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Henrique M.

A onda conservadora

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Henrique M.

Vi no Facebook e sendo verdade ou não, serve para dar o pontapé sobre a onda conservadora que tomou o Brasil depois de 2014.

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"Palavras que ouvi de um refugiado Sírio no sábado: " O Brasil parece os países árabes há 40 anos. Começaram a construir mesquitas e mais mesquitas. Não se construíam teatros, cinemas e escolas. O fanatismo foi aumentando dia a dia e hoje todos sabemos como é um país Árabe. Estou aqui no Brasil há dois anos e estou vendo o mesmo que vi há 40 anos. Na rua onde moro tem duas igrejas, cada dia mais igrejas, nada de teatros, cinemas e escolas. O radicalismo de opinião aqui é cada vez maior. Infelizmente estou buscando outro país para meus filhos, o Brasil está indo para um caminho muito perigoso." 

Dissertem.

Acham que tem alguma a coisa haver, nada haver, os motivos são outros, etc.?

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Thiago Anjo

Entendo a analogia, mas comparar os ideais das instituições católicas e protestantes com os ideais do islamismo é falta de conhecimento, se inocente, ou má intenção, se de propósito.

E pelo que eu li sobre história, o Brasil não se parece nem de longe com os países árabes há 40 anos, tá loco. 

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P.S.Y.

Não tem como fugir: fundamentalismo existe em todo o lugar, seja no Brasil ou no Irã.

E ideais islâmicos x protestantes/católicos ficam no elas por elas. Dá pra fazer um livro com as semelhanças que possuem.

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Léo R.
3 horas atrás, Thiago Anjo disse:

Entendo a analogia, mas comparar os ideais das instituições católicas e protestantes com os ideais do islamismo é falta de conhecimento, se inocente, ou má intenção, se de propósito.

E pelo que eu li sobre história, o Brasil não se parece nem de longe com os países árabes há 40 anos, tá loco. 

Não vejo muita diferença de um evangélico fanático para um Arábe, talvez só que o arábe tem coisas mais radicais e malucas em sua crença do que os evangélicos. Há discurso de ódio SIM dentro de igrejas.

O que ele quer falar é que religiões estão cada vez mais fortes, e que as pessoas hoje em dia tem se apegado MUITO em um discurso conservador que está alinhado à religião. O que não é bom, a maioria dos avanços que tivemos em nossa sociedade atual coincide justamente com o enfraquecimento das igrejas como um todo.

Fora o fato de que religiões são as primeiras a separar as pessoas.
 

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Thiago Anjo

Fundamentalismo, é você seguir a regra ESTRITA alguma doutrina. Essa doutrina é um conjunto regras, procedimentos e dogmas na religião. E as doutrinas Católicas e protestantes (que se dizem seguir Cristo) são quase que COMPLETAMENTE diferentes das doutrinas que seguem Maomé.

É como dizer que um fundamentalista vegano teria as mesmas atitudes/objetivos que um fundamentalista carnívoro. São fundamentalistas, mas suas formas de verem o mundo são distintas, diferenciando demais as suas relações com o mundo e as pessoas.

11 horas atrás, P.S.Y. disse:

Não tem como fugir: fundamentalismo existe em todo o lugar, seja no Brasil ou no Irã.

E ideais islâmicos x protestantes/católicos ficam no elas por elas. Dá pra fazer um livro com as semelhanças que possuem.

Tem basicamente 3 livros que, pelo contrário, as separam. Sharia + Corão e Novo Testamento

 

8 horas atrás, Léo R. disse:

Não vejo muita diferença de um evangélico fanático para um Arábe, talvez só que o arábe tem coisas mais radicais e malucas em sua crença do que os evangélicos. Há discurso de ódio SIM dentro de igrejas.

O que ele quer falar é que religiões estão cada vez mais fortes, e que as pessoas hoje em dia tem se apegado MUITO em um discurso conservador que está alinhado à religião. O que não é bom, a maioria dos avanços que tivemos em nossa sociedade atual coincide justamente com o enfraquecimento das igrejas como um todo.

Fora o fato de que religiões são as primeiras a separar as pessoas.
 

