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Nous sommes corses - Adieu, Kamara (atualizado em 14/04)

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TEMPORADA 2033-34 - Saideira

Fechamos setembro na briga pela liderança da Ligue 1 e tentando nos recuperar na UCL. Agora, com uma janela de tempo bem maior, veremos como clube se comportou ao longo dos meses e se foi capaz de continuar na briga pelos títulos dessa temporada.

Setembro - Dezembro 

Se em setembro terminamos com o sinal de alerta ligado, outubro parecia trazer novos ares ao clube. Emplacamos três vitórias seguidas, sendo que a mais destacada delas foi contra o Ajax. No duelo, válido pela terceira rodada da UCL, fomos arrasadores e emulamos nossos melhores anos, quando o ataque era irrestível. Em seis minutos o placar já estava 3 a 0 e chegávamos com muita facilidade ao gol adversário.

Aos 23’ o 4 a 0: Saidi puxou a marcação e rolou para Ehrentraut, da entrada da área, chutar com precisão e força para decretar a goleada. Nos quinze minutos seguintes, aquela desatenção de praxe e o time holandês marcou duas vezes, tornando o placar um pouco mais perigoso. Chamei a atenção da equipe no intervalo e voltamos mais atentos. Tanto que aos 64’ definimos o placar graças a Fraas.

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Depois dessa partida uma derrota estranha para o Toulouse e uma goleada contra o inexpressivo Lorient, mas que serviu para pavimentar o caminho para outra goleada mais importante, contra os Godenzonen.

Precisávamos de outro resultado positivo para nos colocarmos na briga pela vaga à segunda fase da competição e cumprimos nosso dever. Dois gols, aos 7’ e aos 14’, abriram o jogo de tal forma que ficou fácil controlar o jogo nos minutos seguintes. No entanto, quando achávamos que o time engrenaria, veio o Lyon. E Les Gones fizeram um jogo interessante; abriram o placar aos 20’, com José Roberto. Porém, nos portamos bem após o gol e seguimos buscando o empate, o que conseguimos aos 39’, com Ehrentraut.

A partida seguiu com os dois lados tentando tomar o controle do meio-campo, ambos sem sucesso. Quando o duelo já se encaminhava para o apito final, Brunet aproveitou cruzamento na medida para fuzilar as redes e definir ao placar.

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Ainda vencemos o Valenciennes e o Leicester, este pela UCL, garantindo nossa vaga para a segunda fase. Só que o desempenho vinha caindo, visto pela dificuldade da equipe em marcar e isso mostrou-se crucial para a sequência contra o Mônaco e Nancy, duas partidas em que saímos apenas com o empate.

Iniciamos dezembro vencendo o Angers pelo placar mínimo, mas logo em seguida perdemos para o Anderlecht no fechamento da primeira fase do torneio continental. Fechamos a participação com o primeiro lugar, mas de uma maneira bem decepcionante, se considerarmos o grupo em que fomos sorteados. Pegaríamos o Sevilla, na fase seguinte.

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Dezembro terminou com quatro vitórias a nosso favor, inclusive uma mini-revanche contra o Lens, em partida válida pela Coupe de la Ligue. Ainda tinha muito campeonato pela frente, mas a sensação era que perdíamos o fôlego na perseguição ao líder PSG.

 

JOGOS

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Janeiro - Março

Janeiro começou com o time sofrendo para eliminar o Dijon. O time da terra da mostarda endureceu tanto o jogo que tivemos que buscar um 2 a 0 só para então garantir a vaga nos pênaltis, para enfrentar o FC Sète. E aí chegava a hora de encarar o PSG, pelas quartas da Coupe de la Ligue. Com um gol cedo, concentração lá no alto e um ótimo trabalho coletivo, batemos o rival e seguimos para encarar o Mônaco.

Nesse meio-tempo, 4 pontos em 2 jogos pela Ligue 1, contra Lille e Caen, mostravam que o time ia bem mas que precisava de mais se quisesse vencer o campeonato. Não empatar com o Caen aos 90’ é uma dessas coisas.

Passados esses jogos, jogamos a partida que valia a vaga na semi da Coupe de la Ligue contra os monegascos. E pode-se dizer que nos apoiamos em nossa mística na competição, uma vez que não estávamos em nosso melhor dia, empatando o duelo com sorte, já quando a partida caminhava para seu terço final. Sorte que no final fomos mais competentes na marca da cal e garantimos nosso passaporte para a decisão, depois de quatro temporadas ausentes.

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Depois desse duelo, entramos um tanto de ressaca contra o OM e tomamos a virada; um duro golpe em nossas pretensões de título, uma vez que o PSG começava a abrir uma distância indigesta. Critiquei o rendimento da equipe e resolvi levar a equipe titular para o jogo contra o Sète, o que resultou em um show de Saidi, que marcou cinco gols, como se quisesse me provar que ele ainda sabe o caminho do gol.

Fevereiro chegou e, apesar do tropeço contra o Lens, nos recuperamos e batemos Metz e Guingamp na sequência, com destaque para nosso bom aproveitamento nos pênaltis. E assim chegava a hora das oitavas da UCL, contra o forte time do Sevilla, que basicamente aproveitou o fato de estarmos liberando nossos principais jogadores e trouxe os melhores, casos de Bonnin, Etou e o maestro Zakuani. Todos eles liderados pelo polonês Pisz, atleta com um faro de gol impossível.

A partida seria duríssima e seria um ótimo termômetro para a equipe sentir se estava pronta para brigar pela taça da UCL. E o duelo foi bastante complicado, piorado pelo gol de Pisz no primeiro minuto de jogo, quando Etou clareou a jogada para Nyoni cruzar da direita na cabeça do polonês matador. O jogo ficou complicado e começamos a apostar nos chutes de longe, já que o adversário bloqueava bem os espaços. E assim ficou até o segundo tempo, quando Marcus Vinícius aproveitou rápida cobrança de lateral, chutou colocado e contou com o desvio de Comadevall para dar números finais à partida.

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Voltando à Ligue 1, demolimos o Auxerre no 4-4-2, mas fizemos uma alteração para o 4-3-1-2 para encarar Les Verts. Isso garantiu o controle do meio-campo e permitiu que tivéssemos chances de perigo próximos ao gol adversário, o que gerou o gol de falta de Marcus Vinícius; esse gol foi excelente para nossos própositos e cozinhamos o jogo em banho-maria até o gol de Mosman, aos 88’ para garantir outra vitória.

Por que usar o 4-3-1-2? Bom, notei uma dificuldade da equipe em manter o controle do meio-campo atuando apenas com dois elementos nessa faixa de campo, juntamente com o fato de que os pontas não estavam passando por uma fase boa. Mantivemos a formação contra o Guingamp, apenas trocando as peças, o que deu a chance de Martínez demolir o adversário com três gols no mais puro oportunismo. Já em março, fizemos o básico e batemos o Toulouse, por 2 a 0, na ante-sala do duelo contra os sevilhanos.

Se esperávamos dificuldade contra o time espanhol, Saidi fez questão de jogar isso por terra com um golaço de falta aos 3’. Aos 33’, novo gol do camisa 9: bate e rebate na entrada da área e ele aproveita para emendar um balaço no lugar onde a coruja dorme; 2 a 0 e total controle do embate. Isso se seguiu na segunda etapa, quando Bernardino Rocha, testou fundo para jogar uma pá de cal nas pretensões do bom time do Sevilla. Depois desse gol, tivemos uma alta taxa de desarmes concluídos e passes completos, mandando prender e soltar na meia cancha. Foi o tipo de jogo que dá ânimos para a sequência na competição. O adversário será o PSG.

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Depois dessa eliminatória, dizimamos o Lorient, mas caímos perante Lyon e OM, este em duelo válido pela Coupe de France, quando tomamos o gol de empate já no apagar das luzes e perdemos a oportunidade de brigar por uma tripla. Por que digo isso? Porque se repararem, quase não perdemos na Ligue 1 e tiramos uma diferença de nove pontos que, vale dizer, nós mesmos havíamos criado.

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JOGOS

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Ligue 1

Por um mísero empate não estamos com os mesmos pontos que o PSG, que depois de 10 vitórias seguidas entre novembro e janeiro, sofreu uma queda de rendimento em fevereiro e março, com derrotas para Angers, Caen e Nantes, quebrando uma sequência de invencibilidade que vinha desde agosto, quando nós os derrotamos logo no início da competição.

Estamos por dois pontos, mas com as atenções voltadas para UCL e Coupe de la Ligue, teremos que dosar muito bem nossas energias para garantir que continuemos na briga pela Ligue 1, até maio.

