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Leho.

Choque de Cultura // Falha de Cobertura

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Leho.

Quatro motoristas, errr... quer dizer, quatro pilotos, dos maiores nomes do transporte alternativo do RJ comentando sobre filmes e seriados. Porque a gente não sabe porra nenhuma e tem que aprender com quem sabe (indiretinha pra você sim, @SilveiraGOD.!).

 

 

 

 

 

 

p.s: eu não sou mt fã do trabalho dos caras em "Falha de Cobertura", do mesmo canal TV Quase. Sei lá, as piadas lá não me pegam na risada que nem aqui, hahahahahah... mas pra quem já conhece o primeiro, fica a dica pra esse também.

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Außenseiter

Conheço a TV Quase desde o clássico "Seu Zezin e a Lei do Velho Cagado". Os caras sempre foram muito fodas, mas só foram "bombar" depois do Choque de Cultura, mesmo. O @Leho. é um cara que COM CERTEZA está envolvido com esses negócios de música pra não gostar do Falha de Cobertura, que tem o melhor prêmio futebolístico de todos os tempos, que é o Troféu Lucas Mugni. E eles também têm O Último Programa do Mundo, que também é foda pra caralho. Além da TV Quase, os caras também tão envolvidos com uma caralhada de coisa boa, tão no Amada Foca (que é outro canal do Youtube), no Irmão do Jorel, etc. Esses viados já eram pra estar famosos há muito tempo.

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Leho.
2 horas atrás, Außenseiter disse:

O @Leho. é um cara que COM CERTEZA está envolvido com esses negócios de música pra não gostar do Falha de Cobertura, que tem o melhor prêmio futebolístico de todos os tempos, que é o Troféu Lucas Mugni.

Ué, não entendi a citação a mim hahahahah.

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Thiago Anjo

Caito e Daniel, sempre foram tops demais. O Omelete acertou na veia quando pediu aos caras um Falha de Cobertura versão cinema. Falha de Cobertura, Choque de Cultura e o Último Programa do Mundo, são muito bons!

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Außenseiter
54 minutos atrás, Leho. disse:

Ué, não entendi a citação a mim hahahahah.

Tem algum episódio em que eles falam desse "envolvimento com música" como fosse uma parada ruim e tal. Só não lembro qual é, mas a referência veio daí. SHUASUHAHSAHU

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Leho.
4 minutos atrás, Außenseiter disse:

Tem algum episódio em que eles falam desse "envolvimento com música" como fosse uma parada ruim e tal. Só não lembro qual é, mas a referência veio daí. SHUASUHAHSAHU

HAHAHAHAHAHAHAHAH aaaaah tá, agora saquei.

Cara, é que eu vi pouco do FdC, e desse pouco eu não gostei mt não... mas tô propenso a dar uma chance. Assim como esses outros quadros da "Tv Quase". Fato é que depois que eu assisti ao primeiro CdC, maratonei os outros como se não houvesse amanhã. Nem série de Netflix fez isso comigo, aoiuehuiaheoiuhaoie!

29 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

O Omelete acertou na veia quando pediu aos caras um Falha de Cobertura versão cinema.

Terá um filme mesmo desse programa?

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Thiago Anjo
8 minutos atrás, Leho. disse:

HAHAHAHAHAHAHAHAH aaaaah tá, agora saquei.

Cara, é que eu vi pouco do FdC, e desse pouco eu não gostei mt não... mas tô propenso a dar uma chance. Assim como esses outros quadros da "Tv Quase". Fato é que depois que eu assisti ao primeiro CdC, maratonei os outros como se não houvesse amanhã. Nem série de Netflix fez isso comigo, aoiuehuiaheoiuhaoie!

Terá um filme mesmo desse programa?

Não, o programa Choque de Cultura foi um pedido do Omelete para o Daniel e o Caito "façam um programa igual ao falha de cobertura, sendo que o assunto seja cinema", dai eles desenvolveram o Choque de Cultura

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Leho.
3 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

Não, o programa Choque de Cultura foi um pedido do Omelete para o Daniel e o Caito "façam um programa igual ao falha de cobertura, sendo que o assunto seja cinema", dai eles desenvolveram o Choque de Cultura

Poxa, QUE IRADO ISSO!
Baita visão dos produtores do Omelete, e baita criatividade desses caras, Caito e Daniel, entre outros... tô cada vez mais fã.