Discurso conservador = uma coisa. Discurso de ódio = outra. Você afirma "há um discurso de ódio dentro das igrejas" (suponho que você esteja querendo falar religiões, por que a palavra igreja não tem aplicação aqui), mas você poderia me revelar alguns, por que já conheci muitas e desconheço essa estatística trazida por você.

Sobre que religião é a primeira a separar: eu não acho que seja a primeira, de forma alguma, mas que é uma das maiores fontes de problemas, separações e males, é sim. A Religião, o conjunto de doutrinas criadas por alguns autodenominados superiores, é usada somente para interesses particulares. 

E acho que você está equivocado quando diz que o enfraquecimento das igrejas (essa palavra não cabe, creio que você quis dizer religiões) trouxe avanço, pois as religiões, desde 1966, ao contrário do que previu o antropólogo Anthony Wallace, só fizeram aumentar, e numa progressão geométrica! Então é impossível relacionar o avançado do mundo com a diminuição da religião, já que ela aumentou. E se você der uma pesquisada mais a fundo, vai ver a ENORME contribuição no avanço tecnológico feita pela religião (ou pelos religiosos, como queira)

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Henrique M.

A ideia não era comparar religiões, galera. E sim, debater se a onda conservadora está ligada diretamente ao aumento de igrejas conservadoras no país.

Quanto ao ponto do Thiago, hoje em dia, são religiões muito diferentes, pois a Igreja Católica passou por um processo longo na Idade Média onde ascendeu ao topo, ficou lá por muito tempo e declinou. Hoje, ela é uma religião mais branda e que não tem o poder que o Islã anda tendo. Mas a Igreja Católica já foi muito semelhante ao que o Islã é hoje, então, no fundo, ninguém está errado, só analisando pontos de vistas diferentes e não vale a pena divergir para esse ponto, se não vira, discussão de religião.

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Léo R.
13 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

Fundamentalismo, é você seguir a regra ESTRITA alguma doutrina. Essa doutrina é um conjunto regras, procedimentos e dogmas na religião. E as doutrinas Católicas e protestantes (que se dizem seguir Cristo) são quase que COMPLETAMENTE diferentes das doutrinas que seguem Maomé.

É como dizer que um fundamentalista vegano teria as mesmas atitudes/objetivos que um fundamentalista carnívoro. São fundamentalistas, mas suas formas de verem o mundo são distintas, diferenciando demais as suas relações com o mundo e as pessoas.

Tem basicamente 3 livros que, pelo contrário, as separam. Sharia + Corão e Novo Testamento

 

Discurso conservador = uma coisa. Discurso de ódio = outra. Você afirma "há um discurso de ódio dentro das igrejas" (suponho que você esteja querendo falar religiões, por que a palavra igreja não tem aplicação aqui), mas você poderia me revelar alguns, por que já conheci muitas e desconheço essa estatística trazida por você.

Sobre que religião é a primeira a separar: eu não acho que seja a primeira, de forma alguma, mas que é uma das maiores fontes de problemas, separações e males, é sim. A Religião, o conjunto de doutrinas criadas por alguns autodenominados superiores, é usada somente para interesses particulares. 

E acho que você está equivocado quando diz que o enfraquecimento das igrejas (essa palavra não cabe, creio que você quis dizer religiões) trouxe avanço, pois as religiões, desde 1966, ao contrário do que previu o antropólogo Anthony Wallace, só fizeram aumentar, e numa progressão geométrica! Então é impossível relacionar o avançado do mundo com a diminuição da religião, já que ela aumentou. E se você der uma pesquisada mais a fundo, vai ver a ENORME contribuição no avanço tecnológico feita pela religião (ou pelos religiosos, como queira)

Discurso conservador tem muito de ódio sim, pega um discurso do Bolsonaro por exemplo, é recheado de ódio e conservadorismo num ponto que se tornam a mesma coisa. Existe discurso de uma religião contra a outra, contra coisas que eles não acreditam ou que acham que está acabando com a família tradicional entre outras coisas. Além disso, um discurso de ódio não precisa ser necessariamente algo direto e ofensivo, pode estar mascarado por trás de condutas ou mesmo recomendações.

