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Cesarrock9

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O canal History americano anunciou a estreia da seríe Vikings para o dia 3 de março, nos EUA. Esta é a primeira série de TV do canal que, até então, vinha produzindo apenas minisséries. A primeira foi The Kennedys, que foi exibida pelo Reelz, e a segunda é Hatfields and McCoys, que se tornou a minissérie de maior audiência da TV a cabo.

 

Sem passar pela produção de um episódio piloto para avaliação, Vikings terá nove episódios para sua primeira temporada (inicialmente foi divulgado que ela teria dez episódios).

 

A série surgiu quando Sherry Marsh e Alan Gasmer decidiram criar uma história ficcional com base nas aventuras do guerreiro nórdico Ragnar Lodbrok, figura histórica que viveu no período Medieval. Produzida pela MGM, a série foi desenvolvida por Morgan O’Sullivan e Michael Hirst (The Tudors), que ficou responsável pelo roteiro.

 

Filmada na Irlanda e no Canadá, a história acompanha Ragnar Lodbrok (Travis Fimmel, de The Beast), um guerreiro nórdico que se considera descendente de Odin. Buscando dominar os territórios da Europa, ele enfrenta a oposição de Earl Haraldson (Gabriel Byrne, de In Treatment), ex-guerreiro e agora líder de seu povo, casado com Siggy (Jessalyn Gilsig, de Glee), uma jovem que tem sua lealdade dividida.

No elenco também estão, Gustaf Skarsgard (irmão de Alexander Skarsgard, de True Blood), como Floki, amigo de Ragnar, personagem inspirado no deus nórdico Loki; Clive Standen (Camelot), como Rollo, irmão de Ragnar, um homem cruel que sente inveja da ascensão do guerreiro; Katheryn Winnick (Bones), como Lagertha, esposa de Ragnar, que luta ao seu lado; e George Blagden como Athelstan, um jovem cristão aprisionado por Ragnar.

Um dos guerreiros mais populares das lendas nórdicas, Ragmar foi visto no filme Vikings, os Conquistadores/The Vikings, de 1958, no qual foi interpretado por Ernest Borgnine. Esta será a segunda série para a TV americana sobre os vikings.

 

Em 1959, a United Artists (atual MGM), em parceria com a Brynaprod, S.A. Production (empresa de Kirk Douglas), produziu a série Tales of the Vikings/Os Vikings, estrelada por Jerome Courtland, com um total de 39 episódios, que foram exibidos nos EUA em canais regionais (syndication).

Abaixo, teaser da série do History Channel. Cliquem nas fotos para ampliar.

Fotos:

S1V-4.jpg

S1V-3.jpg

S1V-2.jpg

http://www.youtube.com/watch?v=7rcozIVtujw

Fonte: Veja

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  • 1 mês depois...

Muito interessante, só nao curti os nomes dos personagens coadjuvantemente.. Rollo??( isso lá é nome de viking??), Floki (é o nome do meu cachoro) sei não, o cara podia ter lido Bernard Cornwell rsrsr..

mas verei com certeza..

pra fechar com chave de ouro a trilha sonora podia ter Ensiferum ou Leave's eyes

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Verei com certeza, ainda mais porque Corônicas Saxônicas é uma das minhas séries de livros preferidas (Ragnar aparece nela, inclusive).

E Rollo era um nome usado naquela época sim.

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Muito interessante, só nao curti os nomes dos personagens coadjuvantemente.. Rollo??( isso lá é nome de viking??), Floki (é o nome do meu cachoro) sei não, o cara podia ter lido Bernard Cornwell rsrsr..

mas verei com certeza..

pra fechar com chave de ouro a trilha sonora podia ter Ensiferum ou Leave's eyes

Rollo é um nome viking sim, colocando da forma latinizada (grosseiramente), quer dizer Roberto ou qualquer coisa assim. Teve um Rollo que

saqueou metade da França antes de receber terras no Norte da França para viver com seus soldados, essa terra se tornaria a Normandia, e um dos seus descendentes, Guilherme, se tornou Rei da Inglaterra em 1066 por direito de conquista e é antepassado da atual família real inglesa, outros saqueadores normandos se estabeleceriam na Sícilia e se tornaram reis de Nápoles

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http://en.wikipedia.org/wiki/Rollo

Só o vinking mais importante de sua época, o nome é o que ficou para a história escrita por ter sido produzida primordialmente em latim.

Editado por Leon
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O Floki também foi, segundo a Wikipédia, um dos primeiros a navegar a Islândia, e quem deu o nome a ilha.

Enfim, eu imagino que a série vá ter todo um cuidado com a cultura e a história dos vikings.

