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  • Similar Content

    • Tsuru
      By Tsuru
      Apresentação
      Olá pessoal. Quero dar as boas vindas a vocês no meu novo save aqui na área.
      Depois do fim precoce da trajetória do Olímpio - na qual não estava mais conseguindo me divertir - pensei em voltar à Europa e inclusive já tinha um desafio em mente. Mas, conversando com alguns colegas da área, concordei que era, digamos, muito complicado, no mesmo nível ou até mais do que os últimos. E que talvez fosse o momento de tentar algo diferente, mais simples, para não atrapalhar a diversão.
      A ideia de voltar a jogar no Brasil já vinha há algum tempo, até porque a última vez que treinei times em terras tupiniquins foi no FM 11, no save do Central, e por isso decidi colocá-la em prática. Apesar das muitas ideias e sugestões de possíveis clubes, fiz algo diferente: deixei o FM 15 rodando de férias por 5 temporadas, até dezembro de 2019, com objetivo de ver o que acontecia na Série C. Será que teríamos algum clube grande rebaixado? Viria algum time interessante das regionais? A ideia era, a partir daí, adotar um critério aleatório para a escolha final - separar três equipes com as quais eu simpatizasse, e jogar com a que tivesse menos títulos.
      O problema é que, por esse critério, o time com o qual eu jogaria seria o Madureira. Gosto bastante do Velho Madura, até pensei em fazer o save originalmente com eles (com o título "O despertar do Tricolor Suburbano"), mas sabe quando você vai assumir o clube e não dá vontade de continuar? Então acabei descartando essa possibilidade e optando por uma outra equipe da terceirona que achei bastante simpática, a única que estava sem treinador: o Santos do Amapá.
      Tem grau de desafio? Tem. É uma equipe do Norte do país, talvez a região hoje menos competitiva no futebol brasileiro, e que acabou de subir da Série D, o que significa que estabelecê-la entre os grandes não será fácil. Mas a ideia deste save novo não é ser fácil, é simplificar as coisas e jogar com um time que eu ache legal (até porque será um save de clube). Então acho que nesse sentido foi uma boa escolha.
       
      Objetivos
      - Ir da Série C ao topo das Américas, conquistando duas vezes a Copa Libertadores;
      - Ter instalações e infraestrutura de primeiro mundo;
      - Ter pelo menos um jogador convocado para a Seleção Brasileira.
       
      Regras
      - Se for demitido, o save acaba.
       
      Ligas carregadas
      - Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Argentina, Uruguai, Chile e Colombia (1ª divisão); Brasil (Série C, B e A).
       
      Histórico
      Temporada 1 
      Campeonato Amapaense: Campeão Copa Verde: Vice-campeão (derrotado pelo Remo na final) Copa do Brasil: Derrotado na segunda eliminatória pelo Internacional-RS Série C: Eliminado na primeira fase Temporada 2
      Campeonato Amapaense: Campeão Copa Verde: Campeão Copa do Brasil: Derrotado na primeira eliminatória pelo Guarani Série C: Eliminado nas quartas de final pelo Vila Nova (2 a 1 no agregado)  
      Temporada 3
      Campeonato Amapaense: Campeão Copa Verde:  Eliminado pelo Remo na primeira eliminatória (1 a 0 no agregado) Copa do Brasil: Eliminado pelo Coritiba na segunda eliminatória (3 a 1 no agregado) Série C: Eliminado na primeira fase
      Índice
      01 - A volta ao mundo em cinco temporadas
      02 - O mar está para peixe
      03 - A ponte, a taça e as copas
      04 - Se eles querem a bola, a gente também quer
      05 - El cuarteto argentino
      06 - Verdejantes tempos
      07 - No suor, na raça e na sorte
      08 - O Santos subiu para a Série B? Égua da potoca!
      09 - Doze homens e nenhum segredo
      10 - Encaixando as peças
      11 - A síndrome de Drew Johnson
      12 - Em busca de voos mais altos
    • Leho.
      By Leho.
      Fala comunidade, beleza? Tô trazendo pra vocês aqui em primeira mão minha primeira tradução de um conteúdo sobre FM. Sempre consumi muito esse tipo de material aqui no fórum (mas não somente), porém nunca havia contribuído com nada nesse sentido. Eis que chegou a hora, haha!
      Pra abrir os trabalhos eu resolvi traduzir um capítulo de um guia bem maior e que já deve ser conhecido por alguns de vocês, o "Pairs & Combinations". O autor escreveu lá em 2015, detalhando setor por setor, as melhores formas de setarmos as funções e tarefas de cada jogador de nossas equipes (além de outras coisas). Em 2020 ele meio que lançou uma "atualização" desse guia, se adequando às mudanças que o jogo trouxe de lá pra cá.
      Eu peguei então esse último e escolhi um setor que eu particularmente amo e acho FUNDAMENTAL num time de futebol: o meio-campo. Existem muitas dúvidas, discussões e informações a se compartilhar bem interessantes nessa área do campo, por isso fiz essa escolha e agora vos apresento este capítulo!
      p.s: agradeço já de antemão nosso querido @Henrique M., pela força moral hahaha e por se dar ao trabalho de revisar tudo, e também ao miguxo @_Matheus_ pela arte do banner acima. Valeu lindos!
       