Quando eu falo enfraquecimento de igrejas/religiões, falo, por mais que existam mais adeptos (o que não é bem verdade, pois o número de ateus tem crescido significativamente no mundo),  ela tem MUITO MENOS FORÇA nas decisões em geral do que tinha no passado, ainda que aqui no brasil exista uma bancada evangélica na política que fica tentando aprovar absurdos e retardando avanços sociais. Antigamente a religião/igreja atravasam a ciência, hoje em dia, apesar de ainda ficarem atrapalhando, atrapalham menos, pois tem menos força (isso que eu me referia com enfraquecimento).

Sobre o ENORME AVANÇO TECNOLÓGICO que você cita, é até engraçado isso, o objetivo da igreja com suas escolas/universidades NUNCA foi o avanço da ciência/conhecimento, e sim limitar o range de possibilidade de avanço do conhecimento. Isso para tentar limitar o range de pensamento das pessoas e manter o poder da igreja como um todo. Porém isso foi um tiro no pé, quanto mais as pessoas desses centros de educação foram estudando, mais foram questionando a própria igreja e religiões.
 

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Léo R.
2 minutos atrás, Henrique M. disse:

A ideia não era comparar religiões, galera. E sim, debater se a onda conservadora está ligada diretamente ao aumento de igrejas conservadoras no país.

Quanto ao ponto do Thiago, hoje em dia, são religiões muito diferentes, pois a Igreja Católica passou por um processo longo na Idade Média onde ascendeu ao topo, ficou lá por muito tempo e declinou. Hoje, ela é uma religião mais branda e que não tem o poder que o Islã anda tendo. Mas a Igreja Católica já foi muito semelhante ao que o Islã é hoje, então, no fundo, ninguém está errado, só analisando pontos de vistas diferentes e não vale a pena divergir para esse ponto, se não vira, discussão de religião.

Esse é o x da questão, o problema da religião conservadora é esse, todo mundo acha que a sua religião é boa, é a melhor e a dos outros que só faz cagada, mas no fundo é tudo igual. E em momentos de descrença das pessoas em tudo (política, economia, desemprego, corrupção e violência)  elas se apegam ao mais fácil, quanto mais conservadora e rígida for a igreja mais fácil se torna o processo de "dar um norte" para essas pessoas que precisam de algo para acreditar/progredir que terão uma vida melhor, propõe uma saída para esses problemas. 

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Matias_
Spoiler

O autor dessa citação aí claramente não entende nada do nosso cenário religioso.

O islamismo não entende “religião” como nossa visão moderna: um conjunto de crenças que podem ser discutidas, aceitas ou não, e protegidas por um exterior Estado laico. O islamismo NÃO é uma religião “de foro íntimo”, que pode conviver com um mundo secular. O islamismo foi, desde Meca, uma forma de atuação e visão do indivíduo, não apenas uma religião. Daí a impossibilidade de um muçulmano, por exemplo, permitir e lutar pela liberdade de expressão, dar amplos direitos às mulheres e assim por diante.

Por isso quando alguém fala que “todas as religiões são iguais”, está usando a palavra “religião” no sentido judaico-cristão, lido modernamente pela filosofia européia. Para o muçulmano, esta palavra nem sequer possui o mesmo significado por ter ramificações laicas e materialistas.

 

49 minutos atrás, Henrique M. disse:

A ideia não era comparar religiões, galera. E sim, debater se a onda conservadora está ligada diretamente ao aumento de igrejas conservadoras no país.

Falando por quem congregou 21 anos numa igreja protestante e viu isso acontecer lá de dentro: não tem relação nenhuma com esse suposto "aumento de igrejas conservadoras", mas sim com o surgimento de uma consciência política que antes não existia.

O que aconteceu foi que os cristãos viram seus costumes e doutrinas ameaçados pela esquerda lacradora e resolveram acordar e eleger seus representantes com mais afinco, para supostamente defender seus interesses. Não tem nada a ver com o que esse refugiado quis colocar, na minha opinião.

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P.S.Y.

@Thiago Anjo você não entendeu nada do que eu disse. Estou falando das semelhanças que as três possuem, não dos seus "livros de fé".

Exemplificando: católicos cultuam imagens, mas muçulmanos e protestantes são iconoclastas.

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Henrique M.
1 hora atrás, Matias_ disse:
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O autor dessa citação aí claramente não entende nada do nosso cenário religioso.

