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    • David Reis
      By David Reis
      Tabela:
      - Grupo A
      - Grupo B
      - Grupo C
       
      - Mata-mata
       
    • El Hincha
      By El Hincha
      NOTA OFICIAL DA CHAPA DE OPOSIÇÃO #SAPAOFORTE

      “A Federação Paulista de Futebol (FPF) divulgou a tabela da Série A1 do Campeonato Paulista. Na primeira rodada, dia 28 de janeiro, o Mogi Mirim irá enfrentar o Santos, na Vila Belmiro. Mas, irá mesmo? A 60 dias da estreia na A1, o Mogi passará por duas eleições presidenciais, convive com processos na Justiça, a inércia de quem pode salvá-lo e, o principal, hoje não existe.
      É tão absurda a situação do clube que, seja em Mogi ou fora, poucas pessoas sabem o tamanho do vazio que vive o clube fora dos grandes que mais vezes disputou o Paulistão nos últimos 30 anos. A marca impressiona? É novidade? Pois, saiba, que a crise do clube vai te impressionar ainda mais.
      O Mogi vive uma crise política desde novembro de 2015. O racha entre Luiz Henrique de Oliveira e Victor Manuel Simões resultou em uma enxurrada de processos e, desde então, a instituição jamais se levantou. A derrocada é tamanha, que parece orquestrada. Em 2015, quando este grupo assumiu, o Sapo já balançava. Era a reta final da ‘Era Rivaldo’.
      Discordo do modo como Rivaldo e quem estava à sua volta dirigiu o clube, mas, quando saiu, o Mogi não era uma terra arrasada. Hoje é mais do que isso. Beira a morte. Não pode se dizer nem que o clube respira por aparelhos, pois, o clube foi esvaziado. Os funcionários foram mandados embora e a base só está ativa por conta de uma negociação assinada há mais de um ano e que jamais se tornou clara para a torcida. Reclamam que herdaram um clube deficitário, que perderam dinheiro pessoal em um período em que o clube recebeu três cotas milionárias de direitos televisos e, mesmo sem vínculo com a região, não querem sair.
      A eleição convocava pelo grupo situacionista será nesta segunda (23), às 16h00, na sede do clube. Um clube que não respondeu nenhuma pergunta sobre o evento administrativo mais importante de uma agremiação de futebol. Não bastasse tudo isso, evitaram a concorrência ao publicarem o edital após o prazo em que outros interessados poderiam inscrever uma chapa. Tivemos que recorrer na justiça para estar no pleito. E se o argumento for o de que os editais estavam publicados na sede, fica difícil imaginar alguém com acesso a tal documento.
      O Mogi pode ser suspenso de competições da CBF em decorrência de um julgamento por não ter pago taxas de arbitragem. Depois, ignorou a multa e parece ignorar a punição. Está na elite do Campeonato Paulista, mas já sofreu dois rebaixamentos em 2 anos e segue sério risco de sequer disputar a Serie C. Ainda assim, praticamente sem funcionários dentro e fora de campo, confirmou presença no Campeonato Paulista A1.
      Mas, como pagará salários a atletas e membros de uma comissão técnica, se não pagam a arbitragem? Aliás, mais de 80% dos jogadores que atuaram entre 2015 e 2016 processam o clube por falta de salários. Será que 100% findaram a passagem pelo Mogi com ao menos um mês de salário atrasado? Como será possível estancar este rombo financeiro causado por este desrespeito trabalhista?
      Se o clube fechar as portas, ainda irão terceirizar a culpa? Vociferar que elementos ocultos demonizam o Mogi? Basta! A cidade precisa esquecer que o casamento com o clube caiu na rotina e lutar por ele.
      O Mogi é um cônjuge em estado terminal, mas que ainda pode viver. Mais do que isso. É um exemplo para outros clubes de futebol. As torcidas de todos os pequenos clubes do país precisam ser alertadas sobre os riscos que estas agremiações correm de um câncer ser instalado. No cérebro da vítima. Na administração.
      Enquanto isso, o coração precisa seguir batendo. E é claro que este órgão vital se chama torcedor. É você o único que pode controlar e até derrubar o mal instalado na cabeça. Esteja perto. Você pode tirar o Mogi Mirim do leito da morte.
      Então, nas eleições desta segunda-feira, estejamos todos por um #SapaoForte!”
    • Aleef
      By Aleef
      Brasil: Artur + 10
      Peru: Guerrero + 10
      Arbitro: Campana
      Estádio: Itaquerão
       
