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Gourcuff

Como instalar arquivos do Workshop no seu FM

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Gourcuff

Como instalar arquivos do Workshop no seu FM
por renato.

1 - Abra o Football Manager 2015

2 - Clique em Downloads, a última opção na tela inicial

Football_Manager_2015_Application_Menu_P

3 - Vá em Steam Workshop e clique em Fazer download das extensões direto do Steam

Football_Manager_2015_Application_Menu_P

4 - Espere abrir uma janela do Steam dentro do jogo e procure pelo arquivo desejado

Sem_t_tulo2.png

5 - Clique em Inscrever e espere o download ser efetuado (demora alguns segundos apenas)

Football_Manager_2015_Application_Menu_P

6 - Importe o que foi baixado dentro do jogo e confira se o arquivo está na pasta certa e se ele aparece de forma correta no Football Manager

7 - Aproveite!

OBS: Se você se inscreveu fora do jogo, direto pelo Steam, desmarque e faça o processo somente dentro do jogo

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    • Henrique M.
      Por Henrique M.


      Escolhendo um perfil

      A primeira coisa que tem que se ter em mente é o tipo de abordagem que você tem em mente para seus juniores. Eu desejo ser um formador, um captador, um desenvolvedor ou um comprador? Obviamente que a última opção não serve para o propósito desse artigo, mas vamos elucidar e dar alguns exemplos:
      Formador: O clube que foca em ver suas categorias de base cheia de garotos que o próprio clube encontrou e deu oportunidades. O Barcelona é o exemplo mais famoso desse tipo de política, mas existem outros. Pode ser aliado com um perfil captador e desenvolvedor. Mas aqui o foco é usar o próprio clube para que os jogadores evoluam e busquem seu espaço no time principal. Captador: O clube tem uma boa categoria de base, mas não conta apenas com ela, busca jovens em todos os cantos para aumentar o número de jogadores de potencial em sua base. A sua principal diferença é que a principal matéria prima vem dos outros clubes e não do seu sistema de captação. Desenvolvedor: É o clube que alia sua capacidade de formação e captação com empréstimos e espaço para os seus jovens jogadores em outros times. Muitos utilizam esse tipo de estratégia, montam uma boa categoria de base, mas deixa o trabalho duro de dar espaço e experiência para jogadores na mãos de outros clubes e quando o jogador está plenamente desenvolvido e pronto para ser usado, traz ele de volta. Comprador: É o clube que mesmo tendo boa infraestrutura e capacidade de formar seus próprios jogadores, não se utiliza de sua categoria de base. Prefere comprar jogadores prontos ao invés de desenvolver os seus. O Real Madrid é o grande expoente desse comportamento. E esse é um tipo de perfil que não vamos trabalhar. O foco é mostrar como você mesmo pode desenvolver sua categoria de base aliando os perfis formadores e desenvolvedor em um só. É uma estratégia mista que traz resultados concretos em mais ou menos duas temporadas dependendo do nível dos seus jogadores e de como eles são utilizados no elenco. Separando em categorias

      Os jovens jogadores devem ser separados em três categorias: diamantes puros, jovens talentosos e lixo. São nomenclaturas pessoais, cada um chama do jeito que quiser, mas vou usar esses nomes para deixar claro o que é o quê.
      Diamantes puros: são jogadores com grande potencial, avaliados geralmente de 4 estrelas para cima, costumo incluir os que tem 3,5 estrelas aqui também. Jovens talentosos: são jogadores que tem chance de serem úteis, avaliados entre 2 a 4 estrelas, ou até mesmo até 3,5 estrelas, dependendo do seu ponto de separação. Lixo: todos os jogadores que são avaliados com menos de 2 estrelas e provavelmente não terão futuro em sua equipe (não iremos tratar desta terceira categoria, já que ela só é proveitosa para fazer número nas categorias de base).
      Desenvolvendo Diamantes Puros

      Essa é a parte mais complicada para tirar o que tem de melhor de um jogador. Você tem que abrir espaço na sua equipe para os jovens diamantes, o melhor lugar possível para que eles se tornem o que se espera deles é no próprio clube. Ele estando dentro do clube, você tem total controle das ações e de como direcionar a evolução desse jogador para que ele alcance o patamar de grande jogador rapidamente.

