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    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Na história do Futebol, houveram algumas seleções que foram imortalizadas, muitas vezes não por títulos, mas sim pela forma que a redondinha era tratada. Antes da Dinamáquina do final da década de 80, antes da Larana Mecânica na década de 70, antes do Brasil de 82, antes dos Mágicos Magiares na década de 50, antes de todos estes grandes times, houve uma outra seleção que impressionou o mundo do futebol.
      Estou falando do Wunderteam de quase 100 anos atrás. No imaginário popular muitos pensam que se não houvessem ocorridos dois fatos trágicos, quem sabe eles poderiam continuar no topo da cadeia alimentar por mais algumas décadas.
           
      Mais informações sobre o Wunderteam e sobre o save durante o decorrer do mesmo.
       
    • Bruno Trink
      By Bruno Trink
      Em janeiro de 2013, às vésperas de mais uma edição da Copa Africana de Nações, Stephen Keshi, então treinador da seleção da Nigéria, reacendeu uma enorme polêmica. O nigeriano criticou duramente o trabalho de técnicos estrangeiros nas seleções africanas. Segundo ele, os "caras brancos" rumam para a África apenas para ganhar dinheiro. Ele também criticou o tratamento diferenciado das federações com treinadores locais e estrangeiros – segundo ele, os expatriados recebem mais tempo para se adaptar desenvolver seu trabalho – e afirmou que isso estava aniquilando o futebol africano.
      Keshi faleceu em 2016 e hoje, seis anos depois daquela declaração, muito pouco mudou. É fato que os treinadores de Argélia e Senegal, finalistas da competição de seleções africanas, defendem seus próprios países de nascimento. A bem da verdade, o argelino Djamel Belmadi nasceu em Champigny-sur-Marne, na França. No entanto, no total, 66% dos treinadores, 15 de 24, eram estrangeiros.
      A ideia é simples: explorar o futebol no continente africano com um treinador de nacionalidade africana. Para isso, foram adicionadas, além das ligas da África do Sul, originais do jogo, as ligas de outros nove países utilizando o update do @Timo@. Não pretendo me prender a objetivos. Encarnarei um treinador mauriciano, com um perfil inexperiente e começo desempregado. A nacionalidade foi escolhida por dois motivos. Primeiro, um país que não está entre as ligas selecionadas para o save. Segundo, não queria uma nação envolvida com ditaduras sanguinárias. As Ilhas Maurício, muito pelo contrário, que já foram colônia holandesa, depois francesa e, então, britânica, hoje são um exemplo de democracia, mesmo com algumas questões de corrupção, e tem um dos maiores índices no ranking da Freedom House.

      Não vou sair do continente, a intenção é fortalecer o futebol africano. A ver até onde posso chegar...
       
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      Ligas selecionadas:
    • Tonaarea
      By Tonaarea
      Fala, galera.

      Desde já agradeço a atenção e paciência. Já sou um senhor e ando bem desatualizado quanto ao mundo do Football Manager

      Pois bem, ganhei um FM 2019 e quero muito jogar nas ligas brasileiras. Porém o jogo está em inglês. E sei que preciso atualizar para colocar os times brasileiros.

      Por favor, poderiam me ajudar com as dicas de instalação e como proceder? Quais packs devo baixar para deixar meu jogo mais atualizado possível?

      Muito obrigado pela atenção e paciência.
       
