Henrique M.

FM 2015
Engenharia de Base: Como Lapidar Diamantes?

52 posts neste tópico

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Escolhendo um perfil

A primeira coisa que tem que se ter em mente é o tipo de abordagem que você tem em mente para seus juniores. Eu desejo ser um formador, um captador, um desenvolvedor ou um comprador? Obviamente que a última opção não serve para o propósito desse artigo, mas vamos elucidar e dar alguns exemplos:

  • Formador: O clube que foca em ver suas categorias de base cheia de garotos que o próprio clube encontrou e deu oportunidades. O Barcelona é o exemplo mais famoso desse tipo de política, mas existem outros. Pode ser aliado com um perfil captador e desenvolvedor. Mas aqui o foco é usar o próprio clube para que os jogadores evoluam e busquem seu espaço no time principal.
  • Captador: O clube tem uma boa categoria de base, mas não conta apenas com ela, busca jovens em todos os cantos para aumentar o número de jogadores de potencial em sua base. A sua principal diferença é que a principal matéria prima vem dos outros clubes e não do seu sistema de captação.
  • Desenvolvedor: É o clube que alia sua capacidade de formação e captação com empréstimos e espaço para os seus jovens jogadores em outros times. Muitos utilizam esse tipo de estratégia, montam uma boa categoria de base, mas deixa o trabalho duro de dar espaço e experiência para jogadores na mãos de outros clubes e quando o jogador está plenamente desenvolvido e pronto para ser usado, traz ele de volta.
  • Comprador: É o clube que mesmo tendo boa infraestrutura e capacidade de formar seus próprios jogadores, não se utiliza de sua categoria de base. Prefere comprar jogadores prontos ao invés de desenvolver os seus. O Real Madrid é o grande expoente desse comportamento. E esse é um tipo de perfil que não vamos trabalhar.
  • O foco é mostrar como você mesmo pode desenvolver sua categoria de base aliando os perfis formadores e desenvolvedor em um só. É uma estratégia mista que traz resultados concretos em mais ou menos duas temporadas dependendo do nível dos seus jogadores e de como eles são utilizados no elenco.

Separando em categorias

Os jovens jogadores devem ser separados em três categorias: diamantes puros, jovens talentosos e lixo. São nomenclaturas pessoais, cada um chama do jeito que quiser, mas vou usar esses nomes para deixar claro o que é o quê.

  • Diamantes puros: são jogadores com grande potencial, avaliados geralmente de 4 estrelas para cima, costumo incluir os que tem 3,5 estrelas aqui também.
  • Jovens talentosos: são jogadores que tem chance de serem úteis, avaliados entre 2 a 4 estrelas, ou até mesmo até 3,5 estrelas, dependendo do seu ponto de separação.
  • Lixo: todos os jogadores que são avaliados com menos de 2 estrelas e provavelmente não terão futuro em sua equipe (não iremos tratar desta terceira categoria, já que ela só é proveitosa para fazer número nas categorias de base).

BarakaldoCFSub-19_EquipeJogadores_zps238

Desenvolvendo Diamantes Puros

Essa é a parte mais complicada para tirar o que tem de melhor de um jogador. Você tem que abrir espaço na sua equipe para os jovens diamantes, o melhor lugar possível para que eles se tornem o que se espera deles é no próprio clube. Ele estando dentro do clube, você tem total controle das ações e de como direcionar a evolução desse jogador para que ele alcance o patamar de grande jogador rapidamente.

Aliando o sistema de Tutores do jogo com tempo de jogo, os resultados são rápidos, dentro de uma temporada, se o jovem tiver jogado uma quantidade razoável de jogo, você verá diferenças, podendo em até duas temporadas já estar preparado até para assumir a titularidade da equipe.

Mas por que manter um jovem como reserva na minha equipe se ele pode ser titular em outros lugares? Pense bem, qual é o melhor ambiente para um jogador se desenvolver ao máximo? Num time onde ele tem toda a pressão de carregar uma equipe medíocre nas costas ou tendo espaço no meio de uma equipe pronta aonde ele tem menos responsabilidades?

E esse pensamento é claro, não é para colocar jogador na fogueira. Tá vencendo um jogo tranquilamente? Coloque o garoto para jogar. Tá precisando de um reserva para aquele jogador? Olhe para sua base ao invés de gastar tubos num jogador que só servirá de enfeite. Mas não vá pensando que aquele "miúdo maravilha" é a salvação da lavoura caso as coisas não estiverem indo do jeito que você deseja. É perigoso para o seu time e para o jovem ser colocado numa situação de risco e ele não ter carga para aguentar. Mas, trabalhando o psicológico dele, através de um tutor adequado, a maioria deles sobreviverá a esse tipo de intempéries.

Portanto, a lição definitiva que fica: dê espaço no seu elenco para aquele menino que chegou ontem com potencial 4 estrelas, ele pode ser o próximo craque da equipe antes mesmo que você perceba e tudo isso investindo pouco.