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Roman

Uma palavrinha pra esse tópico: bobo.

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Außenseiter
19 minutos atrás, Leho. disse:

HAHAHAHAHAHAHAHAH aaaaah tá, agora saquei.

Cara, é que eu vi pouco do FdC, e desse pouco eu não gostei mt não... mas tô propenso a dar uma chance. Assim como esses outros quadros da "Tv Quase". Fato é que depois que eu assisti ao primeiro CdC, maratonei os outros como se não houvesse amanhã. Nem série de Netflix fez isso comigo, aoiuehuiaheoiuhaoie!

É que é foda, a gente sempre tem que lembrar que comédia é um negócio muito complicado de você fazer em grande quantidade. Porta dos Fundos é o exemplo mais recente, né... Começaram de um jeito sensacional e depois de um tempo o nível caiu bastante. Hoje eu voltei a acompanhar os vídeos deles e tô achando legal, mas demorou um tempo pros caras voltarem a fazer uma parada realmente boa. No caso do Falha é mais ou menos isso também. São mais de 140 episódios, sempre vai ter uns muito bostas. SHUASHUASHUAHUS Eu recomendo muito você ver o do 7x1, ver os troféus Lucas Mugni e os vídeos onde eles montam um time com os piores jogadores da história de cada clube (no teu caso vale muito a pena ver o do SP, mas praticamente todos são muito bons).

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Leho.
1 minuto atrás, Außenseiter disse:

É que é foda, a gente sempre tem que lembrar que comédia é um negócio muito complicado de você fazer em grande quantidade. Porta dos Fundos é o exemplo mais recente, né... Começaram de um jeito sensacional e depois de um tempo o nível caiu bastante. Hoje eu voltei a acompanhar os vídeos deles e tô achando legal, mas demorou um tempo pros caras voltarem a fazer uma parada realmente boa. No caso do Falha é mais ou menos isso também. São mais de 140 episódios, sempre vai ter uns muito bostas. SHUASHUASHUAHUS Eu recomendo muito você ver o do 7x1, ver os troféus Lucas Mugni e os vídeos onde eles montam um time com os piores jogadores da história de cada clube (no teu caso vale muito a pena ver o do SP, mas praticamente todos são muito bons).

Pois é cara, fazer humor é uma parada foda, ainda mais SE MANTER num nível alto por tanto tempo, como você bem citou o Porta. Eu vi esse vídeo do 7x1 do Falha e alguns outros, e não me pegou... mas como já disse, vou dar uma chance.

Esse do troféu Lucas Mugni me parece legal, vou buscar pra ver depois.

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Thiago Anjo

Falha de cobertura é muito top, quando você pega o ritmo de jogo dos caras fica muito legal hahahhahahahaha, 

Eu via um ou outro, dai empolguei, botei do 1 ao último, kkkkkkkkkkkkk

Agora os caras foram contratados para fazer O falha de cobertura de inverno no SporTV, tá muito irado kkkkkkkkkkkkkkkkk

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Leho.

Aproveitar o tópico pra meter essa entrevista bacana com o Caito:

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“Dá pra fazer um humor crítico sem ser xenófobo ou homofóbico”, diz Caito Mainier, do Choque de Cultura

Carol Passos - fev 14, 2018

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Foto: Youtube, reprodução

Enquanto conversávamos, Caito Mainier, 40 anos, não imaginava que naquele mesmo dia passaria um bom tempo fazendo fotos com fãs que enfrentaram uma hora na fila para encontrá-lo na Campus Party em São Paulo. O frenesi no maior evento de inovação e tecnologia do Brasil representa uma amostra do quanto o trabalho do roteirista de Niterói (RJ) agrada boa parte de uma geração. O nome de Caito, que também é ator e diretor, talvez passe batido por quem é menos afeito às novidades da internet, mas se você tem uma conta no Facebook ou no Twitter provavelmente já ouviu falar de Choque de Cultura.

O programa de cultura (com os maiores nomes do transporte alternativo) é um dos produtos mais bem-sucedidos que contam com a participação de Caito. Com episódios semanais de cerca de oito minutos de duração, o Choque de Cultura basicamente se resume em quatro personagens mezzo cariocas mezzo capixabas discutindo cinema. Na descrição do canal Omelete, os vídeos são definidos como “uma visão diferente e inusitada sobre cultura pop no Brasil e no mundo”.

