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Danut

United we'll retake Manchester: No meio do caminho tinha um Burnley [atualizado em 22.06]

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baltazar

Essa evolução é sempre muito legal de ver, tem muito jovem que deixa a gente surpreso pelo tanto que evoluiu, e as vezes passando de um mero coadjuvante para titular indiscutível, isso que torna esse desafio tão especial.

Mas o nível ainda tá baixo, por isso acredito que vc ainda vai se surpreender bastante daqui uns anos com a evolução de alguns newgens que surgem meio desacreditados.

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Danut
29 minutos atrás, Henrique M. disse:

Interessante a forma como você escolheu para prestar homenagens a jogadores importantes da história do save.

Achei que os jogadores mereciam um pouco de espaço. E afinal, qual a graça de jogar quase trinta temporadas se eu não parar de vez em quando para olhar o que passou?

 

28 minutos atrás, baltazar disse:

Essa evolução é sempre muito legal de ver, tem muito jovem que deixa a gente surpreso pelo tanto que evoluiu, e as vezes passando de um mero coadjuvante para titular indiscutível, isso que torna esse desafio tão especial.

Mas o nível ainda tá baixo, por isso acredito que vc ainda vai se surpreender bastante daqui uns anos com a evolução de alguns newgens que surgem meio desacreditados.

Acho que é uma das coisas mais legais do save né. No caso desses quatro, porém, não considero que tenham sido surpresas nesse sentido, de deixarem de ser coadjuvantes para uma titularidade indiscutível. Todos eles já prometiam ser bons jogadores quando surgiram. Claro, Lillis e Brown atingiram um nível acima do esperado até, mas já sabia que poderiam ser importantes pro clube.

Sobre o nível, concordo que tá bem baixo ainda. Basta ver que o Brown, que é o centro criativo da minha equipe desde sempre, não tem um único atributo técnico acima de 10. É muito pouco. Infelizmente é isso que eu tenho pra trabalhar no momento. Espero que um dia consiga jogadores melhores mesmo.

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Danut

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Depois de uma atualização em homenagem a quatro jogadores muito importantes na história do clube, estamos de volta a nossa programação normal. O FC United conseguiu, pela segunda vez em sua história, a promoção para a League One. Diferentemente da primeira vez - em que a promoção veio em um playoff muito suado -, dessa vez a equipe subiu já com o segundo lugar na liga. Isso dá esperanças à torcida de que seja possível se manter na divisão. É hora de ver como foram os primeiros meses da luta pela manutenção.

 

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Tivemos apenas duas saídas em definitivo. E, destas, somente uma de jogador da equipe principal. Mas nem por isso fiquei feliz com a situação e como o FM lidou com ela. Steve Watkins veio falar comigo na segunda metade da temporada passada, reclamando da falta de tempo de jogo. Disse a ele que lhe daria espaço se mostrasse dedicação nos treinos. Ele foi um dos destaques mensais em março, e com isso coloquei o jogador de titular em todos os jogos de abril e maio - isto é, até o final da temporada, mesmo com muita coisa em jogo nessas partidas. Só que o FM considerou que isso não foi o suficiente, e aí o jogador não quis renovar contrato porque eu teria quebrado minha promessa - que, pelo visto, era impossível de cumprir, já que simplesmente não havia mais partidas para ele jogar.

Watkins era visto por mim como um jogador importante para os próximos dois a três anos do clube pelo menos, já que temos um certo gap geracional entre Gerry Brown - já com 30 anos - e nossos meio campistas mais jovens. Agora vamos ter que nos virar sem ele. Em cinco temporadas, foram 50 jogos com a camisa do FC United e um gol marcado.

 

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Nosso elenco continua praticamente o mesmo da última temporada. Destaco a questão do vazio geracional existente no meio de campo, que comentei acima. Brown e Keehan já estão com 30 anos. Howard, Pope e McEvoy estão com 20 ou 21. Na faixa dos 22 aos 29 temos apenas Robinson, Flinders e Murphy. O problema é que Robinson e Murphy são bem fracos. Acabamos tendo apenas Flinders nessa geração.