      O “Meio-campo” (by Pairs & Combinations)
      (The Central Midfield)
      O meio campo central é a sala de máquinas de uma equipe, o núcleo cerebral criativo, é onde as decisões se tornam realmente coisa séria. Boas decisões nesse setor do campo ganham jogos, decisões ruins perdem jogos, simples assim. Entenda-se como meio-campo central todas as linhas de posicionamento possíveis: defensivas, centrais e de ataque. Há muitas variáveis possíveis neste setor e suas escolhas serão significativamente afetadas pelo seu estilo de jogo. Um meio-campo central geralmente precisa fornecer os seguintes pilares:
      Segurança defensiva; Dinamismo; Controle técnico e de criatividade. Segurança defensiva
      Este é um termo bastante amplo. A primeira coisa que você precisa entender é como vai se defender: em geral é uma escolha entre pressionar o adversário ou manter sua formação. Obviamente que existem muito mais detalhes do que isso, mas das duas, uma: ou você está pressionando o adversário para justamente diminuir seu espaço (de jogo) ou você está preocupado em montar uma barreira sólida para evitar que ele transpasse e alcance sua meta. Isso não quer dizer que você também não possa ter um meio termo entre as duas coisas.
      Ao invés de ser taxativo aqui e dizer "você não pode isso, você não pode aquilo", prefiro “recomendar fortemente” que sempre se tenha uma função defensiva neste setor. O Dinamismo e o Controle técnico e de criatividade não são só providos por este setor, existem outras posições que também podem contribuir nesse sentido, já a segurança defensiva deve ser tratada como prioridade nesta região do campo, é inegociável.
      Abaixo está um quadro com um resumo rápido de suas opções de função para os meio-campistas e onde elas se encaixam melhor, se nos sistemas de pressão ou nos mais estruturados:
      Função (tarefa DEFENDER)
      Sist. Pressão
      Sist. Estruturado
      Trinco