Desenvolvendo Jovens Talentos

Aqui é onde entra o perfil desenvolvedor, você tem aquele jogador que está numa faixa e possivelmente pode ser um bom reforço ou pode ser um jogador inútil. Empreste-o. Lá ele terá como provar seu valor e você poderá acompanhar de perto a sua evolução sem prejudicar jogadores melhores ou sua própria equipe.

O empréstimo é vital para esse jogador. Lá ele vai ter o tempo de jogo que precisa e terá que provar seu valor para ser promovido a sua equipe principal. Porém, é necessário que você escolha equipes aonde ele terá importância, não adianta mandar ele para uma equipe da primeira divisão aonde ele será reserva, sendo que você pode mandar ele para uma equipe de uma liga mais fraca ou divisão inferior e lá ele vai ser titular e terá menos pressão para se desenvolver.

Preste atenção aos relatórios do seu staff que lá vai dizer para que nível o jogador já está pronto e é para lá que você deve mandá-lo, não mande ele para um lugar que ele não está pronto para encarar ou que seja pouco amistoso, você pode estar jogando fora um bom jogador.


O Tutor

O ponto-chave para qualquer jogador que você deseje desenvolver é quem você escolhe para ser o tutor dele. O seu staff lhe indica algumas opções, mas o mais importante é você checar pessoalmente se as personalidades dos jogadores batem. Não adianta botar um jogador leal para acompanhar um jovem ambicioso, seus valores não batem e você não vai ver evolução nenhuma no seu garoto e ainda pode criar rixas no ambiente.

Aqui vão os principais pontos que devem ser olhados para um tutor ser útil:

  • Escolha jogadores com personalidades compatíveis.
  • Procure jogadores com alto nível de Frieza, Determinação, Índice de Trabalho e Trabalho em Equipe. Concentração é um bom valor para se levar em conta também.
  • Nunca coloque um jogador para ser tutorado por alguém que tem atributos mentais piores que os dele. Você pode ter um jovem com determinação 15 e Concentração 18. Se colocar um jogador com determinação e concentração menor, esses atributos do seu jovem irão diminuir também.
  • Preze por fazer esse desenvolvimento do jogador antes que ele chegue ao profissional. Geralmente o jogador chega na sua equipe com 15 ou 16 anos, até ele completar 17 ou 18 anos, faça ele ser tutorado pelo máximo de tutores compatíveis possíveis. Isso irá acelerar o desenvolvimento do jogador quando ele começar a receber oportunidades na equipe principal ou em outras equipes.
  • "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu gostaria que você fosse tutor de fulano, pois sinto que pode ajudá-lo a melhorar seu jogo". - Aqui será compartilhado o talento, aquilo que seu jogador sabe dentro de campo. Ele irá compartilhar seus movimentos preferidos, irá compartilhar seu estilo de jogo, ou seja, sua função dentro de campo e ajudará o jogador a desenvolver os atributos para essa função. Isso significa, que você pode ter um substituto perfeito para aquele seu defensor que joga com bola, simplesmente trabalhando essa função. Ou então aquela precioso Raumdeuter que anda fazendo estragos nos adversários poderá ressurgir através de um jovem seu.
  • "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência". - Aqui será compartilhado a personalidade, a mentalidade, o comportamento dentro e fora de campo. Isso aqui é importantíssimo para moldar o desenvolvimento do seu jogador. Os atributos destacados acima são suficientes para que o desenvolvimento seja feito da melhor maneira possível.

Importantissímo: A tela para escolher o tipo de tutoria que você deseja é bem simples. E depois que você entender o que cada uma das frases determina, você poderá moldar o jogador da maneira que lhe trará maiores benefícios.


Tempo de jogo

Após seu jogador ter adquirido a personalidade adequada e ter os atributos primordiais para sua evolução, é hora de botá-lo em campo. Não contrate reservas para uma posição aonde você tem uma jovem promessa, deixe ele ser seu reserva imediato e molde seu jovem para que ele possa substituir no futuro esse jogador sem problemas algum.

Uma dica que eu considero bastante interessante, a partir de 2 estrelas, um jogador jovem já é capaz de se sentir confortável jogando com 10 ou 9 companheiros de alto gabarito. Com esse suporte, ele já poderá ser titular, acelerando ainda mais sua evolução.

Mas o importante para isso dar certo é que você não deve estruturar sua equipe em cima de suas promessas. Na peneira do ano anterior surgiu aquele atacante dos sonhos 1 estrela de capacidade e 5 estrelas de potencial. Tem tudo para ser uma lenda do futebol e levar seu time longe. Não é sensato da sua parte esperar que ele resolva tudo da noite para o dia. Dê estrutura para ele, tenha paciência e vá com cuidado. Se você gerir adequadamente todos os fatores expostos aqui, ele realmente será aquele jogador que você vislumbrou quando ele chegou ao clube.

Staff

Existem algumas coisas que devem ser levadas em conta, principalmente para quem quer começar essa filosofia num time ruim, em relação aos staffs escolhidos.