Outro aspecto a ficar de olho é no gol. Taylor já está com 28 anos, e Martin Dunn não se mostrou um reserva à altura. Temos alguns nomes na base, mas ainda não sei se algum deles será capaz de chegar ao nível do atual titular. A situação é semelhante na zaga, onde os titulares estão chegando perto dos 30 anos. No caso da defesa, espero que Challoner possa assumir um dos lugares. Fica a dúvida sobre quem será seu companheiro.

 

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Agosto

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Nem o mais otimista dos torcedores do FC United imaginaria um mês desses para abrir a temporada. Já achei um bom resultado empatar as duas primeiras partidas, mesmo com uma delas sendo em casa. Depois emendamos três vitórias seguidas, que levaram o clube à quinta colocação. Evidentemente não vamos ficar por ali, mas foi um belo começo de campeonato.

Destaque para o segundo gol no jogo contra o Walsall. Imediatamente depois de levar o empate construímos uma jogada bonita que só terminou no fundo das redes do adversário.

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Setembro

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Setembro foi o mês que nos colocou de volta ao chão. No primeiro jogo sofremos uma goleada fora de casa. No segundo, em casa, apenas um empate. E depois nova goleada fora de casa. Em termos de resultados, o clássico com o Leeds foi o que salvou o mês - conseguimos a vitória por 3 a 0 graças a uma atuação maravilhosa de Aaron Bradley, que fez dois gols e deu a assistência para o outro. Só que as imagens que circularam depois do jogo não foram dos gols de Bradley, e sim de uma dividida em que ele se meteu e levou a pior, quebrando o pé. Já sem nosso principal jogador - que só vai voltar no ano que vem -, sofremos nova derrota, agora diante do Shrewsbury.

 

Outubro

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A dependência de minha equipe de Aaron Bradley ficou evidente em outubro. Não conseguimos sequer tentar bater de frente com os adversários nos quatro primeiros jogos. Não foram apenas derrotas. Foram jogos onde fomos completamente dominados. Toda bola que ia para o ataque voltava imediatamente. E, pressionada, minha defesa fez água. O jogo com o Wrexham acabou salvando um pouco a nossa situação, mas não vejo muitas perspectivas de melhora.

 

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Depois de um começo excelente, minha equipe despencou na tabela de classificação. De positivo podemos destacar que ainda estamos com boa distância para a zona de rebaixamento. Mas será preciso inventar uma forma de jogar futebol mesmo sem Aaron Bradley, pois não podemos nos dar ao luxo de continuar no ritmo atual até sua recuperação.

 

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Apenas para registrar que tivemos mais dois jogadores chamados para seleções juniores. Jake Wolfe foi chamado para representar a Irlanda sub19, enquanto Tommy McColl vestiu a camiseta do País de Gales sub19. No total, já tivemos sete jogadores chamados para seleções de base.

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Tsuru

O início da equipe foi "fulgurante", como diria o FM, mas logo a realidade bateu à porta, e a lesão do Bradley ainda complicou as coisas. De qualquer forma todos esperávamos uma temporada difícil, não é?

O bom começo fez com que abrisse seis pontos para o primeiro da zona de rebaixamento e acho que, se não houver um desastre completo, consegue sobreviver na League One, ficando mais ou menos onde está nesse momento.

O que pensa fazer para reduzir a "Bradleydependencia"? Quais seriam as alternativas para uma forma de jogo sem ele?

Boa sorte na continuação!

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Danut
5 minutos atrás, Tsuru disse:

O início da equipe foi "fulgurante", como diria o FM, mas logo a realidade bateu à porta, e a lesão do Bradley ainda complicou as coisas. De qualquer forma todos esperávamos uma temporada difícil, não é?

O bom começo fez com que abrisse seis pontos para o primeiro da zona de rebaixamento e acho que, se não houver um desastre completo, consegue sobreviver na League One, ficando mais ou menos onde está nesse momento.

O que pensa fazer para reduzir a "Bradleydependencia"? Quais seriam as alternativas para uma forma de jogo sem ele?