      Aliando o sistema de Tutores do jogo com tempo de jogo, os resultados são rápidos, dentro de uma temporada, se o jovem tiver jogado uma quantidade razoável de jogo, você verá diferenças, podendo em até duas temporadas já estar preparado até para assumir a titularidade da equipe.

      Mas por que manter um jovem como reserva na minha equipe se ele pode ser titular em outros lugares? Pense bem, qual é o melhor ambiente para um jogador se desenvolver ao máximo? Num time onde ele tem toda a pressão de carregar uma equipe medíocre nas costas ou tendo espaço no meio de uma equipe pronta aonde ele tem menos responsabilidades?

      E esse pensamento é claro, não é para colocar jogador na fogueira. Tá vencendo um jogo tranquilamente? Coloque o garoto para jogar. Tá precisando de um reserva para aquele jogador? Olhe para sua base ao invés de gastar tubos num jogador que só servirá de enfeite. Mas não vá pensando que aquele "miúdo maravilha" é a salvação da lavoura caso as coisas não estiverem indo do jeito que você deseja. É perigoso para o seu time e para o jovem ser colocado numa situação de risco e ele não ter carga para aguentar. Mas, trabalhando o psicológico dele, através de um tutor adequado, a maioria deles sobreviverá a esse tipo de intempéries.

      Portanto, a lição definitiva que fica: dê espaço no seu elenco para aquele menino que chegou ontem com potencial 4 estrelas, ele pode ser o próximo craque da equipe antes mesmo que você perceba e tudo isso investindo pouco.

      Desenvolvendo Jovens Talentos

      Aqui é onde entra o perfil desenvolvedor, você tem aquele jogador que está numa faixa e possivelmente pode ser um bom reforço ou pode ser um jogador inútil. Empreste-o. Lá ele terá como provar seu valor e você poderá acompanhar de perto a sua evolução sem prejudicar jogadores melhores ou sua própria equipe.

      O empréstimo é vital para esse jogador. Lá ele vai ter o tempo de jogo que precisa e terá que provar seu valor para ser promovido a sua equipe principal. Porém, é necessário que você escolha equipes aonde ele terá importância, não adianta mandar ele para uma equipe da primeira divisão aonde ele será reserva, sendo que você pode mandar ele para uma equipe de uma liga mais fraca ou divisão inferior e lá ele vai ser titular e terá menos pressão para se desenvolver.

      Preste atenção aos relatórios do seu staff que lá vai dizer para que nível o jogador já está pronto e é para lá que você deve mandá-lo, não mande ele para um lugar que ele não está pronto para encarar ou que seja pouco amistoso, você pode estar jogando fora um bom jogador.

      O Tutor

      O ponto-chave para qualquer jogador que você deseje desenvolver é quem você escolhe para ser o tutor dele. O seu staff lhe indica algumas opções, mas o mais importante é você checar pessoalmente se as personalidades dos jogadores batem. Não adianta botar um jogador leal para acompanhar um jovem ambicioso, seus valores não batem e você não vai ver evolução nenhuma no seu garoto e ainda pode criar rixas no ambiente.

      Aqui vão os principais pontos que devem ser olhados para um tutor ser útil:
      Escolha jogadores com personalidades compatíveis. Procure jogadores com alto nível de Frieza, Determinação, Índice de Trabalho e Trabalho em Equipe. Concentração é um bom valor para se levar em conta também. Nunca coloque um jogador para ser tutorado por alguém que tem atributos mentais piores que os dele. Você pode ter um jovem com determinação 15 e Concentração 18. Se colocar um jogador com determinação e concentração menor, esses atributos do seu jovem irão diminuir também. Preze por fazer esse desenvolvimento do jogador antes que ele chegue ao profissional. Geralmente o jogador chega na sua equipe com 15 ou 16 anos, até ele completar 17 ou 18 anos, faça ele ser tutorado pelo máximo de tutores compatíveis possíveis. Isso irá acelerar o desenvolvimento do jogador quando ele começar a receber oportunidades na equipe principal ou em outras equipes. "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu gostaria que você fosse tutor de fulano, pois sinto que pode ajudá-lo a melhorar seu jogo". - Aqui será compartilhado o talento, aquilo que seu jogador sabe dentro de campo. Ele irá compartilhar seus movimentos preferidos, irá compartilhar seu estilo de jogo, ou seja, sua função dentro de campo e ajudará o jogador a desenvolver os atributos para essa função. Isso significa, que você pode ter um substituto perfeito para aquele seu defensor que joga com bola, simplesmente trabalhando essa função. Ou então aquela precioso Raumdeuter que anda fazendo estragos nos adversários poderá ressurgir através de um jovem seu. "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência". - Aqui será compartilhado a personalidade, a mentalidade, o comportamento dentro e fora de campo. Isso aqui é importantíssimo para moldar o desenvolvimento do seu jogador. Os atributos destacados acima são suficientes para que o desenvolvimento seja feito da melhor maneira possível. Importantissímo: A tela para escolher o tipo de tutoria que você deseja é bem simples. E depois que você entender o que cada uma das frases determina, você poderá moldar o jogador da maneira que lhe trará maiores benefícios.