  • Priorize o staff da equipe principal, como o objetivo é fazer o mais rápido possível a transição base-profissional, para equipes com orçamento apertado vale mais a pena ter um bom staff para o profissional do que dividir suas atenções.
  • Ter um Diretor de Futebol Júnior com boa avaliação de potencial é muito útil, pois isso melhora a qualidade média dos jogadores que chegam para as peneiras, já que o responsável por trazer esses jogadores é esse Diretor.
  • É útil que todo o seu staff tenha o atributo Trabalhando com Jovens elevado, mesmo aqueles que são dedicados ao profissional.
  • Se houver a oportunidade de reforçar qualitativamente o staff da base, priorize quem tiver o atributo Mental alto, já que ajuda no desenvolvimento dos atributos psicológicos dos jovens jogadores, algo muito importante para a evolução geral do seu prodígio.

Paciência

Formar seus próprios jogadores não é algo que traz efeitos da noite para o dia. No Profissão: Manager, temos um desafio aonde os jogadores são incentivados a jogar um save aonde tudo gira em torno de utilizar somente sua categoria de base e você pegar um time da última divisão e achar que a categoria de base vai produzir gênios de uma hora para outro, você vai se frustrar. Com a quantidade exata de paciência, tempo de jogo e bons tutores, você terá orgulho de ter criado seu próprio Lionel Messi.

Links úteis:
Desafio: Lapidando Vencedores
Categorias de base: Planejando o futuro

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Muito bom, vai me ajudar muito.

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Show!!!! Excelente tutorial.

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Ótimo tópico, me ajudará muito

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Henrique, acho que você deveria linkar ao final do post aquele outro tópico sobre a Base, é igualmente construtivo. Link também o desafio onde você o menciona. Eu poderia fazer isso, mas to saindo e o trabalho é seu.

No mais, ficou muito bom.

Uma dica que eu considero bastante interessante, a partir de 2 estrelas, um jogador jovem já é capaz de se sentir confortável jogando com 10 ou 9 companheiros de alto gabarito. Com esse suporte, ele já poderá ser titular, acelerando ainda mais sua evolução.

Em relação ao tema, eu tenho adotado um estilo Formador-Captador. Mas gostei da ideia de mandar apenas os mais ou menos para outros clubes. Diferente de você, não envio os craques pra desenvolver em outros clubes por motivos de pressão, e sim de estrutura de treino e o jogo truncado das divisões de baixo, podendo gerar uma série de lesões que comprometa o caboclo.

Sobre a tutoria, será que a primeira opção gera redução de atributos mentais, se o tutor for pior que o tutorado? Nunca parei pra observar isso.

O quote representa um modo de pensar bastante interessante. Uma dica valiosa. Eu estava pensando esses dias, dentro do contexto daquele outro tópico, quando seria viável contratar alguém para uma posição de modo que minhas jóias daquela posição tenham chance quando desabrocharem. Ou seja, uma relação de idade do contratado com a idade de botar os diamantes pra jogar, de modo que o contratado já tenha passado seu auge e esteja em declínio daqui X tempo. Até tentei fazer uma planilha de excel, mas tava complicado. :heh:

--

A todos do tópico: vocês costumam colocar jogadores sub-18 para jogar no titular?

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  • Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu gostaria que você fosse tutor de fulano, pois sinto que pode ajudá-lo a melhorar seu jogo. - Aqui será compartilhado o talento, aquilo que seu jogador sabe dentro de campo. Ele irá compartilhar seus movimentos preferidos, irá compartilhar seu estilo de jogo, ou seja, sua função dentro de campo e ajudará o jogador a desenvolver os atributos para essa função. Isso significa, que você pode ter um substituto perfeito para aquele seu defensor que joga com bola, simplesmente trabalhando essa função. Ou então aquela precioso Raumdeuter que anda fazendo estragos nos adversários poderá ressurgir através de um jovem seu.
  • Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência. - Aqui será compartilhado a personalidade, a mentalidade, o comportamento dentro e fora de campo. Isso aqui é importantíssimo para moldar o desenvolvimento do seu jogador. Os atributos destacados acima são suficientes para que o desenvolvimento seja feita da melhor maneira possível.

Interessante seu artigo, eu sempre pensei que a primeira opção era apenas útil quando a gente queria fazer o tutor passar um movimento preferido para o tutorado, e apenas isso.

Já que estou fazendo um desafio focado nessa parte do jogo, então nada melhor que perguntar sobre isso.

Suponha que eu tenha no elenco um zagueiro que não possui nenhum movimento preferido, que tem ótimos atributos mentais (Concentração, frieza, determinação, Índice de Trabalho e Trabalho de equipe), e que seja excelente na função defensor com bola.

Em contrapartida, eu tenho um jovem zagueiro na base com grande potencial, tem atributos mentais pobres (normal nos jovens), e que sua melhor função seja defensor limitado.

Então se eu pegar esse zagueiro e pedir para que ele seja o seu tutor e selecionar a primeira opção (melhorar o seu jogo), então o meu jovem irá ter um maior aumento nos atributos que sejam importantes para ser um bom defensor com bola (mesmo que seu treino individual esteja focado em um atributo específico, tipo melhorar seu posicionamento)? E os mentais, subiriam tanto quanto se eu utilizasse a segunda opção?