      Médio Defensivo


      Pivô Defensivo


      MRB


      CJR


      Médio Centro


      Você pode notar que o Trinco e o Meio-campista Recuperador de Bolas (MRB) são as únicas funções que realmente são adequados para apenas um único tipo de sistema defensivo. O Trinco foi projetado para proteger o espaço onde especialmente o “camisa 10” adversário (meia-ofensivo) flutua, de modo que, por sua natureza ele não saia pra pressionar; se ele for colocado dentro de um sistema de pressão é provável que acabe deixando lacunas ao não manter pressão sobre o seu marcador. Já o MRB é o inverso completo disso: ele não apenas protege o seu espaço designado como também sai para pressionar e com isso negar espaço aos adversários, o que significa que, em um sistema mais estruturado, ele abandonará sua formação original quebrando assim sua estratégia de posicionamento tático.
      Existem opções de funções defensivas disponíveis em ambas as zonas do meio-campo: defensiva e central. Normalmente, sistemas de pressão vão dispor de mais jogadores em posições avançadas do campo. Já os sistemas mais estruturados vão fazer o contrário: espalhar jogadores em zonas mais recuadas. Assim como as funções e tarefas de cada jogador, a formação de sua equipe pode desempenhar um papel muito importante dentro da sua estratégia em se defender. Um 4-1-4-1 tem uma forma defensiva naturalmente compacta, com um Médio Defensivo posição entrelinhas - isso significa que você pode se dar ao luxo de ser um pouco mais aventureiro com suas funções e tarefas, se desejar. Se você utilizar apenas dois meias no setor de meio-campo, considere ser um pouco mais defensivo nesses quesitos. Você só não pode delegar a um único meio-campista central todo o trabalho defensivo no meio-campo, essa situação deve ser evitada sempre que possível.
      Dinamismo
      Essa é outra questão que é afetada pela forma como seu time joga. Se você costuma jogar no espaço das entrelinhas, você precisará de bons carregadores de bola e que gostem de ir até a linha de fundo. As equipes com estilo de jogo mais direto podem ser menos dependentes das chegadas até a entrada da área adversária (zona do pênalti), porém podem precisar de jogadores que possam oferecer uma ameaça com chutes de longa distância e/ou que recuperem essa bola nos arredores da grande área. Já uma equipe baseada na posse da bola pode estar mais focada no trabalho melhor dessa posse, mas ainda assim precisará de movimentações eficazes para fornecer-lhe linhas-de-passe e apoiar esse trabalho com a bola - essas movimentações podem ser um pouco menos agressivas, mas ainda são necessárias para aproveitar boas chances dentro do jogo.
      A posição dos jogadores interfere nos tipos de movimentações que eles fazem. Normalmente, os jogadores que se movimentam a partir de posições mais recuadas do campo têm maior probabilidade de produzir ataques agressivos em direção ao gol, enquanto que aqueles que já se encontram em posições mais avançadas no terreno de jogo costumam apostar em investidas mais curtas, mais próximo ao gol ou em posições laterais.
      Alguns de seus jogadores podem ser aqueles que quebram agressivamente as linhas, indo além dos atacantes. Outros podem ser aqueles que acompanham seu time, cobrindo grandes distâncias para estar sempre presentes em todo o campo. Vamos denominar o primeiro grupo de meias “velocistas” e o segundo grupo de meias “de resistência”.
      Função (tarefa)
      Resistência
      Velocista
      Médio Defensivo (apoiar)


      MRB (apoiar)


      Segundo Volante


      Organizador Móvel


      Médio Central (apoiar)


      Médio Central (atacar)


      Médio área-a-área


      Carrilero


      Mezzala


      Médio Ofensivo (apoiar)


      Médio Ofensivo (atacar)


      Avançado Sombra


      Jogadores que avançam agressivamente ao ataque (velocistas) podem se beneficiar de um companheiro “de cobertura” (resistência), para protegê-lo caso o time perca a posse de bola e tome o contra-ataque. Um exemplo dessa combinação seria o Segundo Volante junto do Trinco, justamente porque ambos estão posicionados mais defensivamente, porém o Segundo Volante avança bastante, enquanto o Trinco lhe cobre as costas.
      Controle Técnico e de Criatividade
      Assim como na questão do Dinamismo, você pode alcançar essa atribuição em outros setores diferentes do meio-campo central, mas a primeira pergunta que você precisa se fazer é: como seu time vai jogar? Se você joga num estilo mais direto, com apenas dois meias centrais, eles podem precisar priorizar outros aspectos de um desempenho no meio-campo. Já estilos que priorizam a posse quase sempre requerem pelo menos um meia que possa fornecer esse trabalho técnico e criativo no centro do campo.
      O controle técnico pode ser fornecido em diferentes áreas do meio-campo. Um Regista por exemplo, tem total liberdade para receber a bola fora da defesa, flutuar no espaço (lateral e verticalmente) e fazer passes-chave ou que quebrem as linhas do meio-campo adversário. Um Trequartista faz a mesma coisa só que no terço final do terreno, deambulando pelo espaço, esperando para finalizar a gol ou passar, ou até mesmo servir de opção para tabelinhas (um-dois).
      Além disso, você pode utilizar vários jogadores de criação para tentar oferecer controle técnico em várias áreas do campo. Dessa forma, um Construtor de Jogo Recuado e um Construtor de Jogo Avançado por exemplo podem permitir que seu time jogue com passes progressivos até chegar ao ataque, tentando dominar o espaço em todos os setores do jogo - isso pode ser especialmente útil se o adversário for um time mais forte que o seu, onde você teria o controle da posse evitando assim ser atacado.
      O controle técnico não diz respeito somente aos jogadores que gostam de dar passes em progressão ou enfiadas de bola ao ataque, diz respeito também sobre jogadores que gostam de ditar o ritmo de jogo com o passe dentro da construção das jogadas, procurando encontrar constantemente seus companheiros em posições mais avançadas e também sobre aqueles que procuram carregar a bola. Você vai notar que um meio-campista poderá se encaixar em várias dessas categorias diferentes, desempenhando mais de uma função dentro da equipe.
      Função
      Passador
      Driblador
      CJR


