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Sistema, Estratégia e Tática de jogo no Futebol

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Sistema, Estratégia e Tática de Jogo no Futebol: Análise do Conhecimento dos

Profissionais que Atuam no Futebol .

INTRODUÇÃO

Como armamos uma equipe de futebol dentro das quatro linhas? Existem

muitas maneiras, caso o treinador prefira um sistema mais defensivo ou ofensivo. Hoje em

dia temos alguns sistemas de jogo definidos e que estão em constante mudança. A história é

longa, tal como a história deste esporte. A vontade da conquista foi determinante para a

disseminação e evolução do futebol. A tática do futebol tem passado por modificações por

causa da eterna luta entre defensores e atacantes.

A evolução do futebol tem passado por modificações quando aos padrões

táticos das equipes dentro do jogo, dos conceitos da preparação física e da preparação

psicológica. Porém, as regras não têm sofrido alterações substanciais que propiciem

reformulações profundas nos sistemas e táticas do jogo de futebol. Por outro lado, o preparo

físico dos jogadores, e o aumento da habilidade individual de cada atleta, poderão implicar

no fim dos jogadores especialistas para cada função.

Dentro do conhecimento, que cada um dos integrantes do meio futebolístico

tem, é possível verificar controvérsias. O atleta, o técnico, o preparador físico, o jornalista

esportivo, às vezes cada um tem uma visão diferente para o mesmo tópico: sistema de jogo,

tática de jogo e estratégia de jogo.

Desta forma, procuraremos saber, através desta pesquisa, o que cada um

destes profissionais pensam com relação ao mesmo assunto e, assim, estabelecer uma

relação que propicie uniformidade de discussão, o que poderá levar a novas visões táticas

para o desenvolvimento do jogo de futebol. Por outro lado, poderemos estar contribuindo

para que os formadores de opinião, através da imprensa escrita e falada, possam estar

refletindo com veracidade o que acontece dentro deste esporte.

A Evolução dos Sistemas de Jogo

(1)

O primeiro relato, com relação à disposição de jogadores, encontrado sobre a

história do futebol vem da Itália. Datado do dia 17 de fevereiro de 1529, o relato conta que

em Florença, exatamente na Piazza Santa Croce, dois grupos de 27 jogadores para cada

lado resolvem tirar suas diferenças políticas em uma partida de “cálcio”. À vontade de

vencer obrigou as equipes a se armaram taticamente, os dois grupos colocaram 15

jogadores no ataque, 5 no meio de campo e 7 na defesa, sendo 3 mais recuados. Não existia

uma Organização ou Tática, os jogadores eram todos defensores ou todos atacantes

(Mantovani, Frisselli 1999).

Em 1660, o número de jogadores caiu para 17, estes distribuídos em quatro

diferentes linhas: 3-4-5-5.

O formato dos dias de hoje, foi iniciado em 1860, na Inglaterra, onde foi fixado

o número de jogadores, 11. Nesta época o futebol não tinha as suas próprias regras e

confundia-se muito com o “rugby”. No dia 29 de outubro de 1863, o futebol foi

oficialmente regulamentado, e o sistema empregado era o 1x1x1x8. Agora o esporte já

tinha 9 regras, que com o tempo foram sendo moldadas, e que tem sido o principal fator na

Evolução dos Sistemas (Melo, 1999).

Mas com o tempo foram percebendo que com este sistema muitas áreas do

campo ficavam descobertas, foi quando os Escoceses decidiram recuar 2 dos dez jogadores,

um zagueiro e um médio, assim o sistema ficou formado por um zagueiro na frente do

goleiro, outro médio, responsável pela ligação da defesa com o ataque, taticamente

chamado de 1x1x8.

Neste período ainda os campos não tinham linhas demarcatórias, nem traves,

existiam apenas quatro bandeirinhas que marcavam os limites do campo e dois postes de

vinte e oito centímetros de altura e sete metros de comprimento, que ocupavam o lugar das

traves (Melo, 1999).