      Tempo de jogo

      Após seu jogador ter adquirido a personalidade adequada e ter os atributos primordiais para sua evolução, é hora de botá-lo em campo. Não contrate reservas para uma posição aonde você tem uma jovem promessa, deixe ele ser seu reserva imediato e molde seu jovem para que ele possa substituir no futuro esse jogador sem problemas algum.

      Uma dica que eu considero bastante interessante, a partir de 2 estrelas, um jogador jovem já é capaz de se sentir confortável jogando com 10 ou 9 companheiros de alto gabarito. Com esse suporte, ele já poderá ser titular, acelerando ainda mais sua evolução.

      Mas o importante para isso dar certo é que você não deve estruturar sua equipe em cima de suas promessas. Na peneira do ano anterior surgiu aquele atacante dos sonhos 1 estrela de capacidade e 5 estrelas de potencial. Tem tudo para ser uma lenda do futebol e levar seu time longe. Não é sensato da sua parte esperar que ele resolva tudo da noite para o dia. Dê estrutura para ele, tenha paciência e vá com cuidado. Se você gerir adequadamente todos os fatores expostos aqui, ele realmente será aquele jogador que você vislumbrou quando ele chegou ao clube.
      Staff

      Existem algumas coisas que devem ser levadas em conta, principalmente para quem quer começar essa filosofia num time ruim, em relação aos staffs escolhidos.
      Priorize o staff da equipe principal, como o objetivo é fazer o mais rápido possível a transição base-profissional, para equipes com orçamento apertado vale mais a pena ter um bom staff para o profissional do que dividir suas atenções. Ter um Diretor de Futebol Júnior com boa avaliação de potencial é muito útil, pois isso melhora a qualidade média dos jogadores que chegam para as peneiras, já que o responsável por trazer esses jogadores é esse Diretor. É útil que todo o seu staff tenha o atributo Trabalhando com Jovens elevado, mesmo aqueles que são dedicados ao profissional. Se houver a oportunidade de reforçar qualitativamente o staff da base, priorize quem tiver o atributo Mental alto, já que ajuda no desenvolvimento dos atributos psicológicos dos jovens jogadores, algo muito importante para a evolução geral do seu prodígio. Paciência

      Formar seus próprios jogadores não é algo que traz efeitos da noite para o dia. No Profissão: Manager, temos um desafio aonde os jogadores são incentivados a jogar um save aonde tudo gira em torno de utilizar somente sua categoria de base e você pegar um time da última divisão e achar que a categoria de base vai produzir gênios de uma hora para outro, você vai se frustrar. Com a quantidade exata de paciência, tempo de jogo e bons tutores, você terá orgulho de ter criado seu próprio Lionel Messi.

      Links úteis:
      Desafio: Lapidando Vencedores
      Categorias de base: Planejando o futuro
    • Henrique M.
      Por Henrique M.

      Eu descobri recentemente que é muito importante olhar para as categorias de base como um todo, e como uma parte importante de constantes mudanças e evoluções de um clube. Muitos jogadores apreciam o desafio de desenvolver suas equipes através das categorias de base mas também pode ser muito tentador focar no curto-prazo, mesmo sendo tão contraditório como parece, e ignorar o que acontece no futuro.