O islamismo não entende “religião” como nossa visão moderna: um conjunto de crenças que podem ser discutidas, aceitas ou não, e protegidas por um exterior Estado laico. O islamismo NÃO é uma religião “de foro íntimo”, que pode conviver com um mundo secular. O islamismo foi, desde Meca, uma forma de atuação e visão do indivíduo, não apenas uma religião. Daí a impossibilidade de um muçulmano, por exemplo, permitir e lutar pela liberdade de expressão, dar amplos direitos às mulheres e assim por diante.

Por isso quando alguém fala que “todas as religiões são iguais”, está usando a palavra “religião” no sentido judaico-cristão, lido modernamente pela filosofia européia. Para o muçulmano, esta palavra nem sequer possui o mesmo significado por ter ramificações laicas e materialistas.

 

Falando por quem congregou 21 anos numa igreja protestante e viu isso acontecer lá de dentro: não tem relação nenhuma com esse suposto "aumento de igrejas conservadoras", mas sim com o surgimento de uma consciência política que antes não existia.

O que aconteceu foi que os cristãos viram seus costumes e doutrinas ameaçados pela esquerda lacradora e resolveram acordar e eleger seus representantes com mais afinco, para supostamente defender seus interesses. Não tem nada a ver com o que esse refugiado quis colocar, na minha opinião.

Logo está indiretamente ligado. Pois o aumento de igrejas conservadoras coincidiu com esse momento de "consciência política" (coisa que eu não acredito que tenha surgido ainda no brasileiro em geral), e logo, mais gente passou a votar nos representantes das suas "igrejas" (o que no caso seriam os valores).

O que mais acho engraçado desse lance de costumes e doutrinas ameaçados, é que não houve ameaça nenhuma, estávamos nos encaminhando para um processo de igualidade jurídica e social e de repente, virou essa guerra da "família tradicional brasileira" x "esquerda lacradora" (curiosamente, a família tradicional brasileira não está nem aí para os valores familiares, já que a grande maioria dos membros da "família tradicional brasileira" sequer seguem os costumes e doutrinas da fé cristã de maneira correta, são o famoso "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!" e quanto a "esquerda lacradora", infelizmente, o pessoal do lacre meio que destruiu a imagem de quem luta por uma sociedade justa, igualitária e isonômica, independente de cor da pele, sexo, sexualidade, gênero, status social, etc.)

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ArquitetoZ

Uma boa questão, já que todos querem ser "politicamente correto", mesmo crendo e defendendo coisas diferentes.

@Thiago Anjo, você tem alguma ideia de como eram as religiões monoteístas e moralistas do ocidente nos primeiros séculos. A Reforma Protestante havia surgido justamente para ir contra o radicalismo da Igreja Católica Apostólica Romana, que em tese o padre não poderia ter filhos nem relação conjugal.

Mas a Igreja Católica adora(va) muitos santos, e isso foi condenado pelos protestantes. Eles centraram a fé deles exclusivamente em Deus e Jesus Cristo, e não em santos, assim como um milênio antes os Cristãos (Apostólicos Romanos) condenavam os pagãos politeístas, que reverenciavam vários deuses.

@Henrique M.Desculpe-me dizer, mas o seu tratamento de conceitos é impreciso. Principalmente sobre a confusão conceitual entre "protestante" e "conservador", por mais que  muitas pessoas sejam ambos.

E a palavra religião do verbo latim religare, que eu não vou saber mencionar sem ajuda do Dicionário Informal:  http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/religião/3224/

"Religação com Deus". A questão é se esta religação precisa de livros sagrados e seguir as palavras de uma pessoa falecida e de origem provável mas de um tempo que os momentos e os acontecimentos não eram filmados para haver a interpretação crítica das estórias contadas.

Um crente/protestante não necessariamente é um conservador ou extremista. Mas extremistas podem ser de qualquer religião, desde que use as Palavras de Maomé ou de Jesus Cristo para cometer atrocidades.

Por último eu tenho que destacar a importância da disciplina de Filosofia. Em tese, pelo que sempre foi e sempre será, o exercício do livre pensamento deveria ensinar a "querer saber" ou "querer conhecer", significado grego da palavra, embora isso tenha algum conflito com o "querer crer" ou "querer seguir".

Por outro lado, "cristão" tem origem que signifique "O Escolhido". Cristãos no início usavam isso para perseguir outras religiões para dizer que "é a religião Escolhida".