As experiências dentro de campo continuaram com o passar dos anos, e em 30

de setembro de 1872 os escoceses tinham uma partida contra a seleção da Inglaterra, nesta

ocasião, para preencher mais os espaços vazios, foram recuados mais dois homens do

ataques, o desenho no campo formava um quadrado na frente do goleiro. Este sistema

ajudou os escoceses à não tomar gol dos temíveis ingleses, e pela primeira vez na história a

partida terminou em 0x0. Este era o sistema chamado de 1x2x2x6.

Foi a partir deste sistema que os técnicos passaram a buscar um maior equilíbrio

entre a defesa e o ataque, foi quando surgiu o sistema CLÁSSICO ou PIRAMIDAL,

formado por 1 goleiro, 2 zagueiros, 3 médios e 5 atacantes; 1x2x3x5. A tarefa de cada

jogador começou a se tornar mais específica. Quando a equipe atacava os jogadores da

frente atacavam em linha, e esta era uma facilidade para os atletas da defesa, já que nesta

época a lei do impedimento exigia pelo menos três defensores mais próximos da linha de

fundo para dar condição de jogo a um atacante. Com esta lei os atacantes corriam pelas

laterais, e os dois defensores jogavam separados, com um próximo da linha de fundo e

outro mais no meio de campo, o que obrigava o recuo do atacante para não ficar em linha

de impedimento (Mantovani, Frisselli,1999).

Em 1925 Herbert Champman, técnico do Arsenal da Inglaterra, criou o Sistema

WM, que iria durar por mais 30 anos. Esse novo sistema surgiu em decorrência da mudança

da lei do impedimento pela International Board, que passou a dar condição de jogo ao

atacante que tivesse, agora no mínimo dois defensores e não mais três como era

anteriormente.

Essa nova regra facilitou o desempenho dos atacantes, agora eles tinham maior

agressividade em procurar o gol adversário. Com esta mudança, a equipe poderia colocar

um jogador próximo do penúltimo da defesa, já que o último era o goleiro.

Por esse motivo, o técnico Herbert Champman teve que reforçar a defesa da sua

equipe foi obrigado a desaparecer com a função do centro médio, que foi substituído por

um terceiro zagueiro, que se posicionava no centro do campo, entre os dois zagueiros e na

frente do gol.

Esse sistema fez muito sucesso, o Arsenal conquistou três vitórias consecutivas

na Liga Inglesa (1933, 1934,1935).

No sistema WM a defesa era formada por uma linha de três zagueiros, dois

médios que atuavam no meio de campo, o ataque era formado por dois meias, um jogava

pela direita e outro pela esquerda, que armavam a jogada para os três atacantes que

jogavam na frente, sendo um centro avante e mais dois pontas, um de cada lado do campo.

Com este sistema começou também a marcação individual, já que no anterior a marcação

era por zona.

A marcação individual foi um desenvolvimento natural na Inglaterra, onde os

jogadores tinham disciplina e obedeciam a regras. Mas na França, por exemplo, este tipo de

marcação teve um desenvolvimento exagerado, o centro avante era a figura principal da

equipe, ou seja, todo o time jogava em função dele. Por isso os adversários começaram a

fazer uma marcação especial sobre ele, não permitindo que ele penetrasse nos espaços livres.

Foi quando o sistema WM sofreu modificações, lançando o Sistema Diagonal,

praticado pelos brasileiros até 1958, onde os três zagueiros jogavam mais soltos. O médio e

o meia recuaram mais. Este movimento pendular impulsionou o sistema 4-2-4, onde os

meias e os médios oscilavam na defensiva e na ofensiva.

No sistema 4-2-4 é formado, por um goleiro, dois zagueiros centrais e dois

laterais, dois meio-campistas, sendo que um ataca e o outro defende, e mais quatro

atacantes, onde dois são pontas e os outros dois são centroavantes (Bangsboo, Peitersen,

2000).