      Regista

      🔶 (parcialmente)
      Organizador Móvel

      🔶
      CJA


      Trequartista


      Enganche


      Mezzala

      🔶
      Médio Ofensivo


       A criatividade não é aplicada apenas no trabalho com a posse, mas também sem a bola: o movimento dos jogadores que vão até o fundo do campo, caem pelos lados ou exploram os espaços entrelinhas podem tirar os oponentes de sua posição original ou criar superioridade numérica em outras áreas. O Trequartista faz muito movimento lateral, além de simplesmente deambular pelo campo ofensivo. Isso pode ajudar a criar uma superioridade numérica nos flancos, por exemplo. Já o Enganche ficará mais restrito na zona onde originalmente ocupa o clássico “camisa 10” (centralizado, bem próximo da grande área), sem executar movimentos laterais. Como já discutimos, isso pode atrair oponentes, liberando colegas de equipe nos espaços criados a partir disso. O grande “porém” com relação ao Trequartista e Enganche, comparado a um CJA por exemplo é que embora o movimento sem bola deles seja mais interessante (oferecendo uma transição ofensiva mais ágil), geralmente eles não oferecerão muita contribuição defensiva, o que pode se tornar um desafio pra quem opta por um sistema de pressão no adversário. Você precisará levar isso em consideração ao escolher o restante das funções dentro de sua formação, pois pode ser necessário selecionar mais dois jogadores mais defensivos para balancear esse sistema.
      Considere também o impacto que um jogador pode ter no ritmo de jogo da sua equipe. Jogadores criativos, mas mais diretos aumentarão esse ritmo - o que pode não ser a melhor opção se você estiver jogando com um estilo de controle da posse. Por outro lado, um passador mais cadenciado (um CJA, por exemplo) provavelmente não vai fornecer um bom suporte para uma equipe que joga com transições rápidas, enfrentando uma boa retranca. Na verdade, não existe o certo e o errado nessas decisões e construções da equipe, porém todas as suas escolhas com relação a estilo, formação, funções e tarefas devem se complementar, para não haver conflito entre elas.
      Meias centrais que “abrem” o campo
      Alguns meias centrais também precisam ter alguma responsabilidade pela largura do jogo da equipe. Isso é muito observado numa estrutura com três meias centrais e passa-se a ser quase que fundamental quando a formação alinha 4 meio-campistas no setor.
      Aliás, jogar com 4 meias centrais é uma clara estratégia para dar consistência ao setor, se valendo de uma superioridade numérica para fortalecer ainda mais a proteção à defesa. Obviamente que essa superioridade precisa oferecer uma boa dose de criatividade e movimentos ofensivos, além é claro de trabalhar duro defensivamente também, oferecendo um certo equilíbrio para compensar a falta de jogadores de lado de campo nos sistemas que não utilizam esse tipo de jogador.
      Todavia, (utilizar 4 meias) é um ótimo recurso para preencher a área mais importante do campo, com jogadores que oferecerão tanto uma estabilidade defensiva, quanto uma superioridade numérica ofensiva também. As maneiras mais óbvias de formatar o setor com esses 4 jogadores são a formação em diamante (VOL, 2 MCs e MAC) e a formação “BOX” ou “caixa” (2 VOLs e 2 MACs).
      É importante enfatizar aqui que a largura é algo que você precisa considerar dentro de seu sistema de jogo, tanto defensivamente quanto ofensivamente. Assim, você pode prover largura para seu sistema com seus laterais/alas avançando de forma bastante agressiva ou pode também utilizar movimentos laterais de funções centrais dos meias, como o Trequartista (que flutua para os flancos), o Mezzala (que provém amplitude de jogo com e sem a bola), ou um Carrilero, que vai subir e descer no setor entre os espaços livres. Por mais que você goste da estratégia de posse de bola ou de dominar o meio, você precisa de largura em seu estilo de jogo, mesmo que seja apenas para espaçar seus adversários e criar mais espaço para jogar. As funções que você escolhe em um meio-campo como esse também dependem do estilo de jogo que você gosta de usar (de posse, sem a bola, com dribles, forma mais defensiva e etc).
      Meias centrais que provém Largura
      CARRILERO ✔️
      MEZZALA ✔️
      TREQUARTISTA ✔️
       Existem algumas opções para você configurar o meio-campo “BOX” (ou o da caixa): com dois pares de jogadores no meio-campo de ataque, na faixa central ou mais defensivo. Uma maneira simples de escolher as funções e tarefas aqui é lembrar: você precisa de um par mais defensivo e um par mais ofensivo de jogadores. Traga essa decisão de volta às funções essenciais de um meio-campo: segurança defensiva, dinamismo e controle técnico e de criatividade.
      Em um meio-campo diamante, o MAC corre um alto risco de ser “excluído” do jogo, para que isso não aconteça você possui duas saídas: você pode usá-lo para atrair oponentes e depois explorar o espaço que eles vão gerar em suas costas (por exemplo usando um Enganche ou um CJA na tarefa Suporte), ou pode garantir que ele tenha um bom movimento lateral ou vertical para se desmarcar dos adversários ou até mesmo atraí-los com ele. Um Trequartista flutua para as laterais do campo, e um Avançado Sombra tende a avançar agressivamente. Você também pode considerar o Médio Atacante, que pode realizar movimentos verticais e laterais, dependendo da situação.
      Uma função adicional das formações de meio-campo com quatro jogadores é que elas permitem selecionar um número maior de funções específicas. Por exemplo: um Regista ou um CJR pode se beneficiar da ajuda defensiva adicional de companheiros de equipe, enquanto o MRB pode se sentir à vontade para pressionar em busca da bola, sabendo que existem outros companheiros em posições mais recuadas para lhe cobrir, caso ele esteja exposto.
       