Editado por ArquitetoZ
Digito muito rápido e às vezes aperto TAB e enter.
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ArquitetoZ

Nem todo protestante é conservador.

Nem todo protestante é extremista.

Nem todo conservador é protestante.

O tópico passa a impressão de que "protestante é conservador" e "conservador é protestante", mas existem conservadores que não são protestantes.

Sim, há uma "onda conservadora" no Brasil, mas isto não é exclusivamente sobre religião.

E sim, eu concordo que o "querer crer" inibe o "querer conhecer". As crenças são doutrinas que podem tornar-se violentas e extremistas. Assim como as ideologias. Quando não é por e pelo conhecimento, persegue as liberdades individuais e agem de forma totalitária.

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Thiago Anjo

Brothers, to longe de casa e no cel, não dá explicar cada coisa e argumentar como gostaria, mas basicamente quis dizer que não, o Brasil de hoje não se assemelha em nada com os países árabes há 40 anos, pois as religiões são completamente diferentes hoje (que foi o parâmetro de tempo, hoje). 

Edit: e acho, é aqui é somente minha opinião, que o ser humano arruma problema em qualquer coisa. Se não existissem religiões, existiriam a msm proporção de problemas, talvez diferentes, mas tão graves quanto.

Não acho que as religiões são o problema da humanidade, a humanidade é o problema, tudo que foi criado por ela foi corrompido, não existe nada no mundo em que o homem tenha colocado a mão,  que seja só benefício 

Editado por Thiago Anjo

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ArquitetoZ

Então, vou para mais um post explicando algo que importa com relação a esta questão.

O Brasil não parece com os países árabes de 40 anos atrás. Mas percebi no texto um certo receio com o fanatismo religioso e as dúvidas que isso acarreta para o desenvolvimento científico e tecnológico.

Os EUA são um país com grande parcela de protestantes por exemplo, mas eu gostaria dos números da Califórnia e outros lugares deles e do mundo. Minha questão é: Seria a presença forte de igrejas um estímulo para uma população leiga e ignorante!?

O texto do Sírio demonstra desconfiança a lugares onde a crença religiosa cresce. E aonde ele depositaria a confiança dele, em um país ateu, de investigações científicas e desenvolvimento tecnológico? No que os japoneses e sul coreanos acreditam atualmente em questão de religião, isto torna-se de meu interesse saber.

Eu acho que a crença religiosa não é empecilho para a ciência, mas pode tornar-se dependendo da orientação do líder religioso (pastor, bispo, etc). Quem estimulou os cristãos a cometerem atrocidades ao início da Idade Média foram os bispos (pelo menos na cidade de Alexandria foi assim, com o conhecido Bispo Cirilo). Quem estimula as interpretações ferrenhas e radicais da Palavra são os líderes religiosos. Logo, se ele não trabalhar contra a importância de estudar as disciplinas da escola e da investigação científica e dos saberes, a religião não torna-se um problema para a sociedade.

E isto tem nada a ver com conservadorismo. Indiretamente porque a moral conservadora e dos religiosos são muito próximas senão a mesma. Daí a mistura deles.

Agora com relação à "onda conservadora", isto é normal em uma sociedade. Se existirá um lado de gente que defende alguns costumes e formas de viver diferente e estranha para outro grupo, então haverá estranhamento. Os conservadores reagem a um tipo de costume que é associado aos "revolucionários do marxismo cultural" na situação do Brasil.

O que quero dizer no final do raciocínio é que "a onda conservadora" não necessariamente é algo de alguma religião, mas que A une-se a B por defenderem os mesmos pontos de vista nas questões morais e éticas.

Editado por ArquitetoZ

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Henrique M.
21 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

Brothers, to longe de casa e no cel, não dá explicar cada coisa e argumentar como gostaria, mas basicamente quis dizer que não, o Brasil de hoje não se assemelha em nada com os países árabes há 40 anos, pois as religiões são completamente diferentes hoje (que foi o parâmetro de tempo, hoje). 

Mas a intenção não é comparar o Brasil de hoje com os países árabes há 40 anos, nem comparar Catolicismo, Islamismo e Protestantismo. A intenção é discutir se a onda conservadora do Brasil atual é fruto do boom de igrejas com ideias conservadoras e se isso pode significar uma retração nos hábitos da nossa sociedade, assim como ocorreu uma forte retração nos hábitos das sociedades árabes.