      Quando se trata das categorias de base, eu percebi que eu normalmente desenvolvia os jogadores como eles já estavam moldados para ser, poupando tempo e fazendo eles preparados para a equipe principal o mais rápido possível. Mas descobri recentemente que essa não é a melhor maneira de se lidar com eles e assim eu troquei minha estratégia para permitir futuras mudanças nas minhas táticas. Muitos times, na medida que crescem, vão desenvolver suas táticas drasticamente com o passar do tempo, muitas vezes a cada temporada se você deseja melhorar rapidamente.

      Ao mudar uma tática, os atributos que o treinador precisa em seus jogadores muda. No começo de uma carreira, um simples 4-4-2 geralmente é a melhor opção porque necessita de poucos especialistas e pode se obter sucesso com dois meias decentes com resistência para atacar e defender, tal qual Keane/Vieira e dois rápidos pontas clássicos. Nessa tática, não há necessidade para altos níveis de técnica, criatividade, decisões, antecipação e outros atributos altamente cobiçados, por isso é tão popular em divisões mais baixas e países taticamente atrasados (Inglaterra, estamos falando de você). O que quero deixar claro é que quando você assume uma equipe que está muito longe do topo, você busca por atributos totalmente diferentes de quando você está lutando por títulos nacionais e continentais cinco anos depois. No planejamento comercial, existe um conceito similar, chamado planejamento da mão de obra, no qual um negócio vai tentar descobrir onde ele está agora e onde estará no futuro, e quantos e qual tipo de trabalhadores eles vão precisar para cumprir o que o negócio necessita através do tempo. Isso permite que eles lentamente mudem o tipo de trabalhador que não se encaixa nos planos futuros, enquanto, eles treinam e buscam pessoas que se adequam as necessidades. Atualmente eu faço algo parecido com minhas categorias de base, meu principal objetivo é me preparar taticamente ao longo prazo e não olhar apenas para o presente.

      Geralmente existem duas filosofias que cercam as categorias de base, devo desenvolver jogadores para vender ou para usar? Para decidir qual é a melhor, olhe para o seguinte: seu clube tem projeções financeiras boas para o próximo ano ou você tem dívidas que sugam todo seu esforço? Se for a primeira, opte por usá-la, se não, pode ser mais interessante produzir jogadores para outras equipes, criando jogadores que eles necessitem e que possam pagar uma montanha de dinheiro por eles. Alguns jogadores, como Paul Pogba, são tão bons que podem se encaixar em ambos os casos (veja que os Devils de Fergie ano passado e o de Moyes atualmente choram a perda do jogador, que seria uma importante peça no atual time vermelho) e você tem a flexibilidade de decidir o que deseja fazer com ele. Mas se você desejar desenvolver esse tipo de jogador, pode acabar ficando desapontado com os resultados

      Eu sei como é fácil entrar num planejamento a curto-prazo porque recentemente eu estava fazendo isso. Em um save meu com o Schalke, o mais duradouro desse ano, eu percebi que estava desenvolvendo 4 ou 5 zagueiros de maneira similar:


      Eu tinha tantos "Zagueiros Limitados" na mesma faixa etária que eu tinha um problema com o que fazer com eles e com o que eu faria taticamente. Quando todos eles chegaram ao clube, entre a primeira e a segunda temporada, minha equipe principal estava necessitando de zagueiros fortes, bravos que poderiam receber pancadas e devolver ela com três vezes mais força, tipo Vidic. Naquela época eu tinha três defensores que "jogavam com a Bola", eram extremamente calmos com a posse de bola, mas pecavam nas disputas físicas para proteger e manter a estabilidade no nosso estilo de jogo, o contra-ataque. Todos os cinco chegaram com o potencial para serem grandes e durões "Zagueiros Limitados" e eu deixei eles continuarem seu desenvolvimento sem me preocupar com o futuro, apenas me preocupando em prepará-los o mais rápido possível para a equipe principal.

      Grande erro. Por que eu iria querer cinco jogadores no meu time que tivesse as mesma características e a mesma faixa de idade? Foi uma coisa ridícula a se fazer e agora eu tenho cinco zagueiros para uma posição e eu provavelmente só vou precisar de um ou dois deles. Um bom plano seria dividi-los em dois grupos, assim um substituiria Clark/Lucas Zen como "Defensor que joga com a Bola" - já que nenhum deles era tão ruim assim com a bola - ou melhor ainda, podia ter contratado apenas metade deles e investido em outros que pudessem suprir minha outra necessidade.