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Estatísticas gerais | individuais

 

Destaques e despedidas

O desempenho da equipe evoluiu bastante ao longo da temporada. Kalonji teve seus altos e baixos, mas após superar uma insastisfação pela minha recusa em liberá-lo para o Real Madrid vem sendo participativo e contribuiu com 23 gols e 1 assistência em 26 jogos,  mostrando que é um atacante mais finalizador do que participativo.

Saidi, por sua vez, vai se mostrando um jogador mais completo. Com 25 participações para gols, distribuiu essas entre as assistências também e consegue dar mais fluidez ao ritmo da equipe.

Martínez, Ehrentraut e Mosman foram as gratas surpresas do ano, com excelentes atuações ao longo da temporada e mostrando que o futuro é logo ali.

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Se por um lado tivemos os destaques do ano, por outro tivemos uma despedida importante. Ainda que saindo por empréstimo, nesta temporada tive a confirmação que manter Kamara no elenco principal seria um erro e jogá-lo aos reservas seria manchar sua brilhante carreira. Então quando chegou a proposta do Charleoi (BEL) decidi aceitar como uma forma de manter seu legado de mais de 10 temporadas no clube. 

Existem jogadores que vem para elevar o patamar de um clube e Kamara foi um deles. Sua chegada trouxe equilíbrio ao setor defensivo e foi fundamental para que chegássemos ao primeiro título na UCL, já na temporada seguinte.

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Além disso, vendemos Gillespie, que veio livre do Manchester United, mas não teria espaço no clube. Saiu para o Troyes por 950 mil euros. O jogador irlandês tem bons atributos técnicos e deve ser uma boa adição ao quadro de Champagne.

 

Fornada

A fornada trouxe bons nomes, pensando em minhas necessidades. Um lateral-direito e dois zagueiros de ótimo potencial, que se desenvolverem corretamente, suprirão uma dificuldade que estamos tendo há algum tempo, que é do meio para trás.

O restante dos jogadores possui potencial apenas para compor elenco ou gerarem caixa no futuro. O que não é ruim, porque essa é uma outra função muito importante das categorias de base.

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CURTINHAS

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Thiago Snitram

se recuperou bem na champions como era de se esperar. Pena perder a copa da frança, teve aproveitamento pífio nos penaltis. Ainda tem o confronto direto contra o psg? Se sim será a chance de bate-los 

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ggpofm

Não sei se o time parece ter dado uma boa embalada com a virada do ano ou se é apenas uma impressão minha, vide a eliminação na Copa da França. Está perto do PSG, mas faltam poucas partidas e o Mônaco também está vivíssimo atrás de você. Terá grandes desafios pela frente nas três competições, mas vou ficar frustrado se terminar apenas com o título na Copa da Liga.

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baltazar

O time tá começando a mostrar sinais dos tempos antigos, começo a ver que agora vai.

Na liga a briga pelo título tá entre você, PSG e Monaco, e como falta só duas rodadas, qualquer tropeço bota tudo a perder, então tem que se esforçar para ganhar tudo e torcer para que o PSG perca pontos.

Na Copa foi até que bem, apesar da eliminaçao, e na Taça vai pra final podendo conquistar mais um título da competição.

Agora o negócio é a UCL, onde pegará um adversário conhecido, portanto tem chance de chegar numa final e quem sabe até ganhar.

Vamos ver o que acontece.

Boa sorte.

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Henrique M.

Que disputa maravilhosa de pênaltis essa com o OM. hahahaha

A equipe vai indo bem, mas parece que o PSG está fazendo de tudo para impedir que a equipe tome o posto de número 1 da frança.

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marciof89
Em 30/12/2018 at 10:20, vinny_dp disse:

Estranha em que circunstâncias? O que está sugerindo? hahaha

O Ajaccio é hoje um expoente na França, é triste ver o time perdendo de goleada para um time de meio de tabela. Mas eu só tava zuando, acontece nas melhores famílias hahahha

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Andreh68

Parece que a maré virou, mas como disse o Gílson com sua sagacidade habitual, certo mesmo só a eliminação na Copa, o resto ta tudo no quase.

Legal o cuidado com o Kamara.

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thyagocda
Em 31/12/2018 at 13:19, vinny_dp disse:

Existem jogadores que vem para elevar o patamar de um clube e Kamara foi um deles. Sua chegada trouxe equilíbrio ao setor defensivo e foi fundamental para que chegássemos ao primeiro título na UCL, já na temporada seguinte.

Já estou pensando em algo para tentar manter os jogadores lendários no elenco até a aposentadoria. Mas é muito difícil conciliar isso, sem o time perder rendimento. A não ser que sejam craques mundiais como consegui com o Nani. Você pretende continuar emprestando-o até aposentar?

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vinny_dp
Em 31/12/2018 at 14:16, baltazar disse:

É, pelo visto o Ajaccio cansou de ganhar tudo e resolveu dá um tempo dos títulos, afinal, já tem um tempo que não vemos um grande título, talvez as mudanças do elenco ainda não surtiram efeito, e tá na hora de montar um esquadrão pra 8-10 anos  de clube e ver se consegue tirar o melhor de todos.

Essa goleada ai foi complicada em, ainda mais para um time que luta pra ficar ali na metade da tabela. Enfim, tem muita coisa pra ser revista, outras pra serem lembradas, afinal, não foi do nada que o Ajaccio conquistou vários títulos no passado, por isso vamos lá, ta na hora de acordar o gigante adormecido.

Vamos ver o que acontece, boa sorte.

Balta, desculpa não ter respondido seu comentário, ele subiu logo quando estava postando a última atualização. Mas de qualquer maneira, seguimos na linha que você sugeriu, revisando o que precisava de melhorias e parece que isso surtiu grande efeito. Vamos ver se será suficiente para ganhar títulos. 

Em 31/12/2018 at 14:35, Thiago Snitram disse:

se recuperou bem na champions como era de se esperar. Pena perder a copa da frança, teve aproveitamento pífio nos penaltis. Ainda tem o confronto direto contra o psg? Se sim será a chance de bate-los 

Sim, engatamos uma boa sequência e cumprimos as expectativas iniciais, agora vamos ver o que nos reserva o futuro. Na copa percebi que terei que olhar com mais carinho esse atributos porque é cada cobrança que fizemos que olha, vergonha. 

Na Ligue 1 é aquele papo, chegamos no PSG, agora passar é outra coisa. Mas temos o confronto direto na última rodada, vamos ver no que dá.

Valeu, Thiago.

Em 31/12/2018 at 15:33, ggpofm disse:

Não sei se o time parece ter dado uma boa embalada com a virada do ano ou se é apenas uma impressão minha, vide a eliminação na Copa da França. Está perto do PSG, mas faltam poucas partidas e o Mônaco também está vivíssimo atrás de você. Terá grandes desafios pela frente nas três competições, mas vou ficar frustrado se terminar apenas com o título na Copa da Liga.

Copas sofrem mais com os efeitos de um dia ruim, creio eu, então pode-se dizer que estamos em alta. Agora resta capitalizar em cima disso, se não será apenas uma recuperação que tornará o ano menos vergonhoso. 

Valeu, Gilson.

Em 31/12/2018 at 17:19, baltazar disse:

O time tá começando a mostrar sinais dos tempos antigos, começo a ver que agora vai.

Na liga a briga pelo título tá entre você, PSG e Monaco, e como falta só duas rodadas, qualquer tropeço bota tudo a perder, então tem que se esforçar para ganhar tudo e torcer para que o PSG perca pontos.

Na Copa foi até que bem, apesar da eliminaçao, e na Taça vai pra final podendo conquistar mais um título da competição.

Agora o negócio é a UCL, onde pegará um adversário conhecido, portanto tem chance de chegar numa final e quem sabe até ganhar.

Vamos ver o que acontece.

Boa sorte.

Pois é, balta. Conseguimos colocar o time nos eixos e agora vamos para a briga nessa reta final. 

Na Liga chegamos perto do PSG, mas passar vai ser complicado, ainda mais brigando em outras frentes. Então todos terão que estar em seu melhor para não desperdiçar a chance de retomar a hegemonia nacional. Nas copas fomos melhores até agora, mas sofremos com um dia ruim que quebrou a chance de uma dobradinha. 

Na UCL eu gosto quando sou sorteado contra o PSG, costuma dar certo haha

Obrigado pelos comentários.

Em 31/12/2018 at 18:39, Henrique M. disse:

Que disputa maravilhosa de pênaltis essa com o OM. hahahaha

A equipe vai indo bem, mas parece que o PSG está fazendo de tudo para impedir que a equipe tome o posto de número 1 da frança.