A citação do refugiado foi só o pontapé inicial, poderia ter sido até mesmo uma opinião minha ou de outra pessoa conhecida.

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Thiago Anjo
6 minutos atrás, Henrique M. disse:

Mas a intenção não é comparar o Brasil de hoje com os países árabes há 40 anos, nem comparar Catolicismo, Islamismo e Protestantismo. A intenção é discutir se a onda conservadora do Brasil atual é fruto do boom de igrejas com ideias conservadoras e se isso pode significar uma retração nos hábitos da nossa sociedade, assim como ocorreu uma forte retração nos hábitos das sociedades árabes.

A citação do refugiado foi só o pontapé inicial, poderia ter sido até mesmo uma opinião minha ou de outra pessoa conhecida.

Humm, ok. Não acho que a onda conservadora tenha a ver com religião, mas sim com saturação da política das farinhas do mesmo saco, somada a impunidade sobre a violência.

Eu costumo dizer que são fazes, e ondas mesmo. Uma hora a coisa aperta para um lado e com o tempo as pessoas vão fazendo a msm corrupção do outro grupo, daí o pessoal satura e pede mudança. Daí vem o outro lado começa de um jeito e com o tempo faz a msm corrupção, aí vem o outro lado de novo... É cíclico, o problema não é esquerda ou direita, é o ser humano que é corrupto. 

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Henrique M.
1 minuto atrás, Thiago Anjo disse:

Humm, ok. Não acho que a onda conservadora tenha a ver com religião, mas sim com saturação da política das farinhas do mesmo saco, somada a impunidade sobre a violência.

Eu costumo dizer que são fazes, e ondas mesmo. Uma hora a coisa aperta para um lado e com o tempo as pessoas vão fazendo a msm corrupção do outro grupo, daí o pessoal satura e pede mudança. Daí vem o outro lado começa de um jeito e com o tempo faz a msm corrupção, aí vem o outro lado de novo... É cíclico, o problema não é esquerda ou direita, é o ser humano que é corrupto.

Eu sou adepto do Hobbesianismo (@Ariel' que pira), mas resumirmos a discussão a simplesmente isso, não precisaria haver discussão, pois poderíamos culpar nossa natureza por isso. Mas será que não vale a reflexão dos motivos da atual onda? Assim como valeria a reflexão dos motivos de qualquer onda que surge?

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ArquitetoZ

Aqui no Brasil, realmente ser conservador é alinhado a defender ditadura militar e cristianismo, católico e protestante.

Mas certamente há poucos conservadores ateus. Que acham os ateus(melhor dizendo, "atores") do marxismo cultural uns ridículos. Sentem-se desrespeitados pela forma como eles se vestem e sexualidade. Tem até a ridícula kit gay que especularam no Congresso. uma perda de tempo sem noção quando quiseram propor isso

Problema é que nisso eles erram de "defender democracias antigas" que novamente não darão certo. E os lacradores do Facebook acham que política é coisa de rede social pessoal. Boa parte deles é esquerdista.

Editado por ArquitetoZ

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Thiago Anjo
4 minutos atrás, Henrique M. disse:

Eu sou adepto do Hobbesianismo (@Ariel' que pira), mas resumirmos a discussão a simplesmente isso, não precisaria haver discussão, pois poderíamos culpar nossa natureza por isso. Mas será que não vale a reflexão dos motivos da atual onda? Assim como valeria a reflexão dos motivos de qualquer onda que surge?

Ah claro, apesar de achar que o motivo dos males é o ser humano mesmo, tudo tem um motivo, de certo.

Eu acho que o motivo dessa onda é a saturação das pessoas com a política das últimas 2 décadas, uma decepção atrás da outra, dos 2 lados. E também, o povo cansou de ser roubado, estuprado, sequestrado, eles querem que os agressores sejam punidos severamente.