      Agora eu estou com muitos zagueiros que valem pouco porque eles competiram entre si, mesmo sem nenhuma experiência na equipe principal e ironicamente, para remediar a situação eu vou ter que gastar dinheiro num jovem "Defensor que joga com a Bola" de um clube que planejou para o futuro e produziu o que queria. E eu ainda tenho que pagar £500.000 por esse prazer.
      ---

      Link para o post original: http://www.pushthemwide.co.uk/youthdevelopment-planning/
      Autor: Jad
      Tradução: Henrique M.
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    • victorpetroll
      Por victorpetroll
      Quais os melhores atributos o falso 9 pode ter no sentido de atrair/tirar de posição/abrir espaços na defesa adversária?
      Eu diria que inicialmente decisão e antecipação são fundamentais. O que vocês acham?
    • Henrique M.
      Por Henrique M.
      Esse guia foi criado quando Fergie aposentou, então ele foi construído em volta do FM 2013, mas o seu conceito é tão atemporal que ele vale para qualquer versão do FM, de 2005 até 2050.

      Todo treinador, seja ele virtual ou real, deseja deixar um legado no seu clube. Desenvolvendo um elenco - e um elenco reserva e um elenco das categorias de base - que vai ser tão magnífico, tão cuidadosamente construído que ele será capaz de tomar conta na próxima década e levar adiante depois da sua saída. Parece particularmente oportuno, tendo em vista que um dos grandes treinadores da história se aposentou no final da temporada passada, falar desse assunto.
      Eu sempre tive interesse nos processos de desenvolvimento a longo prazo e a maneira pela qual os treinadores são capazes de olhar para o futuro e prever precisamente, na maioria dos casos, o que está por vir. A habilidade de Sir Alex Ferguson de construir e reconstruir seu elenco, antes de destruí-lo e fazê-lo ainda mais forte em resposta aos títulos e ameaças do Blackburn, depois o Arsenal, depois o Chelsea, depois o rival citadino Manchester City, é admirável.
      Fergie era fantástico pois ele era capaz de construir seus times em volta de jovens jogadores que ele saberia que seriam fantásticos no futuro. Não foi antes de três a cinco anos depois que ele vendeu grandes nomes como Ruud Van Nistelrooy, David Beckham e Jaap Stam que se tornou claro o que ele pretendia. Sempre havia um outro jogador para que ele pudesse construir sua equipe em volta e alguns outros, e assim a equipe ficava ainda mais forte. Quando Nistelrooy saiu, Tévez e Rooney vieram a tona; quando Beckham saiu, surgiu Cristiano Ronaldo; quando Stam saiu, Ferdinand assumiu seu lugar um ano depois.
      Eu joguei muito tempo com uma visão de curto-prazo (assim como Mourinho faz em suas equipes e por isso deixa um legado ruim). Obviamente eu contratei jovens jogadores, sonhando acordado com seus progressos durante os anos e sim, muitas vezes se tornaram realidade, mas isso não era satisfatório. Não é bem como eu imagino o que Ferguson e outros grandes treinadores estão/estavam fazendo em seus escritórios as três horas da tarde. É difícil imaginar qualquer grande treinador girando seus dedões impacientemente e esperando suas promessas se tornarem realidade. Muito mais fácil é imaginar eles incansavelmente construindo e ajeitando o seu elenco ideal em cinco anos, encaixando as coisas como em um quebra-cabeça.
      Então foi isso que eu decidi fazer. Eu quero um elenco em volta das minhas melhores promessas, não me importando com aqueles que não vão estar por perto quando eles estiverem no auge, focando minha política de transferências em quem pode preencher os defeitos desse "elenco dos sonhos", retirando o melhor do cerne da equipe e desenvolver uma cultura que é a prova de falhas.
      Tendo em vista toda essas descrições e exaltações das características de Fergie, não poderia escolher outra equipe que não o Manchester United, e tendo em vista a mudança de comando (e a atual fase de Moyes com a equipe), não poderia ter sido melhor escolha.
      Montando o esqueleto da equipe
      O Chelsea é o maior exemplo de um clube que teve um grupo de jogadores que montaram o esqueleto de uma equipe durante toda a década de 2000. Petr Cech, Ashley Cole, John Terry, Frank Lampard e Didier Drogba se tornaram as almas do time e eles realmente tiveram dificuldades sem ao menos um deles. Esse elenco se envelheceu, Drogba saiu, mas seus papéis no sucesso dos Blues não podem ser superestimados. Até a imprensa, que costuma ser devagar, reconheceu a importância deles.
      Eu gostaria de me apropriar dessa ideia mas de uma maneira diferente, olhando um pouco mais para baixo na hierarquia do clube, montando meu time em volta de jogadores muito mais jovens. O Chelsea tornou-se uma grande força, quando seus principais jogadores estiveram vivendo seu grande momento na carreira em conjunto e atualmente, eles sofrem muito por não ter renovado esse esqueleto. Aqui está o meu núcleo:

      Você pode sentir a ausência de grandes jogadores. Rooney e van Persie, por exemplo, e talvez, Valencia. Mas você também pode reparar que o mais velho dos jogadores escolhidos é Kagawa, tem 23 anos. Esses são os jogadores que devem ficar e brilhar ao longo dos anos, não levando em conta problemas de desenvolvimento e lesões gravíssimas. Os únicos que podem ter seus lugares ameaçados ao longo do tempo são Welbeck e Cleverley, mas eles tem potencial para ir longe e são bem melhores no FM do que na vida real (no momento).
      Isso não quer dizer que Rooney e van Persie não jogarão comigo. Eles provavelmente irão, mas não dá para construir um elenco em volta deles tendo em vista a idade do holandês e o desejo de Wayne de sair (esse guia foi escrito bem antes do Rooney renovar). O mesmo vale para Vidic e Ferdinand, eles podem ser jogadores-chaves agora e podem jogar o mesmo tanto ou até mais que os jovens jogadores, mas seus dias de serem vitais e serem recompensados financeiramente por isso acabaram.
      Uma política de transferência inerente
      Uma área aonde eu já naveguei muito é o mercado de transferências, comprando jogadores para o presente e avaliando os prospectos nesse contexto, muito aquém de saber se eles se encaixariam futuramente no meu elenco. Seria um absurdo comprar um zagueiro quando eu busco solidez na futura parceria de Jones e Smalling e que também seria um desperdício de dinheiro comprar um meia-atacante quando Kagawa é tão bom e Cleverley também pode ser posicionado ali.
      Mas existem áreas que devem ser observadas. Não temos um atacante para liderar isso tudo, não temos substituto para Evra, não temos um volante intocável e ninguém para a ponta-direita, apesar de Zaha ser uma boa opção.
      É claro que temos que pensar um pouquinho no agora. Os Devils sentiram a falta de Roy Keane por muitos anos no meio-campo e então eu trouxe Fellaini que resolve um problema recorrente, é jovem, e é o ideal para preencher a vaga em um meio-campo que já conta com Kagawa e Cleverley. Esse é o tipo de contratação dos sonhos, já que ele é bom o suficiente para ocupar o seu espaço imediatamente e não precisa aguardar um jogador de maior reputação sair para ser titular. Ele se encaixa imediatamente no elenco e na função desse artigo, um visão de futuro para a equipe. Porém, dificilmente voltarei a ter essa sorte. Eu ainda tenho uma força de ataque muito poderosa e que simplesmente não pode ser desmontada e que é capaz de continuar marcando muitos gols por ao menos mais três temporadas. Eu ainda tenho um bom lateral-esquerdo em Evra e um bom ponta-direita em Valencia.
      O que eu posso fazer é me preparar para quando eles saírem ou aposentarem, gradualmente mudando a maneira que eu trato o mercado de transferências. Vale lembrar que cada contratação tem que complementar as habilidades daqueles que já estão no esqueleto da equipe.
      O atacante, por exemplo, estará a frente de Kagawa, Cleverley e Welbeck. Essa é uma grande combinação de imprevisibilidade, agilidade e velocidade com um pouquinho de criatividade. Preferencialmente, o meu "atacante para o futuro" tem que se movimentar bastante e ser inteligente o suficiente para criar chances para aqueles atrás dele, com um pouco de presença aérea para ser competente para concluir os cruzamentos do meu ponta pela direita. (Eu ainda não sei quem vai ser o da direita, mas eu gosto de um pouco de assimetria nos meus pontas).
      Eu quero um Número 10, de forma eficaz, um tipo mais complementar. Ironicamente, esse jogador seria parecido com van Persie, uma pena que ele já esteja tão velho para esse tipo de abordagem. Nicklas Helenius parece ser uma boa opção, mas ele me parece meio velho para o projeto. Isso porque eu vou ter que esperar Van Persie passar seu auge e até lá, Helenius já estará meio velho.
      Eu decidi pelo atacante do Rayo Vallecano, Léo. Um jogador fantástico que completou apenas 20 anos agora e é um atacante muito criativo. Ele pode não ser o melhor pelo ar, mas ele tem 1,83 m e se encaixa perfeitamente nas minhas outras necessidades.