Super, ainda bem que sou calmo hahaha

Sim, de acordo, o PSG parece ter acordado depois de nossos títulos em sequência, infelizmente. 

Valeu, Henrique.

2 horas atrás, thyagocda disse:

Já estou pensando em algo para tentar manter os jogadores lendários no elenco até a aposentadoria. Mas é muito difícil conciliar isso, sem o time perder rendimento. A não ser que sejam craques mundiais como consegui com o Nani. Você pretende continuar emprestando-o até aposentar?

Exato, a cada temporada torna-se muito difícil manter um jogador à medida que ele envelhece. Eu continuarei emprestando, mas caso surja oferta de venda, não pensarei duas vezes. 

Valeu, Thyago.

Em 10/01/2019 at 19:47, Andreh68 disse:

Parece que a maré virou, mas como disse o Gílson com sua sagacidade habitual, certo mesmo só a eliminação na Copa, o resto ta tudo no quase.

Legal o cuidado com o Kamara.

Espero que o final não seja apenas o quase hehe

Sim, mas não poderei esticar a corda com ele. Quando a hora chegar, ele deve sair.

Valeu, Andreh.

Em 01/01/2019 at 21:44, marciof89 disse:

O Ajaccio é hoje um expoente na França, é triste ver o time perdendo de goleada para um time de meio de tabela. Mas eu só tava zuando, acontece nas melhores famílias hahahha

Hahaha to ligado, só estava enchendo o saco mesmo. 

Valeu!

--

COMUNICADO

Bem pessoal, um momento crítico chegou para este save. Depois do feriado, entrei em um ritmo super acelerado no trabalho e no meu pouco tempo livre, resolvi testar o FM19 em sua versão Touch. 

Acontece que somando-se a esses fatores, perdi um pouco do gás que tinha para continuar com a história, mesmo após tanto tempo. Irei repensar meus próximos passos daqui para frente e devo trazer um retorno em breve. 

Obrigado!

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Neynaocai

No suspense da decisão sobre o save.

Touch no celular? Se sim, me diga como.

a) que achados na última janela. Ross Kemp parece valer o dinheiro.

b) Essa goleada para o Lens me lembra muito meus jogos contra o Ajaccio, pelo Bordeaux. O último jogo foi 5x0.

Boa sorte, seja qual for a decisão.

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LC
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   @vinny_dp Disse:

COMUNICADO

Bem pessoal, um momento crítico chegou para este save. Depois do feriado, entrei em um ritmo super acelerado no trabalho e no meu pouco tempo livre, resolvi testar o FM19 em sua versão Touch. 

Acontece que somando-se a esses fatores, perdi um pouco do gás que tinha para continuar com a história, mesmo após tanto tempo. Irei repensar meus próximos passos daqui para frente e devo trazer um retorno em breve. 

Obrigado!

Como sempre falo...Existe vida fora do FM e chega uma hora que essa vida cobra.

Torcendo para uma decisão favorável ao save, mas caso contrário teste bastante o FM19 e volte com um outro save.😃

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PedroJr14
Em 13/01/2019 at 19:28, vinny_dp disse:

COMUNICADO

Bem pessoal, um momento crítico chegou para este save. Depois do feriado, entrei em um ritmo super acelerado no trabalho e no meu pouco tempo livre, resolvi testar o FM19 em sua versão Touch. 

Acontece que somando-se a esses fatores, perdi um pouco do gás que tinha para continuar com a história, mesmo após tanto tempo. Irei repensar meus próximos passos daqui para frente e devo trazer um retorno em breve. 

Obrigado!

Também estou na torcida por uma continuação do save. Às vezes a gente desanima, falta tempo, mas geralmente o gás volta quando dá pra jogar um pouco. Tomara que o seu gás volte e você continue essa história maravilhosa.

Boa sorte!

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vinny_dp

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TEMPORADA 2033-34 - Cuidado ao alimentar um monstro

Abril - Maio

Começamos abril já com um jogo decisivo que, embora em uma competição secundária, colocava na equipe uma carga maior de pressão por causa da temporada anterior sem títulos relevantes. Encaramos o sempre chato Saint-Étienne que mostrou porque é um time chato de se bater e complicou bastante nossa vida, tendo várias chances claras de gol durante a partida.

Só conseguimos melhorar nossa situação já nos acréscimos do primeiro tempo, quando Saidi tirou a bola de um bate e rebate na área, lançou na ponta-esquerda para o lateral Borie cruzar na medida para Ehrentraut fazer as vezes de goleador e fuzilar às redes para abrir a contagem.

O gol transformou a segunda etapa em um duelo de boxeadores agressivos, cada um buscando o nocaute. E foi aí que brilhou a estrela de Hansmann, goleiro que substituía Kurtovic, que deveria jogar seguindo meu rodízio, mas estava lesionado. Como não quis arriscar entrar com Royer, apostei as fichas no arqueiro alemão, que correspondeu. Só não foi possível evitar o gol quando Aubry cometeu um pênalti já no apagar das luzes e trouxe mais 30 minutos de sofrimento ao duelo.

Já na prorrogação, o gol salvador demorou um pouco, mas veio. Aos nove da etapa inicial, uma falta em uma zona morta próxima ao meio-campo deu a chance de Lelievre cruzar na medida para Martínez ajeitar de cabeça para Saidi, que aproveitou o goleiro caçando borboletas para nos levar à quinta conquista, empatados com o Mônaco e distante do PSG, maior vencedor, que tem onze títulos.

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O título parecia ser a chave para tirar a pressão dos jogadores para o duelo mais importante até ali: as quartas de final contra o PSG. Seguimos no 4-3-1-2 buscando diminuir o ritmo de jogo e controlar as ações na partida, para se proteger de um adversário formidável. E a estratégia surtiu efeito, sendo manchada apenas pelo gol tardio de Cacheiro, que deixava mais margem para dúvidas no jogo da volta.

Nesse meio tempo, Kalonji garantiu uma magra vitória contra o Valenciennes, que nos permitiu continuar na perseguição ao PSG na Ligue 1.

O duelo que importava no momento era aquele, três dias depois, na Córsega, que deveria decidir se a sorte iria sorrir um pouco mais para o Ajaccio. E a partida não foi um primor técnico, mas mostrou que ainda tínhamos o jeito para as noites europeias.

Abrimos a contagem aos 20’ quando Olszewski aproveitou que dois adversários vieram atrás dele como se estivessem vendo água no deserto e rolou na medida para Kalonji fuzilar as redes de Compiani para dilatar nossa vantagem. Quando esperávamos a avalanche ofensiva do PSG, Djuricic espertamente “abriu a asa” e deixou o cotovelo em Kalonji, recebendo o vermelho direto, além das caras de reprovação de seus companheiros. Isso abriu mais espaço para nossa estratégia Muhammed Ali, de cansar o adversário para dar a estocada final, o que ocorreu já aos 80’quando Ehrentraut infiltrou-se perfeitamente na defesa rival para matar o duelo, garantindo nossa vaga para encarar o Barcelona.

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Na sequência, duelo contra o Mônaco pela Ligue 1 e o primeiro baque: mesmo fazendo um bom jogo e abrindo o placar, não fomos capazes de maner o controle das ações durante os 90 minutos e cedemos um amargo empate. Recuperamos fôlego na tranquila vitória contra o Nancy, que ficou marcada pelo meu milésimo jogo como treinador, e partiríamos assim para o grande duelo contra a equipe blaugrana.

E a sorte começou a sorrir para nós logo aos 4’, quando em uma falta boba no meio-campo, Ehrentraut mandou para a área e Adelaid surgindo por trás da defesa para fazer 1 a 0. Era o que precisávamos para dar as cartas na partida e daí em diante dominamos o duelo em todos os aspectos, exceto o gol.

De tanto trabalhar a bola para buscar espaços, conseguimos aproveitar as brechas da defesa rival, em duas oportunidades quando o gol era inevitável e eles fizeram a falta dentro da área. Dois pênaltis, dois gols de Kalonji e um pé na vaga para o jogo no Olympiastadion, na capital alemã.

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Com isso, fomos com força máxima para o duelo contra o Angers, que fazia boa campanha na Ligue 1 e contava com a poderosa dupla de ataque Bustamante (ex-Mônaco) e nosso velho conhecido Vaugeois. E os dois fizeram de tudo para complicar nossa vida; o primeiro ao aproveitar o cruzamento de nosso ex-jogador, que fez um ótimo movimento de corpo para se livrar de Domingo (LE) e garantir sua assistência para empatar um jogo que contou com um gol de rajada de nossa parte.