       
      E que Everton nos ajude, porque hoje ele vai trabalhar pra caralho.
    • Tsuru
      By Tsuru
      Os celtas eram um conjunto de povos que ocupava grande parte do território da Europa por volta de 1.000 a.C., indo desde a atual Grã-Bretanha até o local onde hoje é a Turquia. Há muitas teorias sobre a origem e a expansão desses povos, mas é um período tão antigo que as raízes se perdem no tempo. É inclusive dessa época que surge a lenda do Rei Arthur, que teria liderado a resistência dos bretões celtas contra os romanos.
      Outro detalhe interessante é que, na cultura celta, "Brasil" era uma ilha mística situada em algum local do oceano, e a própria origem desse nome é céltica. Há quem acredite que os povos antigos já conheciam a origem do Brasil e que foram eles que introduziram, na cultura popular europeia, a informação de que existiam terras além mar cheias de riquezas e animais exóticos. Esse detalhe eu não sabia e quem compartilhou a informação foi o @Inner Logic.
      Entre outras coisas que se sabe concretamente, é notório que os celtas veneravam a natureza e que, entre seus pares, existiam os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, orientações filosóficas e jurídicas, e rituais religiosos. 
      Entre os druidas famosos, reais ou imaginários, estão o lendário Merlin e o Panoramix, que preparava a poção mágica do Asterix. E essa figura do druida sempre fascinou este que vos fala, o que levou a pesquisar mais sobre a cultura em questão e sobre sua história.
      Descobri, inclusive, que hoje existem seis nações apontadas como “célticas originais”, por manterem traços culturais ou de linguagem desse povo - País de Gales, Escócia, Irlanda, Bretanha (no norte da França), Cornualha (sul da Inglaterra) e Isle of Man (entre a Inglaterra e a Irlanda). Há ainda outras regiões onde a influência celta é considerada forte, como o Norte de Portugal, as regiões da Galícia e Astúrias na Espanha, e a antiga Gália (atuais França, Bélgica e norte da Itália). E há ainda territórios ocupados por antigas tribos celtas onde pouco se sabe sobre o legado deixado por eles, como o sul da Alemanha/Áustria e diversos países do Leste Europeu.
      No futebol, talvez a influência mais clara desses povos seja o Celtic FC da Escócia, batizado com objetivo de propagar o orgulho que os fundadores tinham dessa origem.
      Já havia lido sobre a liga de futebol do País de Gales e sentido bastante vontade de experimentá-la, talvez porque seja um país muito associado aos druidas. E a ideia se complementou com a descoberta das nações célticas.
      Assim, narrarei a carreira de Drew Johnson, um treinador galês fictício sem qualquer experiência, apelidado de “O Druida” por ser um adepto do Neodruidismo.
      A jornada se iniciará na terra natal de Johnson, uma vila de 7 mil habitantes chamada Cefn Mawr (se lê "Kevin Maur"), localizada no condado de Wrexham.

       


       


      Carreguei todas as nações celtas “originais”, algumas delas representadas pelo país onde se situam, e escolhi outras para representar os territórios com forte influência céltica. 
      Na database original do FM, a liga galesa só tem a Welsh Premier League, a elite do futebol local; para dar um pouco mais de emoção, ativei a segunda divisão através do update do Classen.
      Foi necessário deixar alguns países de fora - por exemplo, Itália, Alemanha e Áustria - até porque não sei se meu notebook aguentaria o tranco. Só para garantir, diminuí a qualidade gráfica e tirei as animações, aparentemente o jogo está rodando sem problemas.
      Acho que, no geral, ficou bem representativo e com boas opções de progressão de carreira.
       

       
      Conquistar pelo menos um título por cada país onde passar; Conquistar um título invicto; Conquistar, em uma temporada, todos os títulos em disputa; Vencer a Liga dos Campeões da Europa; Vencer a Copa do Mundo; Me divertir.
       
       
      Nunca pedir demissão no meio de uma temporada;
      Se receber uma proposta e estiver empregado, priorizar a assinatura de novos contratos para o início da temporada seguinte, fazendo o máximo possível para não abandonar nenhum clube durante uma competição.
       
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      2037 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, 4º lugar no grupo C da Champions League 2037/2038
      2038 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, 3º lugar no Grupo F da Champions League 2038/2039
      2039 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, 3º lugar no Grupo G da Champions League 2039/2040
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório! O plano quinquenal Zero gols, zero derrotas Uma nova era para o Hoops Tinha um italiano no meio do caminho Uma insípida janela de transferências Um paredão azul Winner Winner Chicken Dinner Um quinquênio que durou dois anos Uma debandada do Green Stadium A lei do ex é terrível
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