      Essas são as melhores decisões para ter uma equipe fluida taticamente e realmente entrosada no futuro. Esse tem tudo para ser um elenco devastador, porque cada jogador tem sua função complementada pelos companheiros. A imprevisibilidade de Kagawa vão ser apoiadas pelos passes de Cleverley e pelas infiltrações de Welbeck. Nosso atacante será capaz de fornecer movimentação, oportunidades e inteligência, tudo previamente selecionado para sua função. Isso é o que eu imagino que o Guardiola faz assim como Ferguson fez por 26 anos.
      Vamos falar agora de "Cultura", apesar de ser um termo mais gerencial que futebolístico eu acredito que encaixe perfeitamente no caráter, valores e acho que é um termo mais adequado que "Personalidade do Elenco" como coloca o FM. Os jogadores contratados tem que encaixar nos seguintes parâmetros:
      O primeiro grupo de jogadores são aqueles jogadores que se encaixam perfeitamente com a personalidade que você deseja criar. Nessa altura do jogo, tem que ser um Profissional Modelo ou algo do tipo; O segundo grupo de jogadores são aqueles jovens que não tem a personalidade necessária, mas que podem ser tutorados e adquirir essa personalidade de seus jogadores Sem contratações de Ravel Morrisons se você não tem Ryan Giggs para tutorá-los. Numa abordagem a longo prazo, eu acredito que a cultura é tão importante quanto vencer a liga. Eu acredito que devo construir um elenco determinado e com a personalidade certa e creio que essa é a parte central desse tipo de desenvolvimento.
      Fellaini encaixa perfeitamente nisso. Ele pode não ser o jogador mais profissional, mas sua determinação faz ele se adequar ao tipo de elenco que estou montando. É bem provável que ele seja anti-desportivo e jogue sujo, dando-nos aquela bravura que era característica dos melhores Devils dos últimos 20 anos. E ainda tem outro efeito interessante: ele inicia um efeito dominó para o próximo elenco, tutorando o próximo volante que você quiser usar.
      O novo esqueleto

      E são assim que as coisas ficam após minha primeira janela de transferências. Ainda tenho duas posições não resolvidas e dúvidas podem ser colocadas sobre Welbeck e Cleverley, mas é admissível que esse time, no seu auge e com algumas modificações, pode vencer a Champions League. Eu não estou preocupado que as coisas não estejam terminadas - eu estaria se já tivesse completado, o que me traria um grande problema em combinar esse esqueleto com os atuais jogadores de qualidade do elenco. Em alguns anos antes da aposentadoria/venda de alguns grandes jogadores, haverá a chance para que newgens surjam e ocupem os espaços ou até melhorem as posições carentes desse esqueleto.
      O desenvolvimento de um elenco deve ser a longo prazo. Mas também deve ser prazeroso, uma extensão da sua estratégia de formação de elencos. Pode levar mais tempo, e você pode ter que parar de contratar jogadores por capricho, mas é isso que cria um clube gigante.
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      Link para o post original: http://www.pushthemwide.co.uk/legacy-squad-development-fm13/
      Autor: Jad
      Tradução: Henrique M.
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    • ggpofm
      Por ggpofm

       
      A cada dia que passa o FM 16 fica mais próximo de seu lançamento, enquanto o FM 15 caminha para ficar para trás como apenas mais uma edição da série. Por vários motivos não fiz nenhum save com o FM 15, algo lamentável para quem desde o início da série Football Manager nunca deixou de jogar e postar saves no “Profissão: Manager”. Por isso mesmo, sabia que não podia deixar passá-lo em branco, mesmo achando que o FM 16 tem muitas chances de vir com poucos bugs, já que aparenta ser mais uma versão aperfeiçoada do FM 15 do que uma edição inovadora do jogo.
      Como entrarei em férias no fim de semana, pensei em começar apenas quando voltasse, mas não resisti e decidi postá-lo nesta quinta-feira. Peço desculpas, mas quero aproveitar o embalo.
       