Quatro minutos depois, aos 31’, aproveitamos a falha de Ahmed para desempatar. Aos 73’ Beck parecia nos trazer uma brisa boa para continuar perseguindo o PSG até o duelo final. Mas Vaugeois, ex-jogador tanto do time da capital quanto do time corso, decidiu que morderia a mão que mais o alimentou; aos 81’ e aos 88’ terminou de infernizar Domingo, aproveitando a ressaca deste que parece viver em um eterno final de semana para jogar uma pá de cal nos nossos sonhos de reconquistar a liga.

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Passada a decepção na liga, cumprimos nossa obrigação contra os catalães pelo jogo de volta da semifinal da Champions League. Um empate bastou para garantirmos a passagem à Alemanha, no fim do mês. Depois, vencemos o Nice em uma partida protocolar na qual brilhou a estrela de Martínez, que não valeu de muito porque o PSG conseguiu manter a diferença de três pontos e, com um saldo melhor e duas vitórias a mais, conseguiu seu bicampeonato, sendo o terceiro título em quatro temporadas.

No jogo final, contra os recém-campeões, nossa cabeça estava no país germânico e nos despedimos melancolicamente da Ligue 1, ao perder por 1 a 0.

 

Olympiastadion, 27 de Maio

Chegávamos a nossa sétima final de UCL e buscaríamos nosso quarto título, para desempatar a série. O clube que chegou mais perto desse número de participações em finais foi o Real Madrid, com três duelos decisivos. Essa final, particularmente, foi uma grata surpresa para nós porque eu ainda não esperava o clube atingindo a final nesse estágio, uma vez que fizemos várias mudanças durante as duas temporadas que ficamos fora da finalíssima.

Porém, a mudança para o 4-3-1-2, revelou-se o diferencial para aproveitarmos uma série de jovens meio-campistas muito técnicos e que precisavam de tempo e confiança para desabrochar.

O Arsenal, nosso rival neste duelo, chegava a essa fase depois de sete temporadas batendo na trave. E seu histórico de títulos andava bastante espaçado, com a FA CUP de 2029/30 como o último título mais relevante.

E nos aproveitamos dessa pressão para o lado londrino e começamos o jogo de forma agressiva, buscando um gol cedo que poderia mudar os rumos da partida. O gol não chegou, mas os ânimos diziam quem estava no controle do jogo e o time londrino estava longe disso.

Aos 35’ o alívio: Saidi recebeu a bola, saiu da área e caiu pela direita para cruzar na medida para Olszewski infiltrar bem e chutar firme para abrir o placar. O gol aumentava nosso domínio em campo, mas ainda faltava enfiar a faca e girar. E isso veio no começo da segunda etapa, quando Gras-Grange passou por dois marcadores e cruzou na medida para Saidi desmarcar-se e bater com categoria para fazer 2 a 0.

Com a vantagem ampliada, o desespero bateu no Arsenal e eles tentaram de todos as maneiras diminuir o prejuízo, porém sem sucesso. Só que isso trazia armadilhas e uma delas foi armada 15 minutos depois, quando Saidi puxou o contra-ataque e rolou na medida para Martínez, um dos nomes da temporada, bater longe de Gillessen e fazer o 3 a 0. E o argentino guardou espaço para mais um, quando bateu o pênalti como se estivesse jogando uma pelada entre amigos, fechando o placar em 4 a 0, um gol para cada título nosso em Champions League.

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JOGOS

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Ligue 1 

Para uma equipe que mostrou consistência em boa parte do campeonato, nossos últimos 7 jogos foram melancólicos e deram razão ao título do PSG, que por sua vez fez uma campanha muito boa, terminando com a melhor defesa e o segundo melhor ataque, vingando-se de certa forma pela eliminação na Champions League. 

Com essa vitória, os parisienses conquistam seu oitavo título desde o início do save, nos superando em uma conquista. Eles, que enfrentaram um longo hiato com o nosso hexa, voltaram com muito apetite nos últimos anos, contrastando com suas campanhas continentais que não tem sido bem sucedidas. 

O Mônaco, por sua vez, perdeu mais uma vez a oportunidade de recuperar a taça que não vem desde 2020/21, ainda com Leonardo Jardim. Os muitos empates da equipe do Principado foram fatais na corrida pelo tão sonhado caneco. Se houve a decepção com os monegascos, o mesmo não pode ser dito do Angers, que além de nos tirar a chance de título, garantiu sua vaga para a Liga Europa de 2034/35.

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Danut

Eita, por esse título continental eu não esperava. Parabéns pela excelente vitória sobre o Arsenal. 

Na liga realmente faltou um pouco de capricho na reta final. Mas nenhum torcedor vai ficar muito triste, considerando o que fez na liga dos campeões.

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PedroJr14

Goleada na final da Champions e a Europa está aos pés do Ajaccio. Parabéns por mais essa conquista.

É uma pena que a equipe tenha deixado de conquistar alguns pontos importantes na liga, deixando o Paris abrir frente e ficar com o título.

Boa sorte na sequência!

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Tsuru

Eita...por essa não esperava! Parabéns pelo título da Liga dos Campeões, foi muito merecido e ainda teve goleada no fim. Que venha o Mundial!

Parabéns também pela Taça da Liga. Infelizmente na Ligue 1 não deu, mas temporada que vem terá outra oportunidade de dar o troco no PSG.

Boa sorte na continuação!

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marciof89

Rapaz, eu achei que não ganharia a UCL não, mas jogou muito bem, mereceu totalmente.

Na liga foi quaaaaaaaaaaaase, mas faz parte. Achei que teria mais dificuldades ao mudar as regras do save, mas conseguiu se adaptar bem. E agora, José? Quais os próximos passos?

Boa sorte!

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ggpofm

Parabéns pelo milésimo jogo. Marca importante do save.

Havia dito que eu ficaria decepcionado se o único título da temporada fosse a Copa da Liga por motivos óbvios. O Ajaccio acabou por conquistá-la, mas na Ligue 1, viu novamente o PSG levar o título vencendo algumas partidas a mais do que você, que as empatou. Contudo, na UCL, a competição mais difícil de prever uma vitória, sua equipe fez bonito, eliminando os adversários com bons resultados em todas as eliminatórias, seja diante do Sevilla, do PSG, ou do Barça. Na final encontrou um  antigo conhecido de outros embates e em uma partida especial goleou os Gunners por 4 a 0 e conquistou novamente um título da UCL e merecidamente.

Parabéns pela conquista depois de vários anos. Isso é legal.

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Andreh68

Destaco também os 1000 jogos. Uma marca importante para qualquer treinador, especialmente no mesmo clube, que trouxe lá de baixo para essa glória internacional.

O PSG está se tornando Rei da França, mas com a orelhuda nas mãos, mais uma vez, da para resistir as provocações dos torcedores da capital. Se não tivesse se imposto a eles nas quartas de final que a coisa teria ficado feia.

Parabéns

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Henrique M.

Olhando a equipe na campanha nacional, é curioso ver que foi campeão da Champions League. Parece que a equipe sentiu a pressão na Ligue 1, mas jogava livre, leve e solta na Champions League. No fim, o que importam são as taças no armário e que a equipe talvez esteja perto de retornar ao topo da França, se a história não parar por aqui.

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Neynaocai

 

Em 18/01/2019 at 14:03, Neynaocai disse:

Touch no celular? Se sim, me diga como.

a) que achados na última janela. Ross Kemp parece valer o dinheiro.

b) Essa goleada para o Lens me lembra muito meus jogos contra o Ajaccio, pelo Bordeaux. O último jogo foi 5x0.

Boa sorte, seja qual for a decisão.

Acho tão bonito ver um time de francês ganhando do PSG.

E que sapatada pra cima do Arsenal. Aqui, uma pena. Time tão fofinho esse dos Gunners.

 

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vinny_dp
Em 30/01/2019 at 22:04, Danut disse:

Eita, por esse título continental eu não esperava. Parabéns pela excelente vitória sobre o Arsenal. 

Na liga realmente faltou um pouco de capricho na reta final. Mas nenhum torcedor vai ficar muito triste, considerando o que fez na liga dos campeões.

Nem eu, viu. A trajetória a partir das quartas foi muito boa, eu gostei da forma como nos impusemos diante de adversários relevantes. 

Pois é, não soubemos dosar as forças corretamente e isso resultou na perda do título. Os torcedores não sentirão muito, de fato haha

Em 31/01/2019 at 12:13, PedroJr14 disse:

Goleada na final da Champions e a Europa está aos pés do Ajaccio. Parabéns por mais essa conquista.