Geralmente a esquerda não apoia isso, o discurso da esquerda é sobre o ladrão que é vítima do sistema, sendo que eles não têm soluções ou não as aplicam, ou ainda não têm como aplicá-las, o que acaba perpetuando a impunidade e o povo quer o fim dos agressores, independente dos motivos que levam o agressor a agredir, e quem suporta esse discurso é a direita, que é mais conservadora, acho que essas coisas Influem mais nessa onda conservadora que as instituições religiosas, se não me engano até Dilma a instituição católica é algumas protestantes (como universal) apoiavam o o governo de esquerda, e após os escândalos virem a tona todo o discurso foi mudando

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Matias_
4 horas atrás, Henrique M. disse:

Logo está indiretamente ligado. Pois o aumento de igrejas conservadoras coincidiu com esse momento de "consciência política" (coisa que eu não acredito que tenha surgido ainda no brasileiro em geral), e logo, mais gente passou a votar nos representantes das suas "igrejas" (o que no caso seriam os valores).

O que mais acho engraçado desse lance de costumes e doutrinas ameaçados, é que não houve ameaça nenhuma, estávamos nos encaminhando para um processo de igualidade jurídica e social e de repente, virou essa guerra da "família tradicional brasileira" x "esquerda lacradora" (curiosamente, a família tradicional brasileira não está nem aí para os valores familiares, já que a grande maioria dos membros da "família tradicional brasileira" sequer seguem os costumes e doutrinas da fé cristã de maneira correta, são o famoso "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!" e quanto a "esquerda lacradora", infelizmente, o pessoal do lacre meio que destruiu a imagem de quem luta por uma sociedade justa, igualitária e isonômica, independente de cor da pele, sexo, sexualidade, gênero, status social, etc.)

A igreja protestante, que é pela qual eu posso falar, sempre evitou se envolver em política. Inclusive essa era uma recomendação que vinha das lideranças regionais: de não se posicionar e muito menos discursar politicamente em igrejas. Até que veio o pessoal do lacre e isso simplesmente aterrorizou os cristãos, passando uma imagem totalmente errada do que deveria ser uma luta por uma sociedade justa, como você escreveu.

A "imagem errada" propagada principalmente pelos extremistas de esquerda foi entendida na igreja como uma afronta DIRETA, a ponto do pastor da igreja que eu frequentava falar de gays em tom discriminatório, referindo-se aos mesmos como escórias da sociedade atrás de atenção e privilégios e não direitos iguais.

 

52 minutos atrás, Henrique M. disse:

Mas a intenção não é comparar o Brasil de hoje com os países árabes há 40 anos, nem comparar Catolicismo, Islamismo e Protestantismo. A intenção é discutir se a onda conservadora do Brasil atual é fruto do boom de igrejas com ideias conservadoras e se isso pode significar uma retração nos hábitos da nossa sociedade, assim como ocorreu uma forte retração nos hábitos das sociedades árabes.

A citação do refugiado foi só o pontapé inicial, poderia ter sido até mesmo uma opinião minha ou de outra pessoa conhecida.

Não acredito em retração, mas numa tendência ao equilíbrio e moderação. O conservadorismo em igrejas é só uma gota num mar de apoiadores. A quantidade de gente em buteco e barbearia (cidadão comum) aderindo a essa onda conservadora é impressionante.

A população, no GERAL, parece de saco cheio dessa galera do lacre querendo aparecer a qualquer custo, é essa a impressão que tenho.

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vinny_dp

Minha opinião é que a presença de mais parlamentares religiosos faz um efeito muito grande nessa onda conservadora. Eles aproveitaram para propagar suas pautas como se fossem a opinião de todos.

Aí somado ao fato que os governos recentes, não tão firmes e precisando muito mais do apoio parlamentar para aprovar outras pautas, acabaram cedendo em questões importantes para esses grupos, o que aumenta a onda conservadora. 

O problema é que a reação a esses conservadores só aumenta a impressão para quem é de dentro da igreja, que suas crenças estão em risco, fora o fato de notícias falsas serem divulgadas numa rapidez impressionante, o que torna mais confusa a situação. 

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MICHEL O
Em 02/12/2017 at 02:07, Léo R. disse:

Não vejo muita diferença de um evangélico fanático para um Arábe, talvez só que o arábe tem coisas mais radicais e malucas em sua crença do que os evangélicos. Há discurso de ódio SIM dentro de igrejas.

O que ele quer falar é que religiões estão cada vez mais fortes, e que as pessoas hoje em dia tem se apegado MUITO em um discurso conservador que está alinhado à religião. O que não é bom, a maioria dos avanços que tivemos em nossa sociedade atual coincide justamente com o enfraquecimento das igrejas como um todo.