Boa sorte na continuação!

Pois é, começamos bem demais. Eu até dei uma empolgada, mesmo sabendo que o time é fraco e tal, achei que ia dar pra continuar surpreendendo. Mas aí logo o FM me colocou no lugar esperado, que realmente é de uma temporada longa e difícil.

Eu acho os seis pontos uma boa distância. O problema é que os nossos resultados em outubro estão indicando um desastre completo mesmo. Só vencemos do Wrexham que é o último colocado, nos outros jogos não chegamos nem perto de fazer alguma coisa. Então pra ficar onde está o time precisa melhorar. No momento estamos em queda livre.

Sobre a Bradleypendência, eu tenho notado que sem ele minha equipe não consegue prender a bola no ataque. Fica como se estivéssemos jogando contra uma parede, sabe? Bola longa pra frente, bate na zaga e volta. Acho que é porque o Bradley é o cara que tem a qualidade pra segurar essa bola que vem meio quadrada da defesa. O Collins, que é o reserva imediato, é mais poste só mesmo, sem qualidade. Daí acaba perdendo a disputa com os zagueiros. A solução deve passar por diminuir a quantidade de bolas longas para esse homem de meio. Mas claro que não adianta só saber que pode ser bom fechar essa rota de jogo. Precisamos pensar que outra rota vamos utilizar no lugar. Provavelmente algo que envolva passes mais curtos, mas aí tem que ver o que exatamente vou ter que mudar pra adequar o time a isso.

Obrigado 🙂

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Tsuru
7 minutos atrás, Danut disse:

Sobre a Bradleypendência, eu tenho notado que sem ele minha equipe não consegue prender a bola no ataque. Fica como se estivéssemos jogando contra uma parede, sabe? Bola longa pra frente, bate na zaga e volta. Acho que é porque o Bradley é o cara que tem a qualidade pra segurar essa bola que vem meio quadrada da defesa. O Collins, que é o reserva imediato, é mais poste só mesmo, sem qualidade. Daí acaba perdendo a disputa com os zagueiros. A solução deve passar por diminuir a quantidade de bolas longas para esse homem de meio. Mas claro que não adianta só saber que pode ser bom fechar essa rota de jogo. Precisamos pensar que outra rota vamos utilizar no lugar. Provavelmente algo que envolva passes mais curtos, mas aí tem que ver o que exatamente vou ter que mudar pra adequar o time a isso.

Então, passes curtos podem sim ser um caminho. O outro é você tentar colocar outra referência de jogo entre o ataque e a defesa, por exemplo, um playmaker (seja qual for). Isso costuma fazer com que a bola circule mais antes de ser despachada para a frente.

O Armador Recuado teoricamente é uma boa opção nesse sentido, porque a bola circula primeiro por ele, mais atrás, antes de seguir para a frente. Mas tem que ver se encaixa no seu time. Eu por exemplo testei aqui no Nacional um Armador Recuado - Apoiar e o desenho do meu meio campo fez com que ele fosse inútil, não recuava o suficiente e não avançava o suficiente.

Não sei se você está usando MAC. Se usar, uma outra forma de reduzir essa dependência é colocar um meia ofensivo que avança bastante. Isso costuma fazer com que a defesa entre em um dilema: ou avança a marcação pra tentar pegar ele e abre espaço pros outros atacantes, ou deixa ele mais solto e corre o risco de permitir abertura de espaços.

Lembro também que você estava usando um 4-3-3 com um atacante que recuava bastante. É nessa função que o Bradley joga?

Outra observação: normalmente a bola sendo despachada para o ataque imediatamente pode ser sinal que há algum problema na construção das jogadas. Digo isso porque as vezes uso Jogador Alvo aqui, que teoricamente "puxa" a bola para a frente, e mesmo assim a jogada não é acelerada, não rifam a bola para ele. 

São algumas ideias pra testar e ver se consegue te ajudar por aí 😉

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Danut
4 minutos atrás, Tsuru disse:

Então, passes curtos podem sim ser um caminho. O outro é você tentar colocar outra referência de jogo entre o ataque e a defesa, por exemplo, um playmaker (seja qual for). Isso costuma fazer com que a bola circule mais antes de ser despachada para a frente.