Caito (Rogerinho do Ingá), Leandro Ramos (Julinho da Van), Daniel Furlan (Renan) e Raul Chequer (Maurílio) encarnam figuras inspiradas nos motoristas de van do Rio de Janeiro. Eles já comentaram películas famosas como Velozes e Furiosos (a franquia preferida do quarteto, claro), Animais Fantásticos (ou Harry Potter sem Harry Potter) e o cult 2001 – Uma Odisseia no Espaço (no qual todos dormiram em trechos diferentes). Tudo com a malandragem, bom humor, doses de indignação e de espontaneidade dos “pilotos” das ruas cariocas e de conhecidos dos atores.

Na segunda temporada, que estreou no fim de 2016, o programa cresceu assustadoramente. Na última semana, o número de visualizações do canal bateu a marca de 2 milhões de views após o episódio que debate se os filmes de super-heróis da Marvel superam os da DC ou vice-versa. Agora, os quatro se dividem entre painéis de eventos de cultura pop, entrevistas e outros projetos. Caito escreve roteiros e edita programas como o Falha de Cobertura, Lady Night, da atriz Tatá Werneck, Larica Total, do Canal Brasil, Irmão do Jorel, animação infanto-juvenil da Cartoon Network, e outras séries. Além disso, estará nos cinemas com três filmes este ano, um deles com Cauã Reymond. Nesta entrevista, ele conta um pouco da carreira e fala sobre humor produzido nos dias de hoje.

Você não é ator, certo?
Na verdade, eu sempre escrevi e trabalhava com educação também. Escrever também não era minha ocupação principal no início.

Como assim? Você dava aulas?
Dava aula em escola do Estado do Rio, no projeto Nave e numa empresa chamada Moleque de Ideias, que era em Niterói. Depois, com o tempo, comecei a escrever. Já tinha uns amigos que trabalhavam na área. E eu também fiz Comunicação na faculdade. Em 2015, terminou meu trabalho com educação. Já estava ficando difícil de conciliar e trabalhar com criança é muita “responsa”, né? Acabou que foi no momento certo. Em 2016, fui para São Paulo trabalhar e, no tempo livre, comecei a me dedicar mais aos projetos de roteiro. Estava escrevendo o Irmão do Jorel, o Show do Kibe, que era um talk show do Kibe Loco, e comecei O Último Programa do Mundo. Em setembro, me mudei em definitivo para São Paulo com a família e comecei a trabalhar na Floresta, que é uma produtora, e em janeiro de 2017 comecei a entrar no projeto de criar o Lady Night.

E como você foi parar na frente das câmeras?
Essa coisa de ir pra frente da TV foi culpa do (Daniel) Furlan. Quando terminou o Larica Total, em 2013, a gente já estava querendo novos ares. Eu e o Furlan estávamos mais próximos quando editei uma série da MTV chamada Overdose, da qual ele era protagonista. Foi quando pensamos na possibilidade de eu atuar. No final do contrato da MTV com a Abril, eles passaram a fazer programas ao vivo porque era mais fácil. Foi quando fizeram um debate esportivo sobre a Copa das Confederações e Furlan me chamou para participar. E eu fui, sob protestos (risos). Mas disse que queria criar um personagem. Criei o Cerginho do Falha de Cobertura, depois participei do Último Programa do Mundo, na MTV.

Como iniciou o Choque de Cultura?
O pessoal do Omelete (site de cultura pop) já conhecia o Falha de Cobertura e sugeriu fazer um sobre o cinema. A gente pensou que era possível, mas decidimos criar uma parada nova. Aí resgatamos a ideia do Julinho da Van. O Fernando (Fraiha), o diretor, colocou a pilha do Maurílio ser o contraponto da história. O Maurílio é o cara que entende mais de cinema, o que traz mais informação, embora seja meio maluco. Entre o primeiro, gravado em outubro de 2015, os personagens evoluíram e agora eles têm histórias pregressas e paralelas. Acabou que os personagens foram ganhando mais corpo. É uma série que tem cinema, tem humor, fala da van, tem a pegada da ilegalidade de uma forma divertida, mas ao mesmo tempo é uma crítica. A gente também toca em determinados assuntos, temos noção de onde estamos vivendo e queremos provocar o debate. Mas a gente também já suprimiu coisas porque achou que estavam pesadas. Tomamos esse cuidado.