A tática do futebol sempre tem sofrido modificações por causa da eterna luta

entre defensores e atacantes.

O sistema 4-2-4 nasceu na Copa da Suécia de 1958, onde o Brasil obteve o seu

primeiro título, mesclando o sistema diagonal e o sistema da Hungria. Os brasileiros

reforçaram o seu sistema defensivo, formando o quadrado no meio do campo, com dois

médios (orlando e Bellini) à frente do arqueiro, além disso, um meia jogava recuado e outro

médio lateral jogava avançado. Dois centroavantes completavam a equipe na frente.

Porém o Brasil ainda procurava um equilíbrio, e para não manter a defesa em

linha colocou dois centro médios recuados em relação aos zagueiros para estarem à

disposição caso houvesse necessidade. Já os dois centroavantes jogavam avançados em

relação aos dois ponteiros.

O Campeonato Mundial do Chile, em 1962, sacramentou o fim do Sistema WM,

todas as equipes possuíam um sistema com a defesa reforçada no meio. Foi quando o Brasil

surpreendeu e reforçou o meio de campo. O sistema 4-2-4 cedeu a algo denominado como

4-3-3. Os lugares e as tarefas dos jogadores estavam cada vez menos sujeitos a

determinações previamente fixadas.

Com o aumento dos homens de meio de campo de dois para três, e em muitos

casos até quatro, criou-se uma espécie de Sistema defensor misto, que dependia da

habilidade dos zagueiros e dos médios. Foi criada uma combinação entre a marcação

individual e a por zona: uma marcação individual por zonas, que não oferecia liberdade aos

defensores e alternativas para iniciativas próprias.

Os sistemas 4-2-4 e 4-3-3 originaram-se devido às características técnico/táticas

dos jogadores. Um grande ponto na evolução dos sistemas foi a evolução técnico/tática dos

jogadores. Existe também uma variante do sistema 4-2-4, o sistema 4-2-4 com

características defensivas, que predomina até os dias de hoje. É um sistema que não

necessita de ponteiros especialistas e sim de dois pontas de lança habilidosos que variam as

jogadas.

O sistema 4-3-3 obteve grande êxito na copa do Mundo de 1970, no México, na

qual o Brasil sagrou-se campeã. Neste sistema os jogadores são distribuídos em campo com

um goleiro, quatro zagueiros, sendo dois laterais e dois centrais, três no meio de campo,

sendo um com a função de dar cobertura para a defesa e dois com a função de armação e

conclusão das jogadas.

A Copa do Mundo de 1974, na Alemanha Ocidental, ficou marcada pela

chamada “Laranja Mecânica” da Holanda. Os holandeses foram vice-campeões, mas

marcaram história por adotar um esquema totalmente diferente dos demais: uma

rotatividade muito grande por todos os setores do campo, onde até os defensores saiam da

sua zona e apoiavam no ataque ou na armação de jogadas.

Em 1982, na Espanha, houve uma grande concentração de jogadores na meia

cancha, todas as equipes recuavam 1 ou 2 atacantes, o que causou um grande desequilíbrio

entre a defesa e o ataque. A maioria das equipes apresentou o sistema 4-4-2 com um líbero.

Neste sistema o atacante recuado deve possuir características físico-técnicas de acordo com

as funções exigidas para a posição.

A altitude, o forte calor e os jogos ao meio dia, deixaram as equipes mais

cautelosas na Copa do México de 1986. A Argentina foi a campeã deste torneio, e utilizou

o esquema 3-5-2, um sistema apresentado pela maioria das equipes européias. São três

zagueiros, um deles joga atrás dos outros dois, com a função de fazer a cobertura de toda a

zaga (líbero). O meio de campo apresenta dois alas, que tem a função de fazer as jogadas

pelas laterais do campo, e três jogadores com os jogadores do meio de campo do sistema 4-

3-3, e mais dois homens de frente que se movimentam todo o tempo no ataque para

confundir a defesa adversária.