O Armador Recuado teoricamente é uma boa opção nesse sentido, porque a bola circula primeiro por ele, mais atrás, antes de seguir para a frente. Mas tem que ver se encaixa no seu time. Eu por exemplo testei aqui no Nacional um Armador Recuado - Apoiar e o desenho do meu meio campo fez com que ele fosse inútil, não recuava o suficiente e não avançava o suficiente.

Não sei se você está usando MAC. Se usar, uma outra forma de reduzir essa dependência é colocar um meia ofensivo que avança bastante. Isso costuma fazer com que a defesa entre em um dilema: ou avança a marcação pra tentar pegar ele e abre espaço pros outros atacantes, ou deixa ele mais solto e corre o risco de permitir abertura de espaços.

Lembro também que você estava usando um 4-3-3 com um atacante que recuava bastante. É nessa função que o Bradley joga?

Outra observação: normalmente a bola sendo despachada para o ataque imediatamente pode ser sinal que há algum problema na construção das jogadas. Digo isso porque as vezes uso Jogador Alvo aqui, que teoricamente "puxa" a bola para a frente, e mesmo assim a jogada não é acelerada, não rifam a bola para ele. 

São algumas ideias pra testar e ver se consegue te ajudar por aí 😉

A tática que eu tô usando é a mesma do ano passado, sem mudar uma linha (só troquei dois jogadores, mas só troca de nomes mesmo, e, claro, o Bradley, que tá com o pé fudido):

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Mas pode deixar que eu tenho ideias do que mudar. Se for preciso eu peço socorro lá na área tática de novo 🙂

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ggpofm

Muito boa as homenagens aos jogadores. Em um save em longa duração isso deveria sempre ser utilizado, mas nem todos têm paciência e ânimo para isso.

De volta à realidade, né? Mas sabíamos que seria assim, então, o caminho não é se desesperar e tentar garimpar aqueles pontos que irão salvar o FCU no final.

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Danut
1 hora atrás, ggpofm disse:

Muito boa as homenagens aos jogadores. Em um save em longa duração isso deveria sempre ser utilizado, mas nem todos têm paciência e ânimo para isso.

De volta à realidade, né? Mas sabíamos que seria assim, então, o caminho não é se desesperar e tentar garimpar aqueles pontos que irão salvar o FCU no final.

Que bom que o pessoal gostou. Eu provavelmente continuaria postando esse tipo de coisa igual, porque quero ter esses registros para mim. Mas é bom saber que tem leitor que se interessa também 🙂

De fato, a situação não surpreende. Só fiquei preocupado com o último mês ali, que foi bem ruim. Mas não pretendo jogar tudo pela janela só por conta disso.

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thyagocda

Ficou legal as homenagens... Quantas temporadas mais, você crer que será preciso pra chegar na Premier?

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Danut
14 minutos atrás, thyagocda disse:

Ficou legal as homenagens... Quantas temporadas mais, você crer que será preciso pra chegar na Premier?

Rapaz, não faço ideia, haha. Eu achava que seria mais fácil que está sendo, então não vou me arriscar a fazer uma previsão. Mas de qualquer modo, vai depender muito do FM me permitir melhorar as categorias de base. Precisamos disso para avançar. Então quanto antes vier, mais rápido dá pra ir pra frente.

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Danut

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A temporada 2042/43 começou muito bem para o FC United, deixando os torcedores com esperanças de que o clube evitaria a briga contra o rebaixamento. No entanto, as coisas mudaram a partir da lesão do atacante Aaron Bradley. Com cinco derrotas nos últimos seis jogos, o time de Manchester ocupa agora a 18ª colocação, seis pontos à frente da zona vermelha. É hora de ver se o clube conseguiu encontrar uma forma de jogar mesmo sem Bradley. E, claro, de conferir o desempenho nas copas.