Por que vocês fizeram o Choque de Cultura com personagens baseados especificamente nos “pilotos” do transporte alternativo do Rio?
O transporte alternativo traz uma série de referências, histórias e piadas que podemos fazer. Poderia ser com qualquer tipo de figura que tenha o contato com o público frequente, como porteiro, garçom, cobrador. Todo mundo sabe como é motorista de ônibus, né? E tem essa brincadeira com a informalidade, tem umas piadas absurdas. O fato de ser motorista de van foi porque o Leandro Ramos teve a ideia de fazer o Julinho da Van Talk Show, que seria o Manhattan Connection dos motoristas de van. Fizemos o piloto em 2010. Está no Youtube. A gente gostava muito de ver a TV comunitária, aqueles caras que fazem programas regionais. Esses programas têm uma pegada com menos recurso, um cenário meio mambembe, o apresentador, em geral, não é um bom comunicador, não é articulado. E como a gente andava muito de van, conhecia esse ambiente. A ideia era brincar com o código do programa de TV. Era ‘como seria um programa com os motoristas de van?’. Por isso tem essa linguagem.

Teve uma discussão no Twitter sobre a forma de humor que o Choque de Cultura faz. Muitos classificam como humor “hétero”, que seria machista.
Esse caso específico, acho que não houve problematização. Vi as pessoas que falaram isso eram pessoas super legais, mas que não gostavam de Choque de Cultura. Disseram que era humor hétero, o que eu concordo. Os personagens têm o estereótipo do machão, mas o texto neutraliza isso. É fácil quem não conhece, vê uma vez ou outra identificar o estereótipo. Acho normal. Mas uma vez que isso deu uma repercussão, fiquei a fim de responder que tudo bem não gostar de Choque de Cultura, que as pessoas têm que parar de encher quem não gosta. Também não gosto de várias paradas e quero exercer meu direito de não gostar e de poder falar mal. Acho que tem que ter gente reclamando se a pessoa se sentir ofendida, sim. A gente tem que entender isso, ouvir e ver se houve má interpretação ou se mandamos mal mesmo. O humor que a gente faz hoje, tanto no Choque quanto no Irmão do Jorel, tem que ter responsabilidade de fazer algo legal. Dá pra fazer um humor que é maneiro, que é crítico, engraçado e que não vai ser xenófobo, homofóbico. A pessoa que vê um episódio isolado pode ver algum machismo. Estamos atentos, tentamos consertar.

A questão de estarem na internet, mudou a forma de fazer humor?
Não me pauto muito pelo que as pessoas dizem. Me interesso pelo que acharam depois de o programa sair. Quero ver se gostaram. Isso me dá satisfação. Muitas vezes as pessoas complementam, fazem suas próprias histórias. Mas na hora de escrever a gente faz muito o que a gente gosta. Não sei dizer o quanto somos influenciados pelas pessoas que a gente dialoga na internet.

Vocês sabem quem é o seu público?
Uma agência de propaganda nos mostrou que é o público mais velho. Entre 18 a 25 anos e muitos de 25 a 35 anos, não é necessariamente uma galera que está sempre no Youtube. Também tem muito youtuber que vê o Choque.

Tem um canal aqui em SC chamado Irmãos Miranda, que ficou conhecido pelas dublagens de filmes. Um deles se chama Rocky Crossfiteiro. Já viu?
Nunca vi, mas já ouvi falar do Rocky Crossfiteiro. Sou o pior pra ver coisa. Às vezes vejo série. O último filme que fui ao cinema foi Kong com a criançada (risos). Vejo mais futebol e só.

Você disse que quase não vê nada, mas quais são as suas indicações de filmes e séries, suas referências?
As minhas referências são as mais básicas. São Monty Pynthon, TV Pirata, Calvin e Haroldo. Gary Larson, cartunista. Alguns amigos, como Arnaldo Branco, Laerte, Adão e André Dahmer, do Malvados. E Seinfield, como série de humor. Gosto de filmes nonsense clássico como Top Secret, Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu, o primeiro da Pantera Cor de Rosa. As minhas referências principais são programas como Serginho Total, de Niterói. Muita gente diz que a gente tem referência a Hermes e Renato, mas eu vi muita pouca coisa deles. Acho eles incríveis. As pessoas podem ver semelhança visual ou pelos temas, mas a nossa referência são os programas toscos de TV, programas verdadeiros. Também tenho referência de amigos da minha rua. Eu brincava na rua e conhecia muita gente, jogava bola com o garçom, com os caras do morro. Isso te enriquece de histórias pessoais.