Como o tutor não tem nenhum movimento preferido, não seria melhor pedir para que ele passasse sua experiência (2ª opção) e assim o jovem teria um ganho maior nos atributos mentais, e consequentemente teria mais chances de chegar no seu potencial. Daí caso você queira que ele seja um bom defensor com bola você passaria a treinar os atributos para a função nos treinos individuais.

E ai, o que você acha? Eu costumo utilizar a segunda opção.

Editado por baltazar
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Muito bom, vlw cara tava precisando de um material assim.

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Em relação ao tema, eu tenho adotado um estilo Formador-Captador. Mas gostei da ideia de mandar apenas os mais ou menos para outros clubes. Diferente de você, não envio os craques pra desenvolver em outros clubes por motivos de pressão, e sim de estrutura de treino e o jogo truncado das divisões de baixo, podendo gerar uma série de lesões que comprometa o caboclo.

Sobre a tutoria, será que a primeira opção gera redução de atributos mentais, se o tutor for pior que o tutorado? Nunca parei pra observar isso.

O quote representa um modo de pensar bastante interessante. Uma dica valiosa. Eu estava pensando esses dias, dentro do contexto daquele outro tópico, quando seria viável contratar alguém para uma posição de modo que minhas jóias daquela posição tenham chance quando desabrocharem. Ou seja, uma relação de idade do contratado com a idade de botar os diamantes pra jogar, de modo que o contratado já tenha passado seu auge e esteja em declínio daqui X tempo. Até tentei fazer uma planilha de excel, mas tava complicado. :heh:

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A todos do tópico: vocês costumam colocar jogadores sub-18 para jogar no titular?

A primeira opção eu não sei, mas a segunda gera. É algo que pode ser observado. O que eu entendo é que quando tu bota ele para treinar e aprender, significa que o cara vai treinar umas horas extras com o outro e pegar as manhas. A outra o cara vai ser tipo um conselheiro, ensinando o que fazer, o que não fazer, quem não ouvir, etc. Pelo menos é a concepção que eu tenho.

Eu atualmente prefiro abrir espaço para a base, guardando dinheiro para titulares.

Eu não vejo problema desde que exista uma estrutura para que eles possam jogar sem pressão.

Interessante seu artigo, eu sempre pensei que a primeira opção era apenas útil quando a gente queria fazer o tutor passar um movimento preferido para o tutorado, e apenas isso.

Já que estou fazendo um desafio focado nessa parte do jogo, então nada melhor que perguntar sobre isso.

Suponha que eu tenha no elenco um zagueiro que não possui nenhum movimento preferido, que tem ótimos atributos mentais (Concentração, frieza, determinação, Índice de Trabalho e Trabalho de equipe), e que seja excelente na função defensor com bola.

Em contrapartida, eu tenho um jovem zagueiro na base com grande potencial, tem atributos mentais pobres (normal nos jovens), e que sua melhor função seja defensor limitado.

Então se eu pegar esse zagueiro e pedir para que ele seja o seu tutor e selecionar a primeira opção (melhorar o seu jogo), então o meu jovem irá ter um maior aumento nos atributos que sejam importantes para ser um bom defensor com bola (mesmo que seu treino individual esteja focado em um atributo específico, tipo melhorar seu posicionamento)? E os mentais, subiriam tanto quanto se eu utilizasse a segunda opção?

Como o tutor não tem nenhum movimento preferido, não seria melhor pedir para que ele passasse sua experiência (2ª opção) e assim o jovem teria um ganho maior nos atributos mentais, e consequentemente teria mais chances de chegar no seu potencial. Daí caso você queira que ele seja um bom defensor com bola você passaria a treinar os atributos para a função nos treinos individuais.

E ai, o que você acha? Eu costumo utilizar a segunda opção.

Dificilmente, eu acredito que a primeira opção é para melhorar atributos técnicos, enquanto a 2ª opção serve para os atributos mentais. SE fosse assim, não havia necessidade de duas opções.

O ideal seria você começar melhorando o psicológico do menino e pedir para ele treinar a função que você deseja, assim você tem uma melhoria dos dois jeitos.

A primeira opção é boa quando seu jovem tem atributos mentais prontos e você quer acelerar o treino, eu sempre uso mais a segunda opção.

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Dificilmente, eu acredito que a primeira opção é para melhorar atributos técnicos, enquanto a 2ª opção serve para os atributos mentais. SE fosse assim, não havia necessidade de duas opções.

O ideal seria você começar melhorando o psicológico do menino e pedir para ele treinar a função que você deseja, assim você tem uma melhoria dos dois jeitos.

A primeira opção é boa quando seu jovem tem atributos mentais prontos e você quer acelerar o treino, eu sempre uso mais a segunda opção.

Interessante, eu nunca cheguei a utilizar a primeira opção, vou começar a testar aqui então.

vlw

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Estou fazendo o desafio também, só que no FM Classic onde você não tem a opção de escolher o tutor, só que no FM 15, ao contrário do 14, os jovens são tutorados, o treinador adjunto ou o diretor de futebol que escolhem os jogadores.

Problema é que meu melhor zagueiro tem 4 de determinaçao e já ferrou com dois jovens aqui, ahhahaa, diminuiu de 12 pra 7 ou 8 a determinação dos guris.