 

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Na última temporada minha equipe sofreu duas vezes na mão do Burnley. Primeiro fomos eliminados por eles na primeira rodada da League Cup - derrota em casa por 4 a 2. Depois nos encontramos na quarta rodada da FA Cup - nova derrota em casa, dessa vez por 3 a 2. Não é preciso muita imaginação para saber como fiquei ao ver que o sorteio da League Cup esse ano nos colocou para enfrentar o Burnley mais uma vez. E fora de casa ainda.

Seguindo a mesma lógica que venho aplicando já há mais anos, entramos em campo com uma equipe inteiramente reserva, poupando os titulares para a liga. Até criamos algumas chances de gol, e acho que merecíamos colocar uma ou duas bolas na rede. Mas o Burnley teve mais volume de jogo, e a vitória foi merecida.

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Um gol para cada eliminação que sofremos nas mãos deles.

 

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A competição menos importante do ano nos colocou diante do Carlisle, adversário forte de nossa divisão. Jogamos com os reservas e acabamos goleados por 4 a 0. Não me importo com a eliminação, mas não precisávamos ter feito tão feio diante dos nossos torcedores. 

 

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Fizemos nossa melhor campanha na FA Cup na última temporada, atingindo a quarta rodada. Mesmo que não fosse repetir isso, minha equipe tinha obrigação de passar da primeira eliminatória. Isso porque o adversário foi o Worcester, da sexta divisão. Confiante na maior capacidade de meus jogadores, escalei os reservas também aqui. Começamos o jogo bem, dominando as ações durante toda a primeira etapa. Tivemos alguma dificuldade em achar o gol, mas ele veio em cobrança de pênalti já perto do intervalo.

Na segunda etapa o Worcester veio mais para cima, e equilibrou as coisas. Ainda assim, eu estava tranquilo. Comecei a me preocupar quando levamos o empate, aos 74 minutos. E o desespero bateu aos 87 minutos, quando levamos a virada. Para meu alívio, achamos um gol em cobrança de escanteio aos 90, evitando uma derrota vergonhosa e levando a decisão para a segunda partida.

Depois do desempenho terrível dos reservas no jogo de ida, a tendência era que o treinador optasse por colocar os titulares na volta. E, para ser sincero, eu não tenho mais ideia do motivo pelo qual não fiz isso. Mas o fato é que insisti na utilização dos reservas, mesmo correndo o risco de eliminação. No fim das contas deu certo, pois vencemos por 1 a 0.

A segunda eliminatória nos colocou diante do Carlisle. O mesmo time que nos despachou com uma goleada no EFL Trophy. E que também já havia nos goleado na liga. Mesmo jogando com os titulares, fomos mais uma vez bastante inferiores ao adversário. A diferença é que pegamos os atacantes deles em um mau dia, com o chute descalibrado. O Carlisle criou mais, acertou duas vezes a trave, mas não colocou a bola na rede. Minha equipe foi mais eficiente. Na soma dos três confrontos já jogados, levamos sete gols e marcamos apenas um. Mas quem foi eliminado na competição mais importante foram eles.

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As vezes o time que cria mais chances perde por conta da atuação do goleiro adversário. Não foi o caso nesse jogo - o Carlisle perdeu para a ineficiência de seus atacantes mesmo.

Fiquei feliz com o sorteio da terceira rodada, que nos designou para visitar o Port Vale. Apesar de já ter jogado na Championship durante dez temporadas do save, a equipe está em queda livre nos últimos anos, e agora se encontra disputando a quinta divisão. Não tivemos dificuldade para controlar a partida, vencendo tranquilamente por 2 a 0.

O objetivo agora era tentar superar a marca atingida ano passado, quando também chegamos na quarta rodada. O adversário, porém, seria bem mais complicado. Recebemos o Everton, recém rebaixado da Premier League. Durante a primeira etapa ainda conseguimos segurar o empate, apesar do domínio da equipe de Liverpool. No segundo tempo a porteira abriu, e fomos despachados com três gols na conta.