E quais são os próximos planos?
A gente vai fazer a live do Oscar, mas vai ser diferente. Vai ser completamente fora dos padrões. A temporada de Choque de Cultura acaba na semana do Oscar. Depois só gravamos em setembro. Vai ter o Lady Night, a segunda temporada. Furlan tá fazendo série da Netflix. Ah! E minha filha nasce em maio, isso vai tomar um tempo (risos).

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Caito (Rogerinho do Ingá), Raul Chequer (Maurílio dos Anjos), Daniel Furlan (Renan) e Leandro Ramos (Julinho da Van) em entrevista na feira de cultura pop, onde uma plateia de 800 pessoas assistiu aos atores. Foto: Amanda Toni, divulgação

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O Choque de Cultura começou com o vídeo Harry Potter Sem Harry Potter. Nesta semana, com o episódio Marvel vs DC, o canal foi um dos termos mais citados no Twitter mundial e bateu 2 milhões de visualizações. Foto: Youtube, reprodução

https://www.revistaversar.com.br/index.php/2018/02/14/entrevista-caito-mainier-choque-de-cultura/

Massa a visão dele sobre as críticas, principalmente sobre machismo e etc, etc. Os personagens são completamente estereotipados, mas ele não só tem consciência disso como parece saber lidar bem com a reação negativa de quem não gosta.

Humor é um terreno complicado pra se pisar. E não é qualquer um que consegue fazer rir usando de estereótipos e figuras populares, como motoristas de van.

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bbds

canalzinho bem bosta.

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victorpetroll

Quem nasceu pra ser Choque de Cultura jamais será 10ocupados. Os caras tomam maior cuidado com politicamente correto e mesmo assim esses dias tavam levando comida de rabo de esquerdista demente no twitter. https://www.youtube.com/user/0s10ocupados/videos

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vinny_dp

Via a galera falando desse canal em todo canto e fui assistir alguns vídeos, mas não curti. Vou assistir outros pra ver se mudo de ideia rs

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Léo R.

Cara, é gosto né? Nem todo mundo vai curtir, mas tem umas piadas geniais, muitas referências, e quem já andou de van com certeza conhece um piloto, sei da seriedade, que é parecido com algum deles, exceto o Maurílio.

Eu vejo os vídeos da tvQuase, desde o tempo do ameaça indígena e do Cachaça The Movie, conheci através de uma banda de hardcore que eu ouço, que tem laços de amizade com eles. Além disso, recomendo a série de uma banda de Rock, Overdose, feita pela quase também na época da MTV BR da Abril, tem alguns episódios sensacionais.

O falha de cobertura épico é o do Alemanha 7 x 1 Brasil. FOMOS ENGANADOS.

Até o desenho Irmão do Jorel, que é feito por eles é muito bacana.

 

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Danut
3 horas atrás, vinny_dp disse:

Via a galera falando desse canal em todo canto e fui assistir alguns vídeos, mas não curti. Vou assistir outros pra ver se mudo de ideia rs

Eu assisti o do Harry Potter e o da Marvel vs DC. O primeiro esbocei um sorriso no começo e só. O segundo me fez esboçar o sorriso mais vezes, mas realmente não foi nada que eu achasse muito engraçado, não. Acho que vou aceitar que não é pra mim.

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Leho.

Humor é bastante subjetivo, galera... normal nego achar uma bosta, enquanto outros acham geniais. Trouxe aqui porque realmente fazia tempo que não via um grupo como esses caras me fazerem rir, desde os Barbixas eu acho hahaha!

Maaaaaas, sintam-se à vontade pra movimentar a área também.

Criar tópico não arranca dedo de ninguém! Haha!

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Henrique M.
1 hora atrás, Leho. disse:

Humor é bastante subjetivo, galera... normal nego achar uma bosta, enquanto outros acham geniais. Trouxe aqui porque realmente fazia tempo que não via um grupo como esses caras me fazerem rir, desde os Barbixas eu acho hahaha!

Maaaaaas, sintam-se à vontade pra movimentar a área também.