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Parabens amigo, sensacional o teu post, eu desde que me conheço por Manager, só jogo com o Parma da Italia, desde o CM.

Inclusive sou tecnico de um time de futebol na minha cidade, e trabalho com a base, 7 a 13 anos.

Uso muito o esquema do FM com as crianças, acho que a base é tudo para uma equipe forte.

Se puder segue o link do meu projeto.

https://www.facebook.com/PALESTRAJACAREI?fref=ts

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Artigo muito bom, só que fiquei na dúvida de qual a importância, ou se é importante, ter preparadores específicos para os times Sub-20, Sub-19.

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Artigo muito bom, só que fiquei na dúvida de qual a importância, ou se é importante, ter preparadores específicos para os times Sub-20, Sub-19.

Achei que não precisa esclarecer isso, tem a mesma importância que os preparadores específicos para a equipe profissional. Só que vale a pena investir em treinadores que tem bons valores de trabalho com jovens e mental, que é primordial. Posteriormente faço esse adendo no texto.

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Achei que não precisa esclarecer isso, tem a mesma importância que os preparadores específicos para a equipe profissional. Só que vale a pena investir em treinadores que tem bons valores de trabalho com jovens e mental, que é primordial. Posteriormente faço esse adendo no texto.

É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.
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É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.

Foque nos da equipe principal, já que eles farão a transição base-profissional em menos de duas temporadas.

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É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.

Eu também sempre foco nos da equipe principal de modo que forneçam o máximo de estrelas pro treino. Depois vou adicionando alguns pra equipe sub-20, conforme o clube vai crescendo. Ainda não observei, mas penso que o diretor de futebol do juniores deve ter alguma influência no recrutamento de jogadores.

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[...]mas penso que o diretor de futebol do juniores deve ter alguma influência no recrutamento de jogadores.

Isso você pode definir, Matheus. Na tela de funcionários, em Responsabilidades tem a opção de quem vai ser responsável pelo recrutamento de jovens.

f2FmXzT.jpg

É que nunca foquei meus saves em formar jogadores, no máximo contratar jovens para já atuar no time principal, nesse FM, vendo os tópicos de desafios e do profissão manager que me liguei mais nisso e vou tentar usar mais no jogo.

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Isso você pode definir, Matheus. Na tela de funcionários, em Responsabilidades tem a opção de quem vai ser responsável pelo recrutamento de jovens.

f2FmXzT.jpg

É que nunca foquei meus saves em formar jogadores, no máximo contratar jovens para já atuar no time principal, nesse FM, vendo os tópicos de desafios e do profissão manager que me liguei mais nisso e vou tentar usar mais no jogo.

Verdade, não me lembrava disso. Mas o adjunto pode não ter tanta habilidade com jovens e nem gestão de recursos humanos.

No mais, não adianta investir na base se você fica pipocando de time em time nas primeiras boas oportunidades que você recebe. Investir na base e colher os frutos dela significa se manter no time por mais de 4 anos. Idealmente de 5 a 10.

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O Diretor de Futebol de Juniores faz diferença no nível dos jogadores que chega ao clube, pois se ele tiver boas capacidades de avaliação, ele será capaz de avaliar melhor os jogadores.

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Verdade, não me lembrava disso. Mas o adjunto pode não ter tanta habilidade com jovens e nem gestão de recursos humanos.

No mais, não adianta investir na base se você fica pipocando de time em time nas primeiras boas oportunidades que você recebe. Investir na base e colher os frutos dela significa se manter no time por mais de 4 anos. Idealmente de 5 a 10.

Não fui eu que coloquei o Adjunto, fui tirar o print e tava assim rs

Dificilmente mudo de time em meus saves.

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Adicionado o que levar em consideração sobre staffs. Caso surjam outras dúvidas pertinentes no tópico, buscarei ir incrementando e respondendo as dúvidas no próprio texto.

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Artigo muito bom, vai me ajudar muito a formar jovens talentos aqui.

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Eu comecei com o tottenham e montei um staff pra trabalhar jovens jogadores. Deixa eu ver se entendi, então eu só levo o miudo pro time principal quando ele tiver 18 anos ?! quando ele chega com 15,16 anos eh só tutoria e deixar os preparadores juniors cuidando dele ?

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Eu comecei com o tottenham e montei um staff pra trabalhar jovens jogadores. Deixa eu ver se entendi, então eu só levo o miudo pro time principal quando ele tiver 18 anos ?! quando ele chega com 15,16 anos eh só tutoria e deixar os preparadores juniors cuidando dele ?

Basicamente, assim você dá um bom tempo para que ele possa amadurecer e estar pronto para subir.