Afinal, é produzida por um canal de história (alguns diriam que tá mais para um canal de teorias de conspiração hahaha)

Na expectativa.

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Rollo é um nome viking sim, colocando da forma latinizada (grosseiramente), quer dizer Roberto ou qualquer coisa assim. Teve um Rollo que

saqueou metade da França antes de receber terras no Norte da França para viver com seus soldados, essa terra se tornaria a Normandia, e um dos seus descendentes, Guilherme, se tornou Rei da Inglaterra em 1066 por direito de conquista e é antepassado da atual família real inglesa, outros saqueadores normandos se estabeleceriam na Sícilia e se tornaram reis de Nápoles

ummm... maneiro, mas ainda assim "soa" diferente do que estamos acostumados, mas normal né, afinal moramos na america do sul rsrs..

(legal a historia que você contou, não sabia dela, muito interessante.)

http://en.wikipedia.org/wiki/Rollo

Só o vinking mais importante de sua época, o nome é o que ficou para a história escrita por ter sido produzida primordialmente em latim.

huhum, mas teria sido bacana se tivessem mantido o nome dele, pelo que você mandou do wiki, Rollo é a reprodução de Hrólfr né? tudo bem, acho que entre falar o original e o Rollo, eu fico com o Rollo,

mas é isso ai, vamos ver a série.. \o/

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  • 4 semanas atrás...

Teve 8.3 milhões de audiência, melhor que muita série. Outros sites diz que teve 13.1, melhor marca da TV paga americana em 2013 superando TWD.

Editado por jonathan_spohr
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Teve 8.3 milhões de audiência, melhor que muita série. Outros sites diz que teve 13.1, melhor marca da TV paga americana em 2013 superando TWD.

TV paga cara, audiência não importa tanto quanto na TV aberta.

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TV paga cara, audiência não importa tanto quanto na TV aberta.

Eu sei, mas mesmo assim é uma grande audiência pra uma estréia.

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Teve 8.3 milhões de audiência, melhor que muita série. Outros sites diz que teve 13.1, melhor marca da TV paga americana em 2013 superando TWD.

Hatfields & McCoys teve 13.9 milhões "ao vivo", juntando a reprise na mesma noite chegou a 17 milhões

The Bible teve 13.1 milhões "ao vivo", juntando reprise da mesma noite chegou a 14.8 milhões.

Vikings teve 6.2 milhões "ao vivo", juntando reprise da mesma noite chegou a 8.3 milhões

Todas as 3 séries são do History Channel, que começou a investir em séries originais, a audiência de Hatfields & McCoys é a maior da história da tv a cabo americana.

The Walking Dead do canal AMC quebrou o seu próprio recorde na volta agora em fevereiro, chegando a 12.3 milhões.

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Vi agora de meio dia, muito bom! Bem fiel a história, com seus métodos e trejeitos. Mais realista, só se tivessem legendas e falassem as linguas da época ahuhau Claro que vai ter um núcleo romantizado, mas é menos nhenhenhe que as outras séries/filmes de história

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Também gostei.

Nada demais, meio devagar, mas dá para entender como um episódio piloto. Basicamente introduziu o pano de fundo, os personagens principais e suas motivações. Tem potencial.

Vi agora de meio dia, muito bom! Bem fiel a história, com seus métodos e trejeitos. Mais realista, só se tivessem legendas e falassem as linguas da época ahuhau Claro que vai ter um núcleo romantizado, mas é menos nhenhenhe que as outras séries/filmes de história

Opa, pera lá.

"Muito fiel" você pegou pesado.

É ótimo que um canal de história faça uma série sobre um povo e um período histórico. O interesse sobre a época aumenta, e as pessoas tendem a procurar mais informações. O risco, contudo, é começarem a achar que uma DRAMATIZAÇÃO da verdadeira história é, na verdade, essa história.

É uma série de TV, afinal. O primeiro episódio retratou bem a cultura, mas incorreu em vários erros, imagino, propositais.

Afinal, não é um documentário. A história as vezes tem que ser ligeiramente distorcida para agradar as audiências.

Não sou entendido em cultura viking, mas no IMDb vários usuários já apontaram uma porrada de erros históricos, passando das roupas usadas (vikins não usavam cotas de malhas daquele tipo na época) a localização (vikings não habitavam tão ao norte da Noruega... e é impossível ir ao leste de lá. Você cai no mar, não na Rússia, como sugerido pelo episódio). Há várias outras inconsistências. Procure as discussões se tiver interesse.

O telespectador tem que ter a noção de que o material apresentado é, em suas fundações, verdadeiro, historicamente consistente, mas que vários detalhes vão ser adaptados para a tela, e que muitos temas não centrais, acessórios, não vão apresentar tanto rigor histórico.

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