      Texto traduzido e adaptado por Leho. para o FManager Brasil. Capítulo extraído do volume "Pairs & Combinations - The Ultimate Guide", de autoria do membro Llama3, registrado no fórum da SI.
      Fonte: https://community.sigames.com/topic/513829-pairs-combinations-the-ultimate-guide-released/
      Revisão: @Henrique M.
      Banner: @_Matheus_
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Introdução
      Muitas vezes temos um jogador na equipe que tem talento e qualidade para ser um excelente jogador, mas ele não consegue adquirir uma regularidade e nem mesmo brilhar em jogos importantes. O próprio Football Manager tem suas formas de transformar um jogador com bom potencial e boa capacidade em nada menos que um jogador frustrante, que sempre que você precisa dele, ele falha ou se esconde. O fenômeno é mais abrangente na vida real, com diversos aspectos influenciando no desempenho de um atleta. No jogo são variáveis especificadas nos atributos, mas seus olheiros e preparadores são capazes de identificar se um jogador é inconsistente e inepto para jogos decisivos ou de maior porte.
      O público alvo
      É importante mencionar que essa transformação só é possível em jogadores jovens, que ainda podem ser tutorados ou que ainda tem espaço para o desenvolvimento. Jogadores velhos provavelmente vão permanecer com suas características até o final de suas carreiras, então é bom não ter muitas esperanças de que ele se torne um jogador decisivo de uma hora para outra.
      Como saber se meu jogador é inconsistente ou inapta para decisões?
      Você deverá consultar seus olheiros e preparadores para isso. No caso de uma futura transferência, seus olheiros que desempenharam o papel de avaliar. Não é recomendado que você contrate jogadores inconsistentes ou que não gostam de grandes jogos simultaneamente, pois isso já reflete mais uma personalidade do que uma fase da idade que pode ser resolvida com conselhos e espaço no time principal. Abaixo: seguem dois exemplos e aonde encontrar se um jogador é exibicionalmente consistente e se ele gosta de grande jogos. Aqui seguem dois exemplos de jogadores com as características mencionadas e que são bastante úteis a minha equipe, um deles inclusive é importantíssimo já há algumas temporadas.
      Relatório de Alexander Andersson:

       
      Relatório de Massimo Neroni:

       
      Amenizando a inconsistência e decidibilidade
      É importante ter um jogador mais velho da mesma posição ou parecida para que seja mais simples da opção de tutorar o jogador esteja disponível. Vá na tela de desenvolvimento do jogador, na aba treinamento e olhe os prováveis jogadores que podem tutorar seu jogador. Analise as opções e procure jogadores que são exibicionalmente consistentes e gostam de grandes jogos. Geralmente seus homens de frente tem tendência a terem essa característica a medida que costumam ter mais poder de influenciar um jogo. Escolha um que tenha a determinação mais alta que a do seu jogador, tenha as características que você busca eliminar no outro jogador e escolha a opção: "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência".
      Dando espaço no time
      Esse é um fator muito importante, o jogador precisa estar jogando futebol para que ele consiga perder esses traços, ele não vai aprender a ser mais regular e decisivo do banco de reservas, então, coloque ele para jogar, nem que seja de 10 a 15 jogos por temporada, se ele for um jogador regular, fica mais fácil de confiar nele mais jogo, mas se não, sempre terão alguns jogos na temporada em que você poderá se utilizar desses jogadores.
      Aprenda a cobrar seus jogadores
      Muitas vezes somente o acompanhamento de um jogador não é suficiente para isso, os jogadores ocasionalmente podem apresentar traços e sentir antigas pressões, portanto, é importante saber cobrar seus jogadores durante as palestras motivacionais. Jogadores inconsistentes podem responder melhor se você demandar uma boa exibição dele ou então se você pedir para que ele jogue da mesma forma que jogou numa partida anterior em que ele foi e jogadores que não gostam de grandes jogos podem brilhar caso você retire a pressão dele. Cada jogador responde a um tipo diferente de tom de voz e é importantíssimo também você identificar isso, essas cobranças podem amenizar dentro de campo algo que não deve se tornar comum.
       
      Nível de exibições de Alexander Andersson ao longo do tempo:

       
      Nível de exibições de Massimo Neroni na temporada passada:

       
      Conclusão
      Como você pode ver, é possível fazer com que jogadores com atributos psicológicos que possam fazer com que eles não rendam, jogar um bom futebol e serem importantes para sua equipe. Jogadores exibicionalmente consistentes mas que não gostam de grandes jogos são mais fáceis de transformar em peças úteis, já que eles geralmente vão se sair bem na maioria dos outros jogos, mas você pode fazer com que ele perca esse medo e marque gols decisivos e em momentos de pressão. Quanto aos jogadores inconsistentes, basta ter paciência, um bom tutor e ele pode encontrar o caminho para se tornar um jogador de qualidade. Se você tem um jogador capaz de mudar a personalidade de outros no seu elenco, às vezes ainda dá tempo de salvar aquela promessa ou trazer uma pechincha que você tem receio por causa desses atributos.
       
       
       
      P.S.: Não procure esses jogadores na sua base de dados, ambos são newgens.
    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Vi um vídeo ontem e decidi trazer a discussão pra cá. Ferdinand, Lampard e Gerrard discutem sobre porque a seleção inglesa não foi mais longe com a qualidade que possuía. A explicação deles, por cima, é que não havia um laço tão forte entre os jogadores que atuavam por clubes e não tinham crescido juntos nas seleções de base do país, além de uma forma de jogar antiquada que não aproveitava o que de melhor a seleção oferecia, seu meio de campo.