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Excelente tópico, depois de buscar a estabilidade da série A com o Paysandu, meu próximo passo é formar atletas para o elenco principal, já venho tentando inclusive trazendo alguns jovens de outros times por um bom preço pra qualificar o elenco da base

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      Por Henrique M.
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      POR LÚCIO DE CASTRO · PUBLICADO 29/12/2016
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      Parece um pouco a ideia de jogar criança e água juntas para fora da bacia. Não é o caso. Assim é a polícia do Rio e pode-se ampliar o campo de observação por outros estados se quiser. Não há remendo possível para botar de pé um corpo putrefato. Não há emenda possível, conciliação ou a velha promessa do “vamos apurar e punir” de praxe a cada genocídio nosso de cada dia, a cada suspeito de sempre que morre, quase todos sempre pobres, negros, negros, pobres, como no verso do bardo. Como desde sempre, a essência preservada desde a criação da Guarda Real de Polícia (1809). A essência de servir ao Império sem qualquer instrumento de controle, reprimir os escravos, controlar o embrião de homens livres que começava a surgir.
      Ou seja, criada para ser inimiga do povo, para reprimir tudo o que não fosse corte. E assim desembocaram no que vemos hoje. Independentemente de obviamente termos gente de bem na polícia. É que ela foi feita para isso. A polícia do Rio tem que acabar. Para começar outra coisa, ser refundada com outros alicerces. O que está hoje, como disse o sempre aqui citado historiador maior Luiz Antônio Simas, é um projeto que deu certo. Porque foi feito pra reprimir pobre e preto. E que cumpre exemplarmente tal papel.
      Assim é o esporte brasileiro. Com sua estrutura de financiamento, tal qual a polícia do Império, criada, de maneira geral, contra a população, criada para benefício de uma corte, uma casta. Benefício e locupletamento. Nos bilhões que jorram do Ministério do Esporte e das estatais com frouxos mecanismos de controle Assim é o esporte brasileiro. Com sua estrutura de financiamento, tal qual a polícia do Império, criada, de maneira geral, contra a população, criada para benefício de uma corte, uma casta. Benefício e locupletamento. Nos bilhões que jorram do Ministério do Esporte e das estatais com frouxos mecanismos de controle, não muito bem definidos nas partilhas de competência da Constituição de 1988, nas brechas que permitem o passeio de, salvo eventuais exceções, malfeitores que posam como benfeitores da sociedade levando saúde e exemplos de formação para os cidadãos, com o beneplácito de uma imprensa que, em sua maior parte, prefere acobertar as mazelas de olho em bons negócios advindos do direito de imagem, conquistados em conluio com alguns desses meliantes de colarinho branco. E ainda se arvoram a pregar que isso é fator de desenvolvimento da sociedade, que tal incentivo ao esporte resulta em boas práticas.
      Em um óbvio esquema de corrupção que se retroalimenta e se esvai em vasos intercomunicantes de algumas dessas confederações e órgãos estatais. No mais perfeito “Princípio do Sargento Rocha”, aquele da já citada fita que apregoava o “quer rir tem que fazer rir”, a peça mais didática, verdadeiro power point que como jamais nenhum outro antes explicou com tanta nitidez o mecanismo de funcionamento disso tudo. Assim, o ministério, as estatais e as leis de incentivo liberam, as confederações recebem, as “agências de marketing”, consultorias, projetos e convênios levam para o Triângulo das Bermudas e lá é feito o butim. Fraternamente, com uma parte voltando para quem fez rir, outra para o topo da pirâmide das eventuais confederações corruptas, outra molhando a mão das “agências de marketing”, convênios e consultorias que elaboram os projetos e promovem o milagre da nota fiscal.
      Minha alusão ao Sargento Rocha ao tratar do tema esporte e verbas não é original. Usei a mesma analogia ao falar no Congresso Nacional, em 21 de julho de 2015, para tratar da série de reportagens “Dossiê Vôlei” em debate com representantes do Ministério do Esporte, Banco do Brasil e Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).
      Relembrado esse questionamento no Congresso Nacional a alguns dos envolvidos, seguimos por aqui. Estamos falando de mais de R$ 3,5 bilhões do estado, divididos entre Ministério do Esporte, estatais patrocinadoras e leis de incentivo (por onde andam vocês, panelas? Aqui o escândalo é muito maior do que na lei irmã, Rouanet) consumidos no último ciclo olímpico para resultados pífios, muito abaixo de Reino Unido ou Alemanha, estes com resultados esportivos muito maiores e investimentos muito menores. Provavelmente porque em seus territórios não tem encravados um Triângulo das Bermudas como nós, que temos dentro dos limites do nosso mapa esse verdadeiro triângulo, onde, tal qual aquele das Bermudas, as coisas somem.