É uma pena que a equipe tenha deixado de conquistar alguns pontos importantes na liga, deixando o Paris abrir frente e ficar com o título.

Boa sorte na sequência!

Valeu Pedro (e valeu pela força no comentário anterior, que acabei pulando a resposta, desculpe). Creio que o time mudou muito a postura na UCL e conseguiu reverter um início ruim para terminar em título. 

Sim, é pena mesmo porque era uma excelente oportunidade de retomar um título que serviria para reafirmar a força dessa equipe reformulada. Paciência. 

Em 31/01/2019 at 16:33, Tsuru disse:

Eita...por essa não esperava! Parabéns pelo título da Liga dos Campeões, foi muito merecido e ainda teve goleada no fim. Que venha o Mundial!

Parabéns também pela Taça da Liga. Infelizmente na Ligue 1 não deu, mas temporada que vem terá outra oportunidade de dar o troco no PSG.

Boa sorte na continuação!

Acho que ninguém esperava hahaha

De qualquer forma foi um título bastante valorizado pela trajetória até o duelo contra o Arsenal. Agora temos de nos preparar melhor para fazer um papel decente no Mundial, algo que estamos em dívida. 

Valeu. Sim, vejo que com o time mantendo a espinha dorsal e ficando mais maduro, a tendência é que mais um título da L1 venha. 

Valeu pelo comentário, Tsuru. 

Em 31/01/2019 at 17:56, marciof89 disse:

Rapaz, eu achei que não ganharia a UCL não, mas jogou muito bem, mereceu totalmente.

Na liga foi quaaaaaaaaaaaase, mas faz parte. Achei que teria mais dificuldades ao mudar as regras do save, mas conseguiu se adaptar bem. E agora, José? Quais os próximos passos?

Boa sorte!

Pega seu lugar na fila então porque é mais um que não acreditava hahahaha

Falando sério, depois de uma primeira fase mais capenga, soubemos lidar com a pressão do campeonato e usamos bem nossos recursos para encarar os gigantes da Europa, derrubando-os um a um. 

Faz parte mesmo, se não perde a graça haha. Sim, creio que consegui desenvolver uma estrutura bastante interessante para a molecada se formar e isso ajudou a criar uma equipe capaz de reagir bem aos desafios. Bem, agora eu quero continuar jogando para desenvolver essa garotada e me divertir com o jogo, para aí ir criando novos objetivos. 

Valeu, Coração Valente.

Em 01/02/2019 at 20:25, ggpofm disse:

Parabéns pelo milésimo jogo. Marca importante do save.

Havia dito que eu ficaria decepcionado se o único título da temporada fosse a Copa da Liga por motivos óbvios. O Ajaccio acabou por conquistá-la, mas na Ligue 1, viu novamente o PSG levar o título vencendo algumas partidas a mais do que você, que as empatou. Contudo, na UCL, a competição mais difícil de prever uma vitória, sua equipe fez bonito, eliminando os adversários com bons resultados em todas as eliminatórias, seja diante do Sevilla, do PSG, ou do Barça. Na final encontrou um  antigo conhecido de outros embates e em uma partida especial goleou os Gunners por 4 a 0 e conquistou novamente um título da UCL e merecidamente.

Parabéns pela conquista depois de vários anos. Isso é legal.

Bastante. Pessoalmente, fiquei bem feliz com isso porque nos outros saves que postei aqui passei bem longe dessa meta. 

Para um time que esta querendo retomar o protagonismo, vejo a Copa da Liga como importante, apesar de um torneio secundário. Claro que no final, a UCL acabou dando recheio a essa temporada, deixando o final bem melhor que o esperado, embora a Ligue 1 seja de novo nosso calcanhar de Aquiles, porque não soubemos administrar vantagem e nem tivemos a postura esperada para buscar o caneco em momentos adversos. 

Sim, essa UCL foi especial. Derrubamos um Sevilla que esta forte financeiramente e conta com um elenco recheado de bons jogadores, além do sempre perigoso Barcelona, sem contar o PSG que é o nosso maior rival. Tudo isso não serviria de muita coisa se não fizéssemos um bom jogo contra os Gunners, então jogamos com a cabeça no lugar e chegamos mais uma vez ao lugar mais alto do pódio. 

Valeu pelo comentário, Gilson.

Em 02/02/2019 at 14:09, Andreh68 disse:

Destaco também os 1000 jogos. Uma marca importante para qualquer treinador, especialmente no mesmo clube, que trouxe lá de baixo para essa glória internacional.

O PSG está se tornando Rei da França, mas com a orelhuda nas mãos, mais uma vez, da para resistir as provocações dos torcedores da capital. Se não tivesse se imposto a eles nas quartas de final que a coisa teria ficado feia.

Parabéns

De fato, é uma marca para comemorar bastante. Algo inédito para mim, então fico bem feliz.

Exato. O PSG quer retomar o protagonismo e, se tivesse nos derrubado nas quartas, nossa dor de cabeça seria enorme. 

Valeu, André.

Em 02/02/2019 at 16:22, Henrique M. disse:

Olhando a equipe na campanha nacional, é curioso ver que foi campeão da Champions League. Parece que a equipe sentiu a pressão na Ligue 1, mas jogava livre, leve e solta na Champions League. No fim, o que importam são as taças no armário e que a equipe talvez esteja perto de retornar ao topo da França, se a história não parar por aqui.

Bastante curioso, né. Mas já tinha observado esse movimento na temporada anterior, na qual jogavámos mais soltos na UCL, enquanto na L1 íamos de segunda marcha. Como você disse, os canecos é que falam mais no final e é isso que queremos, para retomar o protagonismo.

Valeu, Henrique.

Em 05/02/2019 at 13:09, Neynaocai disse:

Acho tão bonito ver um time de francês ganhando do PSG.

E que sapatada pra cima do Arsenal. Aqui, uma pena. Time tão fofinho esse dos Gunners.

Haha, conseguimos. O Arsenal aqui sofre com nossa equipe, na maioria das vezes dá ruim para eles.

Você perguntou sobre o Touch no outro comentário e ele é no PC. No celular você tem a versão mobile, que tenho quase certeza que não está disponível para conta nacional. Ainda sobre esse comentário, o Kemp parece ter potencial para se tornar um grande jogador.

Valeu, Ney.

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Lucas Matías

Atropelou pela Champions League, título bem merecido sem contestações, parabéns, mas curioso mesmo é ver que no campeonato nacional não teve o mesmo exito, o que faltou para o time desbancar o PSG na liga?

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thyagocda
Em 30/01/2019 at 20:56, vinny_dp disse:

um gol para cada título nosso em Champions League.

Tirou onda... Um dia chego lá... 4x0 numa final de Champions... Pressão zero... kkkk Boa Sorte na continuação. Tem algum jogador que participou de todos os seus títulos da Champions?

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vinny_dp

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Temporada 2033-2034 - Mieux vaut tard que jamais!

* Antes tarde do que nunca

Bem, interrompi um pouco a narrativa sobre a Costa do Marfim porque com o afunilar da temporada, preferi dedicar um tópico exclusivo à jornada dos Elefantes. Dessa forma, vamos aos fatos que se sucederam durante 2033 e 2034, ano de Copa do Mundo.

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2033 - Eliminatórias da Copa

Em 2033 estreei com um amistoso contra o Zimbábue, no qual vencemos por 2 a 0. Mas além do resultado, não tivemos muito para avaliar por ser início de trabalho. O teste seriam os próximos quatro jogos, todos válidos pela fase final das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

No primeiro jogo, convocação sem muitas surpresas e uma magra vitória contra Camarões, mas que servia para abrir uma distância interessante, o que é sempre bem-vindo em um torneio como esse. Na sequência, confirmamos a boa fase e vencemos a Zâmbia pelo mesmo placar, 1 a 0. A essa altura estavámos com 12 pontos e sem saber o que era sofrer gols. Estava mais do que claro que íamos em velocidade de cruzeiro rumo a classificação, podendo fazer dois jogos protocolares que conseguiríamos a vaga.

Pois bem, contra Benin e Camarões resolvemos abrir a caixa de magia e tiramos duas goleadas da cartola, jogando o fino, especialmente contra os Leões Indomáveis. Nossa formação, baseada em um 4-1-2-3 dava a sustentação defensiva necessária para que os Alas apoiassem os pontas que, atuando como Atacantes Interiores, infiltravam para fazer um carnaval na zaga adversária. Essas goleadas ratificaram o primeiro lugar no grupo, com 100% de aproveitamento e com a meta inviolada. 