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Não estou feliz com a eliminação, é claro. Mas considero que podemos ficar orgulhosos da campanha mais uma vez. Igualamos o recorde do ano anterior. Ainda que enfrentando adversários um pouco mais fracos nas três primeiras rodadas dessa temporada, é bom ver que a equipe está criando uma cultura de chegar um pouco mais longe na FA Cup - deixando para trás a sina de sempre ser eliminado logo de cara.

Outro aspecto positivo da campanha na FA Cup é o lado financeiro. Conseguimos quebrar nosso recorde de arrecadação duas vezes. Primeiro atingimos 150 mil euros de bilheteria no jogo com o Carlisle. Depois batemos na marca de 160 mil euros diante do Everton. Esse dinheiro certamente irá ajudar a fechar as contas no final do ano.

 

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Novembro

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Perdemos as duas partidas disputadas fora de casa, mas conseguimos duas importantes vitórias em casa. Considero isso a meta que devemos buscar sempre - se vencermos uma vez a cada dois jogos, terminaremos o ano tranquilos.

 

Dezembro

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Continuamos com a boa forma dentro de casa e a má forma fora. O problema é que foram três jogos fora e só um em casa. No jogo contra o Huddersfield fui obrigado a utilizar os reservas, já que o maravilhoso calendário inglês nos colocou pra jogar na sexta e depois de novo no domingo. O resultado foi essa sacolada aí.

 

Janeiro

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Diante do Bolton, quebramos a sina de não vencer fora de casa. Um ótimo resultado, mas que foi estragado pela derrota no jogo seguinte em nossos próprios domínios. Perdemos também diante do Tranmere, e não conseguimos sair do empate em casa contra o Chesterfield. Para salvar um pouco a sequência, garantimos um empate fora de casa com o Walsall - em um jogo onde eles acertaram incríveis quatro vezes a trave. 

 

Fevereiro

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Iniciamos o mês de fevereiro com uma vitória em casa e uma derrota fora. No quarto confronto do ano contra o Carlisle, tivemos o primeiro empate - muito por conta da atuação fantástica de meu goleiro, eleito para a equipe da semana da liga. Perdemos o clássico diante do Leeds, o que é sempre uma decepção. E, por fim, vencemos o Shrewsbury.

 

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Não conseguimos manter o ritmo de uma vitória a cada dois jogos, mas não estamos muito abaixo disso. Estou satisfeito com o que a equipe vem apresentando, apesar de ter sofrido algumas goleadas no caminho. Conseguimos somar pontos importantes, e a distância para a zona de rebaixamento se manteve nos mesmos seis pontos de outubro. Tudo indica que a equipe conseguirá ter um final de temporada relativamente tranquilo, ficando mesmo nessa parte de baixo da tabela - mas sem entrar com força na briga contra a despromoção.

 

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Os maus resultados de outubro me fizeram perceber que era preciso mudar alguma coisa na tática, pois a equipe vinha sentindo demais a ausência de Aaron Bradley. O problema era que nossa construção de jogo, especialmente quando começava com o goleiro, era muito voltada para os chutes longos ao atacante central - Bradley, até sua lesão, e agora Frank Collins. Só que o Collins não tem metade da capacidade técnica do Bradley, e mostrou muito mais dificuldades em lidar com esses passes que chegam quadrados. O resultado é que minha equipe se via jogando contra uma parede - toda bola que ia para o ataque batia na defesa adversária e voltava.

Identificado o problema, resolvi trocar a forma de distribuição de jogo de meu goleiro. No lugar do chute longo, o lançamento para os laterais. Isso criou um segundo problema. Com a instrução de jogar pelas laterais, meus homens de lado de campo pegavam a bola e davam eles o chutão, procurando alguém que estivesse na intermediária ofensiva. Só que não temos ninguém do meio campo que ocupe essa parte do campo. Quem jogava por ali eram justamente os laterais. Isto é: o chutão para o lado funcionou até então porque meu lateral estava lá para pegar a bola. A partir do momento em que o lateral passou a ser o jogador a dar o chutão, obviamente que ele não estava em condições de estar na outra ponta para receber o passe afinal criar a jogada e também concluir só o Cristiano Ronaldo por Portugal.

