentado no sofá assistindo a alguma coisa. Ele quer participar, saber mais, opinar, dizer se gostou ou não do conteúdo", explica.
      Negócio rentável?
      Além de ser um hobby para os jovens e uma maneira de se expressarem, a produção de vídeos no YouTube vem se tornando um negócio rentável para muitos deles em um país que vê a audiência da internet crescer a cada ano. Atualmente, o site conta com um bilhão de visitantes únicos por mês no mundo e o Brasil é o segundo país em tempo de vídeos assistidos, atrás somente dos Estados Unidos.
      Uma pesquisa encomendada pelo Google, no segundo semestre de 2014, revelou que somos 70 milhões de espectadores de vídeo online no Brasil, consumindo, em média, oito horas semanais de vídeos na web, o que pode representar um bom negócio para os canais mais populares. Os vídeos são monetizados de acordo com as visualizações das publicidades que aparecem. Uma pessoa que possui entre 500.000 e um milhão de inscritos, por exemplo, ganha entre 6.000 reais a 50.000 por mês.
      A recomendação dada pela youtuber Kéfera é que começar um canal com a intenção de ficar rico deve ser mantida em segredo. "Você precisa de muitas visualizações e certa popularidade, de números, porque o YouTube se baseia nisso para te pagar. Acho que é um risco que você toma sabendo que há muita chance de dar errado", diz. Ela afirma que em um canal como o dela se consegue uma boa renda com as visualizações e também com publicidades que faz fora dos vídeos. "As marcas estão acreditando mais no poder dos nossos vídeos, nos procuram mais pedindo para fazer publicidade. Estamos conseguindo fazer um pé de meia", afirma.
      Para a youtuber, o seu sucesso é fruto de uma postura irreverente. "Falo o que penso, os internautas se sentem identificados com as minhas histórias. E acho que quem pretende começar do zero precisa procurar fórmulas novas ou adaptar algo que existe com um toque novo. Para mim, também foi uma maneira de mostrar meu trabalho como atriz", explica.
      Ajudinha profissional
      Destacar-se da massa acaba não sendo tão difícil assim com uma ajuda na tarefa de ascensão na web. Algumas empresas apostam na missão de tornar sustentável a carreira dos jovens. São as chamadas networks, que agenciam e orientam produtores de conteúdo, dão suporte e ajudam os canais a terem desempenho e rendimentos melhores.
      Uma das primeiras empresas a auxiliar nessa profissionalização dos youtubers no Brasil foi a produtora Paramaker, que pertence a um dos brasileiros mais populares no YouTube: Felipe Neto. Ele criou Não Faz Sentido (primeiro canal brasileiro do YouTube) e posteriormente a Parafernalha. Sua empresa gerencia hoje mais de 4.000 canais.
      "Temos uma gama enorme de canais e eles nos procuram para qualquer tipo de dúvida. Explicamos temas de direitos autorais e da forma de monetização. Facilitamos o pagamento dos anúncios veiculados nos vídeos e, em troca, ficamos com uma porcentagem. Também trabalhamos com três estúdios", afirma Marcelo Sebá, diretor da Paramaker.
      Mas o intuito, explica, não é descaracterizar o estilo dos vídeos do YouTube. "Eles precisam continuar com a cara deles de caseiros, dentro de casa, do quarto. Um dos charmes é essa proximidade com o internauta, não queremos colocar uma barreira entre eles", completa.
    • 17octavius
      Por 17octavius
      Números impressionantes. E quanto youtuber merda nessa lista.
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