Criar tópico não arranca dedo de ninguém! Haha!

#xatiado

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Außenseiter
3 horas atrás, Léo R. disse:

O falha de cobertura épico é o do Alemanha 7 x 1 Brasil. FOMOS ENGANADOS.

A parte em que o Daniel grita dizendo que ele vai dedicar toda a existência dele a odiar o Willian é muito engraçada, bicho. E melhor ainda é a cara do Cerginho enquanto ele faz o desabafo. SHUASHUAHUSAHUSHUASHUAHU

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Léo R.
15 horas atrás, Außenseiter disse:

A parte em que o Daniel grita dizendo que ele vai dedicar toda a existência dele a odiar o Willian é muito engraçada, bicho. E melhor ainda é a cara do Cerginho enquanto ele faz o desabafo. SHUASHUAHUSAHUSHUASHUAHU

DOIDEIRA!

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Bruna'
23 horas atrás, Léo R. disse:

O falha de cobertura épico é o do Alemanha 7 x 1 Brasil. FOMOS ENGANADOS.

Esse foi o primeiro que eu vi, curti bastante.

Conheci pelo Amada Foca que conheci pelo pessoal de lá que conheci pela MTV que conheci por... TV parabólica, kjsahs. Esse quadro é daora também:

 

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Henrique M.
Em 13/02/2018 at 19:45, Außenseiter disse:

Tem algum episódio em que eles falam desse "envolvimento com música" como fosse uma parada ruim e tal. Só não lembro qual é, mas a referência veio daí. SHUASUHAHSAHU

Porra, ambiente de música é ambiente de droga, por isso envolvimento com música é uma parada ruim. Usa a referência e nem sabe, porra?

Assino embaixo na recomendação do Falha de Cobertura.

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vinny_dp

HAHAHAHAHA, excelente... excelente!