      Isso sem falar em Cuba para que não gritem na caixa de comentários um “Vai pra Cuba”, o que, aliás, no esporte, os números mostram, seria muito bem vindo. No último Pan, no Canadá, brigamos com Cuba no quadro de medalhas até o último dia. Nas Olimpíadas a briga também foi acirrada, mesmo depois da enxurrada de dinheiro. Sim, Cuba, uma ilha minúscula, asfixiada financeiramente, que gasta menos de US$ 4 milhões no ciclo olímpico inteiro. Pois muito bem: isso não dá a verba que os gloriosos esportes de neve brasileiros gastam no mesmo ciclo. Sim, podem rir. Resumo da ópera: o esporte brasileiro tem que acabar. Ao menos desta maneira como conhecemos hoje.
      As vísceras expostas de cada confederação que merece alguns dias de olhar mais atento, de cada cartola, de cada caixa-preta aberta com suas ridículas (e ofensivas à inteligência alheia) agências de marketing, consultorias e convênios por onde jorram milhões de dinheiros públicos, demonstram que com esses aí não tem jeito. As vísceras expostas de cada confederação que merece alguns dias de olhar mais atento, de cada cartola, de cada caixa-preta aberta com suas ridículas (e ofensivas à inteligência alheia) agências de marketing, consultorias e convênios por onde jorram milhões de dinheiros públicos, demonstram que com a maior parte desses aí não tem jeito. Ou implodimos tudo e começamos de novo ou seremos cúmplices de um esquema monstruoso de corrupção, salvo aqui as eventuais exceções que provavelmente existem.
      Seguimos ouvindo pateticamente o discurso pelos “homens bons” para restituir a glória e os bons modos. Ou da eventual ascensão de atletas a cargos dirigentes para mudar a ordem das coisas. Como se a maioria dos que estão hoje aí não tivessem sido atletas. O discurso de que a revolução que mudaria tudo seria pela entrada do nome A ou B. Muitas vezes cooptados pela máquina para dar legitimidade a tudo que tá debaixo do tapete. Fazendo, nesses casos, o papel de tristes bobos da corte, que na inocência dos anos passados no suor dos treinamentos não puderam desenvolver plenamente o discernimento para ver o papel que estão reservando a eles. Ou ainda como aquele que acaba a carreira esportiva e se vê sem qualquer perspectiva e se agarra ao braço que se estende, ainda que esse o faça na pior das intenções. E também aquele que também só quer pegar um pedacinho do “Princípio do Sargento Rocha”.
      Curiosamente, vimos muitos desses atletas recentemente tocando suas panelas virtuais com força no âmbito nacional mas preferindo se omitir no seu universo (ou quando um dos mecenas, criador de patos, é pego em coisas escusas mas as panelas não batem). Mas ainda assim, há que se amenizar, (mas não isentar) o papel deles. Uma série de circunstâncias levaram os mesmos até esse ponto de serem heróis e mitos dentro de quadras, piscinas e campos e tão frágeis no resto da estrutura. Apontar o dedo para eles e não para o sistema, o andar de cima, é o mesmo pecado do provérbio chinês que fala do idiota que olha o dedo apontado para a lua e só vê o dedo.
      A eles, só vale o pedido de que não falem mais ou se empolguem com o discurso do homem bom, ou dos homens virtuosos nos quais confiamos e que se entrarem resolverão. Quantas e quantas entidades temos visto que, ao serem colhidas em flagrante, após o furacão, promoveram a velha máxima do mineiro Antônio Carlos, “fazer a revolução antes que o povo a faça”, mudando nomes, encenando a revolução e com tudo seguindo na mesma, apenas trocando as agências e os cafetões? A eles, vale só lembrar e evocar Thomas Jefferson: “Quando se trata de poder, portanto, não vamos mais falar sobre a confiança nos homens, e sim impedir que eles se comportem mal pelas correntes da Constituição”. Para que não se repita um ritual com o qual já me acostumei: após cada reportagem, após cada escândalo relatado, a romaria em conversas privadas em que lamentam pelos ombros, joelhos e cotovelos despedaçados enquanto a pátria-mãe do esporte sem perceber que era subtraída. Daqueles que passaram a vida no suor dos treinamentos e no penar de muito mais sacrifícios do que glamour nessa rotina de sofrimentos e um dia descobriram que alguém usando o nome deles ria em uma sala refrigerada com o fruto desse suor.
      Por isso tudo, o esporte brasileiro tem que acabar. Se quiser recomeçar de novo e ser alguma coisa um dia.
      Fonte:http://agenciasportlight.com.br/index.php/2016/12/29/o-esporte-brasileiro-tem-que-acabar/
    • RRamunch
      Por RRamunch
      Olá pessoal! Sou novo por aqui, mas jogo o FM15 a 1 ano... No ano passado fui campeão com o Corinthians depois de ter começado desempregado e me ~~aposentei~~ como campeão do mundo pela seleção brasileira. Ok, nada demais. Agora porque falar disso tudo?