O sistema 4-5-1 foi apresentado na Copa do Mundo da França, em 1998, pela

equipe da Noruega. Consiste em um goleiro, uma linha com quatro defensores, que são dois

zagueiros no meio da área e dois laterais, mais cinco meio campistas e somente um atacante

lá na frente. Este esquema facilita a função da defesa, que estará sempre posicionada para

ganhar bola pelo alto (Melo, 1999).

O Jornalismo Esportivo

O que a imprensa esportiva do Brasil entende de sistema, estratégia e tática de

jogo? A noção de realidade que o jornalismo esportivo carrega nos dias de hoje torna a

cobertura esportiva tão brilhante como qualquer outra. É uma cobertura que sempre

misturou emoção e realidade em proporções equivalentes. Segundo Coelho (2003), a

análise tática do jogo de futebol vai sempre valer relatos dignos de fazer o torcedor mais

fanático se arrepiar tanto quanto a descrição perfeita de partida de futebol.

O grande risco que o jornalista esportivo corre é enxergar em si próprio razão

para o interesse do leitor do que o esporte e do que a notícia. Julgar a sua importância maior

do que a da notícia é o ponto de partida para a derrocada profissional.

A paixão de criança pelo esporte leva o “futuro” jornalista esportivo a tratar da

notícia com mais brilho, mas este entusiasmo vai acabando com o tempo, pois os craques

que se via antigamente vão passando. A experiência vai ensinar o jornalista avaliar a

importância da informação e definir qual o tratamento dar a ela.

Para Coelho (2003) a convivência com os que se julgam profundos entendedores de

futebol, que vivem à base da paixão e do estudo, geralmente não é fácil para quem vem de

outras áreas, mas é necessária. Bom que haja alguém capaz de entendimento tático sobre

assunto específico de futebol, para entrevistar um treinador de renome.

Mas o que se verifica atualmente é o contrário, despreza-se o conhecimento teórico

adquirido por jornalistas, vira um exercício de atividade técnica pura e simples. O

comentarista de televisão é geralmente alguém com história dentro do esporte. Como em

qualquer outro setor é preciso atualização constante.

Muitas emissoras investem na formação do jornalista especializado, e mesmo assim

grande parte dos comentaristas continua dando palpite errado, que são da maioria vindos da

velha guarda.

Hoje, falar de esporte no país virou uma receita, não existe mais “aquele” tempero

especial como nas crônicas escritas por Nelson Rodrigues. Crônicas que motivavam o

torcedor a ir para o jogo seguinte, a dramaticidade colocada pelo escritor serviam para

aumentar a idolatria em relação a tal jogador.

Um exemplo clássico é da Copa do Mundo de 94, a seleção Brasileira era dirigida

por Carlos Alberto Parreira. A imprensa da época chamava o estilo do técnico de europeu,

mas Parreira rebatia afirmando que jogava com a bola no chão, com uma linha de defesa de

quatro jogadores e muito trabalho técnico. A torcida e a imprensa não tiveram paciência, e

as críticas sobre ele foram inúmeras. Mas ele tinha razão, faltava paciência a imprensa para

avaliar o que estava acontecendo.

De modo geral, o jornalismo esportivo vê o futebol unicamente como um esporte, e

mesmo o evidente caráter de espetáculo é explorado apenas em seus aspectos objetivos: a

estrutura administrativa e econômica, a vida e a carreira dos jogadores, técnicos e

dirigentes, o comportamento das torcidas, etc. Assim, a interpretação do futebol tende a se

restringir ao universo referencial do jogo e da estrutura objetiva do espetáculo.

Antes do futebol, as páginas esportivas eram compostas por textos sobre o turfe, o

remo, a pelota basca, o ciclismo, a patinação. Quando o futebol começa a se popularizar e

ganhando adeptos, tanto praticantes quanto espectadores, a crônica de futebol também foi

adquirindo importância nas páginas de jornal.