Fora o fato de que religiões são as primeiras a separar as pessoas.
 

Esse é o famoso falar sem conhecer.

Sugiro que você vá em qualquer pastoral da igreja católica. Fazem muito mais trabalhos sociais (principalmente com relação aos mais famintos), do que o governo, ONG ou qualquer outra instituição desse país. É muita família assistida. Antes de participar não tinha noção. E sei que existem trabalhos semelhantes em outras religiões também.

Não fosse as igrejas, o caos seria maior. Tem ex-presidente que fala que tirou pessoas na miséria, tem "estudos" (e como eu não confio nesses estudos) que falam que o número de miseráveis diminuiu, mas a realidade que a gente encontra é totalmente oposta. A miséria só aumenta e consequentemente a demanda por ajuda também.

Quem se dedica no dia a dia, ou uma ou duas vezes por semana a ir nas periferias, entregar cesta básica, roupas, medicamentos, sabe o tamanho da bobagem que você escreveu.

Aliás, essa onda conservadora encontrando em determinados personagens da política uma opção diferente daqueles que estiveram no poder nos últimos anos. E não porque esses personagens são bons ou competentes, mas simplesmente porque aqueles que estavam foram péssimos.

Editado por MICHEL O
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Thiago Anjo
1 minuto atrás, MICHEL O disse:

Esse é o famoso falar sem conhecer.

Sugiro que você vá em qualquer pastoral da igreja católica. Fazem muito mais trabalhos sociais (principalmente com relação aos mais famintos), do que qualquer governo, ONG ou qualquer instituição desse país. É muita família assistida. E sei que existem trabalhos semelhantes em outras igrejas também.

Não fosse as igrejas, o caos seria maior.

Quem se dedica no dia a dia, ou uma ou duas vezes por semana a ir nas periferias, entregar cesta básica, roupas, medicamentos, sabe o tamanho da bobagem que você escreveu.

Aliás, essa onda conservadora encontrando em determinados personagens da política uma opção diferente daqueles que estiveram no poder nos últimos anos. E não porque esses personagens são bons ou competentes, mas simplesmente porque aqueles que estavam foram péssimos.

Geralmente isso é o que acontece, falar sem conhecer. Tem gente que critica o Cristianismo sem nunca ter estudado a Bíblia, critica o Judaísmo sem ter lido o Torá (antigo testamento), critica o Islamismo sem ter lido a Sharia nem o Corão, é como falar de Bhaskara sem ter estudado Álgebra. O trabalho humanitário da instituição católica no mundo, é gigantesco, maior que qualquer governo já fez. Os evangélicos no Brasil também missões com clínicas de reabilitação, visita a presídios, hospitais. A equiparação crua das religiões mencionadas é um equívoco grande.

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Douglas.
11 minutos atrás, MICHEL O disse:

(1) Não fosse as igrejas, o caos seria maior.

 

(2) Aliás, essa onda conservadora encontrando em determinados personagens da política uma opção diferente daqueles que estiveram no poder nos últimos anos. E não porque esses personagens são bons ou competentes, mas simplesmente porque aqueles que estavam foram péssimos.

1. Difícil afirmar o negativo assim. É que nem falar que se não fossem os políticos, o caos seria maior. Não tem como provar nem por inferência.

 

2. Não sei de onde tiraram que isso é coisa nova. Não lembro de uma eleição sequer onde alguém não teve que alinhar discurso com ao menos alguma corrente religiosa. As religiões participam do jogo político "desde sempre". E, até aqui, só fizeram parte do problema, assim como o resto.

 

****

 

Mas voltando ao post inicial, essa radicalização da sociedade, sim, é preocupante. Por mais que todo mundo tenha se cansado um pouco e boa parte tenha voltado ao habitual "melhor não discutir", a ilusão de que essas "novas soluções" que se apresentam são realmente coisa nova persiste desde a última eleição já, ou seja, já não dá pra descartar como passageiro.

Dá pra pintar um quadro assustador se quiserem ligar o momento político e a caça às bruxas no âmbito artístico, por exemplo, mas eu ainda prefiro esperar a eleição se aproximar pra ver se isso vai chegar com força ou não.

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