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    • 17octavius
      Por 17octavius
      Alguns acreditam que essa é uma moda passageira, mas na opinião do doutor em comunicação Dado Schneider é uma tendência irreversível de um canal de comunicação que já disputa com a TV a audiência do público. "É um novo canal que veio para ficar, é o concorrente direto da televisão para jovens abaixo dos 20 anos. Alguns adolescentes não sabem o que é novela das 8, Jornal Nacional, horário nobre", explica. Para o especialista, é um novo meio que se instalou na geração mais nova, mas que já tem conquistado os mais velhos também. "Os canais de YouTube estão para a TV, como os shoppings estão para o comércio do centro da cidade. Deslocou-se o público", explica.
      Hoje, já há milhões de canais no país, mas alguns dos mais populares do Brasil no YouTube são: Porta dos Fundos (com mais de 10 milhões de inscritos), Parafernalha (que teve o vídeo mais visto em 2014, com o título Dilma - Copa do Mundo), Programa Galo Frito, 5inco Minutos, Não Faz Sentido (Felipe Neto), Manual do Mundo, Canal Nostalgia e Galinha Pintadinha, a grande maioria, com temáticas de humor. Esses dez estão entre os que possuem mais inscritos nas páginas, de acordo com o VidStatsX, que ranqueia os canais brasileiros. Muitos são humorísticos, mas outros formatos como os de gameplay, por exemplo o VenomExtreme, também fazem muito sucesso.
      Para o diretor de conteúdo do YouTube Brasil, Alvaro Paes de Barros, o sucesso dos canais brasileiros se deve aos espectadores brasileiros, que são engajados em plataformas sociais. Barros também ressalta que os próprios telespectadores de TV já procuram novas opções. "Hoje, o telespectador tem uma posição muito diferente daquele telespectador de alguns anos atrás, muito mais proativa. Ele não se contenta em ficar sentado no sofá assistindo a alguma coisa. Ele quer participar, saber mais, opinar, dizer se gostou ou não do conteúdo", explica.
      Negócio rentável?
      Além de ser um hobby para os jovens e uma maneira de se expressarem, a produção de vídeos no YouTube vem se tornando um negócio rentável para muitos deles em um país que vê a audiência da internet crescer a cada ano. Atualmente, o site conta com um bilhão de visitantes únicos por mês no mundo e o Brasil é o segundo país em tempo de vídeos assistidos, atrás somente dos Estados Unidos.
      Uma pesquisa encomendada pelo Google, no segundo semestre de 2014, revelou que somos 70 milhões de espectadores de vídeo online no Brasil, consumindo, em média, oito horas semanais de vídeos na web, o que pode representar um bom negócio para os canais mais populares. Os vídeos são monetizados de acordo com as visualizações das publicidades que aparecem. Uma pessoa que possui entre 500.000 e um milhão de inscritos, por exemplo, ganha entre 6.000 reais a 50.000 por mês.
      A recomendação dada pela youtuber Kéfera é que começar um canal com a intenção de ficar rico deve ser mantida em segredo. "Você precisa de muitas visualizações e certa popularidade, de números, porque o YouTube se baseia nisso para te pagar. Acho que é um risco que você toma sabendo que há muita chance de dar errado", diz. Ela afirma que em um canal como o dela se consegue uma boa renda com as visualizações e também com publicidades que faz fora dos vídeos. "As marcas estão acreditando mais no poder dos nossos vídeos, nos procuram mais pedindo para fazer publicidade. Estamos conseguindo fazer um pé de meia", afirma.
      Para a youtuber, o seu sucesso é fruto de uma postura irreverente. "Falo o que penso, os internautas se sentem identificados com as minhas histórias. E acho que quem pretende começar do zero precisa procurar fórmulas novas ou adaptar algo que existe com um toque novo. Para mim, também foi uma maneira de mostrar meu trabalho como atriz", explica.
      Ajudinha profissional
      Destacar-se da massa acaba não sendo tão difícil assim com uma ajuda na tarefa de ascensão na web. Algumas empresas apostam na missão de tornar sustentável a carreira dos jovens. São as chamadas networks, que agenciam e orientam produtores de conteúdo, dão suporte e ajudam os canais a terem desempenho e rendimentos melhores.
      Uma das primeiras empresas a auxiliar nessa profissionalização dos youtubers no Brasil foi a produtora Paramaker, que pertence a um dos brasileiros mais populares no YouTube: Felipe Neto. Ele criou Não Faz Sentido (primeiro canal brasileiro do YouTube) e posteriormente a Parafernalha. Sua empresa gerencia hoje mais de 4.000 canais.
      "Temos uma gama enorme de canais e eles nos procuram para qualquer tipo de dúvida. Explicamos temas de direitos autorais e da forma de monetização. Facilitamos o pagamento dos anúncios veiculados nos vídeos e, em troca, ficamos com uma porcentagem. Também trabalhamos com três estúdios", afirma Marcelo Sebá, diretor da Paramaker.
      Mas o intuito, explica, não é descaracterizar o estilo dos vídeos do YouTube. "Eles precisam continuar com a cara deles de caseiros, dentro de casa, do quarto. Um dos charmes é essa proximidade com o internauta, não queremos colocar uma barreira entre eles", completa.
    • 17octavius
      Por 17octavius
      Números impressionantes. E quanto youtuber merda nessa lista.
    • BobJJ
      Por BobJJ
      O Trajano tá com um canal no Youtube onde ele produz o próprio programa.
      Vale muito a pena:
    • P.S.Y.
      Por P.S.Y.
                                                                              

      Com tudo o que aconteceu, os caras não deixaram o humor acabar. Eles estão com um canal oficial no YouTube onde postam boa parte do enorme acervo que possuem, além de novidades e quadros novos. Tão postando vídeos todos os dias, com temáticas variadas. Relembremos Joselito, Boça, Marquinhos Aguiar, Charlinho, Kotoko, Dona Lurdes, Dona Máxima, Claudio Ricardo e tantos outros personagens que nos fizeram rir até doer a barriga.
       
       
       
    • Leho.
      Por Leho.
      Bom galera, tive uma grata surpresa navegando por sites sobre mídia esportiva essa semana... o "Loucos..." tá de volta, CARAJO!!11!11 Com a mesma roupagem, os mesmos loucos, as mesmas curiosidades, as mesmas piadas e trocadilhos infames hahahaha, eles voltaram a tocar o projeto só que agora numa outra plataforma (pra mim, mt mais flexível e inteligente): a tal da interwebs haha.
       
      Pra quem sempre gostou do programa lá nos tempos de ESPN, vale MUITO A PENA assinar o canal e ficar ligado nos caras. Toda terça tem programa novo, vou deixar aqui o primeiro deles pra vocês (sentirem o drama).
       
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