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Classificação Final

 

JOGOS

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O Sorteio

Como as eliminatórias africanas praticamente terminam às portas do sorteio dos grupos da Copa do Mundo, não tivemos muita tensão na espera. No mês seguinte, conhecemos nossos adversários:

Coreia do Sul – terminou em primeiro no grupo B, bem à frente de China e Arábia Saudita. Teve em Park Seung-Yun a sua referência ofensiva, com o atacante do Lille marcando seis gols na fase final das Eliminatórias Asiáticas.

Suiça – com a primeira colocação no grupo 3 das Eliminatórias da UEFA foi a responsável pela eliminação da Holanda, que terminou com 22 pontos – 1 a menos que a seleção helvética – e ficou em quarto entre os melhores segundos, uma posição abaixo do que o necessário. Ritter é um dos destaques da seleção.

Espanha – fortíssima candidata ao primeiro lugar e ao título da competição. Campeã em 2026 e terceira colocada em 2030, a Fúria conta com nomes bastante conhecidos do público que acompanha a Ligue 1, sendo que o principal deles é um jogador que adora aprontar contra o Ajaccio, Marcos Cifré, do PSG.

È um grupo razoável, no qual devemos ir com tudo na estreia contra a Coreia para fazer saldo, segurar a Espanha e aí ver o que precisaremos fazer contra os suíços. No papel parece fácil.

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2034 - Campeonato das Nações Africanas e Copa do Mundo

Depois do sorteio já estávamos pensando no Campeonato das Nações Africanas, torneio no qual as seleções só podem convocar jogadores que atuam em seus países. Nesta competição caímos em um grupo com Mali, Uganda e Congo. Aqui eu repeti um erro que já havia feito outra vez quando joguei com uma seleção africana: por não ter, no momento, nenhuma liga do continente africano eu joguei com jogadores cinzas em sua maioria.

Abrimos o campeonato contra o Mali, replicando a mesma tática da seleção nos torneios primários. No entanto, não conseguimos ser contundentes no ataque e ainda por cima, sofremos o gol da derrota já no terço final da partida. Derrota que nos obrigaria a vencer logo na sequência para pensar na ida à segunda fase.

Bem, o segundo jogo foi ainda pior. Sofremos um gol logo aos 10’, empatamos rápido e o placar ficou inalterado durante quase 70 minutos. Com a reta final da partida se avizinhando, resolver correr mais riscos para tentar a vitória e foi aí que o Congo teve suas chances, matando o duelo com gols aos 83’ e 89.

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Na terceira partida, já eliminados, fizemos um jogo protocolar contra os já classificados ugandenses e conseguimos nossa única vitória na competição, com um gol no final do duelo, terminando em último no grupo, em uma melancólica participação. Isso derrubou a confiança da Diretoria em meu trabalho e pensei que poderia cair após o torneio. Eles me seguraram e então comecei a desenhar o planejamento para a Copa do Mundo.

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Na data FIFA seguinte fizemos um amistoso contra Togo e vencemos sem maiores dificuldades por 2 a 0. Os jogos que definiriam para mim a força da equipe seriam feitos após a convocação definitiva para a Copa, contra Itália e Alemanha.

Chegamos aos amistosos contra italianos e alemães querendo testar se nossa equipe estava em bom nível para arrancar a segunda fase. Contra a Azzurra, sofremos um gol cedo – com Di Giulio – e depois viramos com nossa referência N’Dri. Porém, a avalanche ofensiva do adversário no segundo tempo pesou bastante e não conseguimos acompanhar o ritmo, tomando a virada.

Passado o jogo contra os italianos, encaramos die Mannschaft em mais um teste importante para sentir quão preparados estávamos para o mundial. E em uma partida em que o controle das ações foi nosso durante a maior parte do tempo, vencemos pelo placar mínimo, garantindo uma boa impressão para a estreia, dali a oito dias. Destaque para N’Dri, que marcou todos os gols nesses amistosos.

Fomos para Nagoya encarar nosso primeiro duelo contra os sul-coreanos, que pela proximidade de seu país foram em maioria para prestigiar seus jogadores, o que tornava a estreia ainda mais nervosa. Apesar disso, aos 17’ abrimos a contagem: Dembelé aproveitou um clarão no meio-campo, avançou até o bico da área e cruzou para N’Dri, que se infiltrou entre dois zagueiros e cabeceou firme para fazer 1 a 0.

Cinco minutos depois, o mesmo N’Dri recebe na entrada na área, faz o giro de corpo sobre o adversário, que não ofereceu resistência, e chutou alto e forte para fazer 2 a 0. Mais alguns minutos depois, ao puxar um contra-ataque nosso matador foi derrubado por Byun Jong-Soo e na marca da cal, não perdoou, 3 a 0. No segundo tempo, resolvi administrar o resultado e aproveitei para fazer todas as substituições, para garantir que a equipe estivesse em um bom nível fisicamente. O placar se manteve inalterado e conquistamos os três pontos.

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A segunda rodada reservou nosso jogo mais duro no grupo, contra a Espanha. E La Roja começou em um ritmo alucinante, mandando duas bolas na trave antes dos 10 minutos e chegando ao gol dois minutos depois com Delgado testando firme entre os zagueiros. Depois do gol, seguiram-se mais 10 minutos de pressão e a partir daí começamos a equilibrar as ações, apesar de não criar perigo no primeiro tempo.

No intervalo, alterei a equipe para o 4-3-1-2, tentando controlar a posse e baixar o ritmo do time espanhol, o que nos fez ganhar mais corpo no jogo, começando a mostrar nossas garras. Aos 63’ Kouakou arruma um passe sensacional, marcado por três adversários e Brou invade a área para bater rasteiro no canto direito, empatando tudo. Só que aí acordamos o gigante. Os espanhóis começaram a pressionar bastante e, em uma roubada de bola, puxaram o contra-ataque que pegou nosso meio-campo com buracos e isso deu margem para Delgado entrar livre para aproveitar cruzamento e desempatar, dando números finais ao placar.

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Para fechar o grupo, encaramos a Suiça, precisando da vitória para garantir a classificação. E começamos bem, marcando logo aos 3’, com N’Dri aproveitando ótimo passe de Dembélé. Com o gol, baixamos o ritmo buscando poupar energias, fazendo com que o primeiro tempo e o início do segundo ficasse em banho-maria.

Até que aos 11 da segunda etapa, chegamos ao segundo gol: bola longa para Traoré, que deu aquela casquinha para Kouakou entrar na área e chutar firme para ampliar. E aí fomos cozinhando ainda mais a partida, até que aos 80’, Koné deu um passe maravilhoso para N’Dri, que só ajeitou e mandou o balaço para fazer 3 a 0. E ainda houve tempo para o gol de honra helvético, um golaço na verdade, de Isenhard.

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Com a vitória estávamos classificados e pegaríamos o Paraguai, que fechou em primeiro em um grupo com Bélgica, Croácia e México. Nos outros grupos também tivemos outras surpresas, como Costa Rica e Marrocos terminando a primeira fase como líderes de suas chaves, sendo que este último desbancou Itália e França. O Brasil, que caiu em um grupo praticamente igual ao de 2002, não teve dificuldades e avançou em primeiro.

Grupos A-D | E-H

Contra a Albirroja começamos mal e logo aos 3’ sofremos o gol, com Yegros aproveitando a sobra de um escanteio para pegar a bola na marca dos 11 metros para abrir o placar. Os paraguaios dominavam o jogo mas, pouco a pouco, entramos na disputa e quase marcamos aos 37’ com uma cabeçada de Ouattara. Esse foi um sinal que o gol estava amadurecendo e no lance seguinte, marcamos; Ouattara recebeu a bola na entrada da área, esperou a passagem e mandou na medida para Pierre Koné. Com o empate, o jogo ficou mais parelho e assim foi até o início da segunda etapa, quando Kouamé deu uma bela enfiada para Abdoulaye Diallo chutar firme e virar o jogo. Depois disso, os paraguaios foram com tudo em busca do empate e, aos 74’, conseguiram com Sánchez aproveitando cruzamento de Doldán. Ato contínuo, coloquei o ponta Vial no lugar do atacante N’Dri, movendo Ouattara da ponta para o comando do ataque.

Oito minutos depois quase chegamos ao 3x2 em um lance fortuito que quase gerou um gol contra do adversário. Mas não deu, iríamos à prorrogação. No tempo extra, quisemos definir logo as coisas e logo aos três dessa etapa, Ouattara fazendo o pivô serviu na medida para Vial chutar da entrada da área e afundar o goleiro para fazer o 3x2 e nos garantir nas quartas de final.