Mário Filho, em seu livro O negro no futebol brasileiro, aponta a década 10 como o

momento em que surgem os primeiros cronistas especializados no futebol. Da década de 50

a 70, ano em que o Brasil ganhou o tri na Copa do Mundo, foi um período de grande

produção para a imprensa, definitivamente o jornalismo esportivo havia se consolidado.

Objetivos

Objetivo Geral

• O objetivo geral baseia-se no estudo crítico dos dados coletados quanto aos sistemas de

jogo empregados pelos grandes times de futebol do Brasil.

Objetivo Específico

Diagnosticar a visão e o conhecimento que os treinadores e/ou técnicos de futebol,

jogadores, comentaristas e jornalistas esportivos tem com relação aos sistemas, tática e

estratégia de jogo no futebol;

Metodologia

A coleta dos dados quanto ao sistema de jogo empregado pelas equipes de

futebol, a estratégia e tática de jogo, será efetuada junto a treinadores e/ou técnicos de

futebol, jogadores e comentaristas e jornalistas esportivos. Utilizaremos para a coleta de

dados, um questionário composto de perguntas abertas e fechadas, entrevistas e filmagens.

O roteiro será definido posteriormente, após definição com o futuro orientador. Para

interpretação dos resultados encontrados será feita uma análise lingüística e estatística dos

dados.

A pesquisa de coleta será feita durante dois semestres, conseguindo assim acompanhar os

importantes campeonatos de futebol que acontecem durante o ano. Prevê-se como proposta,

os Campeonatos Paulista e Brasileiro, e Copa do Brasil, conseguindo desta forma atingir os

mais importantes formadores de opinião com relação ao futebol

Referências bibliográficas

FRISSELLI, A., MANTOVANI, M. Futebol: Teoria e Prática. São Paulo: Phorte Editora, 1999.

MELO, Rogério Silva. Sistemas e táticas para futebol. . Rio de Janeiro: Sprint, 1999.

BLUEM, John. Evolution of Systems of Play. Artigos.

BANGSBO, Jeans, PEITERSEN, Birger. Soccer Systems & Strategies. Champaign: Human

Kinetics, 2000.

BAUER, Gerhard. Soccer Techniques, Tactics & Teamwork. New York: Sterling, 1993.

COELHO, Paulo Vinícius. O Jornalismo Esportivo. São Paulo, 2002.

RODRIGUES FILHO, Mario. O Negro no futebol brasileiro, Rio de Janeiro: Firmo, 1994.

CARVALHO, S. Comunicação, movimento e mídia na Educação Física. vol. 3. Santa Maria:

UFSM, 1996.

PDF: reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/18304/1/R1869-1.pdf

Tava navegando na net e encontrei esse PDF, resolvi postar aqui, espero que acrescente algo para vocês como acrescentou para mim.

Abs! :thumbsup:

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Muito bom, dá uma refrescada legal. Valeu.

br _Sabbath_

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otimo artigo

=D

legal conhecer como surgiram as formaçoes taticas

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Ficou meio vago a explicação inicial.

Por exemplo, não dá pra dizer que o primeiro relato de algo envolvendo o futebol iniciou-se na Itália porque até hoje aquele esporte cujo o nome me esqueci existe lá na terra da bota, e é consideravelmente diferente do futebol.

A história dos espaços vazios é furada. Quando se iniciou o futebol uma das regras básica, a do impedimento, era idêntica a do rugby. No rugby, é proibido passar para um jogador que esteja a frente de si, por isso todos os jogadores devem estar atrás do portador da bola, para serem opções de passe. Atrás e a frente que eu digo é da linha do portador da bola. Por isso, e não por espaços vazios, é que essa tática era adotada. Depois modificaram a regra do impedimento, uns 15 anos depois, na verdade. Passou-se a considerar impedido um jogador que estivesse com menos de 4 jogadores a sua frente. Depois reduziu-se para três, depois para 2 e depois para 1. Nesse meio tempo foram-se recuando jogadores, mas não deixando-se a tática mais defensiva.

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