       
      Em 2004, na Euro, o treineiro era o sueco Sven-Göran Eriksson, e o time se organizava assim:

      Caiu nas quartas de final após uma derrota nos pênaltis para Portugal, que acabou como vice-campeão.
      Em 2006, na Copa do Mundo, cai novamente para Portugal, nas quartas e nos pênaltis. O 4-4-2 básico se manteve,, com a formação sendo mais ou menos essa:

      E em 2010, sob Fabio Capello, a Inglaterra quase não passou da fase de grupos, apenas para ser goleada pela Alemanha nas oitavas.
       
      E aí, o que vocês acham?
    • Tsuru
      By Tsuru
      Olímpio Celeste é um uruguaio que carrega, no nome e na alma, a paixão pelo futebol de seu país. Batizado em homenagem aos anos dourados da Celeste - décadas de 20 e 30 -, ele cresceu ouvindo histórias sobre a seleção que ganhava tudo e encantava o mundo, que calou o Maracanã em 1950 e que, desde então, viu a ascensão de forças como Brasil, Argentina, Itália e Alemanha. 
      Também ouviu falar do grande Peñarol dos anos 60, três vezes campeão da Libertadores da América. Teve ainda a oportunidade de ver os dois títulos continentais dos aurinegros na década de 80 (1982 e 1987), que quase foi um novo tricampeonato, impedido em 1983 pelo Grêmio de Renato Gaúcho. Somadas às três conquistas do arquirrival, o Nacional (1970, 1980 e 1988), são oito taças, que colocam o Uruguai como o terceiro país mais vitorioso da competição - atrás apenas da Argentina e do Brasil. Porém, o sucesso dos clubes charruas parece ser apenas uma lembrança de um passado cada vez mais distante.
      O sonho de Olimpio é, através da carreira de técnico, levar os clubes e a Celeste Olímpica a dominarem novamente o mundo do futebol. E, inspirado pelos saves Projeto Holanda, do @gq-tricolor, e Cerro Corá, do @CCSantos, encarnarei o personagem para contar aqui essa jornada.
       

       
      Vencer três vezes a Libertadores da América comandando clubes uruguaios;
        Vencer o Mundial de Clubes com um time uruguaio;
        Levar um time uruguaio a vencer, numa temporada, todos os títulos em disputa;
        Assumir a Celeste Olimpica;
        Vencer a Copa América;
        Vencer a Olimpíada;
        Vencer a Copa do Mundo;
        Ser o maior treinador uruguaio no quadro de honra.
        (Outras sugestões são muito bem-vindas).
       

       
      Como podem ver, optei pelo FM 15. Não tenho interesse nas versões mais recentes e, no 17, as ligas uruguaias só possuem um turno, de agosto a dezembro. Isto significa que, no restante do ano, eu teria que ficar organizando excursões aleatórias para não deixar os jogadores parados. Poderia funcionar se fosse apenas um período, mas ficar o save todo fazendo isso, inclusive na primeira divisão, não tem sentido.
       

       
      Carreguei todas as ligas da América do Sul e do Norte presentes na db original, com a primeira divisão jogável, exceto o Uruguai - que tem as três primeiras divisões ativas e mais as regionais visíveis, por meio do update do blog Uruguay Football Manager. Também instalei o name fix do Sortitoutsi, para que as cores e os nomes dos clubes não licenciados apareçam corretamente. Por fim, coloquei a moeda em pesos uruguaios, para tornar mais condizente com a proposta de jogo. 
       

       
      Temporada 1: 2014-2015
      Albion FC: Segunda Amateur - 6º colocado
        Temporada 2: 2015-2016
      Albion FC: Segunda Amateur - 6º colocado
        Temporada 3: 2016-2017
      Albion FC: Segunda Amateur - vice-campeão  
      Temporada 4: 2017-2018
      Albion FC: Segunda Amateur - 7º colocado
        Temporada 5: 2018-2019
      Albion FC: Segunda Amateur - 4º colocado
        Temporada 6: 2019-2020
      IA Potencia: Segunda Amateur - 4º colocado
      Temporada 7: 2020-2021
      IA Potencia: Segunda Amateur - 5º colocado
      Temporada 8: 2021-2022
      Central Español: Segunda Profesional - 4º colocado (eliminado na semifinal dos playoffs para o Rampla Juniors)  

       
      Em breve...
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