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Oitavas de Final

O chaveamento nos reservou a Inglaterra, que tal qual em 2006, eliminou o Equador. Era um time bastante forte, mas que pelo que nossa equipe apresentou contra a Espanha, havia esperança.

Os ingleses, bicampeões da Liga das Nações (2029 e 2031) e vices da Eurocopa 2032, vinham com tudo em busca do tão sonhado segundo título da Copa do Mundo, 68 anos depois do primeiro troféu. Para isso, contavam com Aydemir, grande nome do Manchester City, que do alto dos seus 31 anos, busca o ápice da carreira do jogador profissional. E a partida começou do mesmo jeito que contra a Roja, com o europeu pressionando demais em busca do gol rápido. E ele também veio, com N’Dri perdendo a posse de bola que deu o contra-ataque para Aydemir rolar na medida para Atkinson marcar.

Aos 30’, o sopro de esperança: N”Dri recebeu dentro da área e cruzou na medida para Ouattara empatar tudo. Três minutos depois o lance para se lamentar: Kouamé recebeu cara a cara com o goleiro e chutou em suas mãos. É o tipo de lance que se paga muito caro. A cobrança veio dois minutos depois, quando Aydemir cobra escanteio, a bola cai em Atkinson que rola na medida para Sweeney chutar firme para fazer o 2 a 1.

Depois disso, fomos para cima, mas com bastante nervosismo e mesmo na segunda etapa, não conseguimos criar chances e fomos envolvidos pelos adversários, que apenas poupavam energia. E assim terminou nossa jornada na Copa do Mundo.

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Quartas de Final

Os ingleses seguiram para a fase semifinal e bateram o Brasil por 3 a 2 em um jogo bastante emocionante e na outra chave, vitória da Espanha contra a Alemanha e final definida. E na final, o que se viu foi um jogo muito tenso e pegado, que culminou na expulsão de Sergi Martínez no final do tempo regulamentar. Na prorrogação, sem forças para brigar com um a menos, os espanhóis apenas esperaram pelos pênaltis. Só que na marca da cal, a história não mudou e a vitória inglesa se concretizou.

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Fase final

JOGOS

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Prêmios da Copa

Na premiação da Copa, a Espanha teve o melhor goleiro, a Inglaterra levou a bola de ouro e a bola de bronze da competição, mas o Brasil, terceiro lugar, que teve mais jogadores no time do campeonato. Nós, por outro lado, emplacamos apenas N'Dri, nos reservas do Dream Team. 

A proposta

Pouco após do término do Mundial, soube que a França demitiu Trèbel, após a péssima campanha que culminou com a queda na primeira fase. Por mais que eu quisesse continuar na Costa do Marfim, não poderia deixar outro cavalo selado passar, correndo o risco de esperar mais quatro anos por outra proposta. 

Assim, deixo Les Éléphants e parto para meu desafio mais difícil: Les Bleus. Vice-campeões da copa de 2026 e com campanhas ruins nas Eurocopas (caíram em 2024, 2028 e 2032 nas oitavas, sendo que nesta última goleados pela Itália por 5 a 1). A seleção foi bicampeã da Liga das Nações (2025 e 2027), mas convenhamos que isso não é muito. Teremos trabalho para recuperar o moral de uma equipe que não parece despertar medo em ninguém. 

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    • PedroJr14
      By PedroJr14
      Real Racing Club Santander, S.A.D.
      O clube da cidade de Santander teve sucesso relativo na Espanha, mantendo-se na primeira divisão do país em 15 das 16 temporadas entre 1996/97 e 2011/2012, só não esteve presente em 2001/02. Em todas essas temporadas em La Liga, o Racing superou a décima posição apenas uma vez, quando terminou em sexto na temporada 2007/08, ganhando assim a vaga continental. Los Verdiblancos terminaram em quarto, num grupo que continha Twente, Manchester City, Schalke e PSG, perdendo apenas um jogo e vencendo o Manchester City, que terminou na liderança do grupo. Conseguiram se manter na liga principal até 2011/12, quando começou a cair sucessivamente até chegar à Terceira Divisão, 2 anos mais tarde. O clube ensaiou uma reação em 2014/15, quando conseguiu o acesso para a Segunda Divisão, mas logo caiu de volta e até o presente não mais saiu de lá.

      O Racing Santander manda seus jogos no folclórico estádio El Sardinero, que tem capacidade para pouco mais de 22 mil espectadores. Entre os nomes que desfilaram por esse aconchegante estádio vestindo a camisa do Racing, estão: Felipe Melo (Palmeiras), Henrique (Corinthians), Ezequiel Garay (Valencia), Yossi Benayoun (ex-Chelsea e Liverpool), Giovanni Dos Santos (LA Galaxy), Sérgio Canales (ex-Real Madrid), Marcos Alonso (ex-Barcelona e A. Madrid, pai de Marcos Alonso do Chelsea) e Christian Stuani.

      Sem nunca ter conquistado um título de expressão, o Racing Santander caiu ao fundo do poço por causa de uma crise financeira e nunca mais conseguiu se reerguer. A saída do treinador Pedro Muntis para o Ponferradina e a falta de recursos para buscar um técnico fora de Santander, obrigaram o clube a promover o Técnico Marco Botín, que terá um contrato curto, de apenas 1 ano. O jovem treinador de 26 anos terá que provar o seu valor e o seu amor pelo clube da cidade.
       
      Objetivos
      [Secundários]
      - Subir de volta à La Liga
      - Ter um jogador convocado por uma seleção top 10 mundial
      - Fortalecer as estruturas das divisões de base do clube ao máximo
      - Construir um novo estádio, ou ampliar o Sardinero
      - Transformar ao menos 3 jogadores contratados por mim em lendas do clube

      [Primários]
      - Terminar acima do décimo lugar em La Liga
      - Chegar a uma competição continental
      - Vencer uma competição de nível nacional 
      - Vencer uma competição intercontinental
      - Ser Campeão Mundial de Clubes
      - Tornar-se uma lenda no clube
       
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      2037 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, 4º lugar no grupo C da Champions League 2037/2038
      2038 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, 3º lugar no Grupo F da Champions League 2038/2039
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório! O plano quinquenal Zero gols, zero derrotas Uma nova era para o Hoops Tinha um italiano no meio do caminho Uma insípida janela de transferências Um paredão azul
    • Felipe Soares
      By Felipe Soares
      Desde o saudoso CM 01/02 eu marco presença e viro noites e dias jogando games de manager. E, talvez, como muitos aqui vivia na solidão de não ter nenhum amigo que jogasse e pudesse compartilhar histórias, fatos e conquistas. Eu acreditava que era um universo pouco explorado e pouquíssimas pessoas jogavam, até que recentemente descobri o blog do Henrique M. (https://www.engenhariadofutebol.com.br/) que consequentemente me levou até aqui. Acompanho muitas histórias aqui, mas sempre fui tímido pra comentar ou até mesmo criar uma conta, preferi segui o anonimato. Em meus anos de vivência de alegrias e tristezas provindas do FM, tive várias conquistas épicas, mas sem ninguém pra contar, sem prints, sem nada, hoje não passariam de história de pescador. Então resolvi escrever minha primeira história, rasgar a barreira do anonimato e me colocar no mapa do FManager.


      O Save  

      Aproveitando a oportunidade, quero colocar o Maranhão no mapa também. Mesmo tendo nascido em Imperatriz e ser torcedor Cavalino (Cavalo de Aço é a alcunha do time em questão), nunca comecei um save com o SID (Sociedade Imperatrizense de Desportos). Sempre preferi os saves europeus e tal, porém no último sábado o Cavalo de Aço levantou a a taça do Campeonato Maranhense pela 3x na sua história com um gol aos 47 minutos do segundo tempo na casa do adversário (#ChupaMoto). Não existe nada mais incrível no mundo que uma situação assim, nada é mais lindo que um gol de título nos acréscimos. Foi impossível não me apaixonar novamente pelo clube da minha cidade natal depois dessa experiência. 


      Apresentação do Imperatriz (SID) e contexto político

      Conhecido como a força do interior, o time representa a maior cidade do interior do Maranhão (Que por muito tempo foi/é considerado o estado mais pobre do país). Fundado em 4 de janeiro de 1962 o clube nunca teve muito destaque no cenário futebolístico brasileiro, contando apenas com discretas participações no Campeonato Brasileiro da Série C no seu auge e apenas três (gloriosos) títulos estaduais (2005, 2015 e 2019).