    • Darthz
      By Darthz
      Apresentação
      Já há algum tempo que tinha vontade de voltar a postar um save no Profissão Manager, mas com a leitura de alguns textos e o acompanhamento de histórias da área, decidi passar das palavras aos actos e tentar levar um save em frente mais do que umas duas ou três épocas, coisa que já não acontece há algumas versões do Football Manager.
      Não prometo gráficos “topo de gama”, mas sim um tópico organizado e com as informações mais importantes do que for acontecendo durante as temporadas, não só no clube que estiver a treinar, mas também nas competições e prémios que eu considerar relevantes.
      O Save
      O Leste Europeu é sem dúvida um dos lugares mais interessantes para treinar, pelo menos no meu ponto de vista, e apesar de já ter realizado algumas carreiras começando em ligas desta região da Europa, fica sempre a sensação que há mais para desbravar, e muitos países e equipas diferentes para descobrir e conhecer.
      Depois de ter lido alguns artigos sobre o Ajax de Rinus Michels e Cruijff, fiquei fascinado com a história, não só dos acima citados, mas também de Ștefan Kovács, treinador sucessor de Michels e que levou o Ajax a duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas. Sendo bem mais desconhecido que os dois holandeses, o romeno foi responsável por continuar e expandir a filosofia do “futebol total”, e isso levou-me então a desejar fazer algo que pudesse aliar o meu gosto pessoal com uma pequena homenagem àquele que é considerado por muitos o melhor treinador romeno de todos os tempos e muito pouco conhecido pelos adeptos de futebol em geral.
      Para finalizar, apenas referir que o nome do save deve-se aos Cárpatos, maior conjunto montanhoso da Europa Oriental, e que percorre uma grande parte da Roménia, sendo um “cartão de visita” do país.
      Biografia de Ștefan Kovács
      Ștefan Kovács (Timișoara, 2 de outubro de 1920 — Cluj-Napoca, 12 de maio de 1995) foi um jogador e treinador de futebol romeno, considerado um dos mais bem sucedidos treinadores na história do futebol europeu.

      Nascido em Timișoara, na Roménia, Kovács foi um meio-campista que apesar de possuir técnica apurada e intuição tática nunca foi escolhido para jogar na seleção romena, ao contrário do seu irmão mais velho Nicolae Kovács, que foi um dos cinco jogadores que participaram nos três Mundiais anteriores à Segunda Guerra Mundial.
      Kovács teve seus primeiros grandes sucessos como treinador no comando do Steaua Bucureşti, onde venceu por uma vez o campeonato (1967-68) e três vezes a Taça da Roménia (1968–69, 1969–70, 1970–71).
      Depois disso, ele substituiu Rinus Michels como treinador do Ajax em 1971, continuando e expandindo a filosofia do "futebol total". Com o Ajax, Kovács venceu duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas (1971–72, 1972–73). Ainda em 1972, ele também ganhou a Taça Intercontinental e no ano seguinte a primeira edição da Supertaça Europeia. Além disso, ele liderou o Ajax para a vitória dos campeonato holandeses em 1972 e 1973 e Taça da Holanda dos mesmos anos.
      Apesar de ter comandado o Ajax em apenas duas temporadas, o romeno tornou a equipa holandesa na melhor da sua geração, sendo a caminhada para a sua terceira final europeia quase processional. Tímido e sem vontade de atrair atenção, ao contrário de Michels, Kovács tornou-se uma estrela na Holanda. Quando Nicolae Ceausescu visitou a Holanda em 1973, a rainha holandesa Beatriz perguntou ao ditador romeno num banquete: “O que podemos dar-lhe para você levar de volta à Roménia? Deve aceitar algo em troca de nos enviar Kovács.”