      Bom, com o Corinthians e com a seleção brasileira tudo funcionava muito bem!
      No Corinthians eu adotava um 4-2-1-2-1 sem pontas. com o Kelvin e o Malcon como atacantes. Na seleção brasielira jogava com um 4-1-2-2-1 com pontas, com neymar e hulk aberto (nada de novo). Deixei o jogo de lado e esse fim de ano comecei um save com o Tottenham que tá me dando um trabalhão, eu não acertava nem fodendo a mão na tática. Acredito que seja porque o futebol inglês seja completamente diferente.
       
      Hoje eu jogo com um 4-2-1-2-1 com pontas (prints abaixo).
      https://uploaddeimagens.com.br/imagens/taticas__visao_geral_visao_geral-png
      https://uploaddeimagens.com.br/imagens/taticas__visao_geral_visao_geral-2-png
      Conforme vocês podem ver, eu não me f*(&$ mais, porque aparentemente minha defesa é muito boa. Mas o meu ataque... Vejam os resultados...
      https://uploaddeimagens.com.br/imagens/calendario___principal_calendario-png
      https://uploaddeimagens.com.br/imagens/calendario___principal_calendario-2-png
      https://uploaddeimagens.com.br/imagens/calendario___principal_calendario-3-png
      Tentei mudar as funções do Konoplyanka e do Lamela, trocando por Segunda-atacante/Ponta, mas se mostrou menos efetivo...
      No geral, a pergunta é: Essa escassez de gols é normal? No Corinthians não precisa me preocupar com gols, no Tottenham eu tenho que recuar a linha defensiva com medo de tomar um gol e o jogo terminar empatado... Eu chuto no mínimo o dobro de vezes do adversário na maioria dos jogos. Ajustei o Konoplyanka que chutava demais e ele parou de fazer, a quantidade de chutes se manteve e a escasez também, 2x0 é milagre... Há algo que eu posso melhorar?
      Abraços!
       
    • leonardo69
      Por leonardo69
      Time: Cuckfield Rangers Development (Entre 2014 e 2024) e Cuckfield Rangers (a partir de então
       
      Objetivo a médio prazo: Ir bem na Copa da Inglaterra
      Objetivo a longo prazo: Chegar na Premier League
       
       
      Estou iniciando aqui o meu save também, vou começar a postar a partir da temporada 2024-2025 (a 1ª parte eu estava postando em outro forum de Football Manager - Irei continuar postando lá, será em ambos agora). Na 1ª parte da história, peguei um time na 23ª divisão inglesa (Cuckfield Rangers Development) e consegui 10 acessos em seguida, e várias e várias copas locais, porém o time era de desenvolvimento, eu não poderia contratar ninguém com + de 21 anos, então depois de 10 anos, consegui subir para a divisão em que o time principal estava e assumi então o time principal, estou agora na 13ª divisão inglesa com a equipe Cuckfield Rangers, que também conta com uma equipe B, uma equipe C, além da outra equipe em que eu estava (Development)
       
       
      LEVANTAMENTO DE TODAS AS TEMPORADAS!!!!

      1ª temporada - 2014-2015 - 23ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Tester Challenge Cup e Campeão da Brian Hall Challenge Cup
      19 vitórias, 5 empates, 3 derrotas na temporada

      2ª temporada - 2015-2016 - 22ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Mid Sussex Junior Cup, Campeão da Parsons Challenge Cup e Campeão da Tester Challenge Cup
      26 vitórias, 7 empates, 1 derrota na temporada

      3ª temporada - 2016-2017 - 21ª divisão - Vice da Liga, Eliminados na 1ª fase da Mallins Challenge Cup, Campeões da Mid Sussex Junior Cup e Campeões da Parsons Challenge Cup
      20 vitórias, 4 empates, 4 derrotas na temporada

      4ª temporada - 2017-2018 - 20ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Mallins Challenge Cup, Campeão da Parsons Challenge Cup e Campeão da Mid Sussex Junior Cup
      25 vitórias, 5 empates, 3 derrotas na temporada

      5ª temporada - 2018-2019 - 19ª divisão - Campeão da Liga, Vice da Mid Sussex Junior Cup, Campeão da Somerville Challenge Cup e Campeão da Mallins Challenge Cup
      24 vitórias, 12 empates, 2 derrotas na temporada

      6ª temporada - 2019-2020 - 18ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Somerville Challenge Cup, Campeão da Stubbins Challenge Cup e Eliminados nas quartas de finais da Mid Sussex Junior Cup
      24 vitórias, 7 empates, 4 derrotas na temporada

      7ª temporada - 2020-2021 - 17ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Somerville Challenge Cup, Campeão da Stubbins Challenge Cup, Campeão da Mid Sussex Senior Cup e Campeão da Edgar German Challenge Cup
      35 vitórias, 5 empates, 4 derrotas na temporada

      8ª temporada - 2021-2022 - 16ª divisão - Vice da Liga, Eliminados na semifinal da Stubbins Challenge Cup, Campeão da Mowatt Challenge Cup, Vice da Mid Sussex Senior Cup e Eliminados nas quartas de finais da Edgar German Challenge Cup
      22 vitórias, 7 empates, 11 derrotas na temporada

      9ª temporada - 2022-2023 - 15ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Edgar German Challenge Cup, Campeão da Mid Sussex Senior Cup e Campeão da Mowatt Challenge Cup
      28 vitórias, 8 empates, 4 derrotas na temporada
      10ª temporada - 2023-2024 - 14ª divisão - Campeão da Liga, Campeão da Mid Sussex Senior Cup, eliminado nas quartas da Mowatt Challenge Cup e eliminado nas semis da Sussex Intermediate Cup
      20 vitórias, 7 empates, 6 derrotas na temporada 
       
       
      Bom..é isso, ainda irei me acostumar a postar nesse forum aqui, muda bastante coisas do forum que eu costumava postar, tenho que ver como que posta imagens e tudo mais..e tbm nessa próxima semana estarei viajando..mas logo mais postarei o restante do save...em busca da Premier League!!!!