A solução encontrada foi apostar em um estilo de construção de jogo mais cadenciado, com a instrução de jogar a partir da defesa. Assim os laterais recebem a bola do goleiro e procuram construir a jogada com toques para os jogadores de meio. Só que isso me criou um terceiro problema. Nosso meia mais defensivo até então era Tom Flinders, que é uma besta em termos de força física e velocidade, mas também em termos de técnica (ou seja, técnica inexistente). Com a criação de jogo passando muito mais pelos pés desse jogador que se aproxima mais da defesa, o time sentiu a falta de capacidade de passe de Flinders. A solução foi passar Andy McEvoy, jogador mais qualificado tecnicamente, para a função. Só que isso abriu uma outra vaga no elenco - McEvoy era o titular na função mais à esquerda do meio de campo. E aí sentimos muita falta de Steve Watkins, o jogador que nos abandonou no começo do ano por eu ter quebrado a promessa de dar tempo de jogo a ele (muito embora tenha sido titular em todos os jogos possíveis). Até o momento, nenhum jogador conseguiu me convencer inteiramente de sua capacidade na função.

 

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Dane Falconer / Mark Barker / Nicholas Harwood / Alexander Hine / Peter McLean / David Green / Marlon David / Wade Sutton

Sem muitas dúvidas, essa é a melhor fornada de jogadores de todo o save. É claro que nunca sabemos o que vai acontecer com eles, e pode ser que as expectativas acabem sendo frustradas. Mas nunca antes tivemos tantos jogadores de altíssimo potencial. Estou especialmente empolgado com o atacante Dane Falconer, que já tem capacidade até mesmo para brigar por um lugar na equipe principal, e com o goleiro Hartwood - no começo da temporada disse que vamos precisar de um bom goleiro para substituir Taylor nos próximos anos, e Hartwood parece ter tudo para ser esse jogador. Mas também o zagueiro Mark Barker pode vir a ser importante. Ou Alexander Hine. Ou Wade Sutton. A lista é muito boa.

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marciof89
Em 19/06/2018 at 04:24, Danut disse:

Para mim, porém, ele será sempre o maior goleiro que já existiu. Ainda que tenha sido isso por apenas três jogos.

Comecei a seguir seu save mesmo, na época dessa decisão e eu lembro que torci pra cacete e vibrei muito com as histórias. Eu como torcedor no save, considero o cara um ídolo. É foda, pois o FM nunca vai conseguir simular essa paixão futebolística pra entender quem é ídolo para o clube.

Fiquei um tempo longe por causa da copa e perdi 3 atualizações, que loucura. Você está indo muito bem, não está na parte de cima mas parece que não vai cair (e vai escapar com folga). E sua preocupação com o gol foi recompensada com esse descendente de jamaicanos. Aliás, que fornada magnífica cara, tu tem aí uns 5 jogadores já prontos para integrarem o elenco de cima, e o bom é que está bem variado, isso é bem bacana. (Não lembro de ter visto essa personalidade "honesto" hahaha). O futuro se mostra brilhante para o United, acho que vai conseguir permanecer bem na divisão. Boa sorte na sequência.

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      Por Danut
      Oi gente,
      tô criando esse tópico aqui para pedir ajuda para vocês em relação ao que fazer no meu save, pois sinto que cheguei em um momento onde travei. Já faz alguns anos, minha equipe tem basicamente utilizado o 4-1-2-3 abaixo. De instruções, apenas incentivar cruzamentos. Mentalidade contra-atacar como base, mas eventualmente troco para normal ou controlar - e defender ou contenção nos minutos finais.