      Um homem inteligente, Kovács decidiu sensatamente sair quando a equipa estava no auge. Foi uma decisão sábia. Johan Cruijff, o melhor jogador da equipa e força de galvanização, partiu para o Barcelona para se juntar a Michels pouco tempo depois, e o grande Ajax rapidamente se desintegrou.
      Depois de deixar a equipa holandesa em 1973, foi convidado pela federação francesa de futebol para assumir a seleção principal. Jornalistas do France Football perguntaram-lhe quanto tempo demoraria para fazer da seleção francesa uma das melhores do mundo, Kovács respondeu: “Com boas estruturas, em oito a dez anos, poderemos ter uma boa seleção nacional.” Michel Hidalgo, seu adjunto e sucessor, aproveitaria o trabalho já realizado e lideraria a geração de Platini, Giresse e Tigana ao título do Campeonato Europeu de Futebol de 1984. Actualmente Ștefan Kovács continua a ser o único treinador estrangeiro que alguma vez treinou a seleção francesa de futebol.
      Infelizmente a carreira de treinador de Kovács terminou em ignomínia: no seu retorno à seleção da Roménia, onde já estivera como assistente, foi acusado de perder de propósito para a Hungria, falhando assim a qualificação para o Mundial de 1982. Após a saída da seleção romena, ainda realizou três temporadas como treinador do Panathinaikos da Grécia (1981-1983), e uma breve passagem sem glória pelo Mónaco, onde foi despedido após um punhado de partidas, e substituído por Arséne Wenger.
      Faleceu a 12 de maio de 1995, doze dias antes do Ajax ganhar a sua quarta Liga dos Campeões.
      Troféus e dados de carreira de Ștefan Kovács
      1953-1960 : Universitatea Cluj 1960-1962: CFR Cluj 1962-1967: Roménia (Assistente) 1967-1971: Steaua de Bucareste - 1 campeonato da Roménia e 3 Taças da Roménia 1971-1973: Ajax - 2 Campeonatos da Holanda, 1 Taça da Holanda, 2 Taças dos Campeões Europeus, 1 Supertaça Europeia e 1 Taça Intercontinental 1973-1975: França 1976-1980: Roménia (Treinador Principal) 1981-1983: Panathinaikos - 1 Taça da Grécia 1986-1987: Mónaco Dados, ligas e treinador
      Como é perceptível, irei fazer um save carreira, no estilo JET, utilizando uma base de dados que activa a terceira divisão da Roménia. Coloquei como jogáveis 13 ligas de modo a dar o máximo de oportunidades ao treinador, e de aumentar a dificuldade do save.
      Utilizarei a personagem Andrei Kovács, pois apesar de não ser um save de ficção, quero homenagear Ștefan Kovács, e quem sabe, superá-lo como melhor treinador romeno de todos os tempos. Não procurarei seguir o mesmo trajeto em termos de clubes, mas se surgir uma proposta, quem sabe?
      Objectivos do Save
      Superar o número de títulos de Ștefan Kovács na Roménia (3 taças da Roménia e 1 campeonato); Vencer duas Ligas dos Campeões; Treinar a seleção da Roménia;
    • DiogoHernandes
      By DiogoHernandes
      A REENCARNAÇÃO DO HERÓI
      Olá, aqui estou de volta, já faz algum tempo que estava planejando este save mas nos últimos meses não tinha motivação para jogar FM novamente, isso tudo voltou quando estava com um PC velho e resolvi baixar o FM13 para passar um tempo, foi baixar o game e vontade de jogar veio com tudo pra cima de mim. Isso já faz um tempo, fui me segurando para não começar o save sem um formato estabelecido e conversando com um pessoal daqui da área e especialmente o @Tsuru fui estabelecendo as diretrizes do save.
      O save será totalmente dentro da Dinamarca, embora eu tenha carregado mais algumas ligas elas estão como "ver apenas", e terá como objetivo principal treinar a Seleção Dinamarquesa e superar a melhor campanha da seleção em Copas do Mundo, mas para isso preciso percorrer um longo caminho, meu treinador começará sua jornada com 20 anos e sem qualificações anteriores e com um passado somente no futebol amador. O nome dele será Holger Dasnke, o mesmo nome do herói que segundo a lenda quando a Dinamarca passar por um perigo iminente ele levantará do seu trono libertará a nação.

       
      DIRETRIZES DO SAVE
      Não sair dos clubes pedindo demissão ou se candidatando a outros clubes, só sair em fim de contrato ou sendo demitido. Não assumir clubes de divisões superiores ao meu antigo clube. Na primeira divisão até ganhar um título nacional, só assumir clubes que acabaram de subir ou da segunda divisão. Não assumir a seleção principal da Dinamarca sem antes ganhar um título nacional de primeira divisão. Não usar a barra de pesquisas para contratação de jogadores/staff, usar somente a base de dados fornecidas pelos olheiros do clube e pelos agentes.  
      OBJETIVOS DO SAVE
      Ganhar o Campeonato Dinamarquês Ganhar a Eurocopa Ganhar as Olimpíadas Chegar em uma Semi-Final de Copa do Mundo  
      ÍNDICE
      Temporada 1
      O primeiro emprego
      Os heróis improváveis
      Uma contratação mágica: Ibra chega ao Kolding!

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