      O time tem a honra de ter tido na estreia do seu estádio (Frei Epifânio D'Abadia) o gênio das pernas tortas, Garrincha, vestindo o seu manto. Além dos títulos estaduais, o maior feito do time foi ter descoberto o Ralf (atualmente Corinthians e Seleção Brasileira) quando ele estava esquecido e sem clube. Após a campanha história do primeiro título estadual, marcando gol na final, o volante revitalizou a carreira. Mas ficou conhecido como "caso Ralf" porque saiu a custo zero e o SID nunca ganhou um centavo com o sucesso dele. Anos depois em entrevista ele criticou a diretoria e ainda mandou a frase: "passei fome lá".


      Ralf em 2005

      Sim, futebol e política se misturam e no Maranhão essa sempre foi uma verdade. Talvez existam aqui no grupo companheiros ludovicenses que possam discordar (ou não) dos fatos a seguir, mas meu vô (ex-ponta esquerda) sempre falou "Só quem calça o sapato sabe onde aperta".

      Por muito tempo houve um movimento separatista chamado Maranhão do Sul (onde Imperatriz seria a capital desse novo estado) movido pela insatisfação das inúmeras injustiças/descaso do governo da capital. Não quero adentrar nos detalhes econômicos e sociais da "coisa", vou me ater ao futebol. Além dos regulamentos like a Carioca, a FMF sempre arrumou uma maneira de prejudicar os times de Imperatriz. O próprio JV Lideral, time que surgiu com força econômica e estrutura acima da média, desistiu do futebol profissional por não aguentar as barbáries da Federação Maranhense. 

      Objetivos e regras do save

      Sempre tive curiosidade de jogar um desafio da base e então esse será o primeiro. Mas diferente de outros desafios da base, quero responder essa pergunta: "Será que é possível desenvolver uma base moldado em uma filosofia e, com o tempo, formar jogadores nesses moldes e eles mudarem a 'cultura futebolística' de um lugar?" Sou fã de Pepe Guardiola, La Masia, J. Cruyff e tudo que envolveu essa atmosfera 'barcelonística'. Inclusive sou técnico de um time de fut7 (@atleticorealec - instagram) e tento aplicar esse estilo de jogo (quem sabe um dia eu conto sobre isso). Então não poderia ser diferente, a ideia é colocar o Maranhão no mapa do futebol brasileiro jogando um futebol que lembre o Barcelona de Pep: Ofensividade e Posse de Bola.
       
      Ser o maior time maranhense (Títulos, Reputação e Finanças) Se tornar o maior campeão maranhense - Sampaio Correia (33) Superar o feito histórico do Sampaio (Único time no país a vencer 3 divisões - B, C e D) Repetir o Caso Ralf (Um jogador revelado no clube que chega a seleção), só que com um desfecho "feliz" e com um jogador oriundo da base. Ter um representante do "Barcelona do Maranhão" no verdadeiro: um jogador revelado no SID ser contratado pelo Barcelona. Vencer a Série A Vencer a Copa do Brasil Vencer a Libertadores Vencer o Mundial  
      Então é isso, em breve eu atualizo aqui com os dados do jogo, treinador e os primeiros resultados. 
    • Tsuru
      By Tsuru
      Os celtas eram um conjunto de povos que ocupava grande parte do território da Europa por volta de 1.000 a.C., indo desde a atual Grã-Bretanha até o local onde hoje é a Turquia. Há muitas teorias sobre a origem e a expansão desses povos, mas é um período tão antigo que as raízes se perdem no tempo. É inclusive dessa época que surge a lenda do Rei Arthur, que teria liderado a resistência dos bretões celtas contra os romanos.
      Outro detalhe interessante é que, na cultura celta, "Brasil" era uma ilha mística situada em algum local do oceano, e a própria origem desse nome é céltica. Há quem acredite que os povos antigos já conheciam a origem do Brasil e que foram eles que introduziram, na cultura popular europeia, a informação de que existiam terras além mar cheias de riquezas e animais exóticos. Esse detalhe eu não sabia e quem compartilhou a informação foi o @Inner Logic.
      Entre outras coisas que se sabe concretamente, é notório que os celtas veneravam a natureza e que, entre seus pares, existiam os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, orientações filosóficas e jurídicas, e rituais religiosos. 
      Entre os druidas famosos, reais ou imaginários, estão o lendário Merlin e o Panoramix, que preparava a poção mágica do Asterix. E essa figura do druida sempre fascinou este que vos fala, o que levou a pesquisar mais sobre a cultura em questão e sobre sua história.
      Descobri, inclusive, que hoje existem seis nações apontadas como “célticas originais”, por manterem traços culturais ou de linguagem desse povo - País de Gales, Escócia, Irlanda, Bretanha (no norte da França), Cornualha (sul da Inglaterra) e Isle of Man (entre a Inglaterra e a Irlanda). Há ainda outras regiões onde a influência celta é considerada forte, como o Norte de Portugal, as regiões da Galícia e Astúrias na Espanha, e a antiga Gália (atuais França, Bélgica e norte da Itália). E há ainda territórios ocupados por antigas tribos celtas onde pouco se sabe sobre o legado deixado por eles, como o sul da Alemanha/Áustria e diversos países do Leste Europeu.
      No futebol, talvez a influência mais clara desses povos seja o Celtic FC da Escócia, batizado com objetivo de propagar o orgulho que os fundadores tinham dessa origem.
      Já havia lido sobre a liga de futebol do País de Gales e sentido bastante vontade de experimentá-la, talvez porque seja um país muito associado aos druidas. E a ideia se complementou com a descoberta das nações célticas.
      Assim, narrarei a carreira de Drew Johnson, um treinador galês fictício sem qualquer experiência, apelidado de “O Druida” por ser um adepto do Neodruidismo.
      A jornada se iniciará na terra natal de Johnson, uma vila de 7 mil habitantes chamada Cefn Mawr (se lê "Kevin Maur"), localizada no condado de Wrexham.

       


       


      Carreguei todas as nações celtas “originais”, algumas delas representadas pelo país onde se situam, e escolhi outras para representar os territórios com forte influência céltica. 
      Na database original do FM, a liga galesa só tem a Welsh Premier League, a elite do futebol local; para dar um pouco mais de emoção, ativei a segunda divisão através do update do Classen.
      Foi necessário deixar alguns países de fora - por exemplo, Itália, Alemanha e Áustria - até porque não sei se meu notebook aguentaria o tranco. Só para garantir, diminuí a qualidade gráfica e tirei as animações, aparentemente o jogo está rodando sem problemas.
      Acho que, no geral, ficou bem representativo e com boas opções de progressão de carreira.
       

       
      Conquistar pelo menos um título por cada país onde passar; Conquistar um título invicto; Conquistar, em uma temporada, todos os títulos em disputa; Vencer a Liga dos Campeões da Europa; Vencer a Copa do Mundo; Me divertir.
       
       
      Nunca pedir demissão no meio de uma temporada;
      Se estiver empregado, priorizar a assinatura de novos contratos para o início da temporada seguinte, a fim de não abandonar nenhum clube durante uma competição.
       
    • Neynaocai
      By Neynaocai
      PRA QUEM CHEGOU AGORA, RECOMENDO DAR APENAS UMA OLHADA POR CIMA NA PRIMEIRA TEMPORADA E IR LOGO AO QUE INTERESSA, QUE A PARTIR DE HOJE (07/12/2018) SERÁ INDICADO ABAIXO:
       
       
      Uma nova jornada. Capítulo 1: La voix du peuple est la voix de Dieu.
      Uma nova jornada. Capítulo 2: Entre grandes expectativas e a realidade!
      Uma nova jornada. Capítulo 3: A segunda temporada.
      Uma nova jornada. Capítulo 4: X-saladas, caldo-de-canas, bolachas, refrigerantes e gols.
      Uma nova jornada. Capítulo 5: Tem que ter pojeto?
      Uma nova jornada. Capítulo 6: Tutorial de como ser campeão em menos de duas temporadas.
      Uma nova jornada. Capítulo 7: Em segundo, se virares a mesa.
      Uma nova jornada. Capítulo 8: O último a sair apague a luz.
      Uma nova jornada. Capítulo 9: Prioridades.
      Uma nova jornada. Capítulo 10: Um Chicago a sorrir.
       
      ESPECIAIS
      You are fake news. Um desabafo contra a imprensa.
      Copa do Mundo Sub-20 2017.
      Copa do Mundo 2018
      Copa Ouro 2019 - Campeonato Mundial Sub-20 2019.
      Pré-olímpico 23: Sem chance.
       
       
       
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