      Apesar de ter funcionado bem por um tempo, a tática é muito dependente do jogador que está no centro do ataque. Ele acaba sendo o foco do ataque, recebendo a bola toda hora e fazendo a distribuição para os pontas ou de volta para um dos meias. Ele também é responsável pela grande maioria dos gols da equipe - o resto vem dos pontas.
      O problema é que eu notei que a AI contra-atacou minha formação ordenando seus jogadores a sempre pressionar o atacante quando ele pega a bola. Uma jogada típica de ataque da minha equipe envolve o passe médio/longo para o atacante, que pega a bola de costas pro gol, procura a opção e faz o passe, depois corre pra área pra participar na conclusão. Com a marcação pressão em cima dele, a jogada começa com o passe médio/longo, mas aí o jogador já é pressionado e, na maior parte das vezes, perde a bola. Não conseguimos chegar a ter uma fase ofensiva propriamente dita.
      No passado, quando observei esse problema, mudei a tática para uma versão onde o jogo passava basicamente pelos pontas e pelo lançamento na velocidade do atacante - tirando ele dessa parte de construção de jogo, e deixando só com a tarefa de botar a bola na rede mesmo. A tática que usei daí foi essa aqui:

      Ela até trouxe resultados, mas não chegou a ser algo realmente consistente, do time conseguir dominar as partidas. O jogo acabava ficando mais aberto dos dois lados (pois seguramos menos a bola) e ganhava quem convertia melhor suas chances - como meu atacante vinha em boa fase, deu certo. Mas não quero repetir isso de ficar dependente da boa conversão de chances do atacante.
      E essa é a situação que eu me encontro agora. Voltei a usar a tática da primeira imagem, ela funcionou por um tempo, mas os adversários daí voltaram a pressionar meu atacante, e isso ferra com a tática. Não sei como fazer para mudar a tática de forma a voltar a ter o controle do jogo.
      Pensei em passar a jogar com dois atacantes - até porque eu tenho uns cinco ou seis bons atacantes no elenco, então jogar com um só é desperdício de talento -, de forma a preocupar mais os zagueiros. A ideia é de que daí eles não poderão sair tanto para marcar o atacante que volta para buscar jogo, já que vão ter um outro homem a ocupar eles ali na frente. Só que isso me trouxe dois problemas:
      a) Só posso escalar onze jogadores. Pra colocar dois atacantes, preciso tirar meu volante ou os pontas. Se tirar o volante, o time fica em um 4-2-4, que não é exatamente um esquema equilibrado - não posso jogar com os pontas no lado do meio de campo, porque eles não sabem atuar por ali. Se tirar os pontas, perco duas das três fontes de gols e assistências da equipe.
      b) A possibilidade que me parece mais razoável é trocar a equipe para um 4-1-3-2, com três homens no meio de campo e dois atacantes. Só que eu não sei como montar essa linha de três no meio de campo, todas minhas tentativas terminam com um ou dois dos jogadores do meio completamente nulos. Não sei como distribuir as funções para que todos os três (quatro, contando o volante) tenham funções significativas na equipe. E também não sei bem como montar o ataque - minha equipe tem uns quatro atacantes rápidos e finalizadores, mas sem muita técnica, um cara alto e forte, mas sem nenhuma capacidade de passar a bola, e um jogador lento, com um pouco de força e um pouco mais de técnica (mas bem pouco de ambos, e passe horrível). Não faço ideia de que parceria de ataque seria possível montar com esses jogadores.
       
      Idealmente, eu conseguiria arrumar uma solução que mantenha o esquema 4-1-2-3, para poder continuar utilizando os pontas, e outra que troque o esquema para um com dois atacantes. Aí eu posso utilizar os jogadores que estiverem melhor em cada momento, ou trocar a tática dependendo do adversário. Até o momento, porém, não consegui nem resolver o problema do 4-1-2-3, nem montar uma tática alternativa.
    • Luis Pelegrini
      Por Luis Pelegrini
      Boa noite Galera,
       
       A um tempo atrás jogava o Fm16, acabei desinstalando o jogo, pois tentei instalar o 17 e acabei tendo problemas, e nunca mais joguei. Depois de um tempo, resolvi instalar novamente o jogo. Todos os saves ficaram instalados no pc, assim não perdi nenhum jogo. Mas quando entro no Genie Scout16 , ele não abre mais a opção de carregar o save do jogo, simplesmente carrega o último save que carreguei a muito tempo atrás. Alguém sabe o motivo?  Mesmo indo nas opções de pasta no próprio scout, tentei alterar o local e tudo, mas nada.
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