      Como o título sugere, jogarei um save de clube e o escolhido é um pequeno clube espanhol da região de Andaluzia: o Cádiz Club de Fútbol. Com mais de um século de vida, o Cádiz é tipicamente um clube de 2ª divisão. Das 76 temporadas em que participou da liga espanhola, o clube disputou 12 temporadas na 1ª divisão, 37 na 2ª, 15 na 3ª e 12 temporadas na 4ª divisão.
       

      Mesmo sendo um clube pequeno, o Cádiz já recebeu em sua casa importantes equipes do futebol mundial porque em seu estádio realiza-se, desde 1955, o Troféu Ramón de Carranza, um torneio de verão que já foi conhecido como o mais importante entre todos os torneios de verão disputados na pré-temporada europeia.
      E como não podia deixar de ser, o meu save também terá o seu Trofeo Ramón de Carranza. Penso que um save com o Cádiz pede isso e a cada temporada realizarei a competição na pré-temporada.
       

      Pretendo usar o espaço do save para abordar momentos históricos do clube, mas também do futebol espanhol, sem contar a própria narrativa do save, que passará pela evolução do clube em busca de títulos, a qualificação do elenco por meio de contratações e do uso da categorias de base e também pelas experimentações táticas que pretendo utilizar.
       

      Para o save ativei as principais ligas europeias e também as ligas dos três países que mais forneceram jogadores para o futebol espanhol: Argentina, Brasil e Uruguai. Chamo atenção para a Sérvia que é o 6º país que mais forneceu jogadores para a liga espanhola atrás de Portugal e França e que também teve sua liga ativada.
      Dados do Save
       

      Temporada 2014/15
      Segunda B - Grupo 4: Campeão
      Segunda B - Ruta de los Campeones: Campeão
      Copa del Rey: eliminado na 1ª rodada
      Copa Federación: Vice-campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: 4º lugar
       
      Temporada 2015/16
      Liga Adelante: Campeão
      Copa del Rey: eliminado na semifinal
      Trofeo Ramón de Carranza: 3º lugar
       
      Temporada 2016/17
      Liga BBVA: 11º lugar
      Copa del Rey: eliminado na 4ª eliminatória
      Trofeo Ramón de Carranza: 3º lugar
       
      Temporada 2017/18
      Liga BBVA: 6º lugar (classificado para a Europa League)
      Copa del Rey: eliminado na 5ª eliminatória
      Trofeo Ramón de Carranza: Vice-campeão
       
      Temporada 2018/19
      Europa League: eliminado nas oitavas-de-final
      Liga BBVA: 7º lugar (classificado para a Europa League)
      Copa del Rey: eliminado na 5ª eliminatória
      Trofeo Ramón de Carranza: Vice-campeão
       
      Temporada 2019/20
      Europa League: eliminado nas quartas-de-final
      Liga BBVA: 4º lugar (classificado para a Champions League)
      Copa del Rey: Vice-campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: 3º lugar
       
      Temporada 2020/21
      Champions League: eliminado nas oitavas-de-final
      Liga BBVA: 3º lugar (classificado para a Champions League)
      Copa del Rey: eliminado nas quartas-de-final
       Supercopa de España: Campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: Campeão
       
      Temporada 2021/22
      Champions League: eliminado na semifinal
      Liga BBVA: Campeão (classificado para a Champions League)
      Copa del Rey: Campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: Bicampeão
       
      Temporada 2022/23
      Champions League: eliminado na semifinal
      Liga BBVA: Bicampeão (classificado para a Champions League)
      Copa del Rey: eliminado nas quartas-de-final
      Supercopa de España: Campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: 3º lugar
       
       
      Temporada 2023/24
      Champions League: Campeão
      Liga BBVA: Tricampeão (classificado para a Champions League)
      Copa del Rey: Campeão
      Supercopa de España: Vice-campeão
      Trofeo Ramón de Carranza: Campeão
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